Contar Histórias
As necessidades individuais de pessoas e grupos contaminaram – e ainda contaminam, a História com mentiras, acréscimos e omissão de fatos, mas em nada mudará o andamento dos acontecimentos antes enumerados por Deus, para o cumprimento e desfecho do Seu Plano de Salvação para a humanidade.
A cada dia que passa, vejo o quanto estou feliz.
Cada dia uma história diferente pra contar.
Cada dia uma amizade conquistada.
Cada dia conhecendo lugares top.
E vc que já fez parte de um dia desses e não faz mais, sinto muito, más são muitos rostos para lembrar.
Quem se destaca, sempre será lembrado.
Em qualquer lugar que eu estiver, sentirei vontade de ler um novo livro, contar novas histórias, escrever mais um poema, compor músicas, acreditar que as palavras podem soprar para o mundo novas realidades que nunca fui capaz de criar. O que escrevo pode ajudar as pessoas a ver o mundo com outros olhos.
Minha Velha Tia
Minha velha tia me contava muitas histórias. E entre uma história e outra, ela me ensinava muitas coisas. Minha tia me contou que houve um tempo em que os animais falavam. Ela me ensinou que a Terra é redonda e que se eu sair andando sempre em frente, acabo voltando ao mesmo lugar. Minha tia me ensinou que Pedro Álvares Cabral descobriu o Brasil e que Santos Dumont inventou o avião. As histórias de minha tia eram sempre assim. As coisas mais difíceis ela explicava do jeito mais simples. Era preciso que cada coisa tivesse o seu inventor ou o seu descobridor. Se Santos Dumont não tivesse inventado o avião, até hoje estaríamos andando só a pé ou de carro.
Um dia minha tia me ensinou um acróstico: Minha Velha Tia Mandou Jogar Sal Úmido Nas Plantas. Para que eu nunca esquecesse os nomes dos nove planetas do Sistema Solar. Nunca me esqueci dessa tarefa que, é bem verdade, não cheguei a realizar; mas nunca me esqueci dos nomes dos nove planetas.
Eu sempre ouvia maravilhado as histórias de minha tia e nunca me esquecia de nada do que ela me falava. E ela dizia que quando eu crescesse iria saber muito mais do que ela. Talvez esse tenha sido o ensinamento que mais me intrigou. Eu não fazia idéia de como isso seria possível, embora soubesse que tudo o que ela me dizia era verdade. Lembro-me de quando comecei também a contar a minha tia as coisas que tinha aprendido sem ela. Minha tia sorria e ouvia atentamente tudo o que eu lhe dizia. Sei que às vezes ela achava que era tudo bobagem, mas nunca me dizia isso. Ficava feliz por eu estar aprendendo. E eu sempre esperava que ela complementasse as minhas descobertas com o que ela sabia. Minha tia é que sabia verdadeiramente das coisas; e só com o seu aval é que eu podia acreditar em tudo o que aprendia.
Vez ou outra eu a interpelava sobre algumas incoerências. Por que Colombo descobriu a América e Cabral descobriu o Brasil? Eles não descobriram, na verdade, a mesma coisa? Por que foi Colombo quem descobriu a América, e não os índios, que já estavam aqui? Minha tia sorriu e me explicou que os índios não tinham consciência de quem eram, nem de onde estavam, mas Colombo sim. Por isso os chamou de índios.
Lembro-me do dia em que contei à minha tia que a professora tinha dito que não foram nem Cabral, nem Colombo os nossos descobridores, e sim outros homens que estiveram aqui antes, mas que se nos perguntassem, era preciso dizer o que estava no livro. Minha tia abriu o mesmo sorriso carinhoso, sem dizer nenhuma palavra. Sei que ela nunca mais se lembrou dos nomes que eu havia dito a ela, mas, para dizer a verdade, eu também não me lembrei.
Hoje me arrependo de ter deixado tão cedo de visitar a minha tia. Lembro-me de que nas últimas vezes em que a visitei, eu ouvia atentamente o que ela me dizia, e sorria. Às vezes gostaria que ela ainda estivesse aqui. Mas sei que não seria mais possível. Talvez o mais duro exemplo de uma das tantas coisas que ela me ensinou: “cada coisa tem o seu tempo”. No tempo de Cabral, de Santos Dumont e da minha tia, as coisas mudavam muito pouco. Ela pôde me ensinar o que havia aprendido com a tia dela. Hoje, ela certamente se sentiria enciumada por causa da Internet. Eu não saberia como dizer a ela que o seu acróstico não vale mais. Não saberia dizer a ela que Plutão não é mais um planeta. Minha velha tia não sabia muito bem o que era um planeta. Não saberia me explicar por que isso aconteceu. Talvez ela fosse sorrir e dizer “isso é bobagem”. E, para dizer a verdade, eu também não saberia explicar isso a ela. Minha tia tinha razão em tudo o que dizia. Teve razão ao dizer que eu saberia muito mais do que ela. Mas minha tia é que entendia verdadeiramente das coisas. E hoje eu não sei onde aprender as coisas que ela sabia.
Uma grande história de amor começa com uma simples amizade e contigo, espero começar à escrever a nossa.
É de competência do Marketing Político a função de contar uma boa história, com o intuito de gerar percepção de valor e um posicionamento na cabeça do eleitor.
O sorriso de uma criança move o universo inteiro...
Por esse motivo eu escrevo, conto histórias. Assim posso ver mais sorrisos!
Momentos são como o vento, você vive e vira uma história. Se esse conto vai ser bom ou ruim, vai depender da relação que tu tens com o destino, já que nada está em nossas mãos, só a esperança de que tudo seja majestoso.
Viva, reflita e cause, busque, peregrine e ria, momentos podem ser inesquecíveis e a sua atitude é o que mais representará na lembrança da eternidade.
Um dia quero sentar e contar todas as histórias da vida
Os momentos difíceis, as magoas, as tristezas as alegrias
Sei e tenho fé que esse dia chegará
Porque a vida é assim
Feitas de desilusões, de vitórias, de lutas
Hoje podemos estar passando por momentos difíceis
Mas tenhamos fé que a vitória chegará em breve
Em nenhum momento perdendo nem a esperança, e nem a alegria de viver
E focando sempre no melhor, mesmo que o dia esteja com nuvens escuras
Em breve o sol vai aparecer, e iluminar a vida, como se fossemos acordar de um sonho ruim.
Sobre a gente só se sabe as histórias que contam, mas as verdades dos pormenores e dos bastidores somente Deus e a nossa consciência.
MEU MUNDO
Quantas vezes eu abri as portas do meu mundo, contei minhas histórias, mostrei minhas fragilidades, rasguei o meu peito pra pessoas que logo em seguida saíram sem sequer encostar a porta.
Deixando portas e janelas abertas, com isso o vento trouxe folhas e sujeiras.
Eu com minhas esperanças me levanto e vou limpar tudo. Recolher folha por folha. Olhar ao redor e me lembrar daqueles pequenos momentos em que eu achava que fosse permanecer.
Fechar portas e janelas prometendo nunca mais abri-las.
A casa que há pouco tinha vozes, sorrisos, se vê mais uma vez silenciosa e solitária.
Se eu chegar a te contar minha história, não é no intuito de você sentir pena de mim, mas para você entender quem eu sou hoje, seja nas minhas fraquezas ou nas minhas virtudes.
Tem tanta coisa que você precisa saber sobre a sua história. E eu tô aqui pra te contar.
Estou cansado de histórias sem fim
Pessoas sem conteúdo
Palavras vazias e falsas
Mentira e enganação
Amigos sem honra e compromisso
Parentes que não são família
Dias frios e solitários
Amor sem sentimento
Vida sem cor...
Contagem. Uma história de vida
Contagem para sempre
De amores incontáveis
Que contagiam os corações apaixonados
Um colírio aos olhos dos que passam por aqui.
A exuberante Praça da Jabuticaba.
A bela pista de caminhada na Gil Diniz;
Uma verdadeira fonte grande de beleza.
São Gonzalo de Fé e mistério
Escadarias do amor e restauração
Terra de tanto esplendor
De Glórias do passado
De culturas e gestos de nobreza
De profundo amor, de esperança e lhaneza
De leveza em tenros corações.
Um posto de registro de grandes emoções
