Corda
As vezes parece que ela mim odeia, admito há um aborto emocional entre nós, mais ainda há um cordão umbilical que ainda nos mantém ligadas as vezes até sinto uma conexão que por ela mesma é sempre desligada. Não sei quando houve esse nosso rompimento de afeto? Acho que talvez seja irreversível como efeito colateral de algo mal feito. O que não entendo é porquê ela amamenta essa raiva de mim, porque ela sustenta esse desafeto renovando ano após ano sangrando meus ouvidos com suas negações, se é mais fácil dizer que ama em estado anormal sem amar , por que não é difícil demonstrar que nunca gostou fazendo-me sentir todavia odiada normalmente??
Eses
Uma tropa militar estava acampada ao redor de um poço, um poço sem corda.
Um dos soldados caminhando à noite cai dentro do poço, e começa a gritar por socorro, seus gritos são aterrorizantes.
Os soldados se reuniram em volta do poço para tentar tirá-lo dali, mas nada conseguiam fazer para ajudá-lo.
Passaram-se dias, e os soldados não aguentavam mais os gritos de socorro de seu amigo.
Não tendo o que fazer e desesperados com a aflição do homem ao fundo do poço, levantaram acampamento e o deixaram ali para sua própria sorte.
Este homem se viu sozinho, desesperado, perdendo suas forças, sua fé, se entregando ao seu cruel destino.
Até que um andarilho chega e pula no poço junto do homem.
O soldado surpreso disse:
Você está louco, agora ambos iremos morrer aqui.
O andarilho olha no fundo dos seus olhos e lhe diz:
Irmão, eu já estive aqui antes.
Escrevi este texto e o lia para meus amigos que não viam saída para seus problemas.
Sempre há uma saída, basta confiar, que Deus vai colocar um andarilho em seu caminho.
Não será um soldado, não será um homem santo, será um homem igual a você, que já vivenciou, já caiu e já levantou tantas vezes.
Que pra ele, cair é normal.
Eu vou tocar uma nota
Com a corda
De meu arco e flecha
Para tocar o coração do meu inimigo
Para todo o sempre
Na letra:
"Uma seta
Para o coração do meu inimigo"
"Um cálice para o vampiro
O chão da terra"
__
Edson Felix
6.3.21
Não sou de forçar as coisas, mas com você eu estiquei a corda toda, ela arrebentou e eu caí. E apesar de todos esses esforços equivocados e desnecessários, de alguém bobo, inexperiente perante a vida, você nem ao menos sabe quem sou. Nunca pude mostrar-lhe. Entendo que não posso mais juntar o “leite derramado”, pelo menos entendi que não se força nada. Não tenho o seu amor, mas entendi que só preciso ser eu e nada mais.
Durante a proximidade da corda no pescoço como solução da depressão,mesmo sem solução total, pela fé em Jesus eu decidi morrer por dentro e renascer pelo processo seguindo a Jesus com fé de que tudo ficara bém com o tempo.
O mal é como um relógio, a partir do momento que você para de dar corda, ele perde toda a sua força.
Nasci no "Dia do Rock" - hoje dia 13 de Julho, mas, adoro uma violinha caipira de 10 cordas. Abraços violeirísticos.
Não é possível evitar o tombo de quem dança e requebra sobre a corda bamba e podre e sente orgasmos múltiplos com isso. Uma hora a dita arrebentará e não quero estar debaixo para ver o estrago. Muito menos ser obrigada a catar os caquinhos.
É difícil acreditar, mas, o fato é que vivemos numa corda bamba. Não adianta querer ser o tal, a sua, a minha, a nossa vida é um fio. E este fio pode romper a qualquer momento.
Na vida a corda sempre roeu para o lado do mais fraco.
Isso por que é mais fácil e conveniente para as pessoas se indispor com um inocente, fraco, pouco influente e usa-lo como exemplo para intimidar os outros do que punir de fato o verdadeiro culpado.
O canto das cordas
No silêncio além da matéria,
onde o espaço é dobra e dança,
vibra uma corda invisível,
tecendo o mundo em esperança.
Ela canta sem voz, sem tempo,
no palco de onze dimensões,
como harpa em vácuo absoluto
ressonando antigas canções.
Seus fios não são de aço ou vento,
mas de pura equação,
laços que sonham ser tudo:
luz, gravidade e criação.
Numa dobra de Calabi-Yau,
o universo se esconde em flor,
cada pétala uma partícula,
cada simetria, um rumor.
E nós — poeira que pensa —
tentamos decifrar seu segredo,
mas talvez só escutemos o eco
do mistério que teme o enredo.
Pois a corda, em sua elegância,
não jura ser real ou verdade,
é talvez só uma hipótese bela,
nascida da nossa saudade.
Saudade de unir o que é tudo,
de fazer da física um poema,
onde cada partícula é verso
e o universo, um dilema.
Então seguimos — sonhadores —
entre buracos e brilhos quânticos,
escrevendo, com lápis de fóton,
as partituras dos campos românticos.
E se um dia ela se quebrar,
não será fim, será abertura:
a física, como a poesia,
vive da sua mais bela ruptura.
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