Compreender
Compreender outra pessoa não é o mesmo que aceitar tudo o que ela faz mesmo que se torne insuportável. Compreender é entender os valores e motivos do outro, mesmo discordando dele.
Chega um certo momento em que a gente analisa os fatos, tira a emoção de lado e compreende que estava vivendo uma ilusão.
Se quiseres me entender, ficará ainda mais confuso. Procure me sentir e descobrirá a alma que habita em mim. Fui feita para ser sentida e não compreendida.
Na falta do que ter a falar, permaneça no silencio das emoções, pois lhes sobrara afeto que transcende a barreira do que não quer lhe ouvir mas sente sua falta, e se cala por não compreender o verdadeiro valor do amor ao próximo
Viver e compreender essa vida,
é tarefa quase que impossível.
Você valora os que não te acrescentam
e se desfaz dos que te valorizam.
De fato não somos perfeitos
e a compreensão para esses erros
não nos tarda a chegar.
Com a maturidade e as experiências
aprendemos que ninguém aparece por acaso.
Que nossa única responsabilidade
será somente com os nossos atos,
pois da mesma forma que deixam
um pouco de si conosco,
sempre deixaremos um pouco de nós
por onde passarmos.
~ Marjorie Teixeira
Não queira compreender plenamente a realidade, apenas possa conjecturar suficientemente o imaginário
A vida muito corrida leva ao estresse e a viver sem compreender o sentido da vida. Desacelere e siga o ritmo normal da vida e aproveite cada momento.
Quanto mais perguntas
Menos respostas
Quanto mais respostas
Mais dúvidas
Andamos em círculos?
O que é tudo isso?
Do que nos aproximamos?
Que parte de nós não quer se afastar?
Qual o resultado disso?
O que fazer com as ambivalências?
Para onde vamos?
Repetiremos as repetições?
Será o tempo quem passa ou somos nós que passamos? Precisarmos de apenas uma jornada para saber a resposta viva. Se você percebeu há alguns segundos atrás, uma letra M inesperada pode surgir no local errado e acabar mudando o sentido da nossa reflexão, mas essa alteração não é um erro, é um convite para uma nova camada de entendimento, para compreender que a morte é parte dessa dança atemporal.
Acho que a maioria das pessoas, até aquelas que querem ajudar, nem sempre conseguem compreender a situação dos outros.
A chave para fidelizar clientes é entender precisamente o que o ser humano por trás do cliente espera, necessita e valoriza.
Odiar ou não compreender é fácil, basta apenas enxergar, agora, amar e entender que é difícil, tem que pensar!
'Nem sempre compreendemos que determinadas coisas que surgem pra nós é um bem valioso. Só passamos a perceber, quando ficamos de longe e, sentimos a necessidade de estarmos perto novamente!'
Viver de forma consciente é compreender que o momento presente é tudo o que realmente temos. Não há necessidade de se perder em lembranças passadas ou ansiedades futuras, pois a verdadeira força e clareza surgem quando estamos plenamente aqui, agora. Tudo aquilo que buscamos — paz, amor, equilíbrio, felicidade — não está do lado de fora, mas habita silenciosamente dentro de nós, à espera de ser reconhecido. Quando nos aquietamos e nos conectamos com nossa essência, percebemos que somos inteiros, completos, capazes de acolher nossas emoções e aprender com cada experiência. Viver consciente é assumir a responsabilidade pela própria vida, percebendo que o mundo externo apenas reflete o que cultivamos internamente. Assim, seguimos despertos, com o coração aberto, desfrutando a beleza do instante e permitindo que cada respiração nos aproxime ainda mais da nossa verdadeira natureza.
Apreciar e compreender nem sempre é dizer; por vezes, é silenciar e respeitar, é amar e esperar. Esperançar que tudo pode ser melhor como nunca foi. Tudo.
O meu entendimento tem alguma dificuldade em compreender o motivo de existirem atualmente tantas recriações históricas referentes à Idade Média no Alentejo e um pouco por todo o país. Provavelmente muitos dos seus figurantes e intervenientes não sabem que foi um dos períodos mais negros da nossa história, pois além dos trajes característicos da época e de alguns brandos costumes que nos são apresentados nos eventos, queimava-se gente viva e o povo fazia disso uma festa. Milhares de inocentes foram condenados à morte por tudo e por nada, por invejas, por supostas bruxarias, por maldade ou por perseguições políticas. Os doentes e os loucos eram enjaulados e muitos outros ainda foram vendidos como escravos para África, para a Índia e para o Brasil. Foi esta a nossa idade das trevas onde o medo e a ignorância condenaram muitos portugueses desse tempo a uma escravidão permanente sob a égide de tiranias religiosas e de macabras ostentações senhoriais. Hoje evocam-se esses tempos com orgulho um pouco por todo o lado em feiras, em festas e em tudo o que faça parecer bonito o que de bonito tem muito pouco. Será que não houve um período da nossa história que pudemos evocar os avanços das ideias que nos tornaram mais livres e mais conscientes do nosso papel como agentes transformadores de um mundo melhor? Que legado queremos deixar aos nossos filhos e às novas gerações?
