Coleção pessoal de testeteste123
"Há pessoas que esperam pelo dia em que o destino lhes sorrirá. Outras acordam todos os dias e trabalham para que, quando esse dia chegar, possam retribuir o sorriso. A diferença entre elas não está na sorte; está na preparação."
saudade de um ontem, onde o momento sorria e a simplicidade imperava junto com a felicidade.
detalhes que a ilusão negava, cumplicidade e outros sentimentos misturado com muita vontade.
. . então, veio a realidade, batendo junto com a razão de cada um . .
o que houve com verdade, que mudou de história para estória e quem diria, machucou.
razão vazia de igualdade, palavras sem sentido e sentido sem noção de algo que aos poucos se desfez . . .
enquanto a dúvida da própria razão se inclinava diziam os pensamentos, porque !
propriedades que nem a saudade conseguiu colocar nos dias que por vir desapareceram na falta da ternura que expirou.
Quem é você, quem fomos, quem poderíamos ter poupado desse sentimento que nada mais é que hoje, o passado.
A Saída do Parido
Há quem passe a vida inteira
procurando uma saída,
sem perceber
que construiu a própria prisão.
Corre para o mundo
e se perde de si.
Acumula coisas
e desperdiça a única que nunca poderia perder:
a consciência.
A mente mente.
E quem acredita em todas as mentiras da mente
corre o risco de tornar-se demente.
Vivemos na era da velocidade,
mas não da direção.
Nunca houve tantos caminhos.
Nunca houve tão poucos destinos.
Aprendemos o alfabeto das palavras,
mas permanecemos analfabetos de nós mesmos.
Sabemos ler livros.
Mas desaprendemos a ler a alma.
Esquecemos o Bê-à-Bá da Vida.
Trocamos valores por custos.
Presença por aparência.
Conhecimento por informação.
Sabedoria por opinião.
Espiritualidade por religiosidade.
O essencial pelo urgente.
E chamamos isso de evolução.
Que involução sofisticada.
Somos paridos biologicamente.
Mas poucos nascem para a própria consciência.
Respiram…
Mas não vivem.
Existem…
Mas nunca chegam a ser.
Afinal, nascer não é sair do ventre.
É deixar o ego.
Porque há corpos vivos
que carregam consciências sepultadas.
O mundo nos ensinou a conquistar territórios.
Mas nunca nos ensinou
a habitar a própria alma.
Passamos anos perguntando:
— Para onde devo ir?
Quando a única pergunta capaz de mudar uma vida sempre foi:
— Quem estou me tornando?
Nossa consciência…
É o único GPS
que não depende de satélites,
mas de silêncio.
Quem se desconecta dela
perde o sinal de si mesmo.
E quem perde o sinal de si,
encontra qualquer destino…
menos o próprio.
O tempo não passa.
Quem passa somos nós.
E cada segundo que chamamos de amanhã
é um pedaço da vida
que já começou a morrer.
Penso,
logo resisto.
Resisto ao barulho
que me impede de ouvir o silêncio.
Resisto às respostas prontas
que matam as perguntas necessárias.
Resisto à multidão
quando ela caminha em direção ao abismo
aplaudindo a própria queda.
Porque a maior alienação
não é deixar de pensar.
É terceirizar a consciência.
Descobri tarde
que o maior retorno
não é voltar para casa.
É voltar para dentro.
O Retorno ao Real
não é geográfico.
É existencial.
A saída nunca esteve no mundo.
O mapa nunca esteve nas mãos.
Sempre esteve na consciência.
E o destino…
jamais foi um lugar.
Foi um estado de ser.
No fim,
descobri que Deus nunca esteve distante.
Distante
estava eu.
Porque o Cristo Interior
jamais deixou de habitar o homem.
Foi o homem
quem decidiu morar do lado de fora de si mesmo.
E então compreendi
o Bê-à-Bá
que o mundo fez questão de esquecer:
a vida começa quando o ser humano deixa de apenas existir.
Nesse instante,
o parido nasce.
O retorno acontece.
E a única saída
revela-se, enfim,
como sempre foi:
para dentro.
Carlos Eduardo Balcarse
11/06/2026
"Uma árvore centenária desperta admiração pela imponência do tronco e pela amplitude da copa. Poucos, porém, pensam nas raízes. Elas cresceram no escuro, durante anos, sem aplausos, sem reconhecimento, enfrentando pedras, seca e tempestades. Entretanto, quando a árvore finalmente se ergue majestosa, é das raízes invisíveis que provém toda a sua força."
"Ninguém presencia as madrugadas de estudo, as renúncias, os fracassos superados e os anos de perseverança. Vê apenas o instante da conquista e o chama de destino. Mas o destino, muitas vezes, é apenas o nome que damos ao encontro entre uma oportunidade e uma vida inteira de preparação."
Deus sabe exatamente quando e como responder.
Ontem, enquanto eu olhava o Instagram, percebi que uma pessoa que sempre falava comigo nunca mais entrou em contato. Naquele momento, pensei: "Nossa, fulano nunca mais falou comigo.
O que aconteceu?"
Então o Senhor falou ao meu coração:
"Fui Eu que afastei. Você precisava entender que nem tudo o que sai da sua vida é perda. Há pessoas que Eu removo porque já não fazem parte do propósito que tenho para você."
Nem toda porta que se fecha é derrota. Às vezes, é Deus protegendo você daquilo que não consegue enxergar.
Excesso de informalidade pode gerar confusão; excesso de formalidade, estranhamento. Portanto, são prejuízos da oralidade de quem usa.
Quando você pensar em desistir..
Desista, sim.
Mas desista de tudo aquilo que rouba a sua paz.
Desista do que enfraquece a sua alma.
Desista do que alimenta o medo e apaga o brilho dos seus sonhos.
Desista das dores que insistem em morar no seu coração.
E desista de quem nunca soube reconhecer o valor da pessoa extraordinária que você é.
Há desistências que não representam derrota; representam coragem. Há portas que só se abrem quando temos a força de fechar outras. Desistir do que nos prende, do que nos atrasa e do que nos impede de crescer é, muitas vezes, o primeiro passo para reencontrar a nós mesmos.
Eu já desisti de muitas coisas. E hoje compreendo que algumas despedidas foram, na verdade, os mais belos reencontros da minha vida. Porque toda vez que deixei para trás o que me machucava, abri espaço para que a esperança florescesse novamente.
Nem toda desistência é o fim. Às vezes, ela é apenas a forma que Deus encontra de nos conduzir a um novo começo.
Colher o amanhã na casca do que nunca foi ferido é o segredo de saciar a fome sem devorar a própria terra.
Reno Fioraso
"Quem recebeu os aplausos, muitas vezes, era o mais triste no palco — e nem assim a multidão notou a sua dor. Afinal, ninguém paga pela tristeza dos outros!"
Reflexão sobre Atuação em Desastres !
Algumas missões não começam quando embarcamos. Elas começam muito antes, no coração de quem escolheu servir.
Diante de uma tragédia, milhares de emergencistas, bombeiros, profissionais de saúde e voluntários sentem a mesma vontade: estar lá, ajudando nas buscas.
Esse sentimento é legítimo. Eu o conheço bem.
Mas a ajuda humanitária exige mais do que boa vontade.
Antes de pensar em embarcar, faça uma reflexão.
Você está realmente capacitado para atuar em uma operação de busca e resgate em estruturas colapsadas?
Sua participação será oficial?
Você possui treinamento específico?
É autossuficiente para permanecer na missão sem consumir recursos destinados às vítimas?
Ao chegar ao país afetado, qual organização humanitária o integrará à operação?
Essas perguntas não desestimulam. Elas protegem vidas. Em uma operação humanitária, boa vontade é indispensável, mas somente o preparo permite servir com segurança e eficiência.
A realidade é que uma missão humanitária começa muito antes do embarque. Ela é construída ao longo de anos de treinamento, disciplina, experiência e preparação.
Permita-me deixar apenas um conselho. Não como alguém que leu sobre desastres, mas como alguém que já sentiu a poeira dos escombros e atuou em cenários de terremotos, enchentes e outras tragédias.
Aprendi que o desejo de ajudar é o primeiro passo, mas nunca será o suficiente. Em operações humanitárias, a boa intenção precisa caminhar ao lado do preparo, da disciplina e da responsabilidade.
Se esse também é o seu propósito, comece a sua missão agora. Invista em conhecimento, treinamento e experiência.
"O dia em que o chamado chegar não será o momento de aprender. Será o momento de colocar em prática tudo aquilo que você construiu ao longo dos anos."
Esse é o conselho sincero de um veterano em operações de resposta a desastres.
Texto: Eduardo Fernando de Souza
@fernandosamu192
"Quem serve verdadeiramente às instituições não pode medir suas decisões apenas pela aprovação imediata, mas pela fidelidade aos princípios que permanecerão quando as paixões do momento tiverem passado."
