Conveniência
Amar. O que é amor?
Bate a vontade de entrar em alguma loja de conveniência e perguntar se tem amor para vender, provavelmente responderiam que não, porém, iríamos continuar procurando.
Esta palavra de forte expressão que define a prosperidade do mundo as vezes soa como se estivesse faltando.
As pessoas estao com uma voraz ganância seguida de desesperanca conseqüentemente matando a própria espécie. E no meio disso tudo onde esta aquela singularidade do amor?
Por incrível que pareça fico em dúvida se o amor existe realmente; é claro que nao se pode generalizar, embora as decorrências de fatos melancólicos surjam cada vez mais em nosso dia-a-dia.
Casamentos e relacionamentos sao destruídos alopradamente. Traições, a falta de poder monetário, intriga entre famílias… E o amor mais uma vez falha?
Será que realmente existe o gosto magnífico do amor?
O amor nao impõe classe econômica e nem problemas, o amor é uma dádiva poderosa em que todos possuem de maneira igual.
Amor faz o coração balançar e estremecer durante uma doce lembrança, o faz palpitar diante um sorriso. Ele não morre, ele cresce.
Anos de distância ou mesmo a morte não faz o amor mudar ou acabar. Só aumenta uma ânsia folgaz em revê-lo e senti-lo.
Amor não trai, amor confia. Amor não mata, amor e viril.
A humanidade precisa deixar as diferenças de lado e ressaltar o amor para fortalecê-lo e prosperá-lo.
O amor existe; as pessoas com o stress do cotidiano acabam o esquecendo diante os próprios olhos, como se esquecem de reparar os simples e agradáveis acontecimentos ao seu redor.
A sagacidade do amor se fosse esclarecida perante a sociedade não existiriam tais desavenças e, principalmente, a falta do verdadeiro amor.
Fingir é conveniência para ganhos e alcances. Faz parte do universo, por isso, às vezes, sinto-me tão fora dele.
Não creio como outrora, na genuinidade dos sentimentos, creio como agora, na egoísta conveniência do ser humano.
Amores por conveniência nunca me fizeram a cabeça. Vivo minhas carências, mas não me doo a qualquer amor. Não. Eu me nego a chegar a um desconhecido e num ato de desespero dizer: Toma, meu coração é teu!
Amores por conveniência nunca me fizeram a cabeça. Vivo minhas carências, mas não me doo a qualquer amor. Não. Eu me nego a chegar a um desconhecido e num ato de desespero dizer: Toma, meu coração é teu! Estou atravessando meus dias assim, livre, leve e solto, sem a pressa de renunciar a solidão.
UMA QUESTÃO DE CONVENIÊNCIA
Honestidade e mentira são como duas irmãs adolescentes que sempre estão em conflito entre si, mas que não desgrudam uma da outra, pois em cada uma há essência da outra.
São irmãs gêmeas univitelinas.
Tanto a honestidade quanto a mentira são uma questão de conveniência.
Transitamos nos dois universos mesclando um ao outro de acordo com nossas necessidades.
Honesto: atributo de bom caráter
Mentiroso: atributo de quem falseia uma verdade
Não sejamos hipócritas
Podemos usar nosso bom caráter para falsear uma verdade
Sejamos honestos, quem nunca mentiu que atire o primeiro mouse.
Quem julga deve deixar de lado a conveniência porque posta na balança, em alguns casos, ela é mais pesada do que o amor e a verdade juntos.
"Devemos abrir nossos olhos para a realidade que não enxergamos, nos livrarmos das conveniências diárias que nos cegam para o verdadeiro propósito de estarmos aqui a cada dia."
Se realmente existe o pecado, o que mais nos faz trazê-lo pra perto, além da conveniência e do oportunismo?
Embora no Brasil a evasão seja configurada como crime, por conveniência vem sendo tratada apenas como contravenção e isso tem sido uma regra tanto em divisa, quanto em tributos.
