Conveniência
... a febre
da conveniência
esmorece tanto os abastados
quantos os desprovidos: recaindo
numa espécie de submissão - um
caminho, muitas vezes,
sem volta!
... nós, homens,
temos por hábito - seja por
necessidade ou conveniência -
ceder ao inadmissível. Hábitos
para os quais oarrependimento,
sozinho, será incapazde ressarcir.
No entanto, a contachega,
e em porçõesdistintas...
Pondere a vida!
Por sanidade e conveniência no meio da sociedade contemporânea, hoje, somos todos autistas pelo menos em uma parte de nosso pensamento e comportamento.
Vivemos em uma era de fachadas, onde a conveniência vale mais do que a verdade. O que antes era motivo de vergonha — ser alguém de duas caras ou não ter palavra — agora é encarado como "estratégia" ou "jeito de viver". O silêncio honesto foi substituído por frases prontas e sorrisos ensaiados, criando um vazio onde a confiança raramente consegue criar raízes.
No fim, quem mantém a essência e a integridade acaba sendo visto como o "estranho", num mundo onde ser falso virou o padrão de sobrevivência. Mas a verdade é que, por mais que a falsidade esteja na moda, nada substitui o valor de poder olhar no espelho e reconhecer a própria verdade.
Infalível
Os dias caminharam sozinhos, apenas por conveniência,
O passado neste momento parece o melhor lugar para montar a cabana e se proteger das chuvas torrenciais,
As tuas fotos no celular gritam mais alto do que menino quando está apanhando da mãe,
Aquilo que é indisponível tornou-se comum nos dias a frente em que fiquei pra trás,
Aqui no passado eu não sou invisível, e isso tem sido infalível para afastar as ilusões dos meus caminhos.
"Quem muda de personalidade conforme a conveniência acaba se perdendo no próprio personagem. Eu continuo sendo essência; você virou apenas aparência."
SerLucia Reflexoes
A amizade não mede o que falta; permanece. A conveniência só chega quando os frutos já estão maduros sobre a mesa.
Há quem fale de princípios, mas viva de mentiras. Confunde esperteza com caráter e conveniência com verdade. No fim, o que define uma pessoa não é o discurso, e sim as escolhas que ela defende.
"Quem acredita que o dinheiro compra o respeito, na verdade só aluga a conveniência alheia; o respeito real nasce da humildade, não do saldo bancário."
Não foi conexão.
Foi conveniência.
E o mais difícil de admitir?
Que muitas vezes a gente sabe…
mas escolhe ficar.
Se ajusta pra caber.
Maternar.
Tentar curar...
Como se amar fosse dar conta do outro.
Mas não é!
Quando é real, tem presença.
Tem escolha.
Tem espaço.
O resto… é ausência disfarçada de quase.
Palavras bonitas e ações egóicas, indisponibilidade inconsciente.
Eu parei de romantizar isso.
E foi aí que tudo começou a mudar.
Hoje, a paz é um dos itens inegociáveis pra mim!
É muita conveniência apontar o dedo para os Orixás da Umbanda e para as imagens dos santos da Católica, enquanto se fecha os olhos para o 'lobo em pele de cordeiro' que prega ao seu lado no banco da igreja.
Conveniência, senso de observação e etiqueta fazem um tríduo espetacular. A palavra limite os resume de forma inefável.
