Coleção pessoal de reflexao_compartilha
A velhice revela a ilusão de quem apenas correu atrás de aparência e dinheiro e a verdade para quem viveu de amor.
Quando você finge ser algo apenas para ter a aprovação dos outros, você só atrai aqueles que aceitam aquilo que você não é.
As pessoas só se interessam por você se você tem algo a oferecer; as pessoas só gostam de você quando você não tem nada a oferecer.
Resumo sobre "magia"
Magia é, na verdade, um gatilho inconsciente gerado pelas nossas intenções e crenças.
Por exemplo, se eu digo que sou macumbeiro e tenho o poder de fazer certas coisas na sua vida (intenção), e você acredita nisso (crença), você acaba sendo afetado pelaquilo que muitos chamam de "magia". O que acontece é que você passa a acreditar que qualquer coisa que aconteça na sua vida foi causada por essa "magia". A partir disso, você começa a viver de forma distorcida, sem perceber que está se deixando levar por algo que não tem poder real sobre você. E isso não se limita ao momento presente; você passa a viver como se estivesse sendo constantemente influenciado por forças externas, quando, na verdade, é sua própria crença que está moldando sua percepção da realidade.
Portanto, qualquer crença que você tenha em relação a outras pessoas possuírem "poderes" ou "magias" que possam te prejudicar só serve para te enfraquecer. Isso acontece porque, ao não se conhecer bem o suficiente, você se torna vulnerável às influências externas, acreditando que outras pessoas têm algum tipo de controle sobre sua vida. Mas a verdade é que o que realmente nos afeta são as crenças que alimentamos, e não as ações externas. Se você acredita que alguém tem o poder de te prejudicar, é essa crença que vai começar a influenciar suas emoções e ações, criando um ciclo negativo.
A "magia", então, não é o que nos ensinaram a acreditar. Ela não é uma força sobrenatural que nos controla, mas sim o efeito das intenções e crenças que aceitamos como verdades. Quando começamos a perceber isso e tomamos consciência das nossas próprias intenções e crenças, podemos nos tornar imunes àquilo que chamamos de "magia". Ninguém pode nos afetar sem o nosso consentimento, e isso acontece principalmente no nível inconsciente. Quando entendemos que somos nós mesmos que damos poder a essas crenças, deixamos de ser vítimas daquilo que pensamos que nos afeta.
Por exemplo, quando alguém diz "macumba existe", isso pode ser visto como uma tentativa de lançar uma "magia". Mesmo que a pessoa não tenha a intenção de prejudicar, a verdadeira intenção é te fazer acreditar nisso. E ao acreditar, você acaba internalizando essa ideia no inconsciente. Quando isso acontece, qualquer ação ou intenção de alguém que se envolva com essas práticas será interpretada como algo que está diretamente ligado à magia, o que reforça a crença de que você está sob o controle de algo externo.
No fim, ninguém tem o poder de te afetar sem que você mesmo permita. A verdadeira "magia" é a que você cria com suas próprias crenças, muitas vezes sem perceber. Quando você se conhece e entende o poder da sua própria mente, pode se libertar das ilusões criadas pelas crenças externas. Por isso, se o que você acredita te limita ou te prejudica, a verdadeira mudança só pode acontecer quando você começar a olhar para dentro e perceber que o único poder que existe sobre sua vida é o que você dá a ele.
Se eu tô mal com algo, é porque eu não aceito esse algo ou não mudo esse algo, se eu não aceito e nem mudo, é óbvio que vou ficar mal.
O esquema não é tomar anti-depressivo, nem continuar mal, o esquema é eu aceitar esse mal ou mudar esse mal, porque aceitando esse mal, eu fico bem, mudando esse mal, eu também fico bem, o que me impede disso, é só o medo, medo do que vão pensar ou achar, caso eu mude, caso eu aceite, só isso.
Só é difícil, se eu dificultar.
Não é por acaso que temos dois olhos, dois ouvidos e apenas uma boca. Isso mostra que devemos observar e ouvir mais do que falar. Antes de dizer qualquer coisa, é preciso entender.
Escutar e olhar nos ensinam muito mais do que falar. Quem fala sem ouvir, quem fala sem olhar, fala sem saber. A boca é só um, porque falar deve ser a última etapa, depois de aprender.
E isso vale para a comunicação em geral. Ser fluente não é apenas saber outros idiomas ou escrever bonito. É saber falar a linguagem certa para cada pessoa. É explicar algo difícil de um jeito simples para sua avó, para uma criança, para um universitário, para um humilde, para quem nunca ouviu falar do assunto.
Cada pessoa entende de um jeito. Para comunicar bem, você precisa ouvir e observar qual é a linguagem dela. Só assim você vai conseguir falar para que ela realmente entenda.
Mas isso exige humildade. Se o ego falar mais alto, você só vai criar conflitos, porque não ouviu nem entendeu antes de falar.
Por isso, dois olhos, dois ouvidos e uma boca. Primeiro, observe. Depois, escute. Por último, fale.
Passar, sem esperar nada em troca, é o verdadeiro sentido da vida. Passar, ou seja, dar — dar para o próximo tudo aquilo que é importante em minha vida, tudo o que está guardado aqui dentro de mim. Pois, no final, a morte chega para todos nós, e nada do que eu guardar vai comigo. Por isso, eu te passo essa ideia: para que, quando eu partir, ela viva em você, carregada por aquilo que compartilhei.
É como o ar que trocamos uns com os outros, invisível e essencial, sem a expectativa de receber de volta. Nós o damos sem pensar, apenas o transmitimos, sabendo que ele sustenta a vida, mesmo sem ser visível ou exigido. E assim é com as coisas valiosas da vida — o que compartilhamos permanece, mesmo que de maneira imaterial, e é isso que dá real sentido à nossa existência.
A angústia é apenas quando estou evitando minha própria paz no momento daquela situação, ou seja, reprimindo um sentimento que é bom em mim mesmo. Agora, aceitando minha paz no momento da situação, indiferente de qual situação, eu me sinto em paz e a angústia perde o sentido e some.
A maior ilusão que você abraça nesta sociedade é a de acreditar que deve gastar toda a sua vida trabalhando como um escravo, até os 60 anos, fazendo o que não gosta, em troca de uma aposentadoria modesta e uma estabilidade financeira que, muitas vezes, mal atende às suas necessidades. Enquanto isso, aqueles que exploram o seu esforço, roubam seus direitos e controlam as regras do jogo se aposentam muito antes de você, por meio da sua própria escravidão diária. Eles conquistam sua liberdade financeira com a sua dedicação e sacrifício, enquanto você continua preso a um sistema que, muitas vezes, parece mais uma armadilha do que uma verdadeira oportunidade de crescimento.
A maior árvore do mundo, em termos de altura, é uma sequóia chamada Hyperion, que chega a impressionantes 115,61 metros de altura. Incrível, não? Ela foi descoberta em 2006 na Califórnia. Essa árvore levou séculos para crescer e alcançar esse tamanho extraordinário. O que eu quero te mostrar com isso é o seguinte: se você deseja construir algo duradouro, se quer plantar algo que tenha valor na humanidade, saiba que você precisará dedicar sua vida inteira ao processo. Isso significa viver com intenção, seguindo seus sentimentos e convicções, porque é esse caminho que dá sentido à vida.
E, é importante que você entenda: ao plantar, talvez você não colha os frutos imediatamente. Talvez nunca veja o crescimento inteiro daquilo que semeou. Mas, o que você plantou estará ali, pronto para ser regado e nutrido por aqueles que vierem depois de você. Alguém, algum dia, descobrirá o sentido dessa árvore e a cuidará até que ela cresça, se fortaleça e se torne útil para todos que passarem por ela.
Veja, Jesus fez algo semelhante. Sua árvore foi plantada há mais de 2 mil anos, e não se trata de "nome", de "história" ou de "obrigação". O que ele fez foi viver de maneira verdadeira, seguir suas próprias vontades, sem medo de ser quem realmente era. Essa foi sua maneira de plantar algo que ainda cresce e dá frutos, mesmo depois de tanto tempo.
Então, assim como essa grande árvore ou como Jesus fez, o que realmente importa é viver com propósito, em harmonia com o que você acredita. Isso é plantar. Viver é, de certa forma, uma maneira de viver e deixar algo que transcende o nosso tempo.
A alma é um conjunto invisível de intenções de um ser;
O corpo é um conjunto visível de ações de um ser.
A alma é o ser, o corpo é apenas parte do ser; Então, não adianta você olhar as ações de um corpo, pois o que vem primeiro são as intenções, ou seja, o ser — a alma.
A melhor forma de sentir as intenções do ser é pela sua própria intuição, pois a intuição é um poder invisível que te revela as intenções de um ser antes do corpo desse ser agir.
As intenções são o próprio ser, ou seja, a alma;
A intuição te revela quem é o ser, ou seja, quem é a alma com a qual está lidando.
Mas, para saber com qual alma está lidando, você tem que enxergar primeiro com quais intenções próprias você tem ou já teve!
