Coleção pessoal de testeteste123

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"A minha mente é um quartel-general de soluções globais; eu não peço permissão ao mundo para prosperar, eu dito o novo ritmo da abundância."

ZÉ VOLANTE E MERCEDINHA – "A PRIMEIRA VIAGEM"


Depois de viajar pelo interior da 1313 e conhecer seus comandos e compartimentos, fui convidado pelo meu pai, "Zé Volante", para ajudá-lo numa entrega de cestas básicas aos desabrigados de uma enchente.
Fiquei eufórico e contente, mas triste pelo sofrimento daquela gente. Minha primeira viagem, sobravam sentimentos. Ajudei nos preparativos, observando os procedimentos. A carga, a amarração, o roteiro e a segurança da gente.
Tudo nos conformes, escutei o ronco do motor e a longa estrada em nossa frente. Agradecemos a Deus, rezamos o Pai Nosso e seguimos em frente. Eram dias de estrada, mas tudo me deixava contente.
Os momentos tristes vinham quando pensava no sofrimento daquela gente. Próximo ao destino, um grande engarrafamento. Muitas pessoas andando sem rumo, fugindo da enchente. Um guarda rodoviário nos informou que uma ponte desabou, e por isso não seria possível o acesso da gente.
Meu pai argumentou: "Levo comida, e nada vai me impedir de entregar àquela gente”. Diga outro caminho que seguimos o destino em frente. O guarda disse: "Existe uma passagem,
porém perigosa. Se o caminhão não for bom, é melhor aguardar, para evitar acidentes”.


“Não seja por isso, me dê o trajeto que a 1313 assume o risco”, insistiu meu pai. Pegamos o novo destino e seguimos contentes. Passamos por barreiras, andamos na beira de precipícios, cruzamos margens de rios e chegamos à cidade inesperadamente.
Distribuímos as cestas, ajudamos na reconstrução. Ainda hoje, sinto um aperto no coração, mas voltamos para casa com orgulho e satisfação. Agradecemos a Deus por nos ter ajudado a cumprir essa missão.

"Estou regando a minha mente com água de resiliência para que amanhã nasçam flores de conquistas que a minha árvore genealógica nunca viu."

"Eu sou o maestro de uma orquestra de pensamentos elevados, e hoje a sinfonia é sobre colher o que ainda nem plantei."

ZÉ VOLANTE E MERCÊDINHA

Caminhoneiro afamado na região, Zé Volante era por todos conhecido, muito respeitado e amado. Dirigir caminhão é sua sina; aprendeu com o pai, que herdou do avô no passado.
Recebeu do pai um Ford antigo, o maior patrimônio da família. De viagem em viagem, juntava dinheiro para realizar seu sonho, sua grande conquista.
Sonhava comprar uma Mercedes 1313 seminova, pois uma nova não podia. Os anos se passaram, e o sonho se realizaria. Agora na garagem uma Mercedes 1313 existia.
Feliz e realizado, não demorou a pedir em casamento a bela Patrícia. Moça educada, que também era sonho de conquista pra formar uma família para toda vida.
Casa e caminhão são suas duas moradias, mas não se sabe onde Patrícia ficou grávida. O que se sabe é que nove meses depois, em 19 de março, nasce na boleia da 1313 o varão da família.
Em homenagem ao santo, com o nome de José lhe batiza, mas é o apelido de Mercedinha que se eterniza. E é agora que minha história se inicia.

"O meu entusiasmo é uma gravidade própria: ele puxa os milagres mais distantes da galáxia direto para o quintal da minha vida."

"Estou sintonizando a frequência da minha mente na rádio do impossível, até que o volume do sucesso ensurdeça as minhas dúvidas."

BOI TALUDO


Da minha infância doce e dolorida, lembro-me dos fatos, alguns inesquecíveis. Esse que aqui início a contar é lindo e incrível, fala de um boi aqui no sítio nascido.
Refiro-me ao Boi Taludo, o maior e mais querido, forte e manso, mas bravo se seus donos são agredidos.
É o Sanção dos animais do sítio. Protetor, amigo de todos os animais da região. Recebe carinho e amor como forma de gratidão.
Forte e valente, no trabalho não dá mole não. Arar a terra pra ele é moleza; ouvi falar que Taludo já puxou um caminhão.
Lobos e raposas não chegam perto do sítio, não. Porque Taludo fica sempre na guarda e de prontidão.


Muitos querem lhe levar para os rodeios, mas ele não vai, não. Dócil e manso, não serve para esse tipo de apresentação.
Seus donos, que o conhecem bem só para desfilar e fotografar. Nisso Taludo é bom, conquistando sempre o primeiro lugar.
Era assim a vida de Taludo, pacata e simples, de inverno a verão. Amado por todos, que lhe devotavam muita admiração.
Num certo dia, choveu muito na região. E a casa do sítio, que era antiga, com seu velho telhado, não iria aguentar toda aquela agitação.
Houve um grande estrondo, e as madeiras foram ao chão. Todos correram para se proteger, mas Taludo não.
Ficou segurando o peso do telhado, dando tempo pra saída da família do patrão. Quando todos se retiraram, o telhado veio ao chão.
Nesse dia, morreria o boi mais forte da região. Taludo deu a vida para salvar a família do seu patrão.


Construíram uma estátua de Taludo na entrada do sítio, homenageando o boi mais forte e valente de toda a região.

"Minhas sinapses hoje estão costurando um manto de soluções douradas para problemas que eu nem vi chegar."

A JAQUEIRA DE SÃO JOSÉ


Segundo uma história do município de Itaquitinga/PE, todas as manhãs um menino saía para caçar passarinhos nos arredores, com sua baladeira, usando como munição caroços de jaca.
Certo dia, ele avistou um pássaro no céu, que, pela distância, não o reconheceu; mesmo assim, armou sua baladeira com o último caroço de jaca que havia e não se abateu.
Esticou a baladeira tão forte que a liga ficou fina e mirou no pássaro com a certeza de que o alvo acertaria. Soltou os dedos, e o caroço subiu feito um míssil teleguiado, mesmo assim o pássaro não alcançaria.
O caroço desceu com o dobro da velocidade com que havia subido. Era mês de março, dia 19, e a chuva tinha castigado o município, mas a terrinha estava preparada para o plantio do milho.
Quando o caroço desceu, na terra úmida se meteu, numa profundidade tão grande que o menino nunca mais o encontrou. Curiosamente, após o fato acontecido o menino marcou o local e protegeu de todos os perigos.
Contou o fato a seu pai, que logo se tornou seu aliado e fiel guardião do local escolhido. Os anos se passaram, e o lugar protegido recebeu plantação de milho e mandioca, mas o cantinho não era mexido.
Quando menos se esperava, num belo dia de sol, um broto de jaqueira havia surgido. Foi uma festa no município, pois todos, na região, a história já tinha ouvido.
Mais anos se passaram, e os cuidados haviam permanecido, mesmo com o menino já rapaz e seu velho pai envelhecido. Certo dia, o rapaz viajou, porque precisava estudar pra ser militar.
Seu pai cansado e fraco, das terras não poderia mais cuidar. Precisando de dinheiro para sobreviver e os estudos do filho pagar, teve que as terras vender a Luiz Maranhão, um usineiro do lugar.
A este pediu para a jaqueira lá deixar. Contou-lhe a história, e o usineiro ficou encantado e resolveu de a jaqueira cuidar. Fez um campo de futebol para a população jogar, deixando a jaqueira perto pra na farta sombra descansar.
O tempo continuou passando, e nas férias o rapaz vinha a jaqueira visitar. Já subia em seus galhos, chegando até com ela conversar. Perguntava pelo pássaro, pois nunca havia visto um igual em outro lugar.
A jaqueira balançava seus galhos como se tivesse respondendo ao que o rapaz insistia em perguntar. Outros anos se passaram, e o usineiro, velho e cansado, teve que as terras lotear. Fez um acordo com o prefeito Zeca Vidal para a jaqueira nunca derrubar.
O prefeito, que já conhecia a história da jaqueira, se comprometeu de em um lote ela ficar e, ao seu lado, uma igreja mandou edificar. Os lotes foram distribuídos e vendidos, mas o terreno da jaqueira ficou com Dona Ester, a tabeliã do cartório, porque ninguém quis comprar.
A jaqueira ficava no centro, impossibilitando uma casa levantar. O rapaz, agora militar, com sua família veio a terrinha visitar. Sabendo do acontecido, foi a dona do cartório procurar e lhe fez a proposta de o terreno comprar.
Sabendo da história do militar com aquela jaqueira e o lugar, pediu-lhe valor acima dos demais terrenos que estava a negociar.
Sem pestanejar, o militar fez a compra do terreno para da jaqueira cuidar. Foi uma festa no município, pois todos tinham certeza que ela permaneceria em seu lugar.
No dia 19 de março, na festa de São José, foi inaugurada a igreja para o santo homenagear. Nesse dia, batizaram a árvore com o nome de "Jaqueira de São José".
0 militar instalou uma pousada para a família visitar. E criou um jardim, onde, entre gramas e flores, há uma jaqueira no centro pra se cuidar.

Se as seleções de futebol do mundo
fossem coerentes,
tivessem um mínimo de vergonha na cara
e verdadeiro orgulho patriótico...
boicotariam uma World Cup sediada em território estadunidense.


Há momentos em que o esporte
não deveria fechar os olhos
para aquilo que acontece
fora das quatro linhas.
✍@MiriamDaCosta

... não olhará mais para trás
todo aquele que — segundo as Sagradas Escrituras —por própria dedicação e
maestria, se confessa referto e ilimitado
tanto na percepção de si e do outro,
quanto no que já diferencia como
plenitude do viver!

- Eu sinto a dor.

- Eu sei o que é a dor.

- Eu já experimentei a dor.

- Eu pude presenciar a dor.

- Eu já chorei sentindo dor.

- Eu já sorri sentindo dor.

- Eu sou feliz sentindo dor.

Autor: Jalison Santos

Irá Rodrigues,
Santo Estêvão BA,07/06/2026

CANÇÃO DO AMANHECER

O dia trazendo a canção
No canto do passarinho
No Sol que já raiou
Na flor que perfuma o caminho.
X
No beijo que enfeitiçou
A Lua que foi descansar
Esperando outra noite
Para poder voltar.
X
Canção do amanhecer
Na voz do vento passando
Na chuva que vai chegando.
X
Canção pelas matas verdejantes
Quando o verso se encerra
Sentindo cheiro de terra.
X
Irá Rodrigues.

Os rios salgam os oceanos. O sol acumula a salinidade.
Do mesmo jeito, vida e tempo se entrelaçam:
numa dança íntima, perfeita, invisível aos olhos.

Por Marcio Melo

Não sou triste. Sou vivido, experimentado.


Guardo na memória:
dores, mágoas, noites de choro.
E também sorrisos, amores, pessoas que deixaram saudades.


Tudo isso me ensinou.
Tudo isso me fez.


Não sou triste.
Talvez só cansado.


Por Marcio Melo
(Inspiração: Clarice Lispector)

Apagar um grande amor da mente é como tentar pintar o céu de preto.

No primeiro dia de primavera,
o sol brilhou radiante no teu olhar,
e a primeira flor desabrochou
no jardim do nosso amor.


Os pássaros voavam em revoada,
cantando a música do amor.
Os raios brilhantes do sol
criavam linhas no céu.


Era um dia perfeito para se apaixonar.
O perfume das flores se espalhava pelo ar.
Era a estação mais doce,
que coloria tudo.


A estação do amor.
Marcio Melo

⁠Não tem preço que pague um coração generoso.
sfj,reflexões religiosas

Corações que se amaram ganham uma vaga cativa no arquivo do peito.