Conselho para uma Pessoa Orgulhosa
Uma sociedade em que seus economistas e organizadores desprezam a filosofia, torna-se desorganizada e guiada em múltiplas direções em que todos permanecem incertos das possibilidades de seus fins. Uma sociedade que despreza a filosofia é comunidade que desdenha a sua capacidade de observar as ocorrências do passado, observar as suas repercussões no presente e raciocinar suas consequências no futuro, menosprezando também a lógica da repercussão do jogo econômico nacional e internacional.
"Haverá sempre uma torrente de ilusão por trás de uma palavra. O ardiloso a utiliza para suas artimanhas; o político faz dela sua base de engodo; o interesseiro por ela disfarça sua malícia; e o romântico nela se apega para expor as fantasias da sua alma. Em cada expressão a possibilidade de múltiplos caminhos. A realidade não é mais que uma momentânea ficção" (Mauricio A Costa, em 'O Elo Invisível' - O Mentor Virtual II - Campinas-SP)
Lançamento em breve....
É como se eu tivesse preza no meio de uma rio congelado, do ponto onde eu to até a margem do rio, que é onde você ta, é um "campo minado" pra todo lado que eu olho só vejo uma imencidão de nada, a copa das arvores esta coberta de gelo.
Você esta indo embora e me deixando aqui presa, eu não posso me mecher, não posso me deixar levar pelo impulso, o desespero toma conta da minha mente fazendo com que eu grite seu nome, mais nem assim você não vem.
A rachadura esta se estendendo, e eu continua ali parada deixando que todas as lembraças vão embora e a que a raiva de mim fique no lugar. Quem eu era naquele instante não importava mais, estava mais preocupa com que me tornei.
Depois de tanto tempo e ainda pareçe que to preza no gelo.
Porque a morte é igual para todos?
Me dei conta agora de que quase todos os dias, tenho uma pergunta nova para Deus.
Mas é como se eu perguntasse para mim mesma então eu mesma me dou à resposta...
Vai viver e deixe de tanto querer saber!
Algumas vezes somos como crianças, a perguntar porque o céu é azul?
A morte é só uma horinha que acontece na vida da gente.
Os bons e os maus não se dão conta de o serem e quando o são, quase sempre estão equivocados.
Assim para mim é a morte.
Cega, muda e surda.
Apenas direta!
Enide Santos 13/05/14
Creio que uma das condições para subir a escada do discipulado é que um homem não deve subir um degrau mais alto até que ele coloque outro homem em seu próprio degrau.
"Às vezes me vem na cabeça uma vontade de sumir, mas o que isso faria de mim ? um covarde. Covarde por não encarar de frente os obstáculos da vida, que são muitos. "
Ta a maior briga la no
meu quarto. É uma
gritaria que só
ouvindo pra crer.
Pelo que entendi, parece que o
edredom tentou sufocar o
travesseiro e agora eles estão de mal.
Pra evitar uma tragédia, vou la separar os dois... E ter lindos sonhos!
À noite quando me deito.
O céu ouve-me.
Ouve-me, o quanto sinto-me perdida.
Perdida sem uma causa.
As tempestades de inverno vieram.
E escureceram o meu sol.
O meu chão.
Perco a minha respiração.
Os meus pensamentos procuram uma porta aberta.
Aberta para levarem-me para longe.
Longe...
Longe desta batalha que é viver.
Onde eu possa ser forte.
Como a chuva que cai no telhado.
Trazendo a esperança.
Deixo-a cair sobre mim.
Para que ela leve consigo todas as dores.
Sofridas
Vividas
Amadas
Não tenho medo, nem das chuvas tempestivas.
Nem da solidão.
Que ronda a minha alma.
Talvez o meu coração!
Então mais uma vez,
Rodeou por toda a cidade,
Se perdeu pelas ruas,
E viu uma bela paisagem,
Admirou o grande muro cinza,
Imaginando o que se encondia,
Pensou em milhares de teorias,
Mas não enxergou a maldade,
Pensou em pular,
Teve outra ideia geniosa,
E correu ao bar que havia na esquina,
Serviu-se com doses de bebedeira,
Mentiras ditas e verdades omitida,
São os assunstos que os bares oferecem
Notou estar rodeado por miseráveis,
Se sentindo igual,
Pagou uma cerveja,
Permitindo assim que o papo continuasse,
Contou aos sugas suas dores,
Mas ele estavam interessados em outra parte,
Decepcionado e extasiado,
Falou sobre o tal muro que havia na cidade,
Disseram-lhe que como o tal muro,
Existem milhares.
Mas não há.
Levantou-se da cadeira em que se assentava,
Deu um soco na mesa derrubando a cerveja,
Todos se assustaram e se afastaram,
O homem agora estivera como começará,
E como deveria continuar,
Só.
Seguiu em direção da sua peça de arte,
Encarou o muro,
Talvez por instinto,
Ou por efeito do que se bebe,
Abriu o zíper e empoçou o dito muro,
Agora todos que por ali passam,
Sentem seu odor,
Até que o lavem.
Às vezes a minha poesia é uma oração,
Em outras, só uma canção, mas em todas
Está inteiro o meu intenso e faceiro coração!
Guria da Poesia Gaúcha
