Cotidiano
E com uma situação simples , do ‘cotidiano’ eu aprendi uma lição , que levarei para sempre : O que é meu , será sempre meu , independente de qualquer fator .Prender alguém nunca faz bem .O que é meu será meu tendo a maior da liberdade implantada dentro de uma relação.
Eu tinha um pássaro , a cerca de uns 3 anos , e ele não era pra mim como um passarinho comum vivendo dentro de uma gaiola , ele era meu amigo , eu realmente conversava e me entendia com ele , como qualquer pessoa se entende com melhores amigos , ele era minha companhia.
E em uma certa noite eu esqueci a gaiola aberta , e como o previsto ele fugiu , quando eu percebi fiquei realmente triste , tinha perdido um amigo .Minha vovó tentou me consolar me dizendo que pelo menos agora ele estaria feliz solto , livre.
Pensei nisso e doeu menos , porem ainda doía ainda fiquei chateado , foi dormir pensando nisso , peguei no nosso com lagrimas no travesseiro .
Uma surpresa ,no dia seguinte a gaiola estava aberta e ele estava dentro , meu cérebro não acreditou no que meu cérebro via.
A partir daquele momento eu compreendi algo que usarei para o resto da minha vida.
Verdadeiras amizades não são destruídas , se elas forem verdadeiras , serão reconstruídas!
Amores nunca nos abandonam se forem verdadeiros.
Nada que é seu precisa ser preso , se pertence a você ! Deixe o livre para pode ir embora , deixe o livro para que pessoas o conhecerão , porque quando for realmente seu , nada mudara o sentimento existente!
O TEU SORRISO
Sonhar contigo é sempre um começo,
Que se refaz no cotidiano amoroso,
Pulsando em novos caminhos de paz,
É algo que mexe com o meu destino.
Antecipo mais esse carinho e meiguice,
Que ventila e bate no meu coração,
Quando falo contigo tudo é emoção,
Embebendo no entusiasmo da alma.
E quando te vejo e observo o belo rosto,
Tudo muda e meu amor é constante,
Na virada de minutos, sobressai o riso,
Da minha Nina que aparece em instantes.
A realidade do cotidiano capitalista!
As vezes no fim da noite me coloco a imaginar, tudo que houve no meu dia mais cedo em tudo que vivi nos segundos atrás. Me vem o questionamento se tudo que fiz foi certo, se foi realmente a melhor ação, o que deixei de fazer e o que poderia ter feito. O sol já se pôs, a claridade já se foi, o que resta no exato momento é refletir se quando chegar o fim de mais um episódio da vida, você se esforçou o máximo para desempenhar a função do seu roteiro. O que devia ter sido hoje, não será amanhã, e por mais que haja tentativas de assemelhar os períodos, será impossível, porque nada é igual, nada volta. Não é a melhor opção reclamar pelos erros, eles te auxiliarão nas etapas seguintes da sua história. Quanto ao medo, eu não me preocupo, superarei o maior deles agora, e daqui algumas horas terei capacidade de enfrentar todos. Nem a morte nem a vida se opõem, quem garante que quando você nasce está vivendo, ou que quando você morre a trajetória acabou? aqui estamos sem a certeza de nada, assim como cada ser humano é incerto, o mundo também é, é nele que estamos inseridos sem saber onde realmente estamos. Não jogue fora as oportunidades obtidas, pois as que parecem mais simples, te servirão da mais ampla forma. Penso em tudo que presenciei, todos os dias que comecei, todas as noites que não dei valor, nos equívocos que cometi, tantas pessoas que julguei sem provas concretas, pessoas que confiei plenamente e entreguei minha confiança, quem eu chamei de amigo, e até de mesmo de irmão, os que mais souberam sobre mim, foram os que mais juntaram argumentos contra minha imagem, foram quem se tornaram inigos fiéis, aliados da desordem. Amei e não reconheci amores, perdi os que tinha, e vivo na dúvida dos que sempre procurei. Deixei o tempo de lado, me dediquei a monotomia do capitalismo, da era tecnologica, esqueci da realidade da vida, da felicidade espontânea, natural. Perdi tempo várias vezes, mais hoje eu afirmo que também ganhei, ganhei experiência, ganhei sabedoria, e o que perdi no passado, lutarei para manter no presente, e se o futuro me pertencer, eternizar até o fim.
Quando percebemos a beleza do cotidiano notamos também que a chave pra felicidade constante está em valorizar as simplicidades.
“O cotidiano nos apedreja sempre no mesmo presente”.
“Então trava uma briga com teu cotidiano que ele lhe esmurra diferente”.
As vezes palavras tristes podem ser seu cotidiano.
Mais a felicidade pode chegar de uma forma que até as palavras mais tristes podem se tornar doces e meigas de uma forma sem notar, assim deixando o poema mais charmoso e perfeito.
COTIDIANO
Abra os olhos e veja ao seu redor, que a miséria que
Aflige o mundo veio do homem, pois seu próprio
Desejo por mais tornou - se o menos de muitos,
Subtraindo o que poucos nem se quer tem, para sua desgraça.
Pois o próprio homem tem a tendência de criar o que é bom
Para fazer o mal. Deus nos deu o desejo de amar, e a vontade
De podermos dar o amor a quem necessita dele.
O homem transformou o amor em ódio, briga, traição.
Fez com que muitos amaldiçoassem a si próprio e a seu próximo,
Pela separação que devia uni-los num vinculo de perfeição.
Agora ate mesmo a morte nos jornais, são como coisas banais
De nosso cotidiano monótono de cada dia, ate a centelha da
Nossa vida inspirar-se. Hoje, viver é pra quem quer,
Mais morrer é pra quem pode.
Anderson
Qual a definição de Deus?
Muitas vezes procuramos definições das coisas em nosso cotidiano,por que queremos conhecer a importância delas em nossa vida.Será que alguma vez já nos perguntamos qual a definição Deus?
Neste mundo,tentamos definir Deus através das músicas,mas ele é mais do que músicas,tentamos defini - lo em textos,mas ele é mais do que textos,tentamos defini - lo em livros,mas ele é mais do que livros,tentamos defini - lo em palavras, mas ele é mais do que palavras.Daí chegamos a uma conclusão que Deus não se define,porque ele é mais do que as definições.
Cotidiano
Outro dia ia passando por um ponto de ônibus próximo ao parque D. Pedro e uma jovem senhora me parou e perguntou, qual ônibus passava em tal lugar?
Antes que eu falasse alguma coisa ela comentou:
"pela sua cara já vi que não sabe!"
Eu estava relacionando a pergunta dela sobre o lugar e o ônibus.
Eu sorri e expliquei para ela que só uso ônibus onde não tem metrô ou trem...
O incrível desse episódio foi saber que sou tão transparente que não deu tempo de pensar. A mulher que conversava comigo não era vidente ou coisa parecida, era apenas uma pessoa comum, mas bastante espontânea e extrovertida.
Que eu era transparente já sabia, mas não tanto; pensando bem, acho que vou colocar lentes escuras no óculos!
ILUSÕES DO COTIDIANO
"O que os olhos consentem em alarde
Nossa mente insisti em fazer
Sempre e sempre a calar-se
O que sem razão insisti em dizer.
Que dos embrulhos que a vida nos trás
A surpresa está no entender:
Sou desmerecido do presente
Ou do passado pertence o meu ser?
O que os olhos insistem em mostrar
Nosso consciente se contorce sozinho
O que parece é
O que não é, é só um pouquinho.
Parar e refletir coisas sobre o cotidiano é normal do ser humano.
Agora pensar em você é mais que uma reflexão, é uma viagem em busca de ouvir seu coração
Cotidiano
Minha luta é todo dia
Luto pelos meus sonhos
E por minha família
Meu sonho é conhecer o mundo
E fugir desse mundo imundo,
Mais sei que minha família
É meu porto seguro.
A vida é tão incerta
Quanto a meteorologia
Tudo que faço não me arrependo
transformo em poesia
Posso errar
Posso cair
posso até errar novamente
Mais vou me levantar,
Vivendo e aprendendo
E seguindo em frente.
Fotografar é eternizar um momento cotidiano, tornar o banal em algo especial.
Fotografar é captar o que há de melhor de um momento, de uma paisagem, que talvez nem chamasse muito a atenção daqueles que apressadamente passam envoltos em suas preocupações cotidianas, mas que o olhar do fotografo não deixa escapar e, como que inebriado por tanta beleza, ele procura registrar para depois então, compartilhar com outros que tenham a sensibilidade de apreciar sua obra com seu mesmo olhar.
Adriano de Oliveira)
COTIDIANO URBANO
Uma mulher elegante rasga a multidão de transeuntes a passos largos com seu salto agulha.
A tranquilidade do velhinho sentado no banco da praça incomoda alguns com sua conversa fiada e afiada.
O vendedor com voz de locutor grita na porta da loja as promoções do dia.
Uma criança sardenta chora por um picolé de chocolate do Bené, e a mãe impaciente grita com o filho: - picolé no frio não pode senão inflama a garganta.
Do outro lado da rua vendedoras bem maquiadas trocam ideias animadas na porta da loja deserta.
O barbudo ambulante vende goiabas e peras gigantes na esquina jurando que as frutas são orgânicas.
Ao seu lado um homem grisalho oferece produtos importados com o slogan “bom e barato”.
As adolescentes mal saídas das fraldas comentam animadas no ponto de ônibus sobre a beleza do funcionário da padaria.
Um rapaz “vida loka” compartilha seu funk “bombadão” com todos pelo celular barulhento enquanto observa as “novinha” passarem com seus micro shorts.
Entremeio os carros ziguezagueia um ciclista aventureiro (ou inconsequente) pendurado numa roda só.
Uma senhora de idade avançada para na faixa de pedestre, tenta atravessar a rua sem sucesso, pois os motoristas a ignoram.
Já a mulher marombeira atravessa facilmente fora da faixa, pois para o trânsito com sua roupa de academia dois números a menos, destacando suas curvas, celulites e culotes.
Uma moça em seu vestido esvoaçante atravessa a rua falando ao celular, quase é atropelada, é buzinada e nem percebe.
Já sua amiga distraída segue no mesmo caminho colocando em perigo a vida do seu poodle encardido.
E a senhora de idade ainda esta lá tentando atravessar na faixa de pedestre sem sucesso.
Um jovem oriental com camiseta de super-homem ajuda o deficiente físico com suas sacolas até o ponto do ônibus.
Aqui uma estátua viva finge-se de morta para sobreviver.
Acolá artistas de rua também se esforçam para agradar e esmolar uns trocados.
Meninos e meninas saem animados da escola, tagarelas, brincalhões com uniformes surrados e imundos depois de uma tarde de aprendizado diverso.
Um homem calvo fala ao celular, gesticula, anda pra lá e pra cá, esbraveja como se quisesse que a pessoa se materializasse na sua frente para que pudesse apertar o pescoço do infeliz.
Pessoas se acotovelam, se empurram e se espremem para entrar no coletivo lotado “soltando elogios” para todos os lados, lei do mais forte, do mais esperto ou do menos educado?
É o cotidiano urbano.
Vida que vai e vem, vem e vai.
Pulsante desafio diário, sofrível, recompensador, aprendizado.
Olhe à sua volta...
Qual o sentido da vida quando se vive uma vida de gado confinado?
Pensou na mesmice desse mosaico vivo?
E o mendigo indigente a tudo observa em silêncio tragando sua bituca de cigarro.
Rosto cadavérico, raquítico, cabelo encruado, mãos calejadas, homem vivido.
Ele é como uma sombra que quase ninguém vê, o qual a maioria prefere apenas desviar o olhar e o corpo para nele não roçar.
Ele observava a tudo e esboçava um sorriso de canto de boca por não entender a natureza humana, tanta aflição, agitação, tanta correria pra que.
Ele vive como “Carpe Diem”. Aproveita ao máximo o agora, vive dia a dia, só se preocupa com o que matar a sua fome e matar o vício antes que morra.
Sentado no chão em meio à multidão, aspira a fumaça dos veículos, a poeira dos calçados frenéticos, o odor alheio, em silêncio.
Ouvem-se as portas dos estabelecimentos baixando causando um frenesi imediato.
Ansiedade latente, a agitação toma conta do ambiente, pressa pra voltar pra casa ou ir seja lá pra onde for.
De repente a rua se esvazia de gente.
Restam carros transitando e lixo parado nos cantos da rua.
Mais um trago no cigarro, mais um gole de cachaça, mais um papelão para passar mais uma noite.
E amanhã recomeçar novamente a vida de gado de cada dia, de cada um, de quase todos nós...
