Conceito
Conceito de Honestidade!
Todo aquele que por caminhos encontrar algo de valor, qualquer coisa pertencente a outro e NÂO o subtrai pro seu proveito próprio.
Este ser entendeu que não é seu, mesmo que imagine que virá outro e o confiscará,
TEORIA DOS JOGOS NO VOTO
Conceito econômico que explica o fenômeno onde o empreendedor (na formação do preço de seu produto) quando ele é deparado com uma situação do qual ele tenha que decidir, entre aumentar (arriscar), manter (conservar) ou diminuir (moderar). Não sabendo da intenção de seu concorrente na formação do preço de seu produto. Porem são correlacionados, pois o resultado (lucro) de venda será consequência da formação do preço de ambos. Assim sendo, quando não sabemos, mas imaginamos a intenção do outro, nossa tendência é ter atitudes conservadoras.
Trazendo para nossa situação eleitoral atual, onde estamos tendo uma posição mais conservadora ao analisar nossa intenção de voto, sem querer arriscar em votar ideologicamente com o receio que percamos nosso voto, por conta das pesquisas que apontam para só dois polos, onde não me vejo representado, porem tento prever qual seria o menos pior. Com isso receio que estejamos sendo conduzido pela propensa intenção de nossos colegas eleitores e não por nossa intenção ideológica. Perdendo nossa liberdade nos aprisionando as pesquisas.
Tipo assim= Tipificação de algo.
Eu acho= sem conceito, titubeios, dúbio.
Sei lá= não sabe nada, perdido sem rumo.
Vou ver..= esquece, estou fora, jamais
Deixar eu pensar= sem resposta pra sempre.
Mais ou menos= péssimo, ruim, reprovado
Qualquer coisa...= estou sem opção
Esta bem...= cuidado.
Ninguém nasce com conceito de Democracia, de Comunismo, de totalitarismo nem de socialismo, essas formas de governo são implantadas lentamente no cérebro dos jovens adolescentes, o que for implantado mais rapidamente será o conceito de ação daquele jovem, mas como nada é para sempre, com o passar do tempo um Democrata pode se transformar em socialista e vice versa, um comunista pode se transformar num cristão e vice versa, ou seja, no cérebro há espaço para mudanças.
Relação não significa união. Os brutos também se relacionam. A união é um conceito que somente metades podem entender. - Frase de Almany Sol em Pensador Uol
"Liberdade é um conceito, uma palavra e até um lema para muitas pessoas, mas para um pássaro é voar sem barreiras..."
A Petrobras não é apenas uma empresa.
Ela é uma Nação.
Um conceito.
Uma bandeira.
E por isso, seu valor é tão grande, incomensurável, insubstituível.
Esta é a crença que impulsiona os que a defendem.
E, sem dúvida alguma, também, a abjeta motivação que está por trás dos canalhas que pretendem destruí-la.
Deus é o conceito mental que mais sofre com o preconceito. Seu maior inimigo é o ego daqueles que estão inundados pelas transitórias certezas científicas. Seu maior "aliado" é o ego que prefere o rebanho para se esconder de suas incertezas e vontades secretas.
Estava eu falando somente do Conceito.
O que é bonito? O que é feio?
Este conceito é relativo e pessoal, independente dos padrões de beleza sociais existentes o que sempre vai valer é a tua visão!
Treine seus olhos para ver beleza em tudo e perceba o quanto isso é libertador.
O CONCEITO DE DEUS EM BARUCH SPINOZA
No “Livro I da Ética e no Tratado sobre a Religião e o Estado”, o filósofo holandês Baruch Spinoza delineia a sua concepção de um Deus despersonalizado e geométrico, contrária a todas as formas de se conceber Deus como uma espécie de entidade, oculta e transcendente, que age conforme os seus desígnios e a sua vontade suprema. De uma teoria que não compartilha da ideia de um Deus autocrático, que controla a tudo e a todos, e que se refugia em algum ponto distante da abóbada celeste — segundo a crença comumente aceita e bastante difundida, sobretudo entre os povos e as civilizações de origem indo-europeia. Motivo pelo qual, o filósofo Spinoza expôs, assim, em sua obra, a sua definição — considerada por ele a mais adequada —, de Deus, em contraposição a todas as doutrinas e dogmas religiosos até então existentes. E é Spinoza quem diz que as massas “supõem, mesmo, que Deus esteja inativo desde que a natureza aja em sua ordem costumeira; e vice-versa, que o poder da natureza, e as causas naturais, ficam inativas desde que Deus esteja agindo; assim, elas imaginam dois poderes distintos um do outro, o poder de Deus e o poder da natureza”. Spinoza ainda nos faz o alerta para o fato de que: “Deus fez todas as coisas em consideração do homem, e que criou o homem para que este lhe prestasse culto. (…) [Isto acontece porque toda] gente nasce ignorante das causas das coisas e que todos desejam alcançar o que lhes é útil e de que são cônscios”. Com efeito, a crença de Spinoza era em um Deus baseado no seguinte princípio: Deus e Natureza são a mesma coisa — Deus sive Natura (Deus ou Natureza).
No pensamento de Spinoza há, ainda, três conceitos considerados básicos e fundamentais, que representam o cerne de suas ideias referentes a Deus, quais sejam: os de substância, de atributo e de modo. Por modo podemos facilmente definir como sendo tudo aquilo que existe ou que pode e venha a existir, e que assume uma forma característica qualquer; ou melhor, que tenha um formato mesmo que transitório da realidade. É o caso, por exemplo, de inúmeros fenômenos e de situações as mais variadas, presentes em nosso cotidiano; de cada um de nós como indivíduos, e do grupo ou da espécie ao qual pertencemos; de nossos corpos e pensamentos; e etc. Em suma, de todas aquelas coisas que se manifestam e se apresentam de diferentes maneiras; de tudo aquilo que denota uma infinidade de aspectos e de particularidades desse nosso mundo.
No que tange à substância, para o referido filósofo, ela é o eixo e o esteio por onde a vida se espraia; é o que estrutura a existência de todos os eventos e acontecimentos. Em poucas palavras, é o que constitui a essência mesma do real.
E, para completar, o que se chama aqui de atributo nada mais é do que aquilo que se traduz como qualidade essencial que compõe o ser da substância. Por esse ângulo, entende-se que pensamento e extensão são manifestações e atributos provenientes da substância divina, da mesma forma que extensão refere-se à essência da materialidade e o pensamento relaciona-se à essência da inteligibilidade.
Na conceituação de Spinoza, a substância (essência e natureza que é Deus) somente pode ser entendida no tocante a dois aspectos: “natura naturans”, que significa o status criativo da natureza, funcionando como um élan vital, que produz a vida e é extremamente ativa nesse processo, enquanto força fundacional que instaura e regula a dinâmica da natureza. De outra feita, está o que ele denomina de “natura naturata”, que é apenas o resultado dessa criação, o lado passivo dessa mecânica, que é o que já foi criado e construído em termos de natureza: formas externas variadas como montanhas, vales, vegetações, ventos, águas, florestas, entre outras. Nessa perspectiva, pode-se dizer que a “natura naturans”, e não a natureza material e compassiva (“natura naturata”, o mundo strito sensu), é idêntica a Deus e se confunde à Sua essência e substância.
Portanto, Spinoza, em sua explanação, entende Deus como sendo a base de sustentação e a condição subjacente da realidade como um todo. Um Deus imbuído da mais clara evidência e certeza racional, que se auto-constitui como sendo a causa de si e de todas as coisas; que se move em função de uma necessidade que lhe é intrínseca e gerada de sua própria essência, a rigor: por meio de processos mecânico-causais e de leis invariáveis, responsáveis pelo total funcionamento e ordenamento do mundo.
Assim, como nos indica o próprio Baruch Spinoza: “Tenho uma concepção de Deus e da natureza totalmente diferente da que costumam ter os cristãos mais recentes, pois afirmo que Deus é a causa imanente, e não externa, de todas as coisas. Eu digo: Tudo está em Deus; tudo vive e se movimenta em Deus”. E acrescenta, dizendo: “Por ajuda de Deus, entendo a fixa e imutável ordem da natureza, ou a cadeia de eventos naturais. (…) A partir da infinita natureza de Deus, todas as coisas (…) decorrem dessa mesma necessidade, e da mesma maneira, que decorre da natureza de um triângulo, de eternidade a eternidade, que seus três ângulos são iguais a dois ângulos retos”.
- Nenhum de nós conhecemos a nós mesmos em nossos íntimos, e do que somos capazes. É o conceito favorito de Sócrates “Conhecer-te a ti mesmo”.
Entender o universo, o mundo, as pessoas ou o que quer que seja pode-se basear no conceito de aplicação da Engenharia Reversa, por exemplo.
Você fragmenta o todo em partes, as descobre e as assimila.
Desfaz, simbolicamente, o que está feito, isola cada ação, compreende-as para só então facilmente compreender a presente reação.
Desconstruir um conceito mal aprendido é a pior forma de tortura para aquele que tem sua 'moral formada'.
