Condição
"Eu estava na condição de VERGONHA pela lei. Hoje vivo na condição de JUSTIÇA, atuado pela GRAÇA."
—By Coelhinha
Eu não sei viver sem o seu amor e sem suas atenções por acaso é a minha condição;
Eu estou grudado com as esperanças esperando um sinal de positividade ao meu favor;
Agente vive se desejando virtualmente, mas considerando nossas verdades temos plena confiança de teremos a felicidade;
A minha condição sempre me encorajou a trilhar o meu caminho, com assiduidade de um jeito que acredito que mereço
Acreditem se quiserem, mas nem sempre fui guerreiro
Minha relação com as dificuldades da vida
São como crônicas, indispensável relatar em um breve desespero;
"Liberdade, não é a condição de fazer o que quiser, isso é livre arbítrio, liberdade é saber que não estais preso."
A essência Divina e a existência…
A condição humana revela, em sua paradoxal essência, um drama silencioso: aqueles que se proclamam oriundos da eternidade divina, mas vivem sob a penumbra de uma orfandade volitiva, exilados da própria autonomia. Filhos de um princípio absoluto, mendigam a aprovação alheia como se o valor de sua existência estivesse condenado a um juízo externo. Reivindicam uma ascendência celestial, mas curvam-se, em angústia, à necessidade de aplausos, como se suas ações só alcançassem realidade sob o selo de um olhar validante. Há, nesse dilema, um contraste pungente entre a fé que professam e a fragilidade que os paralisa diante de cada escolha, de cada divergência, de cada silêncio que não lhes devolva um eco favorável.
Se a origem é a infinitude, a filiação divina não confere submissão, mas autoridade; não promete servidão, mas uma herança inalienável. Aquele que nasce da plenitude do Ser não se debate em indigência espiritual, pois o dom que lhe é dado não se implora, não se negocia, não se sujeita. Contudo, o que se observa é a inversão desse desígnio: uma multidão de pretensos herdeiros a vagar em torno do tribunal da opinião, reduzidos a sombras de si mesmos, temerosos de afirmar sua própria luz. A grande ruptura não reside na ausência de fé, mas na abdicação de sua potência; não na negação do divino, mas na covardia que se disfarça de reverência.
A fé genuína exige mais do que a repetição mecânica de dogmas: ela clama pela coragem de pensar, pela ousadia de agir, pela firmeza de suportar o risco do erro e o peso da responsabilidade. Não se curva à conveniência do conformismo, mas se ergue na integridade de quem honra o nome que carrega. Tal fé é uma força criadora, que não teme o vazio, mas o atravessa; que não se contenta em esperar permissões, mas inaugura caminhos.
E há, sim, aqueles que, ao invocarem a origem divina, tornam-se arquitetos da própria existência. Não medem a grandeza de seus passos pelo julgamento alheio, mas pela coerência de seus propósitos. Estes, em sua silenciosa audácia, contrastam com os que, embora clamem por uma linhagem sagrada, permanecem acorrentados à inércia, hesitantes até mesmo em sonhar. A verdadeira herança do Altíssimo não se encontra na apatia da dependência, mas na plenitude de quem ousa viver à altura de sua origem eterna.
Silêncio e a verdadeira fortaleza…
Ao imergir nas profundezas sinuosas da condição humana, revela-se o engano intrínseco dos que exaltam a passividade como emblema de força e nobreza de espírito. É uma ilusão crassa, um artifício de mentes que confundem o servilismo silencioso diante das adversidades com alguma forma de virtude elevada. O que se apresenta como resistência é, na verdade, uma fragilidade dissimulada, uma fuga deliberada ao confronto, um retraimento que abdica da autenticidade em favor de uma paz fictícia. A alma que se recusa a enfrentar suas agonias, que cala as chamas da ira, da mágoa e do desespero, não se engrandece; ao contrário, reduz-se a um espectro de si mesma, corroída por dentro, enquanto ostenta o simulacro de uma fortaleza que jamais foi erguida.
Aqueles que exaltam o estoicismo como ápice da maturidade, frequentemente o fazem sem compreender sua essência. O estoicismo verdadeiro não é mera contenção, mas a sublimação do caos, um ordenamento lúcido das paixões e das dores. O silêncio que muitos tomam por maturidade não passa de um disfarce, um verniz que encobre o medo visceral de se despir diante da existência, de se mostrar vulnerável ao embate, de permitir que o tumulto interno transborde e revele a verdadeira face do ser. Sob essa máscara de pretensa serenidade, esconde-se a covardia de um espírito que teme o estrondo do mundo e prefere o cárcere de suas próprias emoções à liberdade perigosa do confronto.
A resiliência, nesse contexto, é frequentemente mal interpretada. Não é resiliência aquilo que se ufana de suportar calado, aquilo que se orgulha de engolir o fel das dores sem jamais questioná-las. Não há grandeza em sufocar a própria essência para agradar à tirania das circunstâncias ou ao olhar vigilante dos outros. O silêncio que se impõe como escudo é, na verdade, uma prisão, e a alma que se deixa aprisionar por ele não encontra a paz, mas sim um estado de latente agonia, onde a verdade jamais cessa de pulsar, corroendo os alicerces da existência.
A verdadeira fortaleza não reside na dissimulação ou na quietude reverente. É a coragem de encarar a turbulência da vida em toda a sua intensidade, de verbalizar o indizível, de trazer à luz as sombras que habitam o íntimo, mesmo que isso signifique subverter o conforto, romper laços ou desafiar as expectativas alheias. A paz que nasce do silêncio imposto é uma paz podre, um engodo que apenas perpetua a mediocridade do espírito. O mundo, indiferente àqueles que se calam por temor, não os celebra; tolera-os brevemente, apenas para varrê-los na corrente inexorável do tempo.
A grandeza autêntica, portanto, manifesta-se na audácia de ser inteiro, de se permitir ferir, de se despir das armaduras ilusórias e enfrentar o mundo com o rosto descoberto. O fragor da existência não é para os pusilânimes, mas para aqueles que, mesmo diante da incerteza, ousam afirmar a própria verdade, ainda que tal ato os lance na solidão ou os despoje das ilusões que sustentavam seu falso equilíbrio. A força não se encontra na ausência de ruído, mas no grito sincero que irrompe do peito, no verbo que dá forma ao indizível e no gesto que desafia o curso previsível do devir.
“Compreender e respeitar o próximo é dar a si a oportunidade do autoconhecimento, condição sine qua non para conviver melhor e também para aceitar a si mesmo”
Ney P. Batista
Mar/26/2022
Empodere-se, mulher!
E o que é empoderamento?
É não aceitar a condição de vítima. É buscar conhecimento.
É buscar informação para fazer melhores escolhas e poder lutar pelos seus direitos.
É assumir-se sem vergonha e sem pedir desculpas por ser quem é.
Quao precaria e a condicao humana: luta-se apenas para sobreviver com um corpo tao fragil quanto a alma que se espatifa a cada sonho frustrado.
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Tem quem é pai por condição
Tem quem é pai por obrigação
Tem quem é pai por determinação
Tem quem é pai por educação
Más existe Pai, que é por dedicação, por excelência, Por amor.
Ser patriota é se preocupar com a pátria. ( condição da mesma, obedecendo as leis, convívio, dedicação, aceitação e respeito para todos os que nela existem) patriotismo não é sinônimo de mão de obra barata e obediência para o oportunismo de empresários mal intencionados.
Dançar é expressar através dos movimentos do corpo a condição de uma consciência feliz.
... Ainda que por um momento em especial.
Não importa a condição financeira e os bens que você tenha se tudo isso ficará por aqui na hora que partir!
A consciência requer que saiamos da condição de vítimas para a condição de imperfeitos. Num mundo de provas e expiações não existem vítimas, existem pecadores que transgrediram as Leis Divinas e estão colhendo os frutos da sua imperfeição. Enquanto nos fizermos de vítimas para angariarmos um lugarzinho no céu, estaremos presos aos elos que nos ligam a ignorância primitiva do espírito. A consciência é o único e exclusivo meio que temos para dissolvermos esses elos que nos limitam, nos prendem e nos impedem de evoluirmos.
Rastejando em decomposição, essa é a condição
Vai sangrando, nessa escravidão a tua mente é a prisão
- Drama da Realidade
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