Como a Vida Imita o Xadrez de Gary Kasparov
A maioria da sociedade, luta e clama pelos seus direitos como bravos leões, entretanto fogem como covardes hienas no momento do dever.
A benevolência está contida na caridade, assim como entendia Jesus, não somente dando esmolas, mas tentando aliviar o sofrimento moral e social, devolvendo a dignidade muitas vezes esquecidas na escuridão do sofrimento.
A maior loucura de todas
É ser taxado como louco em um mundo de loucos
Onde a loucura se faz mundo
E oque é louco se faz lúcido
Veio assim de repente, como essa brisa gostosa que corta o vale. Uma lembrança recente, que se faz nascente, no amor que ainda insiste em você.
A espera
Era para ser apenas uma brincadeira, mas o destino, como quem quer brincar também,
resolveu interferir e revirou tudo sem se preocupar com as consequências.
Uma teia, um amaranhado...e ela lá, cada vez mais se embrenhando, sem sentir
o perigo rondando.
Não teve nunca a intenção de machucar, ou mesmo de iludir. Só queria mesmo se divertir.
O mal estava feito, mas ela não percebeu. Embora como que por intuição, se aproximou
mais e mais do precipício. Deixou-se envolver e ladeira abaixo mergulhou, crente estar segura...
Nada mais importava, só o fato de alcançar o objetivo da sua loucura. A meta desejada e
insanamente buscada. Não percebia que o lume era lodo e que cada vez mais a arrastava
às profundezas sem deixar possibilidade de voltar. E ela mergulhava cada vez mais fundo...
A teia ser formou, asfixiou. O ar já rarefeito, faltando cada vez mais...pediu a Santa que
a aliviasse. Fez novena, rezou o terço, se ajoelhou, implorou, chorou. Mas a Santa não
a ouvia...parecia surda, ou quem sabe ouvia apenas quem sabe rezar (não era o seu caso).
A noite, que antes se fazia clara e com luar, agora se faz negra e fria. O ar, que faz falta aos
pulmões, também negros e doloridos, é fétido e escasso.
Ela clama pela morte. Chama-a a todo instante, não suporta as dores. As teias a prende
com tanta força...enforcam, faz doer e doer e doer...se ao menos pudesse dar fim a tudo...
Uma bala na cabeça, um veneno fulminante, um suicídio honroso...ainda não. O tempo
não para, e a mãe espera dela, mesmo sabendo que já não pode dar o que precisa.
O poço é profundo. A luz não existe, só a escuridão...as vozes que ouve são de seres
nefastos induzindo-a à morte. Ela vai indo...mais e mais...se afundando na lama fétida.
Não precisa mais de mão alguma. Sabe se matar sozinha...mas ainda não pode ser
agora. Alguém, que também se vai (para o céu), tenta desesperadamente ficar, na mera
e vã esperança de acender a luz nos olhos dela. Tenta em vão mostrar que o túnel pode
acabar e o sol surgir.E nessas mãos entrelaçadas, da morte boa com a morte má, o destino
vai brincando enquanto elas não chegam.
A mãe, fragilizada e caquética, carrega com galhardia o peso nos ombros da filha mergulhada
nas teias que teceu e que agora não sabe se desvencilhar. Esperam pela morte que teima em não
chegar. Esperam unidas pelo fim amargo que hão de as separar num outro plano.
O que a gente não suporta no outro,é aquilo que não suportamos de nós mesmos,o outro funciona como espelho onde é possível ver o próprio reflexo...
Sei que amanhã quando eu acordar, o mundo não terá acabado. Sei que tudo vai voltar como era, e esse é o problema, voltar como era, quando era melhor o mundo ter acabado.
"Tudo bem, pode ir! Eu não vou pedir pra ficar, nem vou pedir que me abrace forte, como quando você me via depois de um dia longo de trabalho. Não vou pedir aquele carinho gostoso. Também não sentirei falta do amor pela manhã, nem de dormir entrelaçada em seus braços. Não se preocupa, pode ir. Eu vou ficar bem, sem seus telefonemas em que você me contava inúmeras histórias e me tirava risos e mais risos. Em falar nisso, eu vou me acostumar sem aquele ataque de risos que só você me provocava e eu parecia uma louca me debatendo. Também não vou me importar em não ir pra cozinha a noite preparar um café forte pra você. Deixa tudo assim, vou ficar legal, mesmo sabendo que vou ouvir nossa música e não poderei te ligar pra falar sobre o quanto acho ela parecida com você. E os inúmeros cafunes? Eu vou tentar fazer outra coisa quando sentir vontade de faze-los. Não fica não, pra você me pôr pra dormir. Nem fica pra ensinar sobre o que eu nunca vou entender, nem pra me dizer que tudo sempre fica bem, que tudo depende de como eu vejo as coisas. Se quiser pode ir. Mas se quiser voltar, também volte. Talvez eu precise ainda sentir o teu cheiro bom e acordar com tua barba passeando pelo meu corpo. Só não demora, não quero perder-te em meio a tantos outros que vou conhecer. Prometo que tento não chama-los pelo teu nome. E quando você voltar, me pega daquele jeito, goza em cima de mim, me abraça apertado, me olha nos olhos e me chama de linda, fala do meu sorriso. E depois pode ir novamente, mas deixa a porta aberta, tenho medo de ficar presa dentro de casa.
Não sei mais o que dizer para com você que junta tudo o que lhe digo como uma receita de um bolo para deliciar-se sem o mínimo constrangimento;
Eu nem tenho para onde ir, prefiro ficar e te cultuar encontrando o meu tempo para te felicitar;
Como viver?
Acabei de te perder...
Tinha desistido de te querer,
sabia que ao teu lado era puro sofrer...
Mas por amar te tanto,
sinceramente segurei meu pranto...
Tudo com você parece pouco...
que amor é esse que exige tanto e dá tão pouco...
só pode ser coisa de louco...
Sinceramente senti que viver sem ti
seria morrer...
Agora te perdi...
e não entendo!!
Como foi que não morri?
Evolução? por Saik
É um fato que se perder é mais facil do que parece
E é como mudar de roupa mudar nossa opinião
O que é ruim lembramos e o que é bom a mente esquece
Tem que ter sabedoria pra não perder a razão
Sabedoria essa que só se conquista pelo erro
E o erro sempre machuca apesar de não causar mal
Preste atenção ouça bem o meu apelo
Aprenda com os erros por que isso é vital
Achamos que é injusto passar o que passamos
Achamos muito triste não conseguirmos o que queremos
A gente reclama que não temos amor de quem amamos
Mas não prestamos atenção ao que nós mesmos fazemos
O que vem facil não dura
E de fato tem pouco valor
Vá atraz e procura
A raridade que é o verdadeiro amor
Eu acredito que um dia esse amor ira acabar
e como de um sonho ruim eu irei acordar,
e poderei começar novamente outro alguém amar.
Hoje o meu Silêncio soa a dor da minha alma e me refaz pensar, como seria se um dia eu pudesse mudar tudo isso.
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