Compaixão
Muitas vezes, o que tanto queremos, depende de uma escolha muito pessoal, aquela que vem lá do nosso eu interior!
O quê eu, realmente, estou disposta a deixar ir para que o novo chegue?
A Transformação Atitudinal é uma decisão, uma escolha, uma nova maneira de viver! Uma maneira mais harmoniosa de viver, com mais empatia, compaixão e Amor!
Há sempre uma nova maneira, se estou comprometida com a minha vida!
E quantas são as maneiras!
Não há receita a ser seguida, há um modo de ser, há escolhas por quais caminhos seguir e sim, há decisões a serem tomadas e que muitas vezes transformam toda a jornada!
Escolha por você! Comprometa-se com a sua vida! Rompa as crenças e barreiras que te limitam, em especial, as emocionais!
Permita-se viver o seu melhor. É possível!
O fato de você ter sido uma criança que não gostava de matemática, por exemplo, não impede - ao contrário do que suas crenças te farão acreditar - que você seja um excelente arquiteto, engenheiro ou até mesmo um Matemático de sucesso!
O futuro não precisa ser como o passado!
Comprometa-se com você, com a sua vida! Integre no seu coração a sua história e os destinos dos seus antepassados, nutra-se da força de vida vinda deles e seja você!
Responsabilize-se pelas suas ações:
- Cuide dos seus sentimentos e pensamentos,
- Cuide do seu corpo - respire, beba água, alimente-se, movimente-se, durma...
- Mantenha relações saudáveis e cuide das suas conexões, afinal somos seres incrivelmente sociais,
- Limpe memórias e crenças e ressignifique sua história,
- Pratique a gratidão, a empatia e a eompaixão em pequenos gestos de amor,
- Comprometa-se com você, contribua para o seu Bem-estar e para o Bem-estar Coletivo!
Diga sim à vida!
Viva!
Ações bondosas são fatos isolados
Em escalas rasas
Raras ao ponto de não se ver
Assim que estiver feito lava teu corpo e faça uma oração pra que tires o ego e fique só a boa ação .
Todos os dias o que rege está dentro de nós. Alguns reinventa em vida, alguns procuram construção existencial, espiritual, emocional, alguns ajudam o irmão próximo a continuar a jornada chamada viver, alguns lamentam os pesares do mundo e choram escondidos, alguns somam, outros fogem, alguns já não acreditar que viver é bom e parte. Há os que persistem e que não apenas existem. Mas há também neste mundo aqueles apoiam golpes, que apoiam pessoas genocidas, pessoas vazias de amor, de compaixão de solidariedade, pessoas que não são capaz de estender um dedo para aqueles que necessitam de atenção. Haverá sempre dois tipo de pessoas. E você qual tipo de pessoa que é? Qual a sua capacidade de reinventar em vida o bem, a paz? Qual a sua capacidade de assumir um erro? Olhe no espelho e responda quem sou eu no mundo? O que eu fiz para ajudar as pessoas? Se você não tiver coragem e não achar respostas, acredite você é um NADA. Um ótima semana pra todos.
Ainda temos muito para refletir sobre os direitos humanos, silenciosamente. Com uma boa literatura sobre compaixão. caridade e infância....
Se achamos que não somos responsáveis pelo que os outros entendem daquilo que falamos é porque falta-nos a empatia necessária para compreendê-los. Muitas vezes, a comunicação não se dá por falta compaixão.
Quem ama de verdade, não espera recompensa, nem se preocupa com as indiferenças, porque é cheio de compaixão.
É tanta "pena" que a gente sente as vezes, que dá vontade pra fazer uma fantasia de carnaval e sair sambando...
Eu fui feliz por um curto espaço de tempo, mas esse pequeno fragmento de felicidade que eu experimentei foi o suficiente para despertar a sinceridade em minhas palavras, e o amor em meu coração.
A vida é o espelho de nossas decisões e atitudes. Desta forma, se ela não tem nos devolvido bons reflexos, vale analisar o que tem sido projetado por nós dia após dia.
Eu queria adormecer na minha realidade e poder esconder o meu sonho da dor e da saudade...
Já não posso estancar minhas mágoas do fundo do peito... E se para isso é necessário gritar, já não tem mais jeito....
Eu já me perdi de mim mesmo, quero me achar em outro e já que meu "eu" não é meu, prefiro morrer aos poucos....
Se nesse meu resto de vida, desconheço a esperança, hoje sei...
é porque quando enraízo um amor o destino vem e arranca...
Arranca sem piedade, faz isso sem compaixão, deixando a dor e a saudade... E aos pedaços restos de um coração....
A dor que sentimos, a ferida que consome o seu corpo, a mulher desejada que faz o pecado, o amor que é perigoso que causa sofrimento... E a cura que liberta e esquece o passado.
Sempre linda, sorridente, de um alto astral e um bom humor, com uma alegria contagiante, vivendo da forma que lhe convém, seguindo todos aqueles padrões da sociedade, mas nunca vivendo da forma que realmente queria viver. Repleta de de pessoas a sua volta, sempre em família, com boas amizades e ótimas companhias. Não perdia seu tempo e não se prendia, só se prendia a vida. Sempre livre, em festa com as melhores amigas, embrulhada pelo mais belo dos vestidos pretos, em cima daquele salto 15, com o mais fascinante dos sorrisos, e os olhares mais hipnotizantes já vistos por toda a vida. Todas rindo, bebendo, dançando, cantando e encantando por onde passam, deixando para trás tudo o que lhe aflige e lhe tira a paz que todas essas coisas trás. Vivendo na rotina, de acordar todos os dias às 5 da manhã, com a cara amassada, sempre com uma xícara de café com muita preguiça e ainda desacordada, com aquela farda escolar, e vestida com o umais lindo jeans de todo o teu guarda-roupas, ressaltando as curvas daquele lindo corpo. Levando na bagagem todo o caos que há em si, toda a angústia, toda a confusão causada por uma paixão insegura, frágil e imatura, muito pouco correspondida, mas muito bem sentida, com todas as emoções à flor da pele, todos os instintos do amor na forma mais apurada possível, amor compartilhado com quem não se pode compartilhar todas as mágoas, angústias e feridas, amor apoiado em uma outra pessoa, em uma outra amizade, amizade essa que cujo papel é ouvir a todo momento, coisas de um relacionamento do qual não lhe convém, ouvir desabafos, e pedidos de socorro. Sempre que chora se entrega ao ombro amigo, da pessoa que mais te quer o bem e o amor que não se pode ter, fazia dele um ventilador e jogava toda a merda acumulada dessa paixão que não é nada recíproca. E é claro, que, como melhor amigo, tirava de si os melhores conselhos e fazia de seus braços o teu melhor abrigo, em momentos de aflição e solidão, quando ela já se via sem ninguém e oprimida por não poder recorrer a quem tanto queria. Pra ele nunca eram bons momentos nunca foi, vê-la assim dessa maneira, aos prantos, com aquele olhar todo borrado e o sorriso mais lindo do mundo quebrado, era a pior coisa do mundo que ele poderia ter visto. O amor da sua vida aos prantos, chorando feito criança após o primeiro tombo quando estão aprendendo a andar de bicicleta, o amor da vida dele, chorando, e por "amor"... "O que fazer? O que falar? Será que devo ir ou ficar, acolher ou renegar" era só isso que pensava, quando se encontrava nessa situação, amando, alguém que só lhe enxerga da maneira mais amigável possível, alguém que ele sabe que nunca terá ali em seus braços pra ti e só por ti, e não aos prantos por conta de um outro amor. O mais pesado de todos os fardos agora estava em suas costas, o fardo do amor não correspondido. Amor que ao mesmo tempo que cresce, corroe tudo o que há por dentro, matando-o pouco a pouco.
Quando quisermos emitir uma opinião sobre alguém, segundo nossos critérios (porque sempre é) devemos lembrar que o outro também tem essa mesma capacidade, a de emitir uma opinião ao olhar pra você, segundo os seus próprios critérios.
Por isso, um e outro, pense, se o critério do outro vier a ser desproporcional a nós, há o mesmo risco de o nosso também ser com relação a ele.
Use de bom senso, compreensão e compaixão ao falar de alguém e se o que for dizer não trouxer benefícios, não diga nada ao outro, nem do outro, assim, sim, irá contribuir para o bem do outro, da sociedade e também do seu próprio!
