Colo
Eu inspiro
Instigo
Incito
E excito
Ao me sentar
Em seu colo quente
E eu gemo
De prazer intenso
E deliro de achar bom
Com as suas profundas carícias
Quem manda me seduzir!!!
Fernanda de Paula
Instagram: fernanda.depaula.56679
Novo Instagram: mentepoetica2020
A gente também sente medo, queremos colo, às vezes, ou vontade de pegar uma pessoa e abraçá-la para que todos os seus problemas passem. Olho para o outro, com batalhas tão árduas, que não faço ideia como seus ombros suportam tamanha carga.
Inevitáveis lágrimas escorrem para curar o aperto no peito... Porque somos todos u.m.!
Há quem sofre por injustiças que não cessam... Nestes casos, precisa-se renascer todos os dias, afinal o que já se foi consegue ressurgir de lugares obscuros.
Para o amargo virar doce, muita transformação química se faz necessária, formando assim novas substâncias.
Sons da madrugada (2)
A chuva mansa, na madrugada, quer me ajudar.
Como acalanto de colo de mãe,
Ela canta: dorme!
Em seus braços, sou criança.
Todavia, ambulâncias, na rua, se afligem.
Agora são muitas, tão próximas...
Arrancam-me do repouso sagrado
Levam-me aos sons do sofrimento alheio.
Liberto-me dos sons internos,
Consigo ouvir além.
Contemplo gritos que não vêm de mim,
Mas são meus. Sou um com aqueles que clamam.
Será que durmo?
Ou só agora desperto?
Os sons são tão perturbadores...
Como não os ouvia antes?
Som do sofrimento gerado pelo desprezo,
Som de exaustão causada pela humilhação,
Som atormentado por sentir o menosprezo,
Som do abatimento e da submissão.
Tantos sons na agonia terrível da noite insone.
Quatro e vinte, marcam os ponteiros
Há algo que esta questão solucione?
Lamentos ecoando no escuro traiçoeiro?
A chuva, dentro de mim, escorre pelos olhos
Lá fora, agora, a chuva chama.
Como instrução ministrada por mãe,
Embora mansa, clama: Levanta!
É o que permanece!
Só a chuva mansa.
Desperta-me e chama-me à ação.
A chuva... Avante!
Antêros
Perguntas-me por que no peito tal furor
Sobre o colo dobrado, o espírito indomado;
É porque pela raça de Anteu fui talhado,
Eu devolvo estes dardos ao deus vencedor.
Sim, sou um dos que inspiram esse Vingador,
Ele marcou-me a fronte com lábio irritado,
Na palidez de Abel, assim! ensanguentado,
Eu tenho de Cain o implacável rubor!
Jeová! último, vencido por tua mestria,
Do fundo dos infernos, grita: “Ó tirania!”
Será meu avô Belus ou meu pai Dagão…
Jogaram-me três vezes em água em Cocito,
E eu só a proteger a mãe Amalecita,
A seus pés planto os dentes do velho dragão.
Rapidinhas para refletir
Água com açúcar não cura câncer
Colo demais dificulta o aprender a caminhar
Adotar a hipocrisia é o caminho mais curto para reunir um milhão de amigos
O pobre é a fonte de riqueza do rico
A ignorância de um povo é a fonte do saber dos seus líderes
A fome em uma nação ajuda a alimentar as contas bancárias dos seus políticos
Se alimenta melhor quem não morde a isca do marketing
Em vestes com pouco pano,
Eu te vi aos prantos,
Te coloquei no colo,
Acariciei teu cabelo,
No fundo aquele solo,
A maquiagem borrada,
As lagrimas caia,
Se sentiu roubada,
Levaram o que tinha,
Beberam teu vinho,
Mancharam tua alma,
Mas procura calma,
Enquanto me abraçava,
Eu sentia o pulsar do seu coração,
Não sei se chorava de dor ou pela letra da canção.
Quando nasci
saí do ventre de minha mãe
para o colo de Obaluaê.
E desde então
nunca soube o que era a falta
pois nunca nada me faltou
e a falta nunca me fez;
Obaluaê me completou
me embalou
me protegeu
me amou.
E o amor de Obaluaê
foi o mais puro e verdadeiro
que nessa vida pude sentir.
Ele é meu pai.
Ele é meu caminho.
Ele é dono de mim.
Com pipoca e com dendê
ele me cuidou,
nada nunca me pegou.
Uns dizem temê-lo,
eu não!
Eu digo amá-lo.
Silêncio!
O Rei está entre nós.
Atotô!
seja linda até na ressonancia magnética.
Não existe lugar para ser feia.
Se gostar,se pinte,coloque sua roupa confortável que te agrade e se sinta linda pq vc é. Independente de doença,muleta,cadeira de rodas,ansiedade,tristeza...
Eleve essa auto estima,mesmo chuvendo ou com dor. Pois acredite,o sol vai sair.
As vezes falta um cantinho seguro no mundo
Falta colo, aconchego
Falta amor, calor humano
A gente olha pro lado e já não reconhece o outro, criou-se uma distância, uma frieza imensurável entre um e outro
Bom dia, boa tarde e boa noite é apenas da boca pra fora um protocolo da educação
Meu uniforme está ligado?
Ponha misericórdia, bondade, humildade, mansidão, longanimidade. - Colossenses 3:12
Ken Robinson, que agora é pastor, serviu como policial. Ele disse que as pessoas o tratavam de maneira diferente quando ele estava de uniforme do que quando estava de folga e usando roupas simples. Algo sobre o distintivo e o "blues" lhe renderam respeito e autoridade instantâneos.
Ele era freqüentemente chamado de “Senhor”. Quando ele dizia às pessoas algo, eles acreditavam nele. E quando ele deu uma ordem, eles foram rápidos em obedecer. Robinson concluiu: “Acho que as roupas fizeram a diferença. E de uniforme, agi com mais confiança.
Em Colossenses 3, o apóstolo Paulo disse aos seguidores de Cristo que vestissem um novo uniforme. Primeiro ele descreveu as roupas que devemos “adiar” (vv.8-9). Então ele nos disse que tipo de uniforme somos para “vestir” (vv.12-14). No lugar da ira, da ira, da calúnia, da linguagem suja e das mentiras, devemos nos colocar à mercê, bondade, humildade, gentileza, paciência, perdão e amor.
A maioria das pessoas responde positivamente a alguém com essas virtudes. Seu respeito cresce. Eles falam e agem de maneira diferente em relação a essa pessoa. Eles ouvem suas palavras, reconhecem sua autoridade e são atraídos para o Deus que ele representa.
O que você veste faz uma grande diferença. Então pergunte a si mesmo esta pergunta: Eu tenho meu uniforme espiritual?
Senhor, que eu viva para que todos possam ver
O amor de Cristo revelado em mim,
E me ajude a fugir de todo pecado e vergonha
Para que outros não zombem de Seu querido nome. —DJD
As pessoas podem dizer que Cristo está em você antes de contar a elas? David C. Egner
"Linda Flor"
Você é a fragilidade forte
A segurança para o inseguro
O colo que acalenta
O remédio para a dor
A certeza para a nossa incerteza
O juízo do sem juízo
O trilho para o nosso brilho
A força para a nossa alma
A companheira presente
O amor que fortalece nossos corações
"Linda", guerreira
Bela, formosa
Maravilhosa, corajosa
"Vovó, Dodó, Lalinda, Bilinda, Dona Linda, Minha Mãe, Mainha"...
Você é a nossa rainha "Lindinha".
Beijos,
Lucélia, Brasil, Carol e Lucas
Maio/2001
Todo "delírio genial" que se preze propicia ao seu autor revelar as suas ideias, não colocando a sua "demência criativa" acima do seu nível de intelectualidade e nem a sua criatividade abaixo da sua originalidade.
Poetizando-me
E se eu ficar sentimental?
Eu te dou meu colo.
Se eu me perder nos pensamentos?
Prometo ir te buscar.
E se eu não estiver com vontade de conversar?
Fico em silêncio ao teu lado.
Mas se quiser e precisar chorar?
Faço chover para te ajudar.
E qdo eu tiver crise de riso?
Te faço cossegas pra você não mais parar.
E se der vontade de andar por aí?
Seguro na sua mão e caminho ao teu lado.
Se eu não conseguir parar de falar?
Meus ouvidos sempre estarão prontos pra te escutar.
Se o medo me rondar?
Canto pra você até ele te deixar.
Se me sentir meio perdida?
Te abraço até fazer se lembrar quem tu és.
Se o sono me abandonar?
Mantenho meus olhos abertos até os seus se fechar.
E se eu resolver ir embora?
Vou ficar triste, mas compreenderei que te prender não vai te fazer plena e feliz.
Se eu decidir voltar?
Se decidir voltar, saberei que em todos os instantes que vivemos, fui importante pelo menos um pouco pra me tornar seu porto seguro.
O teu colo Senhor é tão bom, me alimenta, me renova, me sustenta!
Já te falei que é meu lugar preferido? Nunca saio dele igual, nunca!
Falando em Educação: quando não se cobra (no sentido de incentivar) se acomoda, estagna. Quando coloco o discente e sua família como coitados, indiretamente, estou alimentando a exclusão. Dizer "coitadinhos"; "vulneráveis" gera ação meramente assistencialista, que em nada ajuda. Visualizar e atacar por meio de ação planejada sim gera atitudes logo mudanças longitudinais, não assistencialismo momentâneo que nada mais é que manutenção da dependência, falta de confiança e prisão; servidão.
Para onde eu fui na minha dor?
Desci até o mais íntimo do âmago da minha alma, me escondi no colo do meu mestre e lá me aquietei junto ao meu senhor!
