Contar Histórias
Marrenta
Amiga marrenta
Sua amizade me acalenta
Inúmeras histórias para contar
Dá gosto até relembrar
Não podemos reclamar
Esforçada e dedicada
Nada a desanima
Seu sorriso ilumina
Com seu jeito de menina
Mas não se iluda
Às vezes, é sisuda
Está sempre atenta
Por vezes é pirracenta
Deus não permita
Que se torne rabugenta!
Será sempre uma inspiração
Por você tenho
Enorme admiração
Já digo de antemão
Que você mora no meu coração.
A história nos conta que os tempos difíceis são os tempos das mais difíceis escolhas. No entanto, se quisermos subsistir, é preciso insistir no ritmo da criação e lembrar que todo tempo é um tempo poético. Mais que nunca, nesses tempos em que vivemos, precisamos da esperança que brota da poesia e para isso é preciso lembrar que a poesia, ao casar-se com a vida, a acompanha sempre. Seja na alegria ou na tristeza, na paz ou na guerra, na saúde ou na doença, na abundância ou na indigência. Assim, é preciso crer que enquanto houver poetas no mundo os frutos da indigência podem tornar-se flores e a esperança sempre pode ressurgir aninhada em seus botões. (Porquê poesia em tempo de indigência? - Renata B R BARRETO, 2003)
Irei lhe conta uma história em que a Lua me contou, onde a estrelas se apaixonou é o Sol conheceu o amor..
Ela e uma garota onde refleti alegria
A beleza deslumbrante e inigualável
E primorosa é graciosa
Tem um coração compassivo
Ela dar importância a pequenas coisas
Seu afeto com as pessoas a faz ser o destaque
Ela e pura poesia
Ele e um homem cavaleiro
Encantador com um toque de ousadia
Seu sorriso é adorável
Um homem honesto e virtuoso
Uma pessoa cobiçada por muitas damas
O destino os juntou, os conectou de uma forma inexplicável, a paixão se tornou amor
A noite com o brilho das estrelas os iluminando
Todos encantados com o belo casal a se forma
Eles dançando, se beijando é todos a admirar
o grande amor que estava a demonstra
Ela desejava um grande amor
Ele ansiava uma bela dama de bom coração
Os dois foram feitos um para o outro
É lá estava os dois juntos dançando na luz do luar,não era só passos iguais,
os corações estavam no mesmo ritmo,
eles dançavam com paixão
a valsa do amor onde só eles podiam senti
a intensidade da paixão
O tempo se passava
O amor só aumentava
Um fruto de um belo amor nasceu
O encontro da família estabelecido
mas houve um atardado do companheiro
Algo está errado, as estrelas brilhavam bem mais, mas uma delas estava diferente, se destacava no céu onde brilhava para chama atenção do grande amor que teve na terra
Onde tenta fala mas ninguém o ouvi
Onde faria de tudo para evitá a tragédia
Onde só queria dar a última rosa para sua bela amada o seu único é verdadeiro amor
E dar o último beijo na testa da sua filha..
No fim o destino só foi cruel com um amor que poderia ter dado continuidade..
Gosta de coisas tão simples como eu
Bebi do que já bebeu
Gosta de contar história
E eu conto quem que perdeu
Um alguém como você
Quem teve a sorte fui eu
Algumas histórias a gente conta, outra temos que esperar serem contadas, então não pense que você pode consertar tudo sozinho, cada coisa tem o seu tempo, basta esperar que algo mágico irá acontecer.
O novo mês chegou trazendo muitas páginas em branco para você continuar escrevendo a história da sua vida. Pense com cuidado no que vai registrar!
Pincel.
Pincel !
Ah pincel !
Você tem histórias para contar,
Entre teus quadros e as tuas paredes,
O colorido é testemunha,
Perfeita invenção,
Que faz minhas mãos te usar,
Contigo ja desenhei,
Contigo ja escrevi,
Contigo eu já colori,
Contigo eu ja provoquei,
Fazendo a arte mergulhar e emergir,
Não sei o que eu usaria,
Se não fosse a sua existência,
Contigo doeu em mim a saudade,
Contigo pintei minh'alma,
Com cores primárias e vazias,
Contigo pintei minhas canções,
Pintei a vida e o amor,
Pintei de verde e vermelho,
O âmago do meu coração....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Apaixonar-se... é uma dádiva, apaixone-se... as músicas falam e contam histórias que se encaixam em momentos, os filmes completam as histórias que poderiam ser sua como se estivesse lá, as frases são puro clichês. A solidão aperta, a vontade de estar com alguem aumenta e quando surge uma oportunidade, o coração dispara, o estômago gela, a respiração muda. A vida te põe a prova mostrando vários caminhos e cabe só a você decidir entre ficar ou seguir, entre experimentar ou simplesmente deixar passar. Então viva... viva tudo, pois tudo é válido, até as decepções, esqueça e deixe as picuinhas do dia a dia no lugar delas, ou seja, no lugar da importância zero...
VIVA!!!! APAIXONE-SE!!! AME!! TENHA FÉ!!! CUIDE-SE!!!
Suzemily Melo
O que eu seria?
Seria uma historia de amor?
Um conto que se é dito depois da primavera,
Ou seria a luz na escuridão de uma crise?
Mas, não uma crise qualquer
E sim uma memorável
Que o céu e o inferno se recusam a esquecer.
Algo que seres mortais jamais entenderiam,
Algo a ser passado mesmo depois de morrer.
Um mistério eterno,
Que nem os mais sábios conseguiriam compreender.
Seria uma entidade ?
Sim, tudo oque se pode imaginar,
Tudo oque se pode amar.
Com uma odisseia de cores em meus cabelos.
Indo de Roxo daltônico a vermelho amarelado.
Se estendendo até o pescoço
Hipnotizando.
Se eu faço magica?
De certo modo, sim.
Seria um sonho muito louco ?
Com certeza!
Com policias correndo atrás de mim,
Depois de entrar em uma igreja e matar todos os fies,
De se infiltrar em um navio pirata
E sermos foçados a limpar o convés,
De em um castelo antigo para matar um dragão
E tudo que encontro era tesouro de alguns anões.
Desde um sonho de atos “mundanos”,
Até de massacres em escolas que parecem românticos.
Tudo se possa imaginar.
De desejos de consumir almas
Que nenhuma alma humana conseguira pensar
Ou até mesmo, ter a ousadia de desejar
Algo mais que o limite que sua mente possa suportar.
⿻ꔛ⿻ྀ♥︎🎡⊹{uma história não contada} ࣪𝐏𝐨𝐞𝐦𝐚 𝐗𝐗𝐈𝐕
Luzes dançando na escuridão
Vozes sussurrando no salão
Um sonho sem fim
Que habita em mim
O cetim dos vestidos de mulheres melancólicas sonhadoras
Uma atmosfera encantadora
Uma história não contada
Fadas que dançam com a aurora com uma música mágica
Uma melodia que brilha
Mais que diamantes e esmeraldas no sol
É só mais um sonho distante
Que se passa pela minha mente
Por alguns instantes eu costumo acreditar
Que este mundo pode se tornar real
Mas prefiro deixar de lado e voltar a minha realidade cruel.
[A CRITICIDADE É A PÉROLA DA OPERAÇÃO HISTORIOGRÁFICA, E A PRINCIPAL CONTRIBUIÇÃO DOS HISTORIADORES PARA A SOCIEDADE]
O que mais fizeram os historiadores ao longo de dois séculos de aprimoramento de sua ciência histórica foi adquirir capacidades de analisar criticamente os textos. Quando um historiador examina uma notícia de jornal, ele não a toma meramente como fonte de informações, mas sim como discurso a ser analisado, compreendido, problematizado. Fazemos isso ao ler criticamente um jornal do século XIX ou da primeira metade do século XX: identificamos o seu polo editor, o conjunto dos seus anunciantes, as suas diferentes faixas de leitores, a polifonia de textos que estão abrigados em um exemplar de um jornal diário. Ao analisar um texto jornalístico, avaliamos o seu vocabulário, bem como a escolha, nada neutra, de palavras. Deciframos o conjunto de interesses que o movem, indagamos sobre as pressões que o confrontam, identificamos as distorções e manipulações, avaliamos as informações seletivas que são oferecidas pelo texto, e os silêncios que gritam nas suas entrelinhas.
Jamais examinamos um texto jornalístico apenas em si mesmo, como se ele dissesse tudo apenas com as palavras que nele estão abrigadas. Investigamos a sua intertextualidade, comparamos o texto em análise com outros, antecipamos os seus efeitos (que também foram antecipados pelos autores do texto jornalístico). Embora um jornal de determinada época possa trazer informações a um historiador, são principalmente os discursos que nele se entrelaçam que se tornam o principal objeto de análise. Abordar com capacidade crítica os discursos (e as informações que por estes são disponibilizadas, e como são disponibilizadas) é a base da metodologia de análise de fontes da qual precisam se valer os historiadores, e que tem sido a sua grande conquista metodológica ao longo de séculos. Tudo isso corresponde ao que poderíamos sintetizar em uma palavra-chave: ‘criticidade’.
A criticidade é o produto mais refinado da História enquanto campo de saber. Dos historiadores mais ingênuos que aceitavam acriticamente as descrições depreciativas elaboradas pelos antigos senadores romanos sobre os Imperadores, seus rivais políticos imediatos, aos primeiros historicistas que situaram estas descrições nos seus contextos políticos, sociais e circunstanciais, há um primeiro salto relevante. Das análises historiográficas ingênuas, que não decifravam os discursos laudatórios das antigas crônicas régias, aos métodos sofisticados de análises de discursos, temos um longo desenvolvimento que é talvez a principal conquista dos historiadores. De fato, dos primórdios da crítica documental aos dias de hoje, nos quais os historiadores diversificaram extraordinariamente as suas técnicas voltadas para a leitura e análise de textos, temos um potencial crítico-interpretativo que se desenvolveu extraordinariamente. Analisar os discursos presentes nas fontes, diga-se de passagem, requer a mesma capacidade crítica que deve ser conclamada para analisar os discursos contemporâneos. Por esta razão, quando alguém aprende a criticar fontes históricas de períodos anteriores, desenvolve concomitantemente a capacidade de criticar textos de sua própria época. Tenho a convicção de que a transferência social desta capacidade crítica é o bem mais precioso que os historiadores podem legar à sociedade que os acolhe, e que ampara a sua existência através das universidades que os abrigam e dos interesses de diversos tipos de público pelos livros de História.
[trecho extraído de BARROS, José D'Assunção. "História e Historiografia: todas as relações possíveis" In A Historiografia como Fonte Histórica. Petrópolis: Editora Vozes, 2022, p.74].
Às vezes, as histórias que não contamos às pessoas sobre nós mesmos importam mais do que as coisas que contamos.
