Conviver
Quem se presta a conviver com babaca e traíra pode esperar, a qualquer momento, uma babaquice ou trairagem.
Viver e conviver com um amor de verdade,
é o que de melhor pode haver na vida,
se houver reciprocidade na parceria...
SONETO PARA UM AMOR DE VERDADE
Marcial Salaverry
A um amor docemente vivido,
de um jeito apaixonado e louco,
como igual não foi existido,
não se pode fazer ouvido mouco...
Amor que gera insatisfação,
não é na verdade, amor de verdade,
não faz bem ao coração,
e tampouco traz felicidade...
Sente-se e vive-se o amor, e, destarte,
não existe lugar para a dor,
desde que por amor, da dor se aparte...
E se a dura razão assim atua,
o amor vence seja como for,
quando se apresenta a alma nua...
A mulher deve empenhar-se mais, a na luta pela sua liberdade, e o homem tem que aprender a conviver com ela.
Ser feliz não é tarefa fácil. É preciso aprender a conviver com dificuldades e alegrias. Ninguém é feliz o tempo todo.
livro "Pense nisso 1"
Absolver a dor
Dificil conviver
No passos feridos
Adversos caminhos
Perversa sensação
De suportar o sofrer
De suportar o viver.
Um dos maiores desafios na jornada espiritual na terra é conviver em harmonia com o grupo de pessoas q foram escolhidas para viver conosco. Chamamos essas pessoas de família. Essas pessoas geralmente são as mais difíceis de conviver, pois há muita intimidade e, portanto, espaço para o jogo de controle do ego. Nenhum ser humano gosta de se sentir controlado, mas alguns gostam de controlar. Dentro de uma casa há pessoas vibrando em diferentes freqüências, níveis áuricos e, conseqüentemente, possuem valores totalmente diferentes do seu. Por essa razão, muitos monges ou religiosos abandonam suas famílias para seguir no caminho espiritual. Eles entendem q cada um tem o seu karma e q não dá para abraçar o karma de todos. Porém, para quem não quer abandonar a família, a solução é cada vez mais olhar para sí e perceber como a sua postura está sendo refletida nas pessoas com quem vc mora. Sempre busque o equilíbrio entre a submissão e a imposição. Nunca obedeça demais e nem seja autoritário. Ambas as posturas baixam significativamente os seus níveis energéticos. Trate todos com muito amor, mas sem se submeter a tudo. A família é uma ótima ferramenta para que você se veja da forma como vc realmente é. Sem máscaras. Aproveite isso para se olhar diretamente e observar aquilo q precisa ser dissolvido, pois aquilo q chamamos de evolução nada mais é q a dissolução do eu.
Pior que reconhecer as nossas falhas, é conviver com pessoas que no nosso lugar, jamais falhariam. É necessário paciência, acima de tudo, para manter-se em harmonia no convívio social.
Conviver com a mentira e a falsidade, é como ter um câncer generalizado, câncer metastático. você é um condenado a morte.
Ao conhecer ou conviver com uma pessoa, existem causas e efeitos que são gerados nessa oportunidade.
Você pode viver um sonho, ou um pesadelo.
Se essa oportunidade lhe causou sonhos, cativea sempre que possível.
Agora, se ela for um pesadelo em sua vida, evite-a o quanto antes e possível.
As vezes a vida nos coloca em silêncio para que possamos aprender mais sobre conviver, sobre o valor infinito da paz, repeito, paciência e amor . O silêncio nos faz refletir e assim , nos tornarmos melhores. Aprendam a dar valor. Não permita que essa sua estadia nessa existência lhe pregue surpresas desagradáveis, como problema de saúde e morte, para te mostrar a importância da vida.
Nada fácil conviver com pessoas desequilibradas
Porque o próprio nunca admite sua doença lavrada
Entra em auto defesa se achando normal.
Não é fácil conviver com uma memória que é vista como um caso perdido. Eu vivo esquecendo das coisas, com uma facilidade fora do comum. Mas veja bem, não é por mal. Ela apenas faz uso do seu direito de escolha. E quanto a isso, eu quase nada posso fazer.
Confesso que por muito tempo e por tanto ter escutado críticas a respeito desta bendita memória, eu passei a vê-la como algo ruim. Uma parte de mim que não merecia nem mesmo um espaço pequenino no letreiro final do filme da minha vida.
Felizmente, todo o contexto mudou, quando, um dia, eu me dei conta de que sim, existe o outro lado da moeda. E foi por observá-lo com um pouco mais de calma que eu me dei conta de que se apaixonar exige um pouco de esquecimento, também.
Outro dia eu vi uma foto bastante simples, mas que me chamou a atenção. Nela, uma mulher se encontrava sentada, encostada numa parede, e ao seu lado existia uma frase que dizia: “Para conquistar uma mulher, você precisa estar disposto a perdê-la.”
No primeiro olhar, a ideia central até passa despercebida. Mas quando se observa uma segunda vez, mas agora com um pouco mais de cautela, é possível perceber que a frase faz muito sentido. Nós, homens, temos o péssimo hábito de investirmos grande parte do – senão todo – nosso potencial, na conquista da mulher desejada. E nesta jornada não costumamos medir esforços para obter o seu “sim, eu aceito!”, como uma espécie de troféu pelo empenho.
O problema é que após ouvi-lo (ou recebê-lo por outro meio), grande parte desse todo, acaba embarcando na tendência do comodismo. Na mente masculina, a ideia de ter recebido o sim já parece suficiente para mantê-la (conquista) sob uma espécie de custódia, pelo resto da vida.
Naturalmente isso acaba gerando um problema de dimensões incalculáveis, visto que, na cabeça da mulher, o “sim, eu aceito!”, representa apenas o início de uma – nova – vida, e não o todo, como acontece na cabeça do homem. E é ai que entra a utilidade do esquecimento.
Quando um homem tem a oportunidade de acordar pela manhã e ver ao seu lado a mulher que, apesar de todos os defeitos tão naturais da raça humana (isso inclui os dela), sempre esteve ao seu lado, aceitando-o como é e respeitando-o pela mesma razão, muitas vezes até deixando seus sonhos e suas metas de lado para acompanhá-lo onde quer que ele fosse, não como uma visão distorcida de submissão, mas como prova de lealdade ao compromisso firmado quanto á permanência na saúde, na doença e afins, ele precisa abandonar aquela falsa ideia de que o sim era o todo, e lembrar-se sempre de que aquele foi apenas o ponto de partida.
Então, irmão, se você tem a oportunidade de viver a experiência de reencontrar alguém que segure na sua mão pelo prazer de estar ali, esqueça a ideia de que o sim você já recebeu e que tá bom assim. Esqueça que no dia dos namorados você disse que a ama (caso a ame, mesmo!), e faça a sua parte para que ela, vez ou outra, acabe encontrando o caminho que a faça relembrar como é gostoso sentir-se amada na segunda pela manhã, na quarta á tarde, no meio da madrugada do sábado para o domingo e assim por diante. Esqueça aquele tom de voz meio azedo, quando ela não estava muito bem contigo, consigo ou com o mundo, e procure usar esta oportunidade para ressaltar o que ela tiver de mais bonito e que talvez só você veja porque somente a você foi entregue a chave de acesso ao que ela tem de mais sagrado.
Enfim, tudo o que você precisa fazer para que ela continue lhe vendo como seu melhor amigo e porto-sempre-seguro, é lembrar-se de que a manutenção do brilho nos olhos da sua mulher, depende da decisão diária por ficar. E isso exige atitude. Então, lembre-se: “O pior erro de um homem é deixar que outro homem faça sua mulher sorrir.”
Não consigo mais escrever declarações de amor,
Não consigo recitar poesias,
Não consigo conviver com muitas mulheres,
Já não tenho forças para um flertador,
Já não vejo graça em ter todas às mulheres a minha disposição como se não tivessem sentimento e emoções.
Agora só sei tratá-las com bastante dignidade, carinho e terna afeição
Tudo isso porque descobri o significado do verdadeiro AMOR.
