Confusão
é muita coisa sem explicação
é muita loucura e confusão
é muito tormento e desilusão
é muita desculpa e informação
é muita neura e dissimulação
é muita preguiça e colaboração
é muito exemplo e discriminação
é muito amor e paixão
é muito dinheiro e insatisfação
é muito dever e pouca obrigação
é muito ajuda e colaboração
é muita fé e compaixão
é muito sentimento e tribulação
é muito vício e exaltação
é muita fala sem ponderação
é muito olhar sem perfeição
é muita lembrança e predestinação
é muito fracasso e alienação
é muita dor e palpitação
é muita calma e orientação
é muito terror e perseguição
é muita fome e nenhuma alimentação
é muito sim e pouco não
é muita emoção sem razão
é um Criador e muita criação!!!
O que o povo necessita não é pão, feijão e confusão, mas sim, abrirem suas cabeças para todos afins, de enxergarem a manipulação que sofrem diariamente.
A fusão química e física e o teor artificial
Indução, atração, manipulação, enganação, confusão.
Uma espécie de injeção eletrônica.
Na esfera meio que, quântica.
A matéria que se colidiu, o homem matéria que evoluiu.
A escola que todos estão matriculados.
O mundo conectado.
A identidade da face do oculto e verdade sendo refletida.
O espaço, os corpos, as mentes.
A grande jogada no vácuo da vida.
Uma ganância sem precedentes.
Reger a terra, uma ideia milenarmente.
Um globo universal, mundial.
A grande viva babilônia, a Roma atual.
Uma ordem, uma sociedade.
Onde está a cidade central.
O foco, a direção, a profecia do governo geral.
A verdade, que as correntes de força tramitam.
Positiva, negativa, neutra, terra.
As ondas com frequência no vácuo.
Sinais velozes.
Mensagens, emissores e receptores.
A mente, prisão, algozes.
Dígitos binários que viaja feroz.
Giovane Silva Santos
A insônia - esse aeroporto repleto de destinos..
Essa confusão de portões e pontos cardeais desejosos de alguma ordem..
Esse emaranhado de conexões para qualquer lugar do mundo..
Que nos inquieta a colocar na mala nossas tralhas e pensamentos e simplesmente ir ali, ver..
A insônia - essa coisa tão premente na minha alma que já não sei se sou eu ou ela..
Já não sei se viajaremos juntas para o delta do Mississipi ou se a deixarei para trás, para que me abane, no embarque, com suas mãos pequeninas e trêmulas..
Para que me deixe ir..
Para que me liberte pela vida como se libertam os colibris cruelmente engaiolados..
Para que alcem voo e se atrevam nesses céus magicamente azuis..
Retratos de uma insônia que me consome a alma e as vísceras.. (julho/21 estreante)
Esclareci na mente a confusão que estava em meu coração que não me permitia escolher com atenção, consegui ver o que estava além da minha compreensão, a conversa que tive tirou minhas últimas dúvidas que rodeavam a ingenuidade de esperar por uma conversa que não tem mais solução, lutei pra não deixar ir o que eu lutei pra encontrar, no final quem disse te amo , não lutou , não abriu mão, não teve empatia não buscou conversar mais o que dizia não amar acabou indo atrás, abriu mão de seus maiores defeitos pra no fim não existir nada! Senhor karma dessa vez foi minha vez de acertar a conta!
Apenas mais um.
Meu cérebro está na pura confusão,
Meu coração está sem rumo, sem direção,
Ainda tenho que lidar com a pressão,
Buscando uma solução.
O Esplendor Retravo
Amarelou,
Esplendor retravo
Como todos haveriam de ser
A confusão impedia contemplar
Incompreensão do que ja nao se conhecia
Oque antes adormecido, fora ressentido estranho
Perplexo e por simples, ignorado
Ainda assim ecoava
Inevitável
Foi quando originou,
Repentino em meio ao caos
Se desenvolvendo majestosamente entre as feições
Concluindo espontâneo, sincero
Aclamou atenção
Como o esplendor retravo
Ofereceu redenção,
Libertou
E por um breve momento, tudo, o seu lugar encontrou
A aparência de um plano, não importa o quão tênue, equilibrava a incerteza e a confusão que eu sentia sobre o futuro.
Prefiro mil vez estar resolvida com vc; Do que fingir q não ligo e estar uma confusão enorme dentro de mim!
Silencio-me em meia confusão
e vejo o oculto:que nada diz
já dizendo tudo e não há som,
nada que precisa ser dito
e abraço-te com esperança!
____Diana Rios
Olhe em volta, veja a situação
Polícia e política, causando confusão
Poder em jogo, dinheiro envolvido
E o povo fica sem ser ouvido
Polícia e política, uma mistura perigosa
A verdade é que quem sofre é a gente que não goza
Dos mesmos privilégios, da mesma proteção
Enquanto eles jogam, nós ficamos na mão
A polícia deveria proteger e servir
Mas quantos já viram seu amigo morrer
A mão da lei pesa sobre a gente comum
Mas quando o crime é deles, sempre há um jeitinho
Polícia e política, uma mistura perigosa
A verdade é que quem sofre é a gente que não goza
Dos mesmos privilégios, da mesma proteção
Enquanto eles jogam, nós ficamos na mão
A política tem a obrigação de nos representar
Mas quantos já viram seus sonhos acabar
Negociatas, acordos de bastidores
Enquanto o povo fica sem seus direitos
Polícia e política, uma mistura perigosa
A verdade é que quem sofre é a gente que não goza
Dos mesmos privilégios, da mesma proteção
Enquanto eles jogam, nós ficamos na mão
Mas eu acredito que podemos mudar
Se a gente se unir, podemos exigir
Uma polícia justa, uma política transparente
Que trabalhem por nós, e não contra a gente
Polícia e política, uma mistura perigosa
A verdade é que quem sofre é a gente que não goza
Dos mesmos privilégios, da mesma proteção
Mas juntos podemos mudar essa situação.
É uma confusão mental... São meias palavras, com palavras inteiras, desconexas que tentam oferecer significado, mas que furtam o equilíbrio mental/intelectual... Estou parafraseado algumas atitudes.
Preocupemos conviver com o presente!
O futuro é consequência do mesmo, só isto causa confusão, uma guerra secular...
Problema e solução são apenas perspectivas distintas diante da mesma tarefa. Pare de criar confusão e comece a construir clareza em suas atitudes. Afinal de contas, uma mente aberta é o melhor ponto de partida para desvendar possibilidades antes invisíveis.
Geralmente todo mundo culpa quem faz um comentário ou uma pergunta que acaba gerando confusão, assim como é condenado aquele que, mesmo que sem querer, risca um fósforo num paiol de pólvora. Mas ninguém admite sua própria culpa por ter ajudado a espalhar essa mesma pólvora por todos os lados.
