Conflitos Pessoais
E as vezes, tudo que precisamos é exorcisar nossos demonios pessoais. Somos o melhor e o pior de nós mesmos.
Nunca fui adepto das postagens que expõem estado de espírito e afazeres pessoais, mas, desta vez, não posso gritar, mas posso desabafar: a minha vida vai mudar!
A liderança Angolana investe mais em betão do que em pessoais o que não ajuda no desenvolvimento do Angolano. Por isso temos sempre estrangeiro em nossa frente.
Enquanto muitos estão aí preocupados com questões sexuais ou questões pessoais de escolha pessoal que estão sendo glamorizadas pela mídia, estamos aqui sendo usados pelo poder anti-ético e corrupto, sendo manipulados pela mídia tornando-nos cada dia mais palhaços e otários diante do poder despreocupado com a sociedade.
Estamos a cada dia nos desviando dos assuntos úteis e que nos sirvam realmente para ficarmos sentados ouvindo e engolido os que os outros impõe, é preciso pensar.
Poste poucas fotos pessoais, para que quando crescer, não tenha o trabalho de deletá-las uma a uma...
A bondade de uma pessoa é medida pelo comportamento ético e moral:
Nas relações pessoais e coletiva, divulgando verdades e, no saber calar e ajudar diante das defecções dos indivíduos em favor da coletividade.
Quando trocamos o foco dos nossos dramas pessoais pela amplitude da visão sistêmica, muitas coisas que permaneceram obscuras por muito tempo magicamente são trazidas à luz, permitindo-nos não só compreender cada uma delas como também suas ligações com milhares de outras aparentemente desconexas, mas que trazem resposta para muito do que nos chegou, numa sequência agora inteligível a partir de seu ponto de origem. Mas apenas refazer o caminho percorrido não é o bastante, se não soubermos o que fazer com o resultado. É o processamento adequado da descoberta, neste exato agora, que nos permitirá retomar o curso que deveria ter sido feito, não fossem os desvios que sofreu.
✍️Quero que se danem aqueles que colocam seus interesses mesquinhos pessoais acima dos valores imutáveis de OUTRAS pessoas e de todos os tempos.
✍️Cada um só faz aquilo que pode dentro de seus limites.
Todos temos LIMITES PESSOAIS.
🕉️♾️☸️👁️👁️😔👣👣✔️💕🙏
✍️ Os interesses pessoais de qualquer ser estarão sempre à frente para o próprio, e é assim mesmo! Jamais se esqueçam disso. Tenham olhos de ver e ouvidos de ouvir! ❤️♾️🕉️☸️♾️♾️🙏✔️
Viradas de ano tem diversas interpretações: marcos místicos, milestone de projetos pessoais, data para iniciar mudanças que está adiando ... mas na prática é a troca de um calendário! As maiores transformações não tem data definida, mas sim a vontade de fazê-las. As motivações mais transformadoras vem da inquietação. As decisões mais sensatas precisam de tempo. Por isso, nesta data disruptiva, desejo as melhores reflexões, porque: mais importante que andar é saber para onde ir!
Uma mente tendenciosa, influenciada por interpretações externas e guiada por conveniências pessoais, nunca compreenderá a verdadeira essência da palavra de Deus em sua originalidade.
Sempre que alguém lê a Bíblia sem disposição para abandonar suas opiniões e interesses pessoais, tende a gerar novas interpretações dos trechos bíblicos que não lhe são convenientes.
Opiniões individuais, interesses pessoais e desonestidade são recursos infalíveis na fabricação das chamadas "Interpretações Bíblicas". Isso enfatiza a necessidade de buscar a Revelação das Escrituras através do Espírito Santo, pois além de ser o inspirador da Palavra, ele é bem verdadeiro e sincero.
PESSOAS PESSOAIS
Demétrio Sena, Magé - RJ.
As pessoas que mais respeito não são aquelas que trato com formalidade, polidez, recato e distinção notória. Para essas pessoas - que também respeito por sociabilidade, amizade comum, negócios ou mera boa conduta -, serei sempre o cidadão esperado e necessário para que o mundo não se torne uma bagunça pior do que já é. Pessoa básica; padrão; de conduta inviolável, precisa e previsível.
As nuances do meu respeito mais profundo e original passam exatamente pela naturalidade; o descuido; a forma desarmada e crua de agir. Tem como base a confiança no outro e a certeza da confiança do outro. Dou confiança, por confiar. Sou quem sou. Desfio segredos, desconheço constrangimentos, quebro gelo e me desmancho em soltura; entrega; desnovelo; desprendimento comportamental.
Respeito as exigências formais do respeito instituído, e sei viver em sociedade. Sei lidar. Sei conhecer com quem lido. Há um mundo externo repleto em exigências estéticas e comportamentos impessoais, desenhados para o convívio social. Mas as pessoas que mais respeito pertencem ao mundo interno que fundei para elas - e as raptei - para transformá-las em pessoas pessoais.
AS MÍDIAS, OS INTERESSES PESSOAIS E A HIPOCRISIA RELIGIOSA
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Chegou ao fim, uma novela que me fez entrar em sua história. Uma trama que encontrou as mais diferentes formas de alcançar os corações e as mentes dos brasileiros. Tanto os que assistiram quanto os que não; porque afinal, os que não assistiram fizeram exatamente como aquelas pessoas que não tomam bebidas alcoólicas, porém, cheiram as rolhas. Colhem as rebarbas. Tentam saber por meio de terceiros, ou em última instância, dão audiência escondidos.
Não tenho como não aplaudir uma obra; seja novela, filme, peça teatral, dança, livro, arte plástica (...), exibida por qualquer veículo... seja ele a Rede Globo ou a Band News; a CBN ou a Rádio Tupi; qualquer site, revista ou tela de cinema, se ela propõe um conjunto de reflexões de suma importância para o mundo contemporâneo, de formas tão delicadas, ao mesmo tempo cruas, porém dotadas de responsabilidade social. Conexão com as verdades que nem sempre queremos, mas precisamos encarar.
Vi a novela do início ao fim, com os mesmos olhos que tenho sobre qualquer obra de arte: olhos atentos às mensagens; às entrelinhas; às particularidades que me dizem respeito, e a toda a sociedade, na vida real. Olhos também atentos ao desempenho dos atores; à sensibilidade com que todos incorporam suas personagens e vivem suas histórias como heróis, bandidos, intermediários e figurantes.
É claro que a arte, a exemplo de tudo, tem seus contextos positivos e negativos; perniciosos e sãos. O que posso dizer aos que temem novelas e determinadas emissoras porque seus líderes espirituais ou politicopartidários mandam temer, é que o princípio da cidadania mora na liberdade. Liberdade para vermos, lermos e assistirmos o que achamos de bom tom, com a certeza de separarmos o que é bom e mau para nossas vidas a curto, médio e longo prazo.
Gostar ou não de algo é um direito de todos. Ninguém é obrigado, por exemplo, a ser noveleiro porque sou. Nem deixar de ser porque o padre, o pastor, o pai de santo nem o grão-mestre ou guru não gosta... ou desaprova. Seus próprios olhos e critérios são os mais recomendáveis para você avaliar o que é de bom e mau agouro, didático, antididático, belo, terrível...
Foi com essa liberdade pessoal, esses olhos e critérios que pude absorver o que há de melhor em uma trama. Desarmado, consegui entender que a história trouxe para dentro de minha casa o que meus preconceitos às vezes não querem ver. Arrombou meu sossego e acomodação social, me fazendo refletir sobre a importância de aceitar que o próximo não é só o igual. É também o diferente. Próximo é perto. Ao alcance de nossos olhos, nossas mãos e nosso amor... ou pelo menos nossa tolerância.
Não, não e não. As novelas não influenciam a sociedade. As realidades sociais influenciam as novelas, que as devolvem à sociedade física embrulhadas em arte, literatura e espelho, para decidirmos o que representa em nós. Nem há pregação. Nenhum autor manda cometer crime ou delito, mudar de gênero nem se converter a outra orientação. O que nossos filhos sabem é pelas próprias observações. O que eles são, enrustidos ou às claras, já são mesmo. E o que aprendem, mesmo em nossa companhia, o fazem nas ruas e na vizinhança; nas convivências inevitáveis na escola. E como se não bastasse, ainda aprendem com nossas rabugices religiosas, sociais e políticas, lições incontestes de pura hipocrisia.
Vi uma trama combater, com histórias espelhadas em experiências de vidas reais, o preconceito de gênero; o racismo; o ódio religioso; a negação do vício; a injustiça política e social. Também vi essa trama trazer à luz os caminhos que levam ao crime, para depois mostrar as consequências. Li nos contextos da referida, o discurso verdadeiro de que nos vemos diante de uma nova sociedade, e não nos resta senão optar entre o amor e o ódio, pelas diferenças. E é claro, além de muitas outras realidades, um pouco de poesia.
Enfim, vi com o meu discernimento e minha liberdade, na novela que todos viram com seus olhos ou os olhos alheios, uma mensagem múltipla de amor. Um amor que se distorce na hipocrisia religiosa e na intenção eleitoreira dos candidatos a cargos públicos, quando contradizem suas pregações pretensamente alicerçadas no livro que usam para suas conveniências pessoais.
Este pagão ou não religioso alicerça o seu manifesto utilizando exatamente o livro no qual não crê como guia divino de sua conduta ou caminho para salvação da alma, mas no qual descobre, sempre que o relê, máximas ou ensinamentos preciosos. A bíblia confronta e desmente seus pregadores, onde fala de amor ao próximo; primeiro, porque o próximo é qualquer pessoa de algum modo alcançável. Segundo, porque diz que se deve fazer o bem sem olhar a quem. Terceiro, porque fala do amor de Deus como um amor incondicional. E quem não ama incondicionalmente, fere natureza e o princípio do amor desse provável Deus.
Por fim, a bíblia também desmente seus pregadores, onde afirma que Deus deu ao homem o livre arbítrio. O que os religiosos mais têm feito, com linchamentos verbais e físicos, às vezes letais, é se mostrar superior ao possível Deus, querendo arrancar à força esse livre arbítrio do semelhante. Se a tal bíblia fala em inferno após a morte, porque será que seus seguidores querem condenar o próximo ao inferno – da exclusão, do julgamento e a condenação contínua – mesmo antes da morte?
Conhecer o mundo além das paredes dos templos, das palavras dos líderes, das páginas da bíblia, das dicas da web, das mensagens carolas de redes sociais, da hipocrisia política e familiar e até das mídias fixas e recomendadas, é sair da ignorância. Vencer a limitação. Ter bagagem para refletir por conta própria. Possíveis céu e inferno são o futuro. Não Continuemos ignorantes do agora.
