Coleção pessoal de testeteste123

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2135 📜 "Como é hábito, cresce o Lero Lero sobre possíveis fraudes ou 'roubos' em alguns resultados de jogos na Copa 2026. Vi vários desses comentários mas não vi um só que tenha mostrado provas. Portanto, concluo, smj, que o Lero Lero pode ser coisa de Papagaios Humanos, aqueles que vivem só repetindo, sem saber de nada!"

Pássaro outonal —
Nas espinhentas paineiras
repouso macio.

Inspire-se em quem você é.


A.

"O touro se orgulha dos chifres."

Mesmo Sendo Sempre Criticada e Julgada: Eu Continuo Apaixonada Por Jesus❤️‍🔥

Se o universo é um computador, aquilo que não computa é inferior ou apenas incomputável?

Se o universo é um computador, talvez o maior mistério não seja aquilo que ele calcula, mas aquilo que permanece incomputável.

Não sei quanto tempo dói uma desilusão, acho que deve durar uma eternidade.

Quando as águas silenciarem a fúria do abismo e a luz despir a ilusão da forma, a beleza deixará de ser guerra para se tornar o eco eterno do próprio enigma.
Reno Fioraso

Se o coração em que tentei entrar não se abriu, Adeus.

Ninguém esconde um choro que já virou tempestade, um temporal.

O Direito ao Vazio


Agilson Cerqueira


A existência reclama o direito ao vazio. Não como ausência, mas como espaço fértil onde a consciência pode repousar e reencontrar a si mesma.


Quando deixamos de refletir apenas o tumulto do mundo, descobrimos que o silêncio também é uma forma de conhecimento.


Por isso, é necessário suspender o excesso, desacelerar o pensamento e, por instantes, desabitar-se das certezas para acolher novas possibilidades.


A lucidez não se alicerça na rigidez das respostas, mas na coragem de alternar entre o entendimento e o mistério.


Há sabedoria em compreender, mas também em aceitar que nem tudo precisa ser explicado. A razão ilumina o caminho; a imaginação revela horizontes que a lógica, sozinha, jamais alcançaria.


Divagar devagar não é perder tempo. É devolver ao espírito a liberdade de criar, contemplar e reinventar o sentido da existência. Em um mundo que mede o valor das pessoas pela velocidade e pela produtividade, o devaneio preserva aquilo que há de mais genuinamente humano: a capacidade de admirar, imaginar e renovar a esperança.


O sono e o sonho não interrompem a vida; eles a restauram. Enquanto o corpo repousa, a mente reorganiza lembranças, cultiva afetos e prepara novos começos. É nesse território invisível que a sobrevivência floresce em plenitude e a existência reencontra sua delicadeza.


Viver, em sua expressão mais profunda, é harmonizar a firmeza necessária para enfrentar os desafios com a leveza indispensável para continuar sonhando.


Sobreviver fortalece o corpo; sonhar amplia a alma. Entre a realidade e o imaginário, entre a razão e a sensibilidade, descobrimos que existir é uma oportunidade permanente de crescimento.


Talvez a maior conquista da consciência não seja compreender tudo, mas conservar a capacidade de maravilhar-se. Enquanto houver espaço para o silêncio, para o sonho e para o pensamento livre, haverá também motivos para renovar o olhar, reinventar os caminhos e celebrar o simples privilégio de existir.

Prefiro viver a dor de uma solidão, do que viver sob a rejeição de um abraço.

A RAINHA DOS ANJOS.

“Maria Santíssima é acolhida por Jesus”

“Sim, minha mãe, sou eu!... Venho buscar-te, pois meu Pai quer que sejas no meu reino a Rainha dos Anjos...”

A alvorada desdobrava o seu formoso leque de luz quando aquela alma eleita se elevou da Terra, onde tantas vezes chorava de júbilo, de saudade e de esperança.

Não mais via seu filho bem amado, que certamente a esperaria, com as boas vindas, no seu reino de amor; mas extensas multidões de entidades angélicas a cercavam, cantando hinos de glorificação.

Experimentando a sensação de se estar afastando do mundo, desejou rever a Galileia com os seus sítios preferidos.

Bastou a manifestação de sua vontade para que a conduzissem à região do lago de Genesaré, de maravilhosa beleza.

Reviu todos os quadros do apostolado de seu filho e, só agora, observando do alto a paisagem, notava que o Tiberíades, em seus contornos suaves, apresentava a forma quase perfeita de um alaúde.

Lembrou-se, então, de que naquele instrumento da Natureza Jesus cantara o mais belo poema de vida e amor, em homenagem a Deus e à humanidade.

Aquelas águas mansas, filhas do Jordão marulhoso e calmo, haviam sido as cordas sonoras do cântico evangélico.

Dulcíssimas alegrias lhe invadiam o coração e já a caravana espiritual se dispunha a partir, quando Maria se lembrou dos discípulos perseguidos pela crueldade do mundo e desejou abraçar os que ficariam no vale das sombras, à espera das claridades definitivas do Reino de Deus.

Emitindo esse pensamento, imprimiu novo impulso às multidões espirituais que a seguiam de perto.

Em poucos instantes, seu olhar divisava uma cidade soberba e maravilhosa, espalhada sobre colinas enfeitadas de carros e monumentos que lhe provocavam assombro.

Os mármores mais ricos esplendiam nas magnificentes vias públicas, onde as liteiras patrícias passavam sem cessar, exibindo pedrarias e peles, sustentadas por misérrimos escravos.

Mais alguns momentos e seu olhar descobria outra multidão guardada a ferros em escuros calabouços.

Penetrou os sombrios cárceres do Esquilino, onde centenas de rostos amargurados retratavam padecimentos atrozes.

Os condenados experimentaram no coração um consolo desconhecido.

Maria se aproximou de um a um, participou de suas angústias e orou com as suas preces, cheias de sofrimento e confiança.

Sentiu-se mãe daquela assembleia de torturados pela injustiça do mundo.

Espalhou a claridade misericordiosa de seu espírito entre aquelas fisionomias pálidas e tristes.

Eram anciães que confiavam no Cristo, mulheres que por ele haviam desprezado o conforto do lar, jovens que depunham no Evangelho do Reino toda a sua esperança.

Maria aliviou-lhes o coração e, antes de partir, sinceramente desejou deixar-lhes nos espíritos abatidos uma lembrança perene.

Que possuía para lhes dar? Deveria suplicar a Deus para eles a liberdade?

Mas Jesus ensinara que com ele todo jugo é suave e todo fardo seria leve, parecendo-lhe melhor a escravidão com Deus do que a falsa liberdade nos desvãos do mundo.

Recordou que seu filho deixara a força da oração como um poder incontrastável entre os discípulos amados.

Então, rogou ao Céu que lhe desse a possibilidade de deixar entre os cristãos oprimidos a força da alegria.

Foi quando, aproximando-se de uma jovem encarcerada, de rosto descarnado e macilento, lhe disse ao ouvido:

“Canta, minha filha! Tenhamos bom ânimo!... Convertamos as nossas dores da Terra em alegrias para o Céu!...”

A triste prisioneira nunca saberia compreender o porquê da emotividade que lhe fez vibrar subitamente o coração.

De olhos extáticos, contemplando o firmamento luminoso através das grades poderosas, ignorando a razão de sua alegria, cantou um hino de profundo e enternecido amor a Jesus, em que traduzia sua gratidão pelas dores que lhe eram enviadas, transformando todas as suas amarguras em consoladoras rimas de júbilo e esperança.

Daí a instantes, seu canto melodioso era acompanhado pelas centenas de vozes dos que choravam no cárcere, aguardando o glorioso testemunho.

Logo, a caravana majestosa conduziu ao Reino do Mestre a bendita entre as mulheres e, desde esse dia, nos tormentos mais duros, os discípulos de Jesus têm cantado na Terra, exprimindo o seu bom ânimo e a sua alegria, guardando a suave herança de nossa Mãe Santíssima.

Por essa razão, irmãos meus, quando ouvirdes o cântico nos templos das diversas famílias religiosas do Cristianismo, não vos esqueçais de fazer no coração um brando silêncio, para que a Rosa Mística de Nazaré espalhe aí o seu perfume!

FONTE

Irmão X (pseudônimo espiritual), psicografia de Francisco Cândido Xavier, Boa Nova, capítulo 30, “Maria”. O texto acima corresponde a uma reprodução parcial desse capítulo, conforme indicado na própria publicação compartilhada.

Referência bibliográfica:

XAVIER, Francisco Cândido. Boa Nova. Pelo Espírito Irmão X. Rio de Janeiro: FEB, capítulo 30, “Maria”.

"Há encontros que não mudam o destino, mas mudam a forma como enxergamos a vida."

"As conexões mais valiosas não são as que nos pertencem, mas as que nos transformam."

O sabiá sumiu de lá, o beija-flor, não sei cadê, será que a árvore onde eu brincava, o beija-flor, deixou morrer.

MORIBUNDA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Nas frestas do ser, tecido em sombra e peste, dorme a carne, e a alma se reveste de ferrugem, pó e lama vil;
sou fruto putrefato de um solo hostil.
No ventre úmido do tempo triste e agreste, minh'alma enferma e macilenta investe, num sonho tosco, em busca do porvir; mas tudo é vão.
O osso, o mofo, o verme persistem. E neste palco de miséria e desatino, represento o triste destino de um bicho que sonhou sentir.
E ama, e chora, e continua a perecer.
Meus olhos, duas candeias já sem brilho, pendem cansados para o chão senil;
a vida foge, fria, sutil,
e só me resta o gosto vil da dúvida que rói todo o perfil.
Sinto no peito um breu sem consolo,
um poço sem fundo, um verso sem solo.
E nesta agonia, um réquiem vago a vida entoa, zombando do meu pranto que ainda condoa.
Sou barro e lodo, sombra e lama, verme que deseja chama, mas só sabe se arrastar.
E, ermo em vão, me vou sem norte,
levando no peito a própria morte,
que vive a sussurrar. Assim... num mundo vão
me desfaço e me consumi, num riso amargo e vão que não sorri.
E a noite é tudo o que sei e serei e senti.

O MENINO QUE CRESCEU ENTRE AS MULHERES

Durante muito tempo, pensei que conhecia a resposta. Mas a vida tem o estranho costume de esconder as perguntas mais importantes.

Foi um senhor muito importante na minha vida que, certo dia, me disse com firmeza:

— Você não gosta dos homens. É um puxa-saco das mulheres.

Sorri por fora. Por dentro, aquelas palavras fizeram ondas que demoraram muito para se acalmar.

Seria verdade?

Comecei a revisitar a minha própria história.

Foi então que percebi algo curioso: eu nunca deixei de ter grandes amigos homens. Eles sempre estiveram ao meu lado. Amigos leais, presentes, companheiros de caminhada. Portanto, o problema não era esse.

A questão era outra.

Desde menino, o universo feminino ocupava quase todo o meu horizonte.

Nasci cercado por mulheres.

Brinquei com meninas.

Ao longo da vida, trabalhei com muitas mulheres. Ouvi suas histórias, aprendi com elas, admirei suas forças e fragilidades. Sem perceber, elas se tornaram maioria nas minhas lembranças, nas minhas fotografias e em boa parte da minha trajetória.

Talvez tudo tenha começado muito antes de eu compreender o mundo.

A primeira mulher que amei foi minha mãe.

Ela era meu porto seguro, meu abrigo, meu primeiro amor. Quando uma mãe ocupa um lugar tão grande no coração de um filho, sua presença continua iluminando muitos caminhos, mesmo depois da ausência.

Talvez, em algum canto silencioso da infância, tenha faltado um pouco mais da referência masculina para equilibrar essa balança invisível.

Nunca havia pensado nisso.

Até aquele dia.

Aquela frase continuava voltando, como um eco.

E, quase sem perceber, comecei a me aproximar ainda mais dos homens.

Não porque me faltasse amizade.

Mas porque havia um universo que eu ainda podia descobrir.

E descobri.

Descobri conversas sem máscaras, gargalhadas espontâneas, abraços discretos, lealdades silenciosas e uma cumplicidade que não precisa ser explicada.

Descobri que, por trás de cada homem, mora um menino que o tempo nunca conseguiu apagar.

Nada disso diminuiu o carinho, o respeito e a admiração que sinto pelas mulheres.

Continuo acreditando que elas não nasceram para serem decifradas. Talvez tenham nascido apenas para serem amadas, respeitadas e admiradas.

Também nunca escondi quem sou. Desde muito cedo conheço meus sentimentos e o caminho do meu coração. Algumas mulheres imaginaram que poderiam mudar isso. Nunca conseguiram, porque ninguém transforma aquilo que já nasceu verdadeiro.

Hoje continuo admirando as mulheres.

Mas também aprendi a celebrar, com a mesma alegria, a amizade dos homens.

Talvez aquele senhor, tão importante na minha vida, nunca tenha imaginado o alcance daquelas palavras.

Uma única frase não mudou quem eu era.

Apenas abriu uma janela que permanecia fechada.

E, quando olhei através dela, percebi que meus amigos sempre estiveram ali, esperando apenas que eu enxergasse, com mais calma, a beleza da amizade entre homens.

No fim, descobri que o coração não precisa escolher entre um universo e outro.

Ele é grande o bastante para acolher ambos.

Nereu Alves

Achei um dizeres assim






boêmio dos anos 70 no Bar Brahma:




​De Encontro ao Vento


🎵
​Madrugada fria na São João,
E a saudade🎶 aperta no peito.
Bebo um chopp pra acalmar o coração,🎵
Mas preciso te ver de qualquer jeito.
​Quero andar contigo ao vento,🎶
Respirar o ar da tua cidade,
Transformar em ouro esse momento
E apagar de vez a🎵 nossa saudade.
​Quero o mesmo sol na minha pele,
O teu riso iluminando a🎶 mesa,
Num abraço que o tempo congele,
Afastando toda a tristeza.🎵😜








Outra versão




Saideira e Saudade




​O garçom já traz a saideira.🎵
E a mesa vazia é solidão.
No balcão da noite inteira.🎶
Sua ausência vira uma canção.
​Eu preciso largar esse copo.🎵
Correr pra te ver de qualquer jeito.
Te buscar no avesso do mundo.
Arrancar esse nó do meu peito.
​Quero a brisa da rua deserta.🎶
Respirar o teu mesmo luar.
Ver a porta do peito aberta
E no teu sorriso acordar.🎵


Autor Desconhecido