Coleção pessoal de reflexao_compartilha

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Não confunda ser frio com estar em paz.
Não confunda ser triste com negar a alegria.
Não confunda ser fraco com ser excessivamente forte.
Não confunda estar só com estar em boa companhia consigo mesmo.
Não confunda não amar com amar sem saber que ama.

A paz está presente em todas as situações, mas nem sempre a aceitamos, pois muitas vezes acreditamos que determinadas circunstâncias não merecem nossa paz. O problema, portanto, não são as angústias em si, mas sim a paz que negamos a nós mesmos ao não a aceitarmos, justamente quando mais precisamos dela.

Um dia, você perceberá que todos os conflitos internos que já viveu foram, na verdade, uma manifestação do medo de abraçar a própria paz.

Não me sinto culpado nem arrependido por nada que fiz ou faça; sinto-me apenas responsável pelas consequências dos meus atos, porém sempre consciente de cada um deles.

É mais fácil sentir arrependimento pelo que tive a oportunidade de fazer e não fiz, do que pelo que fiz. O que fiz está feito, já faz parte da minha história. O que não fiz, no entanto, não posso mais voltar atrás.

Os megabanqueiros, megaempresários, megacorporativistas, megatecnocratas, megafinanciadores, megafilantropos — essa minoria que detém a maior parte do dinheiro do planeta — controlam muito mais do que apenas riquezas. Dinheiro é poder, e quem tem poder faz o que bem entender.

Eles compram a mídia, a educação, a saúde, as forças armadas, os políticos. E usam tudo isso a seu favor.

As forças armadas? São suas ferramentas para roubar terras, saquear recursos naturais, desestabilizar países, iniciar guerras e pilhar nações inteiras sob o pretexto de "democracia" ou "segurança nacional".

A mídia? Um instrumento de alienação em massa. Transforma pessoas em consumidores compulsivos, manipula a opinião pública, distrai da realidade, distorce fatos e modela nossas mentes sem que percebamos.

A educação? Um sistema sabotado para manter o povo na ignorância. Não ensina a questionar, apenas a obedecer. Treina cada geração para ser uma engrenagem submissa na máquina do sistema, uma força de trabalho disciplinada e previsível.

A saúde? Um mercado bilionário onde a doença vale mais do que a cura. Investem em tratamentos contínuos, não em soluções definitivas, porque um paciente crônico é um cliente eterno. A saúde virou uma indústria, e a vida humana, uma mercadoria.

Os políticos? Apenas fantoches bem pagos. Mentem, enganam, fazem promessas vazias. São a cortina de fumaça perfeita para que o povo acredite que tem escolha, enquanto o verdadeiro poder nunca muda de mãos.

E assim seguimos, dia após dia, presos nesse jogo. Enquanto nos dividimos, competimos, nos atacamos, nos escravizamos e nos destruímos, os verdadeiros donos do mundo assistem de longe, tranquilos, desfrutando de seus paraísos artificiais — financiados pela nossa ignorância e inocência.

Passei metade da vida em conflito comigo mesmo. Com o tempo, percebi que esses conflitos internos nada mais eram do que interpretações distorcidas de situações que eu mesmo via como um problema. E, ao enxergá-las dessa forma, sem perceber, negava minha própria paz.

Hoje entendo que, na verdade, os problemas não existem por si só. Eles são criações da minha mente, barreiras que invento para justificar a resistência em simplesmente estar em paz comigo mesmo.

O sentido é compartilhar,
não guardar...
Pois, de qualquer forma,
quando a morte chegar,
em referência,
só vai sobrar
o ar,
para os outros respirarem.

Respirando essa ideia,
além do ar,
que é dar,
tudo o que tenho para acrescentar,
do meu próprio bem-estar,
para os outros usarem,
tudo o que eu tenho para dar.

Dar o que me faz aceitar;
Dar o que me faz observar;
Dar o que me faz expressar;
Dar o que me faz falar;
Dar o que me faz mostrar;
Dar o que me faz informar;
Dar o que me faz ensinar;
Dar o que me faz ajudar;
Dar o que me faz acreditar;
Dar o que me faz realizar;
Dar o que me faz encontrar...

Encontrar o sentido dessa vida,
que é dar tudo o que sou para compartilhar.

Quando você era criança, os adultos encheram sua mente de "não pode". Algumas dessas restrições faziam sentido na época — eram necessárias para sua segurança e sobrevivência. Mas agora você é adulto. E sabe o que isso significa?

Que você não precisa mais desses "não pode".

Pode conversar com estranhos.
Pode tocar nas coisas.
Pode se divertir sem motivo.
Pode brincar todos os dias.
Pode errar sem medo.
Pode chorar à vontade.
Pode fazer barulho.
Pode esquecer o relógio.
Pode fugir das punições inventadas.
Pode sair sem destino.
Pode andar por aí sem propósito.
Pode ouvir o que sente.
Pode viver!

O que antes era proibição, agora é escolha. A vida não precisa ser um eterno cumprimento de regras criadas para te limitar. Você pode. Você sempre pôde. Só esqueceram de te contar.

Enquanto os bancos controlarem a sociedade, a escravidão, a pobreza e a miséria jamais chegarão ao fim.

Se aqueles que detêm o maior acúmulo de dinheiro e poder no mundo – os bancos – não têm interesse em acabar com esse ciclo, como isso poderia acontecer?

Há décadas, essa estrutura se mantém intacta, e está na hora de enxergar o verdadeiro poder que os bancos exercem sobre a sociedade. Esse é o primeiro passo. Sem essa compreensão, qualquer tentativa de mudança será apenas superficial.

Mas enquanto o povo continuar sendo conduzido pela narrativa imposta pela mídia – que foca sua atenção nos fantoches políticos, desviando o olhar dos verdadeiros controladores do sistema – a realidade não mudará. A sociedade seguirá nesse estado degradante que você vê todos os dias.

Os bancos detêm o poder. A cegueira implantada precisa ser removida. Abra os olhos para o que está à sua frente e perceba o óbvio:

Poder = Dinheiro
Dinheiro = Bancos
Bancos no poder!

Não sou "contra o sistema"; sou a favor de um sistema melhor.
Não sou "diferente"; busco a igualdade.
Não sou "filósofo"; todo mundo pensa.
Não sou "desperto"; estou despertando para as mentiras na minha vida.
Não sou "sábio"; estou aprendendo todo dia.
Não sou "espiritualizado"; estou espiritualizando meus defeitos.
Não sou "perfeito"; estou aperfeiçoando minhas imperfeições.
Não sou "iluminado"; estou me esclarecendo sobre minhas falhas.
Não sou "evoluído"; estou evoluindo quem sou.
Não sou "melhor" nem "pior"; eu morro.

Aprenda a dizer SIM ou NÃO para si mesmo.
Aprenda a dizer SIM ou NÃO para os seus pais, com respeito às escolhas e limites que estabelecem.
Aprenda a dizer SIM ou NÃO para a sua família, reconhecendo que o amor não se resume à conformidade.
Aprenda a dizer SIM ou NÃO para os seus amigos, sem medo de se perder em agradar.
Aprenda a dizer SIM ou NÃO para as pessoas, respeitando sua autenticidade e os próprios princípios.
Aprenda a dizer SIM ou NÃO para a sociedade, sem se deixar ser moldado por padrões que não representam quem você é.
Aprenda a dizer SIM ou NÃO para o mundo, com consciência de seu impacto e da responsabilidade que carregamos.
Aprenda a dizer SIM ou NÃO para a vida, abraçando o que é realmente importante para o seu crescimento e bem-estar.
Aprenda a dizer SIM ou NÃO até para o que acabou de ler, refletindo sobre o que realmente faz sentido para sua jornada.


A verdadeira liberdade nasce da capacidade de escolher conscientemente, seja para afirmar ou negar, sempre com o entendimento de que nossas escolhas definem a essência do nosso caminho.

Nesse mundo, existem cinco existências, e se contar nos dedos, são essas:

1 - Alma;
2 - Vida;
3 - Matéria;
4 - Pensamento;
5 - Sentimento.

Ou seja,

Alma = Eu
Vida = Vivo
Matéria = Corpo
Pensamento = Criar
Sentimento = Sentido

Conclusão: Eu vivo dentro desse corpo criando sentidos nesse mundo.

Intenções que não me servem pra nada:

Não tenho a intenção de fazer ninguém sofrer por mim, esse ego é muito vazio, cru, não faz sentido, não preciso disso.

Não tenho a intenção de fazer ninguém se arrepender por causa de mim, essa vaidade é superficial, mimada demais, é perder tempo atoa.

Não tenho a intenção de fazer ninguém correr atrás de mim, esse orgulho é muito arrogante, desumilde, fraco.

Não tenho a intenção de fazer ninguém se sentir culpado, tento o máximo não deixar ninguém assim sem querer, esse comportamento é infantil, injusto, egocêntrico.

Não tenho a intenção de deixar ninguém pra baixo, senso de "superioridade" me da vergonha e só demonstra o quão inseguro eu sou.

Não tenho a intenção de prejudicar ninguém, essa intenção só mostra o quão frustrado minha vida é.

Não tenho a intenção de querer ser melhor que ninguém, isso só me torna uma pessoa pior.

Não tenho a intenção de fingir ser o que não sou para agradar alguém, é artificial, pessoas gostar apenas do fingimento e não do que de fato sou.

Não tenho a intenção de me orgulhar com o que eu tenho, não faz sentido eu me orgulhar do que consegui, do que tenho, sendo que alguns não tem, me da vergonha.

Não tenho a intenção de desmerecer o que o outro faz, eu não mereço isso.

Essas intenções não me servem pra absolutamente nada, é só atraso de vida mesmo, atrás de migalhas de ego ferido, é como se eu não estivesse evoluindo direito.

As pessoas têm um pavor do "não faço nada da vida", sendo que é justamente esse "não fazer nada" que você descobre o que de fato ama fazer na vida. Basta não se cobrar, não se pressionar, não se culpar, que com o tempo, naturalmente, vai aparecendo o que ama fazer na vida.

Se eu gosto mesmo de fazer uma coisa, ninguém vai me desanimar.

Mas se eu não gosto, e estou fazendo só porque os outros querem, qualquer pessoa pode me desanimar.

É assim que a vida funciona:

O que a gente sente no coração é forte e ninguém estraga.

O que a gente faz por obrigação é fraco e qualquer problema já acaba com a nossa vontade.

No fim, só o que a gente realmente quer é que dá força pra gente continuar.

Mais amor, menos ódio.
Mais alegrias, menos tristezas.
Mais amizades, menos conflitos.
Mais paz, menos preocupações.
Mais pessoas, menos papéis.
Mais viagens, menos rotinas.
Mais montanhas, menos prédios.
Mais natureza, menos cidades.
Mais diferenças, menos uniformidade.
Mais detalhes, menos indiferenças.
Mais horizontes, menos bolhas.
Mais céu, menos teto.
Mais lua, menos lâmpada.
Mais folhas, menos paredes.
Mais pássaros, menos discursos vazios.
Mais leveza, menos cobranças.
Mais lembranças, menos rancor.
Mais sentimento, menos razão.
Mais vida, menos mortes.


Que em cada escolha, possamos dar mais espaço ao que realmente importa: ao que nos aproxima da essência do ser, da beleza do momento e da verdade do que somos.

Não confunda depressão com tristeza por não conseguir agradar aos pais, aos amigos e à sociedade.
Não confunda depressão com a vontade de não fazer nada.
Não confunda depressão com a falta de aceitação de si mesmo.
Não confunda depressão com a invenção de problemas.
Não confunda depressão com a criação de pensamentos negativos.
Não confunda depressão com o sentimento de culpa por algo que não tem razão para ser.
Não confunda depressão com preguiça.
Não confunda depressão com a insatisfação em trabalhar em algo que não se deseja.
Não confunda depressão com o medo do que os outros pensam ou acham.
Não confunda depressão com o abandono de si mesmo.
Não confunda depressão com angústias mal resolvidas.
Não confunda depressão com o sentimento de piedade.

Não confunda depressão com tristezas que vêm e vão naturalmente na vida.

Fácil querer amor, difícil amar.
Fácil falar, difícil agir.
Fácil pedir, difícil oferecer.
Fácil julgar, difícil se colocar no lugar.
Fácil ser indiferente, difícil fazer a diferença.
Fácil ouvir, difícil compreender.
Fácil tolerar, difícil transformar.
Fácil derrubar, difícil construir.
Fácil guardar, difícil compartilhar.
Fácil ter, difícil ser.
Fácil estranhar, difícil aceitar.
Fácil imaginar, difícil viver.

Fácil passar pela vida, difícil viver de verdade.

As pessoas não são obrigadas a viver por você.
As pessoas não são obrigadas a te amar.
As pessoas não são obrigadas a te dar atenção.
As pessoas não são obrigadas a gostar de você.
As pessoas não são obrigadas a te ajudar.
As pessoas não são obrigadas a te reconhecer.
As pessoas não são obrigadas a fazer o que você quer.

Mas você pode viver por quem quiser.
Amar quem quiser.
Dar atenção pra quem quiser.
Gostar de quem quiser.
Ajudar quem quiser.
Reconhecer quem quiser.
Fazer o que quiser.

O que você dá ao mundo não vem com garantia de retorno, mas ainda assim, é sua escolha.

Eu sou

Eu sou a vida dentro desse corpo.
Eu sou esse sentimento.
Eu sou minhas lembranças.
Eu sou as pessoas que conheço.
Eu sou as músicas que ouço.
Eu sou o amor que nego.
Eu sou meus medos.
Eu sou meus defeitos.
Eu sou minha bondade.
Eu sou as dificuldades que superei.
Eu sou aquilo que às vezes evito ser.
Eu sou o que eu preciso.
Eu sou minhas prioridades.
Eu sou as viagens que faço.
Eu sou as escolhas que faço.
Eu sou os risos que causo.
Eu sou as festas que vou.
Eu sou o que comemoro.
Eu sou a paz que transmito.
Eu sou a companhia que me acolhe.
Eu sou as amizades que tenho.
Eu sou a inocência.
Eu sou a essência.
Eu sou a vida.

O amor eterno entre a existência e a inexistência

Um sempre existiu, o outro nunca existiu.
Tão opostos, ao mesmo tempo tão iguais...
Um cria, o outro desfaz.
Um sempre nasce, o outro sempre morre.
Um é tudo, o outro é nada.

Mas o que é o nada, se tudo é tudo?
Parece um paradoxo impossível de explicar,
como o amor que sinto e não consigo decifrar.
Algo que está além da minha razão,
por isso, deixo apenas essa reflexão.