Coleção pessoal de testeteste123

20641 - 20660 do total de 116280 pensamentos na coleção de testeteste123

"Quem serve verdadeiramente às instituições não pode medir suas decisões apenas pela aprovação imediata, mas pela fidelidade aos princípios que permanecerão quando as paixões do momento tiverem passado."

MULHERES: Palavras, Frases e Poemas.

No livro da vida humana,
Cada ser traz seu valor;
A mulher tem mil caminhos,
De tristeza e de amor.
Com virtudes e fraquezas,
Ela enfrenta o mundo inteiro,
Pois ninguém nasce perfeito,
Nem vive só por roteiro.

Existem mulheres que são palavras, outras são frases e umas são poemas.

Há quem guarde a castidade,
Com respeito e discrição;
E há quem caia na luxúria,
Pela força da paixão.
Entre a razão e o desejo,
Cada alma tem dilemas,
Mas o equilíbrio é caminho
Para evitar os problemas.

Existem mulheres que são palavras, outras são frases e umas são poemas.

A caridade é virtude
Que reparte com prazer;
Já a avareza aperta
O coração sem ceder.
Quem ajuda o semelhante
Planta luz por onde passa,
Mas quem vive só para si
Vai colhendo a própria escassez.

Existem mulheres que são palavras, outras são frases e umas são poemas.

A temperança ensina
A comer e a agir com medida;
A gula, quando domina,
Traz excesso à própria vida.
O bom senso é companheiro
Da saúde e da prudência,
Pois o exagero constante
Rouba a paz e a consciência.

Existem mulheres que são palavras, outras são frases e umas são poemas.

A paciência é abrigo
Nos momentos de aflição;
Já a ira descontrolada
Fere a mente e o coração.
Quem espera com calma e fé
Vence a luta com brandura,
Mas quem se entrega à raiva
Perde a força da ternura.

Existem mulheres que são palavras, outras são frases e umas são poemas.

A bondade é luz acesa
No caminho de alguém;
A inveja, quando cresce,
Faz sofrer quem a contém.
Quem celebra a vitória alheia
Mostra grandeza e valor,
Mas quem vive comparando
Esquece o próprio fulgor.

Existem mulheres que são palavras, outras são frases e umas são poemas.

A humildade é bonita,
Não precisa se exibir;
Já a vaidade excessiva
Quer sempre se distinguir.
Quem conhece o próprio limite
Anda firme sem soberba,
Mas quem vive só de aparências
Muitas vezes se desorienta.

Existem mulheres que são palavras, outras são frases e umas são poemas.

A fidelidade sustenta
A confiança e a união;
A traição, quando aparece,
Traz ferida ao coração.
Quem cultiva lealdade
Constrói laços verdadeiros,
Mas quem quebra a confiança
Afasta os bons companheiros.

Existem mulheres que são palavras, outras são frases e umas são poemas.

A amabilidade encanta
Pelo jeito de tratar;
A aspereza machuca
Sem precisar nem gritar.
Quem fala com gentileza
Faz o ambiente florir,
Mas a dureza constante
Pode afastar e ferir.

Existem mulheres que são palavras, outras são frases e umas são poemas.

Há mulher trabalhadora,
Que enfrenta o dia a lutar;
E há quem ceda à preguiça,
Deixando o tempo passar.
O esforço abre caminhos
Para o sonho florescer,
Mas a falta de vontade
Pode impedir de crescer.

Existem mulheres que são palavras, outras são frases e umas são poemas.

Assim segue a caminhada,
Com virtudes e imperfeições;
Toda mulher traz em si
Lutas, sonhos e emoções.
Não se deve generalizar
Nem julgar por um só tema,
Pois cada alma tem sua história,
E muitas são verdadeiros poemas.

Existem mulheres que são palavras, outras são frases e umas são poemas.

O fim pelo qual Cristo vive, e pelo qual Ele deixou Sua igreja no mundo, é a salvação dos pecadores.

Sempre que olho pra trás, me pergunto o que minha versão de 8 anos pensaria hoje.

A distância da oração é uma indicação segura de um coração desviado, pois enquanto o primeiro amor de um cristão continuar, ele certamente será atraído pelo Espírito Santo para lutar muito em oração.

Era muito comum encontrar cristãos, sempre que se encontravam em qualquer lugar, em vez de conversar, caiam de joelhos em oração.

*Saudade à Espera*


Enquanto fugia de mim, eu olhava o céu sentindo na pele a fria brisa da noite. No coração, a certeza cruel da incerteza de ter você. Na mente, o grito mudo da lembrança, a ausência do teu sorriso, a saudade do teu abraço. Oh lua, oh céus, oh estrelas cadentes, tragam de volta o que nunca foi meu. A ruína da minha existência, as estações inteiras dos meus pensamentos.

O avivamento é uma renovada convicção do pecado e do arrependimento, seguida de um intenso desejo de viver em obediência a Deus. É entregar a vontade a Deus em profunda humildade.

Nada tende mais a cimentar o coração dos cristãos do que orar juntos. Nunca eles se amam tão bem como quando testemunham o derramamento do coração um do outro em oração.

Água "Arrocha"
nas rochas
Água da chuva _ são as pluviais
As Águas de geleiras _ as glaciais.
Ambas caminham sem parar jamais. ..
Vão formando correntezas e coisas e tais!
Buscam sempre os pontos baixos
da Terra e do Mar.
Ali, elas se unem
e começam
"conversar*

Ele não sabe que o amor é a única coisa que não se perde quando a gente se entrega. O que se perde, quando a gente se fecha, é a chance de ser inteiro. E ele, ele merece ser inteiro.


É o que Ela acredita.

Ele está disposto a aprender a amar de um jeito que ele nunca aprendeu?


Ela está disposta a esperar enquanto ele aprende — sem se perder no processo?


Se a resposta for sim para ambos, há futuro.


Se for não para qualquer um dos dois, o amor não será suficiente.


Porque amor, sozinho, nunca é suficiente. O que sustenta o amor é a coragem de mudar.


... coisas sobre Ela e Ele

Ela não está errada. Ela não é 'intensa demais'. Ela está pedindo o que qualquer pessoa merece: ser vista, ser ouvida, ser acompanhada.


Mas agora Ela sabe que Ele não está se recusando a lhe dar isso por maldade. Ele está preso numa armadura que ele construiu para sobreviver.


E Ela sabe que isso não significa que deva aceitar menos. Significa que, se quiser continuar, vai precisar de paciência com limites; conversas francas sem a obrigação de ensinar sempre...


... e, acima de tudo, Ela precisa saber que pode amá-lo e ainda assim não conseguir ficar. Isso não é traição. É lucidez.


... coisas sobre Ela

Quando penso que enfim me encontrei, já sou borrão em outro papel.

"A maior demonstração de poder não está em fazer o que se pode, mas em renunciar ao que não se deve."

Minha luz das estrelas, imenso e desmedido amor, que invade e fim.


Se eu pudesse eleger um amor puro, atravessaria os oceanos sob o infinito céu azul para encontrar-te, meu bem-querer.


E, se necessário fosse, mil vezes transporia a Linha do Equador, desafiando distâncias, ventos e destinos, somente para repousar meu olhar no teu.


Pelas horas silenciosas da noite, caminharia solitário, com a coragem serena de um samurai, percorrendo ruas e esquinas, na esperança de encontrar-te escondida em um simples e precioso "boa-noite".


A doidice invade-me a mente; então, faço-me milagreiro, recorro à alquimia dos sentimentos, na vã tentativa de curar o mal de mim, essa ausência que me consome e me faz sentir como quem vive faltando um pedaço da própria alma.


Abro a janela e contemplo a vastidão do Cerrado: o capim dourado, que no outono se reveste de tonalidades ainda mais nobres e formosas, capazes de seduzir até mesmo o mais errante dos corações ciganos.


Eu te devoro com a avidez de quem, após longa peregrinação, encontra enfim o alimento que lhe restaura a vida, como quem sacia a fome numa tigela de açaí oferecida pelos deuses da abundância.


É fato consumado, já não existe rota de fuga, nem refúgio possível.


O tempo acelerou seus passos, e eu não posso permanecer sem ti.


Tu és minha Flor-de-Lis, passado que me habita, presente que me ilumina, e futuro que me chama.


És a síntese de tudo o que fui, de tudo o que sou e de tudo o que ainda sonho ser.

A sombra do invisível cobriu o trono do dia. Nenhum fogo ardeu no altar do meu peito, nem o verme da solidão ousou roer minha paz; contudo, chorei pela ausência de um Deus que esqueci de inventar.

Seus limites são uma porta com maçaneta: quem te respeita sabe como entrar.

Os produtos encolhem na prateleira, mas os tributos continuam em tamanho família...
Produto reduzido, imposto ampliado. #DireitoTributárioDoConsumidor

Ele não veio de um lugar que se possa apontar no mapa.


Veio de um lugar que se sente no osso: a certeza de que o amor não é um direito, é uma aposta. E ele, coitado, nunca teve sorte nas apostas.


Ele cresceu ouvindo o barulho das coisas que não foram ditas. O silêncio era a língua materna. E ele aprendeu a falar com as mãos, porque a boca, a boca só servia para o que era útil: pedir, responder, sobreviver.


Não havia sobrenome para carregar. Não havia história para contar. Não havia retrato na parede para lembrar de onde vinha. Então ele fez de si mesmo a própria origem. Construiu-se tijolo por tijolo, músculo por músculo, feito com a fúria de quem não teve colo e decidiu que não precisaria de nenhum.


Mas o corpo, o corpo é mais sábio que a vontade.


O corpo dele lembra o que a mente esqueceu. Lembra o frio, o vazio, o instante em que ele percebeu que o mundo não vinha salvar ninguém. Lembra a sensação de ser pequeno num quarto grande, sem voz, sem vez, sem braços.


Então ele fez dos braços uma fortaleza.


Protegeu-se com cordas, com equipamentos, com a certeza de que a segurança é uma coisa que se constrói. Ele não confiava no amor. Confiava no nó. Confiava na ancoragem. Confiava no que podia ver, tocar, testar.


Até que Ela chegou.


E ela, ela não era um nó. Ela era uma pergunta. Uma pergunta que não tinha resposta técnica. Uma pergunta que pedia algo que ele não sabia dar: a presença sem ação. O silêncio sem solução.


Ele a amava. Amava com uma intensidade que o assustava. Porque amar, para ele, era o prenúncio da perda. Cada vez que ele se entregava, o corpo lembrava: "isso vai acabar. tudo acaba. tudo foi embora."


E ele se preparava para o fim antes mesmo do começo.


Não porque quisesse. Mas porque a vida, a vida lhe ensinou que o amor é uma coisa que se vai. Que o colo que a gente encontra pode ser arrancado. Que a pessoa que a gente ama pode simplesmente... não estar mais.


Então ele segurava com força demais. Segurava como quem segura a própria existência. Porque, para ele, a existência sempre foi uma corda que ele mesmo amarrou. E ele não confiava que outra pessoa pudesse segurar a outra ponta.


Ela pedia que ele soltasse um pouco. Que confiasse. Que se permitisse cair.


Mas ele, coitado, ele olhava para o abismo e via todas as quedas que já teve. Via o instante em que o chão sumiu. Via o silêncio que não respondeu. Via a mão que se soltou.


Ele não podia cair de novo. Não ia sobreviver a outra queda.


Então ele ficou na borda. Ofereceu a mão, mas não deu o salto. Ofereceu a presença, mas não a alma. Ofereceu o corpo, mas não o coração inteiro.


Ela sentia a distância. Ela sentia que ele estava ali, mas não completamente. Que ele a amava, mas com um pé na porta, sempre pronto para ir embora antes que ela fosse.


E ele, ele não sabia que essa distância era a maior das perdas. Que, ao se preparar para a partida, ele já estava partindo.


Ele pensava que amar era proteger-se. Mas amar, amar é desproteger-se. É deixar que o outro veja o que ninguém viu. É confiar que, mesmo vendo tudo, o outro vai ficar.


Ele nunca teve a chance de aprender isso. Ninguém lhe ensinou que o amor pode ser um lugar onde a gente descansa. Para ele, o amor sempre foi um lugar onde a gente se prepara para a despedida.


Mas Ela, ela não era uma despedida. Era uma chegada.


E ele, que nunca chegou em lugar nenhum, precisava aprender a ficar.


... coisas sobre Ele