Crença
Muitas vezes ouvimos sons desajustados em forma de palavras que iludem nossa crença.
Muitas vezes somos as próprias palavras.
Paz interior
Amor próprio
Autoconhecimento
Crença na própria capacidade …
Seja sua melhor companhia
Assim serás feliz e uma pessoa com quem todos gostariam de estar
Não confunda crença com fanatismo, pois a comparação pode trazer sérios danos a credibilidade da fé;
A minha crença não exige solidez da minha religião
Mas necessita da minha fé quando falo em minha oração!
Democracia é a crença de que uma multidão de idiotas juntos pode resolver problemas melhor do que um cretino sozinho.
Crença é o que você pega dentro e põe para fora. Conhecimento é o que você pega fora e põe para dentro. Verdade é o que você não pega e nem põe.
Pterodactilia.
Era doença sem nome.
Uma crença que não tinha um credo.
Era Deus a fazer poesia
Daquelas que o tempo não leva
Tão belas, que leva muito tempo
Para lê-las todas
Um meio-dia infinito
Era um minuto na eternidade
Mas o vento
Sempre as levaria
Pra lugar distante
Pois, diante de força tamanha
A existência do Universo
É breve
A verdadeira força do vento
Se esconde
No ato de soprar de leve
E sem pressa
Transformando
A mais alta montanha
Em algo leve
Em algo que o vento leve
Tão depressa quanto a vida
Era a pterodactilia de Deus
Doença de fazer
Versos
Poesias
Universos
Fazendo-as parecer
Um pensamento esdrúxulo
E em meio a tudo isso.
Durante o correr de Eras
Saber que era o mundo inteiro
Alguma coisa que coubesse
dentro de um cinzeiro
E sobraria espaço
Era somente questão de espera
Outra parada em qualquer estação
Escrito e previsto
Que o começo e o fim
Se encontram num lugar comum
Num ângulo
de trezentos e sessenta graus
Vai e volta e se consome
E assim bem e mal se vão
Todo lugar é um lugar qualquer
E qualquer lugar é lugar nenhum
Aquilo que ontem era tudo
Desaparece em movimento mudo
Em questão de momento
O vento leva
Até mesmo o sinal de igualdade
E tudo acaba
Sendo eternamente igual
Não se divide o invisível
Em partes iguais
Ponto final
Nada mais.
Edson Ricardo Paiva.
"Os Não-Vividos"
eu sou crença
eu retenho
para retornar
mas você permanece escondido
Você está aqui
e você não está aqui
apenas metade da maçã foi comida
Através de homens e donzelas,
você surfa sua água tão ardentemente
Ainda abaixo do fim
onde ardem a terra e o fogo,
você cansa
O vento piorou seu medo
Eu retenho e depois volto
para trazer ervas que colhi para nós
Mesmo eu, esqueci que há um feitiço dentro de nós
seu nome fugiu da minha respiração,
Sim,
depois voltou.
Você tem muitos nomes agora
medo é um deles,
a vida é outra.
E eu tenho muitas mãos para nos conceder
Venha deitar ao meu lado e vamos olhar
no não vivido
Você está morto, mas ainda não
Pois você é a história que os homens esqueceram de contar
você vê, seu alívio é talvez passageiro
não deixe isso te enganar
Nós sabemos o que o desejo faz com os dias
Não se pede crença
Como o vento sobre o fogo
Eu te explodo dos dois jeitos •
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Não confunda jamais os sonhos com os SONHOS, o primeiro é a mera crença que talvez seja possível, que talvez seja importante tentar; já o segundo,é a certeza de que sempre é possível e, que conseguir só depende da determinação empregada. É aquele que te leva a conquistar os seus maiores objetivos,que te faz recomeçar cada dia de 1000 maneiras diferentes, que te faz reinventar a vida,que te faz ver que a conclusão de um sonho, não significa o fim de todos os outros. E você percebe, que a cada novo dia, novos objetivos, novos SONHOS surgirão e com eles a certeza de que vale a pena lutar, vale a pena seguir, acreditar, buscar, mas sempre,sempre SONHAR!
Vamos que vamos: andando, tocando e acontecendo no hoje, na crença da vida e sempre firmes na convicção de realizar no amanhã.
Uma crença inabalável em nome de uma fé perpétua é capaz de transformar uma simples vida efêmera em uma existência imortal
