Covinhas no Rosto
Em uma lágrima que cai do meu rosto
Ela se transformar numa Vitória
Eu orei para Deus
Que me deu minha Vitória
Tenha uma brisa.
Um vento que bate no rosto, um devaneio flutuante, se perca em pensamentos, a qualquer hora em qualquer lugar.
Esse vento de inverno soprando em meu rosto já vale o dia, o mês...um ano inteiro. Ah, tem também o sino dos ventos balançando feito louco e levando para bem longe a amargura e o mau humor. Saudações aos espíritos do inverno, que através do frio aquecem minha alma com tantas belezas.
E a gente chora , sorri ...a gente limpa o rosto , se revigora.. a gente fica triste , fica magoado , se sente infeliz ...a gente fica pensativo , fica indignado, Com raiva , com ódio , fica apaixonado , fica bem , fica chateado.. A gente é de carne , é de osso ...não somos de ferro e nem de mentira ... muito menos usamos máscaras... a gente é transparente , é sentimento puro ...adrenalina correndo na veia ..sangue quente ..a gente é de verdade e temos sentimento ...e por isso sofremos demais ... porque o nosso coração é enorme ..e sempre queremos abraçar o mundo ...mas na maioria das vezes não conseguimos....
O vento do mês de agosto
Leva as folhas pelo chão
Só não toca no teu rosto
Que está no meu coração.
O suor desce no rosto e o olhar brilha e depois da luta é que a gente desfruta, a gente prova e confirmamos dentro de nós a certeza de que sonhar é iluminar a alma por perseverar.
Nunca deve julgar as lágrimas que caem no rosto do outro, apenas esteja preparado para assegurar às suas, quando a sua vez chegar. Furucuto: 2022
O brilho de seu rosto me apunhala o peito.
Deveras seria melhor morrer esfaqueado sabendo que apenas morreria.
Pois viver seu teu brilho é pior que morrer.
“Eu ajoelho me e prostro meu rosto ao chão, rendo me ao Altíssimo em nome de Jesus, a que eu almejo alcançar conquistas, elas difíceis e exigentes é verdade, contudo, ao Senhor também suplico, os anseios também precisam conquistar me, a que o trono do céu seja glorificado, em mim e em ti oh conquistas.”
Giovane Silva Santos
A beleza é rosto de contorno fino.
É cara de homem, coração de menino.
A beleza atrai, por nada poder atrair.
Por deixar saudades antes de partir.
Ela é calmaria no meio da tempestade.
Ela faz ser inteiro quem era apenas metade.
É encanto na ausência da formosura.
É propor que no abraço, pode se encontrar a cura.
Está no cheio se esvair , no diminuir o ritmo para o ninguém conseguir.
É enxergar o que alguns apenas ver.
É sacrifícar a vida para alguém viver.
Ela é ausência de querer se impor.
Com um toque, um olhar, dissipar a dor.
É no emanar suave do timbre da voz.
Acalmar o oprimido mas curar o algoz.
Beleza nunca foi o que te disseram.
Está tudo na fé daqueles que esperam.
O misterioso sentimento que faz os olhos verterem sais.
Das almas que anseiam por um pouco de paz.
Longe de curvas, corpo ou cabelo.
Verde amarelo azul ou vermelho.
Pompas , máscaras, imagens ilusórias.
Fracas exposições de pérfidas glórias.
Tudo se sucumbindo, a testemunha é o travesseiro. Forças esgotadas, pelo desejo de ser o primeiro.
Mas a beleza é a última, é a menor, é a pior.
É a pedra, é a ruga, instrumento de uma corda só.
É silêncio, é o som, é na dor ainda ser bom.
É branco, é negro, é pardo, é marrom.
É um emaranhado que se auto organiza.
É a surpresa da vitória de quem luta e improvisa.
É sentar-se no escuro e sentir a pequenez.
Diante de alguém que simplesmente tudo isso fez.
Para que e quando será nossa vez ?
Se hoje, amanhã, ou no próximo mês.
A beleza está dentro do que está lá fora.
Está no prêmio distante que eu queria agora.
Está no agradecer a quem eu nunca vi.
Mas que em todo tempo ao meu lado senti.
Esta no eu entender que o mistério é maior.
Que no nada tem tudo e, que eu só sou pó.
Beleza é o conflito dos anseios meus.
Aí fora um homem, aqui dentro só Deus.
Felicidade não é só um belo sorriso no rosto, mas um estado pleno de satisfação no seu bem-estar interior envolvendo todo o corpo manifestando numa única expressão conjunta.
Sois as lágrimas no meu rosto...
Desejos que morreram nós teus lábios frios...
No de palidez emoções que morrem...
A indiferença embaça o sentido da ilusão...
Translúcida águas que em devaneio reluta no meu refúgio...
Para mim o metal frio que faz teu peito bater clama pela lucidez.
Essa noite senti o doce da sua boca, parecia até veludo seus lábios carnudos, toquei seu rosto suavemente, que pele macia, foi perfeito.
Pena que eu acordei.
Pare de me amar imediatamente, me odeie agora.
Demonstre todo o seu desprezo pelo meu rosto, toda a sua raiva pela minha voz.
Me odeie para que eu possa te amar intensamente.
Deixe seu amor por mim se tornar nojo.
Rosto
De espelho em mãos,
observa cada detalhe.
Traços esquecidos e ainda vindouros
carregam igual geometria:
bolsa sob os olhos,
pêlos ressaltados,
boca diminuta.
Segmentos de aurora e ébano
se igualam:
tantas faces habitam um rosto.
