Comportamento
“A Mentira como Corda Bamba”
Infidelidade não é só um ato, é um comportamento que se enraíza. Quem trai não só atravessa a linha da confiança: aprende a morar na terra da mentira. E como bem disse Fabrício Carpinejar, “O infiel não muda dentro daquela relação. Só aprende a mentir melhor.”
A frase tem o peso de uma verdade inconveniente. Porque, por mais que quem foi traído queira acreditar no arrependimento, no recomeço, o infiel raramente muda enquanto ainda está ali, no mesmo palco da traição. Ele se adapta. Como um equilibrista na corda bamba, não busca sair da situação, apenas aprender a não cair.
A infidelidade cria um ciclo vicioso. Não é só o beijo ou a mensagem escondida que fere; é o teatro que vem depois. O infiel se torna um ator exímio, ensaiando álibis, inventando histórias, medindo palavras para parecer inocente. E quanto mais ele se aperfeiçoa nessa arte, mais se distancia do que é verdadeiro. Ele não reconstrói a relação, apenas remenda os próprios atos para não ser descoberto novamente.
O problema é que mentir melhor não é amar melhor. Pelo contrário, é uma forma de fugir do amor. Porque amar de verdade é despir-se de máscaras, é enfrentar a vulnerabilidade. Quem trai e continua mentindo escolhe o caminho da fuga, não da mudança.
E quem está do outro lado? Muitas vezes, permanece na esperança de que o amor seja suficiente para transformar o outro. Mas amor não salva quem não quer ser salvo. Você pode oferecer sua confiança de novo, mas se o infiel não estiver disposto a encarar a dor que causou, ele continuará a andar na corda bamba. Não para equilibrar a relação, mas para sustentar a própria mentira.
Carpinejar nos faz enxergar que mudança real exige ruptura, não conveniência. O infiel só muda quando sai do jogo — quando é confrontado pela perda, pela solidão, pela necessidade de se encarar no espelho. E mesmo assim, nem sempre muda. Porque mudar não é sobre o outro, é sobre si mesmo.
A verdade é que não dá para amar com a sombra do engano por perto. Ou o amor é inteiro, ou é apenas um disfarce de algo que já não é. E, no fim, quem ama de verdade não precisa aprender a mentir. Ama porque é livre, porque a verdade basta.
E você, vive em um palco de mentiras ou em um lar de verdades?
✍🏼Sibéle Cristina Garcia
Sexóloga/ Comunicadora/ encorajadora da Liberdade Feminina
Nunca permita que o comportamento do outro faça você questionar o seu valor. não dê a ninguém o poder de adoecer a sua vida!
Você já parou para
observar o seu próprio comportamento diante
da sua própria Vida?
Psicanalista Rubenita Simey Olindo
Quando a nossa comunicação é eficaz e eficiente, não mudamos apenas o nosso comportamento, mas transformamos tudo ao nosso redor. O poder da comunicação tem a capacidade de transformar a maldade em bondade, o ódio em amor.
"Mude seu comportamento, ao reconhecer e corrigir seus erros. Assim, você viverá feliz consigo mesmo e com todos ".
Petulância é um comportamento caracterizado pela arrogância, atrevimento e desrespeito. Pessoas petulantes, frequentemente, demonstram uma atitude de superioridade e de insolência, desconsiderando as opiniões e os sentimentos alheios. A petulância pode se manifestar em pessoas por suas ações e palavras, onde elas buscam mostrar desdém ou desdobram-se em interrupções e na desobediência.
A revolução que tantos queremos começa com nosso comportamento.
Comportamento este que é desencadeado pela influência da sociedade. Se quer mudanças, comece por você !
Existem algumas coisas no comportamento humano que parecem ser biológica, social e psicologicamente construídas.
A elegância nem sempre é sobre vestir,
Sobre roupas, visual ou aparência...
Está no comportamento de saber chegar, saber partir,
Com educação, respeito e transparência...
O jovem que observar o comportamento da luz em meio ao campo magnético, encontrará a chave para dobrar os limites da matéria.
A confissão silenciosa do erro torna-se explícita quando de repente o comportamento mudado rapidamente sem motivo.
As pessoas tomam decisões conscientes que dizem respeito ao comportamento futuro, levando em conta sinais obtidos a partir do seu ambiente atual.
Baseado no comportamento de nossos políticos em debates (combates?), fico na dúvida se os próximos serão divididos em rounds ao invés de blocos e se no dia da posse receberão, em lugar da faixa, um cinturão.
Eu não acho que ninguém está isento de sentir inveja, acho até que invejar é um comportamento bem normal e o que torna isso tóxico é a forma que você administra isso. Eu por exemplo tenho a mania de me reprimir e policiar quando me pego jnvejando, tento logo mudar o foco porque não quero aquele sentimento. Hoje mesmo me pego muito feliz pelas conquistas alheias e só o fato de outra pessoa ter conseguido, mostrando que aquilo que me atraiu é possível já me traz tamanha satisfação. Nos último anos eu me concentei em focar em mim, nas minhas escolhas, na minha casa, na minha família, na minha mente e duas coisas pessoais dizer: Uma. Ficamos atrasados quando deixamos a maioria das redes sociais, perdemos um cado daquela socialização básica onde você sabe dos ultimos acontecimentos e fofocas da rede, fora que quando voltamos a ver as redes sociais somos muito objetivos e a maioria dos conteúdos se tornam desinteressantes. Porém quando achamos alguém disposto a conversar outros assuntos temos uma sensação muito boa. Duas, largando de cuidar mais da vida alheia do que da própria tenho a sensação de suficiência, de me sentir melgor na minha pele, de conseguir apontar meus pontos altos e baixo e trabalhar isso, de investir em mim e reconhecer aquilo que realmente me faz feliz. Com essa experiência aprendi que se tratando da minha pessoa, não me faz bem viver de comparações, que não preciso almejar tudo de novo mais moderno que aparece, que não preciso me sentir pressionada a chegar onde fulano ou onde cicrano chegou e de forma muito gostosa entendi que sou equivalente a minha jornada e que as minhas prioridades não precisam seguir um roteiro e que mesmo que pareça que exista, não! O controle da situação não existe nunca! E que gratidão é uma sensação imensa de bem estar, ser e ter. Sim! Ter é importante, mas o importante é alcançar o ter com qualidade, caso contrário não se goza do que se tem.
Nunca haverá apenas dias bons e não estaremos em paz todos os dias, hipocrisias farão parte dos dias e nos sabotarão, mas tudo bem!Isso só porque aprendi a desfrutar com qualidade dos dias bons, tempos nublados me assustam, só que aprendi a olhar que na previsão do tempo diz que na semana haverá sol, se não for nessa será na próxima...
O mundo evoluiu? Em tecnologia sim, mas no que diz respeito ao comportamento de muitas pessoas, com certeza regrediu, a modernidade acabou com o sentimento fraterno de muitos que preferem as redes sociais a ter que amar ao próximo!
