Coleção pessoal de reflexao_compartilha
O pensamento é uma junção de tudo aquilo que olhamos, ouvimos, cheiramos, sentimos e tocamos desde o momento que nascemos até o momento em que morremos.
Afeto é quando você dá sem esperar nada em troca.
Interesse é quando você espera receber aquilo que deu.
A existência sempre existiu;
A inexistência nunca existiu.
E, mesmo assim, ambos compartilham um amor eterno,
Um amor que jamais seremos capazes de explicar.
Porque nós somos apenas consequência,
A simples consequência do encontro,
Do acasalamento de tudo isso...
E de nada disso.
Não sou obrigado a fazer nada que eu não queira.
Não sou obrigado a trabalhar no que eu não goste.
Não sou obrigado a estudar o que eu não quero.
Não sou obrigado a fingir ser o que não sou.
Não sou obrigado a viver o que meus familiares querem.
Não sou obrigado a viver o que meus amigos querem.
Não sou obrigado a viver o que a sociedade quer.
Não sou obrigado a agradar o mundo.
Não sou obrigado a viver a vida de ninguém.
Eu vivo por mim;
Pra dentro de mim mesmo;
Respeitando as minhas próprias escolhas;
Independente das consequências;
Pois a vida é minha;
E eu me fodo como eu quiser.
"Chefe" é aquele tipo de pessoa que, no fundo, é fraca, mas tenta parecer forte. Ele precisa de você, depende dos funcionários para manter a empresa dele funcionando, porque, se todos saíssem, a empresa iria à falência e ele não saberia o que fazer. Mesmo assim, ele hipocritamente diz que você é quem precisa dele. Ele se sente superior, te explora, paga mal, ameaça te mandar embora e ainda espera ser bajulado. E, se você não o bajula, ele te trata mal, como se fosse errado não fazer o que ele espera.
O que a sociedade pede para eu fazer, muitas vezes, é o contrário do que eu devo fazer. Isso porque, ao seguir o que ela quer, eu não estarei fazendo o que realmente desejo, mas sim o que ela espera de mim. Mas o que eu realmente quero? Essa resposta só eu posso encontrar, ninguém mais. E só vou descobrir isso na prática, vivendo, vivendo por mim, sem seguir imposições externas, mas sim me ouvindo e buscando o meu próprio caminho.
É normal você não sentir vontade de trabalhar, ainda mais trabalhar pra alguém que te paga mal, ameaça mandar embora, cobra, pressiona, escraviza. Não se culpe por isso. O mundo vive uma escravidão coletiva dominada por podres de ricos, e todos aqueles que não querem ser "escravos" indiretamente desses podres de ricos são taxados de vagabundos e preguiçosos, seja pela mídia, pela cultura, religião, educação, família, amigos e desconhecidos. Porque a maioria tem orgulho em ser escravo, não se culpe de não ser. O mundo tá contaminado pela mentira. Nesse universo imenso, o sentido da sua vida não é ficar obedecendo chefe até os 60 anos, não.
Quando você tenta impedir alguém de ser egoísta, na verdade, você também está sendo egoísta, pois está tentando impor a sua vontade sobre a outra pessoa, esperando que ela aja conforme o que você deseja.
O egoísmo não é algo que se resume apenas ao lado negativo; ele também pode ter aspectos positivos. O que determina isso é a maneira como você percebe o egoísmo, e como você interpreta o que é "bom" ou "ruim" dentro desse comportamento, de acordo com a sua própria visão e valores.
A única certeza que temos é a nossa existência. Se eu existo, o universo também existe. Se eu sinto, eu existo; se eu penso, eu existo. Não importa se é programado ou não, se é um pensamento ou um sonho, ainda assim, existe uma forma de existência.
O que não parece existir, na verdade, está apenas dando lugar àquilo que é. A inexistência, na verdade, não existe, pois até a palavra que usamos para defini-la, existe. Portanto, a existência prevalece sobre a ideia de inexistência.
Não posso deixar de existir após a morte, pois a morte, na realidade, não é o fim. O que existe são transformações. Quando morro, não estou realmente morrendo, estou apenas passando por uma mudança, encerrando uma transformação para dar início a outra. A existência segue, em um ciclo contínuo de transformações. Cada mudança encerra uma forma de ser e dá início a outra. Nada realmente deixa de existir; tudo apenas se transforma e continua de maneira diferente.
