Covardes

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"A ética de fachada é o refúgio dos covardes que não têm coragem de assumir suas próprias sombras."

"A zombaria é o refúgio dos covardes que não têm coragem de praticar a bondade."

A suspeita é o refúgio dos covardes; a confiança é o palco dos trilionários de espírito.

O cinismo é a armadura dos covardes, um escudo frio usado por quem tem medo de se decepcionar. O verdadeiro ato de rebeldia, em um mundo que cultiva o tédio e o escárnio, é manter-se apaixonado pelo que se faz. O entusiasmo não é uma euforia passageira, mas uma decisão espiritual de ver beleza onde a maioria só enxerga o óbvio.

Os maus tomam o poder quando os bons são covardes. ⚠️

​"A idealização é o refúgio dos covardes."

Em meio a um exército de covardes,
Confiar no amor do outro é um ato de corajoso.

Não há interesses mais confusos e covardes quanto aos que confundem amor com carência, e acabam após saciados.


Porque o Amor Verdadeiro não se esgota quando a fome é saciada — ele nasce justamente quando o outro deixa de ser remédio para a solidão e se torna companhia na inteireza.


A carência só quer preencher um vazio; o amor, transbordar!


Quem ama pela falta, consome, desgasta e até usa o outro.


Quem ama por plenitude, compartilha o que tem de mais inteiro.


Por isso, é tão fácil ver relações que começam com tanta intensidade e terminam em silêncios tão ensurdecedores — eram tão somente gritos de necessidade disfarçados de afeto.


O amor não almeja saciedade, mas sim, permanência.

⁠Os Covardes e Arrogantes são especialistas em guerra palavrosa: lutam nas Narrativas e Bravatas, sempre na esperança de convencer os tolos a se lascar por eles.


É um tipo de combate extremamente curioso, porque dispensa coragem e, muitas vezes, até coerência.


Basta uma “boa” retórica, um punhado de frases inflamadas e a habilidade de transformar conflitos complexos em slogans simplificados.


Nessa arena, não se exige a presença de quem convoca a luta — exige-se apenas a adesão de quem está disposto a acreditar.


A covardia se protege atrás da multidão; a arrogância se alimenta dela.


Enquanto uns inflam discursos, outros são empurrados para as trincheiras — simbólicas ou reais.


E assim se constrói uma dinâmica perversa: quem menos arrisca é, quase sempre, quem mais exige sacrifícios.


Os arquitetos dessas guerras raramente aparecem quando chega a conta.


Preferem permanecer na confortável distância de suas convicções barulhentas, observando de longe o estrago que suas palavras ajudaram a provocar.


Porque, para eles, o campo de batalha nunca foi o lugar onde se paga o preço — é apenas o palco onde se convence alguém a pagá-lo.


Talvez por isso a prudência seja uma virtude tão subestimada em tempos de tantos gritos.


Pensar antes de aderir, duvidar antes de marchar, desconfiar antes de se indignar — tudo isso parece pouco heroico para quem foi seduzido pela estética da guerra.


Mas quase sempre é assim que se evita morrer, ou viver quebrado, por batalhas que nunca foram realmente suas.

⁠Se os Covardes lutassem as guerras que planejam, certamente o mundo já teria encontrado a Paz.


Há uma distância muito confortável entre desejar o conflito e encarar suas consequências.


É nesse intervalo que muitos se escondem — inflamam discursos, alimentam rivalidades e espalham certezas, mas jamais se colocam na linha de frente daquilo que defendem com tanta convicção.


A guerra, para esses, é sempre uma ideia… nunca uma vivência.


O problema é que palavras também ferem, inflamam e mobilizam.


Quem planta o ódio, mesmo à distância, terceiriza a dor para outros corpos, outras famílias, outras realidades.


A covardia não está apenas em fugir do confronto físico, mas em instigar batalhas sem assumir qualquer responsabilidade pelo rastro medonho que deixam.


Talvez a paz não seja tão inalcançável quanto parece — talvez ela seja apenas sabotada por aqueles que preferem o conforto da retórica ao peso da realidade.


Porque quem conhece de perto o custo de uma guerra dificilmente a romantiza.


Quem sente na pele o impacto da destruição não a trata como solução.


No fim, verdadeira coragem não está em lutar, mas em evitar a luta quando ela pode ser evitada.


Está em conter o impulso, em desarmar o discurso, em recusar o papel de incendiário em um mundo que já arde demais.


Se todos fossem obrigados a sustentar, com o sacrifício da própria vida, as guerras que desejam — ou escolhem —, talvez descobríssemos algo essencial: a maioria dos conflitos nunca teria começado.

Como podemos ser covardes conosco mesmos
e nos ater a uma subserviente ignorância
onde há uma obrigatoriedade que acorrenta,
que machuca e só oprime nossa capacidade,
como se fosse os enganos uma prioridade,
que o universo divino sempre conspira afavor,
porque um "deus" irreal e alucinante inferiu,
em palavras escritas no códice de um tempo,
que devemos nos afundar e depois nos afogar,
como um sérvido e pacato pescador de ilusões,
no fosso negro de uma fé legada em absurdos,
que nos cega e nos conduz em vias dolorosas,
rumo a um surreal e sutil "paraíso eterno"!

Almany Sol - 28/09/2012

Inserida por almanysol

O orgulho dos covardes é saber
Que tem quem luta pra te defender

Inserida por Juruna

Corvos covardes se corromperam se unindo aos abutres.

Invadiram no romper da aurora, minhas terras onde moro.

Ataques violentos incessantemente devastavam as esperanças semeadas

O espantalho não os intimidava, pois os aliados lhe garantiam impunidade.

Nas terras vizinhas o mesmo mal se abatia.

Em terras distantes com perdas enormes foi possível os afugentar.

Tal exemplo foi seguido por poucos que não suportaram a humilhação.

Mas não tiveram a mesma sorte, pois aqui sequer havia munição apenas coragem.

Nossos irmãos foram aniquilados sem piedade.

Alguns nem mesmo podem ser velados por ocultação de cadáveres.

Coube o tempo adubar o solo para as gerações futuras.

Ainda hoje somos obrigados a acatar uma determinação do Ministério da Agricultura...

É terminantemente proibido caçar corvos.

E na televisão os abutres ostentam seu poderio

Inserida por escritordantas

Não pense,não fala:Reflita.
Os covardes necessitam de reflexão.

Inserida por RafaelSouzahn

Ausentei-me de mim!
Assim fazem...
Aqueles que não sabem sentir dor...
Os covardes alheiam-se e mascaram-se nas frestas da indiferença...
Assim, eu ausentei-me de mim!
Sem coragem de fitar nos olhos da minha fraqueza...
Fiz-me imortal...

Inserida por vcruz

Muitos usam mascaras de valentes, contendo por dentro conteúdo de covardes; a oportunidade é a certeza de que se quer lutar por algo a mais durante a vida. Temos escolhas, e essas fazem nosso caminho daqui em diante... Mas nem sempre sabemos o que escolher, disso surge os erros, tentativas frustradas; uma coisa que eu aprendi é que... se existe alguém que sabe mais é apenas para nos ensinar; ninguém cobra de ninguém a todo tempo que saiba, que faça e acerte, mas temos um apoio, quando reconhecemos perante a humildade mostrada dentro de nós através de um ato dito como "eu não sei, mas consigo aprender, agora por favor me ensine, pois estou aqui, não apenas parado, mas sim disposto". Palavras só surgem efeitos quando reconhecidas dentro de nós; quando se entende, se descobre... Quando se descobre não se é mais enganado! Eu aprendi que estou aprendendo, me perdoe por meus momentos de arrogância na minha ignorância humana; eu ainda não sei, mas eu estou aqui disposto a saber!

Inserida por Natalhieferreira

Os Mentirosos são covardes,mentem porque tem medo da verdade

Inserida por yago00

O medo é o estandarte dos covardes

Inserida por SoaresAMarcelo

O preconceito é uma máscara usada pelos covardes.

Inserida por kreturiano

‎A sua mágoa aliou-se com o meu medo e me levaram. Foram covardes e juntos espancaram a minha felicidade, jogando-a depois no poço fundo e obscuro do meu vazio. Ao encontrar o seu fim desesperou-se com a água que começava a molhar sua cabeça e preenchia toda a solidão do poço. Agonizou-se ao ver que era a morte que chorava do lugar de onde vinha a luz.

Inserida por LexMor