Coleção pessoal de testeteste123

30361 - 30380 do total de 117536 pensamentos na coleção de testeteste123

Depois de tudo que passei, o meu coração não aguentaria se recusa a amolecer,


Foram tantas travessias e guerras vencidas,


Sim, já vi o mar vermelho se abrir, sim já vi muitas miragens no deserto mas venci,


E quando realmente estive em perigo me deparando com o vale das sombras aí então eu entendi que deveria mudar de zero a cem todas as atitudes e caminhos da minha vida,


Foi lá observando calmamente no fundo do poço a última resta de luz, que identifiquei a necessidade de explorar as fontes da verdade, do equilíbrio e das razões,


O entendimento sobre si próprio pode renascer depois de várias batalhas e experiências vividas, se calmamente podermos da visibilidade aquilo que interessa para o nosso verdadeiro crescimento, iremos achar no momento certo o segredo para o nosso próprio sucesso.

“Que todas as coisas boas nos abracem e que todas as coisas ruins, deixemos para trás."


—By Coelhinha

Não ignore o alerta de uma pessoa só porque ela não prticipa do seu dia a dia, a visão de uma ilha para quem está afastado e posicionado estrategicamente é muito mais nítida do que a da pessoa que está dentro dela.

EU, POEMA DE MIM

Sou verso antes da palavra,
eco antes do som,
mistério que se procura
no espelho do próprio dom.

Habito em muitas moradas,
sou plural em cada fim;
às vezes nem me conheço
quando faço poema de mim.

Sou o eu lírico que canta
o amor, a dor e a esperança,
que veste roupas de sonho
e brinca com a lembrança.

Sou o eu inanimado,
pedra, estrada e paredão;
dou voz ao banco da praça,
à enxada, ao velho portão.

Sou a poeira do caminho,
a folha seca a cair,
o relógio esquecido
que continua a seguir.

Sou também o abstrato,
o que ninguém pode tocar;
sou saudade, sou silêncio,
sou vontade de ficar.

Sou a dúvida da noite,
a fé buscando razão,
o medo escondido em sombras,
a coragem do coração.

Mas sou também o real,
carne, osso e cicatriz;
sou o homem que tropeça
na procura de ser feliz.

Carrego marcas do tempo,
vitórias, perdas e ais;
sou feito de muitas vidas
que já não voltam jamais.

E quando junto esses eus
num só verso, enfim, assim,
descubro que o universo
fez um poema de mim.

Pois sou palavra e ausência,
fantasia e chão sem fim;
sou o que escrevo no mundo
e o mundo escreve em mim.

Seja sua maior prioridade!


De opções o mundo está cheio!

Divina Proteção
Divina proteção que me conduz,
Meu guia, minha vida, meu chão e luz.
Muralha forte que protege e cuida,
O próprio carinho em ação que ajuda.
Os passos firmes de quem recebeu,
A criação rígida que o tempo moldou.
Coração bondoso, generoso e profundo,
Mas duro de quebrar diante do mundo.
Se a vida exigiu essa postura firme,
O afeto não precisa ser rígido crime.
A mesma muralha que salva e acolhe,
Cria dependência se a alma não escolhe.
O que foi construído é difícil mudar,
Mas com paciência podemos moldar.
Mãe e pai ainda olham suas crias,
Como as eternas crianças de outros dias.
Na ânsia do comando e da autoridade,
Há o medo da perda que vem com a idade.
Deixe-os ser pais, mude o seu agir:
Com liberdade e respeito para evoluir.
— Roseli Ribeiro ano 2026

A Metamorfose
Deixe viver,
Deixe falar por si.
Não fale pelo outro,
Deixe que o outro caminhe
E tome suas próprias decisões.
Não viva a vida do outro,
Pois muito zelo sufoca.
Prepare para o mundo,
Não crie para você.
Deixe a lagarta virar
Uma linda borboleta.
Mesmo ao sair do casulo,
Ela sempre volta para visitar
O lugar de onde surgiu.
— Roseli Ribeiro ano 2026

Por ter esta mania de você,
manter vocação para ser tua,
e adoravelmente te dar corda,
para fazer história aqui e agora.


Na minha eletricidade interna
ligar a sua potência à minha,
sem deixar nada a desejar,
liderar: unidos a realidade,
e nos liberar dela, se preciso for,
com doses de fantasia e amor.


Para cumprir com companhia
a pulsante e inconfundível
a partilha das tradições românticas
das nossas correntes atlânticas.


Porque angariar o teu corpo
inteiro em derramamento
místico sobre o meu intenso,
para banhar-me no mel
inequívoco do teu desejo,
palmilhando toda a estrada
enfeitada pela florada
do ​Ipê-Roxo-de-Sete-Folhas.


Em nome da aurivolúpia
assumida total em chamas
para que em fundição progressiva
com a tua masculinidade
fazer-me das damas a mais altiva,
soberana, sublime e digna.

Dentre todas as curas conhecidas pela humanidade, o tempo permanece como a mais antiga e soberana.

Eu buscava o sabor dourado da esperança, sua doçura luminosa, mas encontrava o gosto azul da melancolia, o amargor cinzento da ausência. Mas uma luz me cobria e eu sentia o sabor cristalino da paz, a leveza da manhã. Sua lembrança era o gosto rubro do amor e o sabor prateado da lua. Mas ardia a dura violeta da saudade, enquanto eu buscava o som luminoso da liberdade, sem perder a delicadeza transparente do afeto, na esmeralda dos sonhos no vermelho silente e solar da eternidade. Eu senti a voz aveludada do tempo no murmúrio sedoso da chuva e o canto macio dos pássaros era uma sinfonia em minha alma. No entanto, ardia o quente áspero do esquecimento na canção morna do verão. Eu sentia enfraquecer o meu corpo no silêncio cortante da ausência, mas a música líquida das fontes trazia sua delicada voz solar. O eco suave era a fala mansa do vento. Leve como a brisa na melodia transparente. Era o perfume luminoso do amor, na voz cintilante do desejo, a fragrância cálida da paixão que ruborizava meu rosto ao olhar seus olhos brilhantes na cândida alegria da tarde. O aveludado aroma da presença fazia a música macia da pele. E a voz doce das recordações é uma saudade teimosa que nunca vai embora e insiste no perfume estelar da união. A claridade do amor. A doce tristeza da saudade me deixava pensativa, vivendo no presente o passado distante. A voz pálida das lembranças que se fazia a escuridão doce da melancolia no aroma distante de quem anda errante a divagar memórias e a comer o tempo. Queimava o sabor nebuloso da perda, na canção fria da solidão, o eco azul dos dias perdidos, no silêncio do que ficou. Nem o perfume das galáxias podia redimir a música dourada dos astros. Mas a voz potente do universo faz calar o pranto e a claridade sonora das estrelas tem o toque luminoso da eternidade.

Nada justifica o injustificável. Mas o justificável por si só se justifica.

TSAS A MORTE LENTA

Pela manhã a tela acende,
faz da janela um muro digital.
O corpo esquece o movimento,
a alma perde o rumo natural.

O sofá abraça sem maldade,
convida ao descanso e à rendição.
Pouco a pouco prende os passos,
transforma a força em ilusão.

O açúcar veste roupa de festa,
adoça a boca, seduz o paladar.
Mas cobra caro pelo encanto,
quando chega a hora de cobrar.

O sal tempera a convivência,
dá sabor ao feijão e ao pão.
Porém, em excesso silencioso,
cerca a vida de preocupação.

São prazerosos, mas é morte lenta para todos.
São prazerosos, mas é morte lenta para todos.
No brilho da tela, no abraço do sofá,
no doce do açúcar e no sal a transbordar.
São prazerosos, mas é morte lenta para todos.

Não vieram como inimigos,
nem carregam espada ou canhão.
Entram sorrindo pela porta,
ganham espaço no coração.

A televisão rouba o tempo,
o sofá negocia a disposição.
O açúcar compra o instante,
o sal disfarça a condição.

Enquanto o mundo corre lá fora,
a vida pede participação.
Caminho, esforço e equilíbrio
são remédios sem prescrição.

São prazerosos, mas é morte lenta para todos.
São prazerosos, mas é morte lenta para todos.
Quando o excesso vira costume,
e o costume vira prisão,
São prazerosos, mas é morte lenta para todos.

Então façamos nova escolha,
sem guerra, culpa ou radicalismo.
Que a tela informe, não domine;
que o descanso não seja abismo.

Que o açúcar seja visita,
não morador do coração.
Que o sal conheça limites,
respeitando a moderação.

Pois viver é mais que prazer,
é movimento, consciência e valor.
E o tempo, que tudo revela,
é o mais exigente julgador.

Você me ensinou que a dor é só o início da jornada, só o silêncio e o som! Agora, consigo ver tudo em câmera lenta.

***
"Olhando em todas as direções,
me vem a mente as boas reflexões,
e me vem a mente as pessoas que estão a minha volta,
elas possuem apenas uma visão,
e essa está incompleta..."
________________________________________
( Francisca Lucas)
________________________________________

O Homem inventou a roda

mas,

Deus inventou o freio.

A melodia dourada do crepúsculo fez raiar o silêncio azul da madrugada, em que o canto prateado das estrelas fazia a voz violeta do horizonte. A música cristalina da chuva fazia o murmúrio esmeralda das florestas em campos elísios. No dia seguinte, a canção rubra do entardecer se elevava no eco luminoso das montanhas. Eu sentia em meu ser a sinfonia alaranjada do outono e meu silêncio era branco como a neve, quando se ouve a fala cintilante dos rios no já passado concerto acobreado da alvorada. E minha voz era o sussurro transparente do vento no brilho sonoro das constelações. Era a luz macia da esperança, que trazia consigo a claridade aveludada, em contraste com o brilho áspero da realidade, na escuridão sedosa da manhã. A sombra morna do verão em altas árvores preparava a noite de textura líquida a se espraiar na boca de um rio cristalino, com o toque luminoso da ternura. Dia e noite se fundiam e a aurora de seda fazia o frio do infinito na luz amarela. A transparência cálida do afeto me lembrava o brilho delicado das lembranças e uma nostalgia sorrateira abraçava minha alma. Era a sombra acetinada do tempo na claridade macia da paz. Eu pedia aos céus um sinal, e a suave escuridão era bordada de estrelas de perfume da primavera, no aroma azul da distância entre dois corações que se perderam na fragrância prateada da lua, no perfume rubro das paixões. Eu pensava em você no cheiro translúcido da chuva e você me respondia na essência da eternidade, e isso era saudade no aroma cintilante das memórias. O perfume azul das saudades que não nos poupavam, já que o perfume luminoso dos lírios era a fragrância solar de nossa comunhão nas mãos da liberdade. Essa era nossa verdade.

Se amo...
Posso adoecer; Porque não há clareza do outro lado. Não há certeza!, Não adianta enxergar sobre os olhos, se eles não mostram nada...
De que adianta amar em silêncio?
Me apeguei na doce segurança da minha solidão, Mesmo me sentindo sozinho às vezes... Isso não me quebra... Porque no meu lugar a confiança não é quebrada, e não vejo motivos para dúvida ou incerteza...

"A vida mede o tempo em anos e o coração, em afetos. Por isso, aqueles que amamos jamais desaparecem por completo. Continuam vivendo nas lembranças que nos visitam, nos hábitos que deixaram, nos ensinamentos que transmitiram e na saudade que insiste em florescer. O amor não vence a morte porque não impede a partida, mas se recusa a partir junto com ela."

Sempre haverá a distração para tirar a nossa atenção em alguma coisa que precisamos estar de olhos abertos, as vezes isso poderá ser nosso maior aliado para as coisas ruins ou pessoas maldosas que queiram nos atingir.
A Bíblia nos ensina: "Vigiai e orai"

Uma vez assistindo na TV uma reportagem em um condomínio, lá se instalou um conflito entre os moradores, era só brigas e confusão!!!
O repórter perguntou a um morador qual era o melhor vizinho que ele conhecia no condomínio, ele respondeu: É um morador que não fala com ninguém, ninguém nunca o vê, vive dentro do seu apartamento, não cria confusão, esse é o melhor vizinho que temos aqui!!!