Como dizer pra Voce que Nunca Deixei de te Amar
"Perceba como a vida interessante, o sol estará presente e iluminando no dia seguinte e no dia seguinte, o que você precisa é apenas estabelecer uma conexão com o seu sol interior."
AJUDA COM UMA REBATIDA
Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus. —1 Pedro 4:10
Sara Tucholsky, uma jogadora de softbol de uma universidade americana fez a primeira rebatida perfeita da sua vida numa partida contra o time de Washington. Mas ela quase ficou sem receber o crédito por isso. Enquanto ela corria entusiasmada para a primeira base, perdeu a bola! Quando voltou para corrigir o erro, feriu seu joelho. Chorando, ela se arrastou de volta à base. Conforme a regra do jogo, ela tinha que tocar pessoalmente todas as bases para validar o ponto. As colegas da equipe não podiam ajudá-la, de forma alguma.
Então, Mallory Holtman, a primeira batedora do time adversário, gritou: “Estaria tudo bem se nós a carregássemos até as bases?” Depois de verificar, os árbitros concordaram. Sendo assim, Mallory e outras colegas da equipe fizeram uma “cadeirinha” com as mãos e levaram Sara carregada para contornar as bases. No momento em que acabaram de carregá-la, muitos estavam chorando, por este ato altruísta de compaixão e Sara recebeu os créditos pela sua rebatida.
A lição para os seguidores de Cristo é clara. Quando um irmão na fé tropeça e cai, precisamos seguir o exemplo destas jogadoras. Alcançá-los. Levantá-los e carregá-los pelo caminho. É uma oportunidade maravilhosa para “servir uns aos outros […] como bons despenseiros da multiforme graça de Deus” (1 Pedro 4:10). —DCE
Ninguém será inútil neste mundo, se aliviar o fardo de outra pessoa. —Charles Dickens David C. Egner
COMO ENCONTRAR JESUS
Aquele que não poupou a seu próprio Filho, antes, por nós o entregou, porventura não nos dará graciosamente com ele todas as coisas? —Romanos 8:32
Após o roubo de uma valiosa imagem de louça do menino Jesus, de um presépio em Wellington, na Flórida, EUA, as autoridades tomaram providências para evitar que os ladrões a levassem de lá novamente. Um noticiário da Imprensa informou sobre a instalação de um mecanismo de localização GPS, dentro da louça da imagem substituta. Quando a peça que representava o menino Jesus voltou a desaparecer no Natal seguinte, os agentes da polícia foram guiados pelo sinal até o apartamento do ladrão.
Existem momentos em que circunstâncias difíceis ou perdas pessoais podem nos fazer sentir como se Cristo tivesse sido roubado do nosso Natal. Como encontrar Jesus quando a vida parece estar contra nós?
Assim como um GPS espiritual, Romanos 8 nos guia ao infalível amor e presença de Deus. Lemos que o Espírito Santo nos ajuda em nossas fraquezas e intercede por nós (v.27). Sabemos que Deus é por nós (v.31). Temos também esta grande confiança: “Aquele que não poupou a seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?” (v.32). Por último, somos advertidos de que nada pode nos separar do amor de Deus em Cristo Jesus (vv.38-39).
Procuremos Jesus na manjedoura, na cruz, ressuscitado dentre os mortos, e em nossos corações. Estes são os lugares onde podemos encontrar Jesus, no Natal. —DCM
Se valorizarmos somente a festa do Natal, poderemos perder Cristo de vista. David C. McCasland
Pagãos confundidos como cristãos assassinaram Hipátia de Alexandria, com métodos pra lá de hediondos. O pagão é o indivíduo de baixa consciência, agindo pelas emoções mais primitivas como o ódio.
"Não sou poeta e tão pouco escritor, sou mais um mensageiro dos anjos ,nomeado como o Pensador, que escrevo e divulgo o que vem na inspiração sem nenhum temor e muitas vezes como eterno sonhador."
Não fale que sou bom por causa que eu ajudo as outras pessoas, porque vocês não sabem como eu faço para ajudá-las de verdade.
Imprevisto
Bom ... eu sei como é
Esperar algo por muito tempo
Esperar o momento certo
Mas imprevistos acontecem
Mesmo com todo o planejamento feito
Algo de repente muda o roteiro
Agora é a hora de improvisar
Mudar o que era previsto
Agir sem pensar muito
Apenas fluir as palavras
Dar passos sem calcular
Agir sem se preocupar
Isso é necessário
Pelo menos as vezes
Quando perdemos o controle
Nem tudo , na verdade
A maioria das coisas não são
Como havíamos pensado
Eu até sinto saudades, porém a maneira como eu fui moldado ao longo do tempo em meus relacionamentos anteriores e o meu orgulho me privam de correr atras.
Crianças e Discípulos
Como o movimento vaivém de um relógio, cada nova geração reage como um pêndulo aos “pecados dos seus antecessores”. Por mais gratos que sejamos pelos bens que herdamos, estamos prontos a “corrigir” as falhas que enxergamos em nossos pais.
Parece-me que isto está ocorrendo pela maneira como uma geração emergente enxerga a salvação e o crescimento espiritual.
Muitos jovens seguidores de Jesus acreditam que, no passado, dava-se muita atenção em ajudar outros a “serem salvos” através da decisão de receber a Cristo como Salvador. Nos dias de hoje, uma jovem e crescente comunidade espiritual prefere pensar em tornar-se um discípulo de Cristo. Ao invés de focar-se no livramento de um futuro julgamento, esta geração emergente vê a necessidade de submissão de todas as áreas da vida à influência e controle de Jesus como Senhor.
A nova perspectiva é importante. Muitos jovens evangélicos atuais cresceram em igrejas que não enfatizavam “discipulado” e “vida no reino”. Esses jovens reagem contra uma geração que se preocupava mais em ajudar outros a prepararem-se para a eternidade, do que em atender as necessidades de suas vizinhanças.
Na verdade, no entanto, os pais e avós dos jovens evangélicos de hoje estavam reagindo ao liberalismo e ao evangelho social da geração que lhes era antecedente. Seus esforços para esclarecer a necessidade de uma fé pessoal em Cristo e de crescimento na esperança da promessa do Seu retorno, os tornaram desconfiados por qualquer preocupação social ou ambiental.
Agora, novamente, o pêndulo está oscilando em outra direção. Em reação àqueles que veem a salvação como uma decisão de fé do tipo “uma vez salvo sempre salvo”, muitos jovens evangélicos discutem sobre o significado de trazer as necessidades de nossos vizinhos a Jesus. Ao invés de enfatizarem uma “decisão” de receber a Cristo, falam de um processo e jornada de fé que desvia nosso olhar do futuro para o presente; ao comprometimento com a cultura, não com a separação, e de ser salvo para a eternidade com o objetivo de trazer algo do eterno à terra.
À medida que são feitas as correções necessárias, é importante não perdermos algumas distinções muito claras que as prévias gerações já tinham alcançado.
Qualificações para os Discípulos — Jesus deixou bem claro que Ele pedia aos Seus seguidores que fizessem mais do que simplesmente decidir crer que Ele era o tão esperado Messias e Filho de Deus. Ele disse: “O discípulo não está acima do seu mestre; todo aquele, porém, que for bem instruído será como o seu mestre” (Lucas 6:40).
Ele disse, “E qualquer que não tomar a sua cruz e vier após mim não pode ser meu discípulo. Pois qual de vós, pretendendo construir uma torre, não se assenta primeiro para calcular a despesa e verificar se tem os meios para a concluir?”(Lucas 14:27-28)
Seguir Jesus envolve mais do que simplesmente apreciar as maravilhas do Seu perdão. Segui-lo nos desafia a colocar Cristo, Seu corpo, e Sua missão acima de todos os nossos compromissos naturais com o lar, trabalho e felicidade.
Esta chamada ao discipulado representa o nosso objetivo em sermos à imagem de Cristo, ao permitirmos que o nosso maior desejo seja juntarmo-nos a Jesus em Sua oração: “dizendo: Pai, se queres, passa de mim este cálice; contudo, não se faça a minha vontade, e sim a tua” (Lucas 22:42). Este é o tipo de fé que nos capacita a seguir Jesus em nosso próprio momento e em nosso ambiente de convivência. No entanto, não é este o compromisso radical que nos faz nascer na família de Deus.
O que é necessário para nascer em Sua família — Por mais importante que possa ser o crescimento à semelhança de Jesus, as Escrituras também nos falam sobre a importância de primeiro tomarmos a decisão de confiar nele como Senhor e Salvador. Vemos isto acontecer com um dos ladrões que foi crucificado ao lado de Cristo. Ele não teve tempo para tornar-se um discípulo. O melhor que poderia fazer naquele momento era reconhecer sua própria culpa, voltar-se para Jesus, e dizer, “Jesus, lembra-te de mim quando vieres no teu reino. Jesus lhe respondeu: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso” (Lucas 23:42-43).
Há também o prostrado pecador, que no templo orou dizendo: “Ó Deus, sê propício a mim, pecador!” E Jesus disse que este homem “desceu justificado para sua casa” (ele foi declarado justo aos olhos de Deus, Lucas 18:13-14). Há também o carcereiro de Filipo que clamou a Paulo e Silas, “Senhores, que devo fazer para que seja salvo?” e eles responderam: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo” (Atos 16:30-31).
Muitos outros textos acrescentam que: “sem mérito”, e somente “pela fé” nas provisões de Deus para a nossa salvação podemos nascer “na família de Deus” (João 3:16; 5:24; Romanos 4:5; Efésios 2:8-9; 1 João 5:13).
A resposta é por: ambos/e — A salvação pessoal é o alicerce para a nossa fé espiritual e posicionamentos. Somente ao encontrarmos o perdão, a identidade “em Cristo”, podemos encontrar o sentido de segurança e paz que nossos corações almejam.
No entanto, de acordo com o Novo Testamento, o nosso nascimento na família de Deus é o início —, e não o objetivo final de nossa fé.
Tão importante quanto era para a geração anterior esclarecer a decisão sobre a fé salvadora e a esperança de um reino vindouro, a nova geração está correta ao enfatizar as diversas consequências que estão envolvidas em ser discípulo e seguidor de Jesus nos dias atuais.
Paulo não escreveu somente sobre a salvação pela fé, mas também sobre a necessidade de um comportamento que seja: “a fim de ornarem, em todas as coisas, a doutrina de Deus, nosso Salvador” (Tito 2:10). Desta maneira, muitos jovens evangélicos estão tornando visível a sua fé em Jesus. Através de suas preocupações por justiça social e reconciliação racial, demonstram que ouviram o que Jesus falou sobre o Bom Samaritano. Em suas preocupações com o meio ambiente, muitos estão demonstrando que ainda creem que “este é o mundo de nosso Pai”.
Mais uma vez, o desafio será recolocar o pêndulo no centro e pular fora no momento em que as decisões pessoais que envolvem salvação e uma vida de constante aprendizado e atitudes de discipulado estiverem em saudável equilíbrio.
Pai celestial, por favor, ajuda-nos a descobrir o que significa viver como um cidadão dos céus — enquanto demonstrarmos a nossa preocupação e cuidado com nossa geração, assim como o Senhor demonstrou pela geração do Seu tempo aqui neste mundo. Mart DeHaan
É meu problema, sim
Não te vingarás nem guardarás ira […], mas amarás o teu próximo como a ti mesmo… —Levítico 19:18
Emmett Till era um adolescente negro de Chicago, EUA, quando o Sul dos EUA ainda era muito segregado. Em 1955 ao visitar seus parentes no Mississipi e ter “ousado” falar com uma mulher branca, dois homens brancos brutalmente, o assassinaram. Um tribunal composto totalmente de homens de cor branca declarou os dois “inocentes” — após deliberarem apenas por uma hora. Mais tarde os acusados confessaram o crime num artigo da revista Life.
Seguindo o veredito, a mãe de Emmett disse: “Dois meses atrás eu possuía um bom apartamento, um bom emprego, e um filho. Quando alguma coisa acontecia aos Negros no Sul, dizia: ‘É problema deles, não meu.’ Agora sei como estava errada. O assassinato do meu filho me mostrou que o que acontece a qualquer um de nós, em qualquer parte do mundo, é melhor que seja problema de todos nós.”
Levítico 19:18 nos ensina a fazer da preocupação de outra pessoa a nossa própria. Jesus diz: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. Nos mostra a não ter limitações em amar os que estão ao nosso redor (Mateus 22:39; Lucas 10:25-37). Nosso próximo não quer dizer somente alguém perto; é qualquer um em necessidade. Devemos cuidar dos outros, como cuidamos de nós mesmos.
Amar nosso próximo significa tornar nossa a perseguição, o sofrimento e a injustiça de outras pessoas como nós. É responsabilidade de todos que seguem a Cristo.
A compaixão transforma o amor em ação. Marvin Williams
Um Amigo em comum
…tenho-vos chamado amigos. —João 15:15
Imagine-se como um visitante em uma terra estranha, comparecendo sem anúncio prévio a uma reunião de pessoas a quem você nunca viu anteriormente e que também nunca ouviram falar de você — e você recebendo permissão para se dirigir a esse grupo apenas alguns minutos após sua chegada. Isso só poderá acontecer se houver algo que quebre as barreiras — como amigos em comum, por exemplo.
Isso aconteceu quando levei um grupo missionário a um culto em Discovery Bay, na Jamaica. Antes de deixar os EUA, meu amigo Dorant Brown, um pastor jamaicano, recomendou uma igreja para visitarmos. Ao chegarmos à igreja, mencionei o nome do pastor Brown. Fomos bem recebidos, fui solicitado a compartilhar uma palavra, e nosso grupo apresentou músicas.
Embora compartilhar o nome do pastor Dorant foi importante, não foi esse amigo em comum que nos garantiu uma recepção tão calorosa. Foi o Amigo e Salvador Jesus, que ambos já conhecemos, quem abriu os corações de nossos amigos jamaicanos à nossa visita.
Você já experimentou uma proximidade com alguém que acabou de conhecer, ao lhe contar que você também conhece Jesus? Ele é um amigo que entregou Sua vida por nós (João 15:13), e Ele transforma em irmãos e irmãs todos os que creem nele (1 Pedro 2:17).
Jesus. Nosso Salvador. Nosso Amigo em comum, une corações ao redor do mundo sob a bandeira do Seu amor.
Aqueles que se aproximam de Cristo, aproximam-se dos outros. Dave Branon
Amor fraternal
Amarás o Senhor teu Deus […] e amarás o teu próximo como a ti mesmo. —Lucas 10:27
Teria sido mais fácil simplesmente comprar um novo secador de cabelo. Determinado a economizar dinheiro, decidi eu mesmo consertá-lo. Para afrouxar o parafuso que estava bem apertado no cabo, usei o socorro básico do homem versátil — meu canivete. Quando coloquei pressão na lâmina para virar o parafuso, a lâmina fechou- -se — no meu dedo!
Aquele dia aprendi uma lição: eu me amo, e tenho urgência em atender às minhas necessidades. Não houve nenhum pensamento do tipo: “Bem, não tenho necessidade de parar o sangramento agora. Resolvo isso mais tarde.” E também houve brandura no jeito como cuidei do problema. Instruí minha equipe de primeiros socorros (minha esposa e filhos) a lavar com cuidado o meu dedo, e a colocar o esparadrapo de maneira tal que não puxasse os pelos do dedo ao removê-lo. Meus pensamentos, palavras e ações foram governadas pelo amor a mim mesmo.
Amar o “teu próximo como a ti mesmo” (Lucas 10:27) exige o mesmo tipo de amor urgente. É um amor que percebe a necessidade da outra pessoa e não descansa até que isto seja resolvido. É um amor brando, cuidadoso, que pensa e age gentilmente. É o amor sacrificial e compassivo que um samaritano de nome desconhecido teve por um viajante caído. É o tipo de amor que Deus quer compartilhar com o seu próximo através de você.
Você não pode tocar o coração do seu próximo sem usar o seu próprio coração. Joe Stowell
Seja luz!
Pois, outrora, éreis trevas, porém agora sois luz no Senhor; andai como filhos da luz. —Efésios 5:8
Um amigo meu tem a oportunidade de assistir ao maior campeonato de futebol todos os invernos, como jornalista. Seu trabalho é entrevistar os atletas cristãos e as equipes do Campeonato Nacional para um programa de rádio evangélico.
Há alguns anos, ao iniciar seu trabalho cobrindo importantes competições, decepcionou-se com a atmosfera interesseira e egoísta reinante durante a semana de competições. “Achei aquele lugar muito escuro”, ele diz.
Um dia contou a um antigo jogador de futebol, cristão, como estava se sentindo. O atleta olhou para este meu amigo e disse: “Irmão, você está sendo uma luz nesse lugar escuro.” Esse comentário fez meu amigo lembrar-se do motivo por estar lá e o ajudou a renovar sua empolgação em servir a Deus onde existe a necessidade da luz do evangelho. O comentário o impulsionou a deixar que sua luz brilhasse.
Talvez você trabalhe em um ambiente onde Deus não seja reconhecido, a fé seja escarnecida, e a vida ímpia, aplaudida. Talvez você sinta que esteja indo para “um lugar muito escuro”.
Por que não ser uma luz (Efésios 5:8) — com seus sorrisos, palavras e ações bondosas, e trabalho diligente? Peça a Deus oportunidades para compartilhar as boas-novas de Jesus Cristo. Talvez você seja a única luz que o seu colega de trabalho verá no dia de hoje.
No mundo escuro, o nosso testemunho por Cristo é a luz. Dave Branon
Pegue toda suas dores, frustrações e seus medos e os use como combustível para alcançar qualquer meta ou objetivo, mais use tudo isso a ponto de não restar nada que venha ferir novamente, e assim você estará pronto para ser uma pessoa melhor.
É como se existisse um mundo inteiro lá fora que não conheço, um mundo de descobertas, alegrias e tristezas. Conforta-me saber que sou apenas uma peça em um imenso quebra-cabeça e que não estou só em meus tormentos.
Como uma árvore
Ele é como árvore plantada junto a corrente de águas… —Salmo 1:3
Na quietude dos meus últimos anos planejo observar o crescimento de uma árvore — uma muda de bétula que plantei há 30 anos. Ela ergue-se agora em esplendorosa maturidade, do lado da nossa janela principal — linda em todas as estações do ano.
É assim também com os nossos esforços espirituais. Podemos ter plantado, regado e dado muita atenção para as nossas “mudinhas” (aqueles que discipulamos) por algum tempo, mas somente Deus pode transformá-las em “árvores.”
De vez em quando, recebo notícias daqueles a quem ministrei há alguns anos e, para minha alegria, descubro que atingiram a maturidade e são grandemente usados por Deus — sem qualquer ajuda da minha parte. É um lembrete de que planto e rego por um tempo e ajudo outros a crescerem “em tudo naquele que é a cabeça, Cristo” (Efésios 4:15). No entanto, somente Deus “dá o crescimento” (1 Coríntios 3:6-7).
O teólogo alemão Helmut Thielicke escreveu: “O homem que não sabe como se desvencilhar, que estranha a silenciosa e confiante alegria naquele que cumpre Seus propósitos sem a nossa ajuda (ou também através de nós ou apesar de nós), ou em quem faz as árvores crescerem esse homem será nada mais que uma criatura miserável em sua velhice.”
Portanto, em minha idade, ainda possa cultivar uma ou duas mudinhas, mas principalmente vou observar seu crescimento.
Aqueles que seguem Cristo podem ajudar outros a segui-lo também. David H. Roper
Devagar
Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam demorada. —2 Pedro 3:9
Se surgisse um concurso para descobrir a virtude mais popular, desconfio que a “rapidez” venceria a “superioridade.” Muitas partes do mundo parecem estar obcecadas pela velocidade. Contudo, a febre da “rapidez” não nos leva a lugar algum — rapidamente.
“Chegou a hora de desafiarmos nossa obsessão em fazer tudo com maior rapidez,” afirma Carl Honoré em seu livro Devagar (Editora Record, 2005). “A velocidade nem sempre é a melhor política.”
De acordo com a Bíblia, esse autor está certo. Pedro nos advertiu que nos últimos dias as pessoas duvidariam de Deus por parecer que Ele está demorando para cumprir a promessa da Sua volta. No entanto, Pedro destaca que esta aparente demora é algo positivo. Na verdade, Deus está demonstrando Sua paciência dando mais tempo para que as pessoas se arrependam (2 Pedro 3:9), e também sendo fiel ao Seu caráter, sendo paciente ou tardio em irar-se (Êxodo 34:6).
Nós também devemos ser tardios em irar-nos — e tardios para falar (Tiago 1:19). Segundo Tiago, a “prontidão” está reservada para os nossos ouvidos. Devemos estar prontos para ouvir. Pense em quantos problemas poderíamos evitar se aprendêssemos a ouvir — escutar de verdade, não apenas parar de falar — antes de abrir a boca.
Em meio à correria para atingir nossas metas e prazos, lembremo-nos de nos apressar em ouvir e desacelerar nossos humores e nossas línguas.
Ao ser tentado a perder a paciência com alguém, pense sobre o quanto Deus é paciente com você. Julie Ackerman Link
O outro lado
…Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina… —Tiago 4:14
Quando alguém disse ao meu amigo: “Vejo você daqui um ano,” soou estranho quando ele respondeu: “Sim, do outro lado.” Queria dizer que o veria do outro lado do desdobramento de uma operação militar, que duraria um ano. Todavia, como a expressão é frequentemente usada para referir-se ao céu, fez-me refletir sobre a incerteza da vida. E pensei: Quem estará aqui daqui a um ano? Quem poderá estar nesta época do outro lado — no céu?
Com certeza não sabemos o que o próximo ano — ou hora — trará. Em sua epístola, Tiago escreveu sobre esta incerteza, e repreendeu os comerciantes gananciosos por vangloriarem-se sobre o que fariam naquele dia, no dia seguinte ou no próximo ano (Tiago 4:13). O pecado deles não era fazer planos; era esquecer-se de Deus e de modo arrogante vangloriarem-se desses planos de negócios.
Tiago lembrou-lhes: “Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa” (Tiago 4:14). Um comentarista afirma que Tiago estava destacando a tolice deles e dizendo basicamente: “Venham agora, vocês que fazem planos — vocês nem mesmo compreendem quão pouco controle têm sobre a vida em si.”
Nenhuma parte da vida está fora do controle de Deus. Portanto, ao fazermos planos, lembremo-nos: “Se o Senhor quiser, não só viveremos, como também faremos isto ou aquilo” (Tiago 4:15).
Escreva seus planos a lápis e deixe a borracha com Deus. Anne Cetas
Autenticidade
Em tudo recomendando-nos a nós mesmos como ministros de Deus: na muita paciência, nas aflições, nas privações, nas angústias. —2 Coríntios 6:4
Uma vendedora de antiguidades achou que o cartão de beisebol já amassado que encontrou pudesse valer dez dólares. Após colocá-lo à venda em um site, começou a imaginar que talvez valesse mais do que pensava. Retirou a venda do site e consultou um avaliador profissional, que confirmou que aquela foto no cartão era de 1869, e exibia a primeira equipe de beisebol profissional dos Estados Unidos, o Cincinnati Red Stockings. O cartão foi vendido por mais de 75 mil dólares.
Em um artigo escrito sobre este fato, o jornalista Mike Osegueda informou que apesar do cartão estar amassado e desbotado, o mais importante era sua autenticidade — era o cartão verdadeiro.
Paulo e seus companheiros sofreram muito enquanto divulgavam o evangelho. Em 2 Coríntios 6, ele enumerou suas provações externas, suas características internas e seus recursos espirituais (vv.4-7). Tente imaginar as circunstâncias nas quais tudo isso ocorreu — espancamentos, paciência, prisão, bondade, sofrimentos, amor. Apesar de feridos fisicamente, destruídos emocionalmente e provados espiritualmente, a autenticidade da sua fé em Cristo resplandeceu claramente. “Entristecidos, mas sempre alegres; pobres, mas enriquecendo a muitos; nada tendo, mas possuindo tudo” (2 Coríntios 6:10).
Em nossa caminhada com Cristo, não há nada que substitua a autenticidade espiritual — ser verdadeiro.
Não há substituto para a autenticidade. David C. McCasland
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