Coleção pessoal de reflexao_compartilha

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O apego é a mãe causadora dos sofrimentos.

Quando acabar a beleza, vai sobrar quem você é, e é nesse quem você é que a beleza continua ou acaba...

Apenas uma sugestão:


O termo "obrigado" antigamente tinha um sentido de pergunta, algo como: "foi obrigado?" E, normalmente, a pessoa respondia: "não, de nada."


Com o tempo, esse termo foi se transformando e passou a ser usado como um cumprimento ou uma forma de agradecimento. Então, hoje em dia, a gente diz "obrigado" e a resposta costuma ser "de nada."


No entanto, o uso constante e repetido da palavra "obrigado" acaba influenciando a nossa percepção, principalmente de forma inconsciente. A repetição desse agradecimento começa a transformar a palavra em uma ordem, em uma rotina, algo que sentimos que precisamos fazer, quase como uma obrigação. E, sem perceber, acabamos nos tornando "escravos" dessa obrigação de agradecer de maneira automática, sem realmente sentir o significado por trás. Em vez de ser um agradecimento espontâneo, ele se torna algo mecânico, deixando de ser uma expressão livre e natural de gratidão, e se tornando uma obrigação imposta pela própria rotina.

De um lado, a galera da esquerda;
Do outro lado, a galera da direita;


Ambos os lados brigando, se matando, se dividindo em um conflito sem fim...


Enquanto isso, no meio de tudo isso, o cérebro, que controla ambos os lados, segue tranquilo. E quem está realmente no controle? São os banqueiros, megaempresários, investidores, financiadores e filantropos, que, como sombras, manipulam o mercado financeiro, roubando tudo do povo. O povo, por sua vez, está preso em um jogo de egos e crenças, defendendo posições e oposições que, na realidade, são ilusórias. Essas divisões, criadas e alimentadas estrategicamente pelos próprios dominantes, mantêm todos ocupados, distraídos e divididos, enquanto os verdadeiros poderosos continuam a manipular e a se enriquecer à custa da ignorância e da luta entre as massas.

O mal não existe, o sentido de mal não tem sentido, e pelo fato dele não existir, de não ter sentido, ele tenta levar o que existe, o que tem sentido, a não existir, a não ter sentido também. Só que não tem como levar o que existe a não existir, a não ter sentido, já que tudo existe, tudo tem sentido. Até quando eu digo que não tem sentido, é um sentido que eu criei.


O mal é apenas uma ilusão da nossa cabeça.

No mundo, ninguém está só. Estamos todos no mesmo planeta.


Quando se sentir só, olhe para sua sombra, e ela te dirá que a única pessoa que te abandona é você mesmo, pois até ela está com você.

A sensação de país "melhorando" ou "piorando", na maioria das vezes, é apenas a mídia trabalhando no inconsciente da sua mente. Pois é possível manipular suas emoções através do que é colocado na sua cabeça. Então, quando se cria a sensação de "o país tá melhor, o país tá pior", você sente o que foi influenciado a sentir, sendo que, na verdade, continua a mesma coisa: você sendo escravo de podres de rico que controla o sistema e trabalhando para enriquece-los ainda mais! E, enquanto está hipnotizado por essa ilusão, você também não enxerga seus direitos sendo roubados aos poucos, e não enxerga quem está por trás do cenário fictício da política, controlando e dominando sua mente, te tornando refém da ignorância, esperança e do medo.

Tudo o que você lê, ouve, vê, toca, sente e pensa, desde o seu nascimento, entra no seu inconsciente. Cada informação, cada experiência, vai se acumulando lá, muitas vezes sem que você perceba.


É importante ter cuidado com o que você interpreta na sua mente, pois a forma como você percebe as coisas pode influenciar diretamente nas suas emoções. Se você interpreta algo de forma negativa ou distorcida, isso pode gerar reações emocionais que, ao longo do tempo, afetam seu bem-estar. O que você permite entrar na sua mente muda o seu estado de espírito, por isso, é fundamental filtrar o que consome, seja através das palavras, imagens ou pensamentos, para proteger a sua saúde emocional e mental.

Toda eleição, quem ganha é o eleito, não o eleitor. O eleitor, na verdade, acaba perdendo.


Ele perde direitos, porque muitas promessas feitas pelos políticos não são cumpridas. Perde dinheiro, pois o governo pode aumentar impostos ou cortar serviços importantes. Perde respeito, porque suas necessidades e opiniões são ignoradas pelos políticos que escolheu. Perde poder, porque as decisões importantes continuam nas mãos de quem está no topo, e o cidadão comum não pode participar das decisões. Perde liberdade, porque as leis e decisões do governo podem limitar suas escolhas e ações. Perde tempo, porque não vê mudanças reais que melhorem sua vida.


No fim, a vida continua igual. O cidadão trabalha, passa o tempo e não vê melhorias reais na sua vida.

Quem desiste e diz: "isso nunca vai mudar", de fato, não verá a mudança. Imagine se todos no planeta pensassem assim: "isso nunca vai mudar". Nesse caso, nada mudaria.


A verdade é que a mudança começa em cada um de nós. Ela não acontece esperando, mas sim quando decidimos transformá-la em nossa própria ação. A única pessoa que eu realmente posso mudar sou eu mesmo. O mundo ao meu redor pode não mudar da forma que eu espero, nem agora, nem daqui a cem anos, mas eu tenho o poder de mudar a mim mesmo da maneira que eu escolher.


Quando cada um de nós faz a mudança dentro de si, o mundo ao nosso redor começa a se transformar, porque a mudança verdadeira começa no indivíduo. E, ao mudar a nós mesmos, influenciamos o coletivo, criando um efeito de transformação que impacta tudo ao nosso redor.

Na atualidade em que vivemos, estamos imersos em um excesso de informação, o que gera o excesso de interpretação. E o excesso de interpretação cria o excesso de pensamentos, e o excesso de pensamentos cria o excesso de sentimentos. E o excesso de sentimentos cria o excesso de sentimentos negativos ou positivos. E, nesses excessos de sentimentos, surgem sentimentos de depressão, ansiedade, medo, angústia, confusão. E, com tanto excesso, você já não consegue mais interpretar o que sente e por que sente, devido ao excesso de informação sendo colocado no seu inconsciente diariamente, por meio das redes sociais, internet, televisão e mídias em geral.

Não é necessário "lutar" contra a "tristeza". Lutar cansa, e o cansaço nos leva à exaustão. Quando tentamos forçar a ideia de que existe uma "tristeza" a ser enfrentada, estamos, na verdade, apenas criando um ciclo de resistência que nos desgasta. É como se estivéssemos tentando provar para nós mesmos que há algo a ser combatido, quando na verdade, o que precisamos fazer é permitir que o sentimento surja, sem resistência. Ao fazer isso, logo perceberemos que a "tristeza" que pensamos sentir não é nada além de uma ilusão criada pela nossa própria mente. Não demorará muito para entender que, muitas vezes, o que chamamos de tristeza é apenas um reflexo de nossos pensamentos, e que ao aceitá-la sem pressa de "enfrentá-la", ela se desfaz naturalmente.

Vivemos para deixar, não para levar,
Deixar momentos, que nos fazem lembrar.
Deixar saudades, que o tempo não apaga,
Deixar histórias, que a vida propaga.


Deixar conhecimentos, que iluminam o ser,
Deixar transformações, que ajudam a crescer.
Deixar criações, que a alma expressa,
Deixar palavras, que o coração confessa.


Deixar pensamentos, que nos fazem refletir,
Deixar ideias, que nos fazem expandir.

Deixar sentimentos, que nos conectam no fundo,
Deixar afetos, que fazem o mundo.


E, por fim, deixar amor, em cada ação,
O maior legado, a verdadeira razão.

A política é como uma peça de teatro... Os políticos são um conjunto de atores que interpretam, falam e agem conforme os diretores e roteiristas querem. E os diretores e roteiristas são os banqueiros, investidores, megaempresários, financiadores de campanha, que não se expõem ao público, que estão atrás da cortina, nas sombras, no escuro, apenas escrevendo, ditando e orientando o que os políticos, os atores, devem fazer para entreter e fantasiar a peça para o público. E o público somos nós, que pagamos para ver essa peça diariamente, influenciados pelos cartazes que divulgam essa peça: a mídia. Uma peça que nos distrai, distorce e muda a realidade, para que fiquemos abobalhados, assistindo ao teatro e comentando, intelectualizando apenas o que estamos vendo, que são os atores, esquecendo que quem escreveu, ditou e orientou esses atores, está atrás das cortinas, planejando, investindo, financiando, chantageando e criando novas peças para fantasiar, iludir, enganar, superficializar e imbecilizar o público cada vez mais com um teatro barato, visando o lucro à custa dos seus espectadores.

Mentalmente, toda ilusão negativa que acredito ter em mim, eu naturalmente vou sentir. Quando acredito que estou triste, eu sinto tristeza; quando acredito estar angustiado, eu sinto angústia; se penso que tenho ódio, vou sentir ódio; se acredito estar vazio, vou sentir esse vazio; e se acho que tenho problemas, vou sentir que eles são reais. Toda ilusão que eu acredito ter dentro de mim, se torna uma realidade que experimento.


Mas eu não preciso acreditar que estou mal, porque, na verdade, eu nunca estou mal. Quando me sinto mal, é porque estou acreditando em alguma ilusão que me faz sentir assim. E para deixar de me sentir mal, basta perceber que a sensação de estar mal é apenas uma crença, uma ilusão. Quando eu reconheço isso, percebo que o mal-estar é algo que criei na minha mente e posso escolher não mais alimentar.


Eu posso perceber que o que acredito ser tristeza, na verdade, é alegria dentro de mim, esperando para ser reconhecida; o que eu vejo como angústia, na verdade, é tranquilidade que eu ainda não percebi; o que penso ser ódio, na verdade, é amor disfarçado, esperando para ser entendido; o que vejo como vazio, na verdade, é paz esperando para se manifestar; e os problemas que acredito ter, na verdade, são simples quando os olho sem a distorção da mente.


Tudo que eu acredito ser ruim é, na verdade, uma crença criada pela minha própria mente. Ao perceber isso, posso começar a olhar para tudo com mais clareza, entendendo que o que sinto é fruto do que escolho acreditar.

O planeta é minha casa, porque é nele que eu vivo, respiro e vivo tudo o que a vida oferece. Ele me abriga, me sustenta e tudo ao meu redor faz parte da minha vida.


Meu teto é o céu, porque ele está acima de mim e me mostra que faço parte de algo maior. O céu é o limite do que vejo, mas também mostra tudo o que ainda posso alcançar.


Minha família é toda a humanidade, porque todos nós estamos ligados. Não é só sobre parentes, mas sobre respeitar, ajudar e cuidar uns dos outros. Cada pessoa importa, e todos nós temos que cuidar uns dos outros e do mundo em que vivemos.

A arrogância bloqueia a inteligência. Quando alguém se considera superior, acaba fechando a mente para novas ideias. Ao acreditar que já sabe tudo, perde a capacidade de enxergar a realidade. Seu ego distorce os fatos, fazendo com que ela veja apenas o que convém. Em vez de aprender com as situações, a pessoa arrogante só as usa para se sentir mais importante. Por isso, a arrogância atrapalha os relacionamentos e impede a pessoa de entender como a vida e as pessoas realmente funcionam.

Sentimento é liberdade. É viver sem amarras, seguir o que seu coração deseja, sem medo, sem questionamentos, sem precisar de uma justificativa para ser ou fazer algo. Sentir é estar aberto ao momento, ao que surge dentro de você, sem a necessidade de controlar ou entender tudo o tempo inteiro.


Já a razão é segurança. Ela busca o conforto, a estabilidade, e muitas vezes o controle. A razão tem medo do desconhecido, ela precisa de explicações, de um "porquê" para cada coisa, e quer sempre encontrar uma razão lógica para viver. Ela se baseia em estruturas e em previsibilidade, tentando proteger do que é incerto.


A razão controla, organiza e planeja, enquanto o sentimento é espontâneo, flui sem restrições, leva você a lugares e experiências que a mente racional não consegue planejar. O equilíbrio entre esses dois aspectos é o que torna a vida rica, mas é o sentimento que nos conecta ao nosso verdadeiro ser, ao que realmente importa no fundo.

Se você ajuda alguém que está precisando, e essa pessoa não te ajuda quando você está precisando, e você sente raiva ou frustração por isso, significa que sua ajuda não foi realmente por amor, mas por interesse. Quando você ajuda alguém esperando algo em troca, você não está dando, você está negociando.


O verdadeiro amor não cobra retorno. Quando você ama de verdade, sua ajuda é um ato puro, sem condições ou expectativas. Você dá sem esperar nada em troca, porque o amor é sobre o que você pode oferecer, não sobre o que você pode receber. A verdadeira bondade nasce da vontade de ver o outro bem, sem se prender ao que isso pode trazer de volta para você.

Tudo o que eu penso faz parte de tudo o que me faz pensar. Cada pensamento meu é influenciado por tudo o que vivi, pelas experiências que tive, pelas pessoas que encontrei e pelos lugares que passei. E tudo o que me faz pensar também faz parte de tudo que existe ao meu redor, pois o mundo e tudo nele contribuem para a forma como vejo a vida.


Então, tudo ao meu redor me faz pensar. Cada coisa, cada momento, cada detalhe desperta uma reflexão em mim. Eu penso em tudo o que vejo, tudo o que escuto, tudo o que toco, tudo o que sinto. Cada percepção se conecta com o que está dentro de mim, alimentando meu pensamento.


Estou constantemente pensando, dentro de meu próprio pensamento, refletindo sobre tudo que experimento, sobre tudo que percebo, sobre tudo que aprendo. O pensamento é algo que começa comigo, desde que nasci, e me acompanha em cada momento da minha vida.

Eu nasci pensando, e sigo pensando sobre tudo o que já vivi e sobre o que agora percebo.
Agora, penso sobre o que penso. Pensar é uma constante, um caminho sem fim, onde cada novo pensamento leva a outros, e cada reflexão é parte de algo maior que se desdobra à medida que continuo a viver e a aprender.