Frases sobre consideração e respeito
Ser feminista é lutar por justiça, por igualdade de direitos em sociedades que normalizaram o abuso e o desrespeito pela mulher.
Onde isso é ruim??
Só posso crer que quem ataca o feminismo não sabe do que está falando ou é apenas mau caráter mesmo.
Apaixone-se por alguém que te pede perdão e não volta mais a cometer os erros, que não cansa de falar que você é incrível e que agradece aos céus por estar ao seu lado.
Coisas que eu aprendi.
Se você não se valorizar, as pessoas não vão te valorizar.
Se você não se respeitar, as pessoas não vão te respeitar.
Se você não se impor, ninguém vai se impor por você.
Se você não colocar suas ideias em pauta, defender aquilo que você acredita, ninguém jamais vai te levar a sério.
Ao identificar a sintonia dos que estão próximos fica fácil perceber cada pessoa ao transparecer na sua fala, no respeito aos mais simples, em oportunas condições de poder, ou até mesmo em frases de ordem que se apresenta de maneira sútil em um retrato da alma.
Nos gestos, na maneira de se dirigir aos outros, em tudo que diz e faz está contida a assinatura energética que vibra em padrão mais elevado de amor, zelo ou do orgulho humano.
É inútil tentar passar uma imagem diferente daquilo que não ressoa com a frequência emanada.
As nossas maiores imperfeições não podem ser maquiadas, por isso lapidar a alma com gentileza e respeito ao próximo deve ser a primeira missão de cada um de nós.
Eu aprendi que em uma discussão, ou crise qualquer, temos que cuidar e ter condições de escolher as melhores palavras. Não é prudente humilhar, diminuir, desrespeitar, julgar motivações, sugerir necessidade de Deus, loucura ou tratamento mental e, em última instância, sugerir a morte da outra pessoa. Tudo isso, dependendo do ambiente e da frequência, pode ser considerado como abuso.
Ser um ser humano cada dia melhor é uma jornada contínua de autodescoberta e crescimento. Envolve refletir sobre nossas ações e atitudes, buscando sempre agir com empatia, integridade e respeito. Aprender com os erros e estar aberto a mudanças nos permite evoluir constantemente. Praticar a gratidão e valorizar as pequenas conquistas diárias fortalece nosso bem-estar emocional. Além disso, ajudar os outros e contribuir positivamente para a sociedade enriquece nossas vidas e nos aproxima de um propósito maior. Cada dia é uma nova oportunidade para aprimorar nossas virtudes e construir relações mais harmoniosas e significativas.
"A construção de uma sociedade melhor requer o fim dos conflitos, da discriminação, das desigualdades e do racismo. Isso envolve promover a inclusão, respeitar as diferenças e garantir oportunidades equitativas para todos, criando um ambiente de paz, justiça social e harmonia."
Não sei qual final da minha história. Aliás, ninguém sabe o final da sua. Mas na minha história, ninguém nunca vai ler: "ela foi covarde".
Quando estamos desarmados ( da amargura, timidez, egocentrismo, autoritarismo, religiosidade, preconceitos, etc) abrimos oportunidade para abraços e sorrisos em cada encontro.
Não tente
Não tente se encaixar onde você não cabe.
Não tente ficar onde não querem sua presença.
Não tente forçar amizades.
Não tente ser o que você não é só para ser aceito pelo outro.
Não tente ser aceito. Se isso for preciso, você já não foi aceito .
Não tente ... escolha.
Só tente algo se for realmente importante para você. Isso não é egoísmo, é respeito próprio.
"Beber um bom vinho, ouvir uma boa música, comer algo saboroso, são coisas boas. Elogiar pessoas, agradecer as pessoas, cumprimentar as pessoas são coisas melhores ainda, experimente."
Entenda homem: o que vale para uma mulher não é o que você diz quando está com ela, é o que você diz na ausência dela.
Já fui criança... brinquei muitas vezes com brinquedos usados, bois de manga verde debaixo das arvores e com pés de latas... não tive muitos brinquedos mais brinquei muito... não tive todo ano uma festa de aniversário mas tive uma que nunca me esqueci, da decoração do bolo de morangos... Hoje eu cresci, os brinquedos que não tive não me fizeram falta, as festas também não. O que carrego sempre desde infância são os ensinamentos que me fizeram um adulto melhor e a gratidão aos meus pais que nunca me pouparam a verdade e a realidade da vida.
EU DEVIA APRENDER A ME CALAR!
Hoje foi um começo. Sofri, mas creio em algum reflexivo resultado inicial. Por mais de cinco vezes, eu percebi que não deixava a minha sócia de existência encerrar um pensamento. Eu acobertava o pensamento dela com o meu. Ela falava. Eu interrompia. Ela falava; eu interrompia. Ela falava, eu interrompia. Ela falava eu interrompia. Ela falarrompia...
O machismo estrutural afeta o nosso psicológico. E isso é forte em mim. Venho enfrentando esse meu comportamento em prol do respeito humano. Eu achava que respeitava bastante, até porque fui “menino criado com vó”, e ela me ensinou a respeitar as mulheres no sentido de assédio e abuso, sexualmente falando. Porém, com o tempo, aprendi que há outros tipos de assédio e abuso.
Ao interromper uma linha de raciocínio, estou praticando abuso. Ao me achar mais inteligente em detrimento de outrem, estou praticando assédio. Esses comportamentos são tenebrosos, infelizes e não nos fazem evoluir, pois realizam a manutenção de uma pseudoautoridade e um real autoritarismo de um “status quo” machista.
A cultura e as relações com o meio, enquanto linguagem, acabam definindo pontos de vista nocivos, sem que paremos para refletir sobre a coerência dos aprendizados embutidos em nossos campos do conhecimento. Pedrinhas confundem-se com sementes, dado nada vicejar nesses terrenos do discernimento ativo. Apenas aceitamos como verdade e pronto.
“E Adão não foi enganado, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão.” Isso consta na Bíblia, em 1Tímoteo 2:14. A mulher, pelo que parece, transgrediu, porque foi enganada. Então, se um estelionatário me enganar, eu não sou vítima dele, mas comparsa ou cúmplice na transgressão, na infração, na violação da lei?
Em 1Timóteo 2:11-15, “A mulher aprenda em silêncio, com toda a submissão. E não permito que a mulher ensine, nem exerça autoridade de homem; esteja, porém, em silêncio”. Talvez, em razão de ensinamentos como esse, não tenhamos uma papisa, uma rabina ou uma aiatolá. Ou seja, os líderes máximos das religiões abraâmicas (judaísmo, cristianismo e islamismo) são homens.
Vocês podem rebater imediatamente dizendo que tais sentenças são coisas do passado. Mas o que dizer do que ocorreu em fevereiro deste ano (2021), quando Yoshiro Mori, presidente do comitê olímpico de Tóquio, disse que mulheres “têm dificuldades em ser concisas. (...) Se uma levanta a mão (para falar), as outras acham que também devem se expressar. É por isso que todas acabam falando”. Ele ainda deixou claro que o comportamento das mulheres, nesse sentido, era “irritante”. Com essas declarações, Mori recebeu duras críticas veiculadas na mídia. Ele, então, retratou-se e renunciou ao cargo. Agora é ex.
Nós, homens, em uma parte expressiva, não nos damos conta do que fazemos com as mulheres quando sem perceber lhe cerceamos a fala e nos colocamos num degrau acima.
Aliás, o ato de um homem, de forma desnecessária, interromper a fala de uma mulher tem nome: MANTERRUPTING, neologismo criado pela jornalista Jessica Bennett. Outra situação que passa despercebida ocorre quando uma mulher já explicou algo, e o homem explica de novo, como se ela não tivesse condições de ser clara ou concisa, o que pode criar um embaraço, um mal-estar ou um constrangimento. O nome disso é MANSPLAINING, termo inspirado pela americana Rebecca Solnit.
E é isso, gente!
Eu preciso terminar aqui, porque – que bom! – a minha amada está me chamando e estou ansioso para ouvir tudo o que ela tem a me dizer.
Sem interromper, aprendendo a me calar. Abrir a boca então? Só para amar!
SERÁ QUE SÓ VC NÃO VÊ?
No livro Ensaio sobre a cegueira, escrito pelo português José Saramago, uma pandemia aflige o mundo. De repente, todos perdem a visão. Sofrem uma cegueira branca. No começo, parecia que as pessoas iriam se ajudar, ser solidárias, melhores. No entanto, os problemas da sociedade logo ressurgem e são potencializados, já que ninguém “enxerga” a mudança necessária para o bem coletivo. Com essa cegueira moral, o instinto de sobrevivência prevalece, sobrepuja a razão, o ódio subjuga sentimentos altruístas. Impera o egoísmo, enfim.
A palavra instinto nunca foi tão presente na contemporaneidade.
Analogamente à obra literária, vivemos também uma pandemia, só que da Covid-19 em franca mutação. Quando ela começou muitos gestos maravilhosos aconteceram. Alguns foram divulgados nas mídias sociais. As pessoas pareciam que aprenderiam alguma lição sobre fraternidade e comunhão. Todo dia, às 18h, um vizinho ancião tocava a Ave Maria em sua flauta doce, da sacada da janela. Ao término, todos os vizinhos aplaudiam de suas janelas.
Até então não havia vacina, nós éramos a cura.
Com o tempo, a cegueira moral se abateu sobre muitos. Indivíduos sem máscara. Outros em aglomerações. Uns tantos negando a pandemia. Outrem oferecendo pseudofármacos. Dois médicos, renomados, minimizavam a gravidade do patógeno e vieram a óbito por causa dele. E tudo isso envolto em informações, contrainformações, falsas informações. Enfim, uma cegueira moral despencou sobre nós. A nossa cegueira branca.
Mas aí chegou a vacina. De vários grupos científicos. A britânica Oxford-AstraZeneca, a estadunidense Moderna, a germano-estadunidense Pfizer BioNTech, a russa Gamaleya Sputnik V, a sino-brasileira CoronaVac. Infelizmente, o imunizador – não importa qual – poderá a longo prazo reduzir os efeitos dessa silenciosa e sufocante enfermidade viral, contudo a corrupção humana ainda levará tempo longínquo para ser publicizada como a mais letal e senecta doença entre os humanos.
Autoridades que deveriam dar o exemplo nesse momento tão triste da história do homo sapiens furam a fila do imunizante para se beneficiarem, como se fossem capitães de um navio a fugir no primeiro bote salva-vidas. No nordeste brasileiro, os prefeitos de Antas(BA), Candiba(BA), Itabi(SE), Guaribas(PI) adotaram a máxima: “Farinha pouca, meu CoronaVac primeiro”. Além deles, há vários... filhos e filhas de sicrano, queridinhos de beltrano, os amores de fulano.
Eis que o norte do Brasil se asfixia e tenta clamar por socorro. Na Bíblia, há o livro de Salmos cujo capítulo 42, no versículo 7, traz a mensagem “Abyssus abyssum invocat”, ou seja, um abismo chama o outro. No norte do país, os estados do Amazonas (Falta de oxigênio em Manaus), Amapá (apagão e colapso dos hospitais) e Rondônia (falta de leitos e médicos) mostram o extremo a que podem chegar as más gestões e desvios de verba em solo pátrio.
Enquanto isso, na fantástica terra do leite condensado, o mandatário da nação vai a uma churrascaria na companhia da matilha política, além de artistas, como Naiara Azevedo, Amado Batista e Sorocaba. De mórbida praxe, ao final, o mascarado presidente sem máscara deleita-se em selfies e aglomerações contagiantes...
No livro Ensaio sobre cegueira, aos poucos, a cegueira branca se foi. Abriu-se uma perspectiva de o mundo ser um lugar melhor, no qual as pessoas agora percebam que quando enxergavam eram cegas de amor. E, como se o universo ou Deus, permitisse uma segunda chance, o homem então mais racional poderia compreender finalmente a relevância das emoções, principalmente aquelas que nos fazem querer abraçar o outro em qualquer sentido benevolente da palavra.
O Brasil anseia por um final tal qual o da ficção. Todavia, na catarata dos sonhos, está tudo branco ainda, ainda está tudo escuro, então.
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