Conquistar Menina que Ja tem Namorado
Muitas vezes a boca nega anceios que o coração já não pode mais suportar, cativo no silêncio da solidão ...
O dia surge como todos os outros, e eu percebo que ainda estou viva, posso VER que o sol ja brilha, posso SENTIR que o vento me oferece a brisa da manhã, posso TOCAR o meu rosto e ajeitar meus cabelos, posso ANDAR até um canto, me AJOELHAR, e o melhor de tudo, posso FALAR com DEUS, e dizer a ele : OBRIGADO POR MAIS UM DIA !
Ainda que no presente surjam outras pessoas, não substitua das tuas lembranças aquelas que já passaram, te amaram e se foram.
Sentimento não se explica ,sentimentos não se faz, sentimentos você sente e isso já basta para você viver e fazer outra pessoa viver.
Ficaremos pois acordado imaginando solução ?
a solução já existe ..
mais a própria solução é todo o problema!
Saudade naum é um sentimeto que vem de repente; já esta dentro de cada um de nós esperando só o momento oportuno para se mostrar com a face que muitas vezes é sombria e de dor.
Já não sei quem sou mais
Perdi meu coração e alma
Em algum lugar dentro de ti
Peço que não os devolva
Pois em você andam vivos
E em mim jazem mortos
Estandartes da dor e beleza humana
Em sempre diversa dualidade
Me fazem chorar com palavras
Poemas de dor
Poemas de amor
Cujo tema constante
É aquela que roubou minha calma
Meu coração e alma
Que une sonhos com realidade
Em cada traço de seu corpo
em cada trecho de sua história
E como um beija flor
Todo dia tomo do teu mel
Que corta,fura e dilacera
Como uma seta
me fazendo menos humano
e mais poeta...
Eu também tive dores
Tenho medo e temores
Aqui dentro de mim
Sei, nem tudo são flores
Já sofri por amores
Mais ou menos assim
As sombras deixam horrores
Até nas lindas liláses
Que embelezam o jardim
Quero ter suas cores
Suas manias, valores
Bem pertinho de mim
E te amar sem pudores
Sentir seus sabores
Com seu beijo no fim.
"Quase sempre o sentido de nossa vida se fundamenta em coisas que já não existem. Sonhos, ilusões, fantasias e prazeres idealizados... Apenas objetivações mentais!" Penso, logo sinto! Sinto, logo existo!
E já não me importa se estará ao meu lado ou não, continuarei sendo aquela que sempre fui,
Aquela que o tempo tentou apagar, aquela que jamais se negou a lutar, por que o mundo gira e não pará para eu me consertar.
Já não sei onde deixei
as coisas que busquei
aquelas bolinhas na garganta.
Não está no quarto.
Não está na alma.
De tanto procurar.
Esqueci como era aquele borbulhar.
Alguns dizem que eu sou ignorante, incapaz ou ingênuo. Já eu me impressiono com meu raciocínio a cada dia, afinal, ninguém além de mim pode ler minha mente.
É porque lembrar desses olhos lindos olhando pra mim, já muda tudo por muitos instantes. Instantes suficientes pra mim escrever algumas coisas que tenho imensa vontade.
Deus não dá asa a ninguém!
Todos nós já a possuímos!
Basta querer aprender a voar...
Sim, Deus existe...
Mas não fique de joelhos esperando seu milagre,
seja o milagre que você quer ver!
Um presente do céu
Já era noite quando Filipa resolveu sair para caminhar, perto do rio. Mas ainda era cedo; eram seis horas. Ou dezoito, se você ligar para isso. Ela ouvia as músicas que tocavam dentro de sua cabeça, quando começou a chover.
Chovia forte, e as pessoas corriam para chegar em casa a tempo de não se encharcar. Filipa não conseguia nem ao menos imaginar o porquê disso, já que ela mesma não gostava de perder uma boa chuva.
Ela achava que a chuva lavava sua alma, e que levava embora o que ela já não quisesse mais. Toda vez que a chuva vinha, a menina lhe pedia que levasse embora todas as suas dores, mas que deixasse as suas lembranças. E a chuva atendia o pedido. Ao menos, na maioria das vezes.
Nesse dia, Filipa pediu e implorou - em vão - que a chuva lhe lavasse a alma mais uma vez. Mas a lavadora de almas não lhe concedeu o pedido. A sensação dessa vez foi diferente.
Antes, ela se sentia limpa. E leve.
Agora, antes de qualquer coisa, ela estava bem. A chuva não a limpou, mas trouxe para ela borboletas. Borboletas que voavam de um lado a outro no seu estômago, e que a deixava com vontade de gritar. De gritar as músicas que escutava, de gritar o que sentia,de gritar qualquer coisa, de gritar palavras que fizessem - ou não - sentido. E ao invés de fazer isso, Filipa correu. Correu mais do que podia. Correu até não aguentar mais. E quando parou, era como se ela tivesse gritado tudo aquilo que não gritou. Era como se ela tivesse colocado para fora tudo o que sempre quis, e não colocou antes.
Foi esse o presente da chuva. Fazer Filipa perceber que podia se sentir limpa sem a ajuda de ninguém, ou de alguma coisa. Ela realmente podia fazer isso sozinha.
E então, Filipa se sentou na beira do rio.
E riu. Sozinha. Riu até a barriga doer.
E agradeceu com as mais bonitas palavras o presente que tinha recebido.
E em resposta, enfim, a chuva cessou.
