Continuidade
Numa simples imagem da natureza,
é possível perceber a continuidade do tempo, enquanto que uma flor está florescendo, outra já está com suas pétalas secas mostrando um florescer que já não é mais o mesmo, entretanto, as duas possuem beleza
e outros encantos, duas importantes existências, exemplos de que a vida está sempre mudando.
O florescer não ocorre da noite para o dia, precisa ser continuamente cultivadoe uma vez alcançado, deve ser nutrido continuamente, pois um dia o presente será passado e futuro será presente e pode vir a ser maravilhoso, desde que o agora receba o devido cuidado assim como merece ser tradado um amor valioso.
Então, de acordo com um planejamento divino,
estamos todos dentro de um ciclo
temporal de movimentos contínuos,
do qual, não podemos sair,
mas podemos tirar o máximo de proveito de cada movimento,
plantando sabiamente, florescendo
e colhendo os frutos com um espírito grato e poucos lamentos.
Amanhecer, sinal de oportunidade
de recomeçar, de dar continuidade,
De não desistir de vencer, De não ficar estagnado, mas agradecer por ter acordado.
O que somos é uma continuidade da natureza como um todo.
Em constante conexão.
Reagimos às coisas e à natureza como um reflexo do todo.
Isso nos permite ser quem somos e parte de tudo o que somos, interferindo em nosso ciclo de existência.
Pensamentos, ações e atitudes definirão e traçarão nossos caminhos neste ciclo existencial.
De tal forma que somos responsáveis pelo que pensamos e pela forma como agimos em relação à vida em todos os seus aspectos, à natureza e aos demais seres vivos e ao próprio universo.
Causas e consequências.
Escolhas e responsabilidades que nos avaliam a cada momento de tudo o que buscamos. É isso que temos e somos. As experiências e experimentos nos moldam com base em quem realmente somos e, em nossa consciência, somos julgados com base em nossas escolhas.
E por meio desse reconhecimento alcançamos o conhecimento de nós mesmos.
Assim, entendemos quem somos e o que representamos em meio ao todo de tudo o que existe; somos uma pequena parte de toda a existência.
Visão quântica do ser.
EU NÃO DESISTIR
Apenas entendi que existe verdades confortantes para a continuidade dos mantenedores e dependentes do Sistema dominante, mas sair da caverna em busca da VERDADE: A VERDADE DESTRUIDORA da verdade confortante. Ai meu amigo é uma outra conversa, para um outro tempo, de uma outra Realidade.
O antagonismo e a liberdade, são intrumentos que possibilitam a continuidade da vida humana.
171123II
Com a natureza aprisionada, não pode dar continuidade ao impossível da vida
Porque o centro da verdadeira inocência nem sempre precisa ter a infância dirigida;
Mas a continuidade da vida fez necessidades no pecado da responsabilidade que por algum motivo me chamou
A razão insatisfeita derribou as dores assumidas de algum coração que se frustrou;
Minhas histórias nunca tem ponto finais, sempre nascem reticências...
Para dar continuidade a relacionamentos informais...
Eu creio em profecia; creio no dom profético; como na continuidade e contemporaneidade dos dons extraordinários. O que não creio é nestes profetas picaretas e suas babaquices. Esses picaretas abusam dos dons e deles se valem para benefício próprio, arrogância, manipulação, show e enriquecimento. Rejeito esses profetas picaretas, pois são sincréticos, pois recorrem a práticas espirituais pagãs e ocultistas para enganar o povo e terminam escandalizando o Evangelho da Graça. Não creio nas profecias desses profetas picaretas, pois elas não são redencionais, não são soteriológicas e acima de tudo, não tem nenhuma fundamentação bíblica.
A vida não é só trabalho. Precisa de momentos de lazer para dar ânimo à continuidade da mesma com mais estímulo.
Dando continuidade na melhor missão do mês de setembro. Resgatando sorrisos entristecidos com ações acolhedora através de contribuições de pessoas especiais que não encolhe suas mãos para contribuir com esta missão...
NÃO HÁ ARCO-ÍRIS NO MEU PORÃO — CONTINUIDADE.
Havia dias em que o porão respirava antes de mim.
Ele exalava um ar morno e antigo, como se fosse o pulmão cansado de uma casa que aprendera a guardar segredos demais. Eu descia os degraus devagar, escutando o ranger que nunca deixava de soar como um aviso não um aviso de perigo, mas de revelação. Porque o porão não dói: ele apenas devolve o que és.
E naquele dia, a luz que escorria pela fresta da porta parecia ainda mais tímida, como se tivesse vergonha de tocar as superfícies que me acompanhavam desde a infância.
Era estranho pensar que eu crescera tentando fugir de mim, quando na verdade tudo o que o porão queria era que eu me sentasse no chão frio e o escutasse.
As lembranças começaram a surgir em ondas baixas, como se alguém soprasse perto do meu ouvido. Não eram memórias lineares, mas fragmentos inquietos. O rosto de alguém que não sabia amar; a voz de alguém que soube ferir; a ausência de mãos que deveriam ter me segurado quando eu caía.
E, acima de tudo, a velha sensação de que o mundo lá fora não tinha espaços para os meus silêncios.
Foi então que percebi: o porão não era um cárcere, mas um espelho.
E espelhos, quando te devolvem inteiro, costumam ferir mais que qualquer lâmina.
Sentei-me. Ouvi. Respirei. A dor tinha um timbre próprio, e eu quase podia vê-la, uma figura pálida encostada na parede, observando-me com a paciência das coisas que não envelhecem.
Eu a encarei.
E, pela primeira vez, ela não recuou.
“Eu não vim para te destruir”, parecia dizer sem palavras. “Vim para te mostrar onde colocaste as tuas ruínas.”
Meu peito apertou. Não por medo, mas por reconhecimento.
Porque cada pessoa guarda dentro de si um porão, e quase todos tentam negar sua existência.
Mas negar o subterrâneo nunca apagou sua porta.
A dor continua ali, esperando a coragem de ser encarada.
Enquanto os minutos escorriam, percebi algo que não ousava admitir:
a luz que eu nunca encontrara no mundo não estava ausente, estava apenas voltada para dentro, como uma lamparina distante, protegida do vento pela própria escuridão que eu evitava.
E então, pela primeira vez, compreendi.
Não há arco-íris no meu porão…
mas talvez nunca devesse haver.
O porão não foi feito para cores; foi feito para verdades.
O arco-íris pertence ao céu.
O porão pertence à alma.
E não há conflito nisso.
A beleza nasce do contraste e eu, ali, no chão frio, comecei a entender que para tocar a claridade de cima, eu precisaria, antes, decifrar a minha noite.
Foi quando ouvi passos suaves atrás de mim...
Da impermanência da vida sempre
renascerá a continuidade da Nação,
Levo Trinidad e Tobago
para sempre no meu coração.
Resiliência e toda a liberdade
no florescer da Chaconia Dupla,
Nome que traz memória
histórica do último governador.
A Chaconia Dupla que enfeita
as festas lembra quando o seu
lindo sorriso encontra o meu.
Sempre é capaz de fazer florescer
o meu coração ainda mais bonito
capaz de surpreender o imprevisto.
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