Corredor
É difícil ter que viver em um "corredor" de expectativas e ainda ter paciência para tolerar as frustrações geradas quando se sai, ainda que minimamente, do mesmo.
Às vezes, me sinto em um corredor estreito; onde todos, uma multidão, estão indo para o mesmo lugar...
Sinto que não é pra lá que quero ir...
Mas ninguém me dá espaço...
Olho para trás, tento voltar...
Mas ninguém me dá espaço...
Olho ao meu redor, vejo pessoas que amo, elas dizem: É pra lá que você deve ir!
Mas eu não quero...
E ninguém me dá espaço...
Tenho medo...medo de seguir...medo de ficar...medo de voltar...mas mais medo ainda que me levem para onde não quero e ir...
POLITICAMENTE REVOLTADO!
Observe que não é do corredor a carreira, nem dos bravos a guerra também não é do astuto a sabedoria, e nem dos inteligentes o pão da manhã, e não é do pensador a riqueza, e nem do entendido o favorecimento, mas que o tempo é de todas as pessoas, e o sol iluminam a cabeça de ricos e pobres, e a terra é um direito de todos, mas que a ganancia do mais forte menospreza o ser menos favorecido, fazendo-o, de escravo, por um sistema legalista vetado coletivamente sobre papel e tinta. Todo homem e conhecedor do seu erro, assim como peixe conhecem a isca maldita...
Uma breve passagem
Passos ao corredor
Onde há apenas uma direção
Palpitações no coração
Suor gélido e tremor.
Cabeças baixas a olhar para o chão
Evitando o jogo de olhares
Para não denunciar aqueles ares
E não deixar escapar uma emoção.
E assim vão se aproximando...
E no pensamento de pelo menos um
Pode não existir interesse algum,
Mas o outro pode estar amando.
Probabilidades e possibilidades
Confrontam com fantasias e nostalgias
Para que as cordas vocais vibrem como sinfonias
Para que haja comunicabilidade.
Abortando a ideia do discurso
Passam um pelo outro sem se olhar,
Mas uma das partes sente uma falta de ar
E cada qual segue o seu curso.
Da janela ao corredor, 20 passos
Um cigarro, a mesma cor,
Um dia pra gastar
Quantas portas pra fechar lavar o cheiro e o gosto
Foi sem hora pra voltar
Feche os olhos quando eu for mostrar o meu mundo pra você que está sempre aqui
Tudo oque existe ao meu redor
Aquele corredor vazio logo foi ocupado por dois corpos sedentos. Dois corpos que tinham o mesmo objetivo, que sentiam os mesmos calafrios, que precisavam um do outro. Ele com aquela firmeza que a deixa em suas mãos, ela que transforma sua delicadeza em ferocidade e o faz se entregar. O gosto que precisavam sentir, as sensações únicas que só tiveram juntos. Do corredor para o quarto, acabando em um agradável papo na varanda. Carinhos, quantos carinhos. Abraços, beijinhos, risadas, uma xícara de café, pés frios tentando se aquecer e as mãos entrelaçadas. Só os dois, já com saudade, sem mesmo terem se separado.
Motorista, seja gentil no trânsito, compartilhe as ruas, respeite o Atleta (Corredor de Rua) e o ciclista.
É dever dos motorizados zelar pela segurança dos não motorizados. Esporte é saúde, estacione seu veiculo, cuide da natureza e venha compartilhar desta ideia, pratique esportes.
Respeito, paciência e atividade esportiva, por um mundo melhor!
Marie Anne
Estava ela desesperada, correndo em um corredor infinito e sombrio
A sua frente um grito de terror anunciava a chegada de um vulto
ao olhar para o lado, Marie Anne avistou uma pequena janela
e ao olhar para fora, viu três fileiras de pessoas com as cabeças brancas
que a acenavam, pedindo-lhe para pular
Marie Anne colocou a metade de seu corpo para fora da janela e quando foi impulsionar-se para o salto, foi surpreendida por uma guerreira vestida com uma roupa prateada, que a puxou com extrema violência, a misteriosa mulher sacou uma espada de fogo, dizendo-lhe que estava ali para salva-la.
Marie Anne sentiu-se aliviada, mas ao olhar nos olhos da heroína, sentiu um aperto em seu coração, voltou então a correr no infinito corredor, a sua frente apenas a escuridão, der repente, um clarão se fez, e Marie Anne foi lançada a um labirinto luminoso, ao sair do labirinto, Marie Anne avistou um imenso jardim colorido, coberto de flores brilhantes, a sua frente, um leão sem dentes lhe sorria, Marie Anne então deitou-se no jardim e mergulhou, naquela intensa fantasia.
" Me sinto como se estivesse em um corredor com uma única opção, abrir a única porta certa em milhares de erradas... "
(...) Espero não me perder no corredor. Temo que todas as portas se fechem ao meu primeiro passo.
E se as janelas estiverem gradeadas?
Vou ficar preso no corredor?
Não tem teto, mas as paredes são muito altas.
Se chover posso me afogar!
As janelas irão se fechar.
Se fizer muito sol?! Irei me queimar...
Se tudo cair, como vou fugir?
Quem vai tirar os escombros de cima de mim?
É talvez seja melhor não dar nenhum passo.!
Vou a outra casa...
A morte o espera num corredor,
a luz que será apagada
por instantes tudo será a verdade
que sempre sonhou,
belos sonhos serão apenas um momento,
amargamente seria o ultimo desejo...
um padre excomunga seu atos
te implorar por perdão...
as sombras te cobrem no sonho profundo,
tudo que esperava foi espaço de compreensão.
Se você estivesse no corredor da morte e conseguisse a opção de decidir, entre morrer enforcado ou na cadeira elétrica, qual morte você escolheria?
Talvez alguns defendam morrer enforcado, enaltecendo os sofrimentos ocasionados em uma morte na cadeira elétrica.
Talvez outros escolham a cadeira elétrica, criticando o quanto pode ser doloroso a morte por enforcamento.
Talvez alguns não consigam escolher nenhuma das duas formas, porém, se você não decidir, alguém irá decidir por você.
Será que isso é tão ruim?
Será realmente que é muito importante você não escolher a própria morte?
Talvez algumas pessoas decidam por não escolher, já que irão morrer de qualquer forma.
Talvez algumas pessoas prefiram passar o tempo que lhes resta refletindo sobre como foi que elas foram parar ali, em um corredor da morte.
Talvez, essas pessoas, escolham questionar o motivo que fez elas chegarem nesse processo de ter que decidir entre a morte menos dolorosa.
Talvez, essas pessoas, acreditem que por um milagre elas consigam sobreviver a esse momento, e a partir daí consigam criar maneiras para que nunca mais precisem passar por esse tipo de escolha.
Enquanto há vida há esperança...
Se eu tivesse no corredor da morte, não conseguiria defender a cadeira elétrica, mas também não conseguiria lutar por uma morte na forca.
Na escolha da morte menos ruim eu escolheria sonhar em como seria fantástico sobreviver.
"Quem é você para julgar a minha dor?
Nas noites frias, na solidão do corredor, sou eu quem sente o vento soprar dentro do meu estômago vazio.
Sou eu quem dança na sala deserta.
Sou eu...
num ritmo de vai e vem,
num ritmo de que não sabe mais quem é quem...
E você, quem é você para julgar a minha dor?".
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