Corpo
O corpo tem memória…E o que o cérebro esquece e a alma silencia, por vezes causam dores que nem a “morte consegue matar”! O silêncio da dor reverbera infinitamente pela eternidade, e seus gritos, mesmo abafados podem ser ouvidos até pelos seres mais incautos, surdos , mortos e loucos… A injustiça grita, não se cala com a morte! A lei do retorno vence e será cobrada até o último centavo, não importa o tempo, a dimensão , ninguém foge da justiça de Deus! Ninguém! Seja crente , seja cético! Janice Cisne
e foi nasruas do antigo
onde eu nunca cheguei a te levar
que eu percebi que meu corpo anseia por ti
que teu cheiro mexe com meu cérebro, mesmo sem perfume
deixa-me em êxtase
naquele dia molhadas de água salgada
quando vejo, já estou a abrir minha caixa
tentando buscar meu lar
eu disse que ficaríamos juntas
mas me pego questionando
se algum dia
tu vais querer voltar.
- depois de todo esse tempo, eu ainda te amo
Que Deus nos dê o pão nosso de cada dia. Não apenas o que nutri o corpo, mas também o que alimenta a alma, o que nos fortalece para enfrentar com coragem as lutas diárias mais difíceis.
O verdadeiro encanto não está no corpo sarado, na rotina regrada ou na estética impecável — está na mente por trás disso tudo. Porque disciplina seduz, foco fascina, e a força de vontade, essa sim, é um afrodisíaco raro.
Não é só sobre levantar peso ou contar macros... é sobre levantar todos os dias com propósito, encarar os próprios limites e, mesmo exausta, continuar. Isso é sexy. Isso é poder.
E quando alguém treina o corpo com tanta entrega, é porque a mente já venceu batalhas que ninguém viu. O tesão começa aí — na admiração silenciosa, no respeito que nasce do esforço, na mente que brilha muito antes do suor.
Corpo atrai. Alma segura. Mas é a mente — essa mente forte, indomável, determinada — que vicia.
”Entre a existência vazia e a morte real, talvez a mais cruel seja aquela que mantém o corpo e silencia a alma.”
"Quando o corpo é empurrado ao limite da morte,ergue-se uma alma que prefere quebrar do que ajoelhar."
O que é o amor, afinal?
Uma resposta do corpo? Um impulso vital?
É paixão que aquece? É sentido profundo?
Ou é só o mistério que move o mundo?
Para mim, o amor é semente lançada,
Que não brota em qualquer jornada.
Precisa do solo certo, cuidado e intenção,
Água na medida, calor, conexão.
Se a terra não for bem preparada,
A colheita será limitada.
E mesmo com zelo na plantação,
Sem cultivo constante, se perde a estação.
Somos todos semente e chão,
Conteúdo e recepção.
Solo fértil para o outro florescer,
E esperança viva de também crescer.
Das memórias que guardo em mim, a mais bela é seu corpo entrelaçado ao meu refletido no espelho no teto daquele motel de sempre, todo tatuado e suado, enquanto eu vivia o sonho de ser seu.
A extrema vaidade do corpo sufoca o espírito, que é o mais importante. A estética está acima da saúde?
“O envelhecimento do corpo não impede a juventude da mente. Mas uma alma envelhecida pode obscurecer até os corações mais jovens.”
"O que a cabeça absorve, o corpo revela.
A mente guarda, o corpo traduz.
Cada pensamento é semente —
e o corpo, o campo onde floresce ou adoece.
Se há angústia, os ombros pesam.
Se há medo, o coração acelera.
Mas se há calma, a respiração dança leve,
e a pele sorri sem saber por quê.
Cuida do que cultiva por dentro —
pois tudo o que vive na alma,
um dia, o corpo conta em silêncio."
IV. Quando o corpo tateia e a alma enxerga
Há momentos em que os olhos nada veem. O mundo parece apagado, a esperança, adormecida, e cada passo se torna um gesto de fé. É nesses instantes que o corpo tateia, mas é a alma quem enxerga. A luz que conhecíamos se apaga, e outra, mais tênue e interior, começa a brilhar no que parecia ruína.
A visão sensível não se faz pela retina, mas pela escuta do ser. Enquanto a claridade nos permite perceber o outro, é na escuridão que finalmente percebemos a nós mesmos. O silêncio se adensa. As certezas escorrem pelas frestas. E tudo aquilo que julgávamos possuir, controle, sentido, direção, revela-se areia entre os dedos.
Mas não é desespero. É transformação. Como o casulo escuro onde a lagarta, sem saber o que virá, dissolve o que era para que algo possa nascer. Como a noite do deserto, onde nenhuma estrela aparece, e ainda assim o viajante segue, guiado por uma memória que não é racional, mas ancestral.
A alma, ao atravessar o escuro, descobre que a luz não é destino, é consequência. Ela não é buscada, mas acesa, no ritmo do amadurecer invisível. E quanto mais o mundo apaga seus refletores, mais a centelha silenciosa ganha força dentro de nós.
Há momentos em que a alma pede silêncio, e o corpo clama por descanso. E é ai que o final de semana se revela não apenas como um intervalo na rotina, mas como um presente sagrado, para deixar de ser escravo do relógio, para agradecer a Deus pelo milagre da vida, é o momento de respirar fundo, saborear a vida, ouvir o canto dos pássaros, colocar a conversa em dia com quem se ama, abrir um bom livro, cozinhar sem pressa rir com, sem motivo, e simplesmente existir, sem
metas, sem cobrança, apenas sendo.
Devemos apreciar essa vida,
esse corpo, a voz que temos,
as coisas que já vimos,
e as que vemos todos os dias.
Devemos apreciar a comida
a bebida aos lazeres.
Admirar as pessoas
e todo potencial que
elas conseguem ser.
Devemos existir na vida
e esquecer do tempo,
porque os momentos
eles nunca voltam,
mas eles sempre
acontecem.
Saudade do nosso silêncio
enquanto existe o som
do nosso corpo,
somando um ao outro,
criando caminhos
para se explorarem.
Só Deus tem o Poder de matar a Alma Imortal, porque Ele mesmo criou as Almas, o corpo físico só morre em processos naturais e por descuido humano mesmo, o próprio humano é o Diabo ou Salvador da sua própria vida material.
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