Coleção pessoal de manuel_santos_1
A ironia de Sócrates- II
“Sei que nada sei” foi, pois, ironia;
por tal grande filósofo deixada;
não por achar que em nós sabia nada;
mas por tanto aprender, saber que havia!
Havia desde o em menino inocente;
até ao ensinar de um já velhinho;
fosse ele um rico ou o cá mais pobrezinho;
ser vivo, estivesse ele em nós presente.
Que bonita foi a tal dele humildade;
ditada em essa em si tida ironia;
dedicada a em nós tido pra aprender!...
Por em tal a nós tanto fazer ver;
tido em tão lindo ver, que em ele havia;
pra ver o em nós saber, mas de verdade.
Com prudência;
A ironia de Sócrates- I
“Sei que nada sei” foi, pois, ironia;
por tal grande filósofo deixada;
não por achar que em nós sabia nada;
mas por tanto aprender, saber que havia!
Havia e para sempre tão haverá;
dada a tão natural evolução;
que tão se dá neste da Terra chão;
em que tudo o que existe, mudará.
Daí por tudo tão estar a mudar;
o saber que hoje existe, chegará;
a quem estiver disposto a aprender!...
Mas pra tal é preciso a gente ter;
tal saber, que em nós acompanhará;
quem em si pra aprender, tiver lugar.
Com prudência e sempre com tal saber e vontade;
Alzheimer ou amnésia?
Por nada ter uma, com a outra, a ver;
mas em tais tão nos fazerem, julgar;
vamos, pois, uma da outra separar;
o esquecer, por tão diferente ser!
Enquanto em Alzheimer, esse esquecer;
passa por nós sempre despercebido;
em amnésia, esse em nós, tal esquecido;
provoca em tais, todo a um lembrar; querer!
Por isso tu que ainda te preocupas;
quando de algo te esqueces, livre estás;
de Alzheimer ou doença por não havida!
Pois se um dia ela estiver em ti tida;
sequer que te esqueceste, lembrarás;
mesmo a quando erras, de pedir desculpas.
O nosso humano SABER…
Todo o saber, julgado em nós havido;
Coloca em nós do tal, que em mais nenhum;
Devido a havido em nós, senso comum;
Poder estragar: tão, nele existido!
Por tal, haja em nós cá, muita fé;
E o: cuidado havido, da prudência;
Devido a cá haver: tanta aparência;
Que nos leva, a julgar; ser que não é!
Que pena, haver de nós, tão bom saber;
Perdido em tanta: fraca inteligência;
Pra tanta maldade a tantos fazer!...
Se colocado, em quem: tendo poder;
Não tem, no tal; olhar pra ver ciência;
Por tão GRANDE burrice, em si tão ter.
Com prudência e profunda mágoa;
A exacerbada preocupação…
Por ter um sentir tão desconfortável;
principalmente sendo exagerada;
é bom que ponderemos se a coitada;
não deva ser por nós mais dispensável!
É bom, pois, que com a tal nos cuidemos;
começando a mandá-la pra a tal parte;
em que o ramalho em nós se torna em arte;
que a nós deu origem, pois, dele nascemos.
Por ter em nós local onde a prudência;
tão nasce, para a todos proteger;
também é bom, jamais tal descurarmos!
Porque se dela nos desalinharmos;
removendo-a em total deste viver;
cairemos nos erros da imprudência.
Com prudência;
O outro lado deste viver…
O que a todos espera do outro lado;
é a certeza, que nos falta ter;
por tão pouco ter sido esse em nós ver;
apesar de pra todos, certo fado!
Cuidemos, pois, cá nosso bem fazer;
com todos, os que por cá nos cruzarmos;
para um dia tristes, pois, não ficarmos;
onde tão podíamos ter prazer!
Vamos, pois, em esta vida escutar;
enquanto cá andarmos a vivê-la;
conselhos de quem a outra visitou!...
E pra nós, foi feliz por regressar;
por Milagre ou dos médicos tecê-la;
pra a nós contar o que lá encontrou.
Ver contares de JESUS e de todos os quantos regressaram a esta vida, após (…).
Por favor jamais escolhas ser a outra!...
Acredita em tal dizer, prima minha;
porque está recheado de verdade;
mesmo indo contra essa tua vontade;
de só teu teres o que a outra não tinha!
Não tinha, pois, se o tivesse acredita;
não estarias em segundo lugar;
com tanto primeiro a por ti esperar;
queiras tu, pois, sair dessa má fita!
Liberta a tua Alma e essa tua mente;
da má tentação que a ti deu o segundo;
lugar, onde por ti espera o primeiro!...
Livre para ser, pois, teu companheiro;
por também, só; tanto estar neste mundo;
onde por vós espera tanta gente.
(Obs. ver imagem relacionada, na minha página do Facebook.)
Com carinho;
A morte vista por Epicuro…
A ti que tens tanto medo da morte;
dedico estes de Epicuro, dizeres;
para melhor em outrem a tal veres;
porque em ti vê-la, não terás; má sorte!
Logo aproveita é a tua vida;
pra a viveres o melhor que puderes;
porque enquanto em ela, cá estiveres;
irás ver a muita outra, de partida!
Por isso meu cá tão primo e meu irmão;
nada há, como o sabermos valor dar;
à vida que cá temos pra viver!
Porque a morte que já vem a correr;
por neste morrer a ninguém poupar;
é algo que em tais, pois, veremos não.
(Obs. Ver dizeres do filósofo na minha página do Facebook.)
Com satisfação por tal;
Dizeres de Carl Sagan sobre a crença…
Como tão te enganaste, primo e Irmão;
nessa triste maneira de afirmar;
o que de facto em ti podes julgar;
mas não fazeres do teu, o nosso chão!
Como podes tu olvidar tantos factos;
por ti aqui mal citados: de evidência;
por de facto não estarem na ciência;
só por em nós não ter havido pactos?
Porque acreditar por necessidade;
é como ir bater com a mão no peito;
jamais pra agradecer, mas pra pedir!...
Pedido que ninguém irá ouvir;
por nele haver tão pedir, com respeito;
como o havido: em tua pobre verdade.
(Obs. Ver dizeres relacionados [de Carl Sagan) na minha página do Facebook)
Dizeres de Rui Barbosa…
Grande verdade esta do Rui Barbosa;
quanto ao que em nós se dá, tal refere;
a havido na injustiça que tão fere;
tantos de tais, que vivem vida honrosa!
Que pena em nós haver tanta vaidade;
a não nos deixar ver que em nosso irmão;
que como nós cá pisa o mesmo chão;
sequer pra comer tem PÃO de verdade!
Que pena em nós, haver tanta injustiça;
que pena em nós, não reinar a IRMANDADE!
que pena, O Criador; a tal não ver…
Ou se Vir, parecer, Querer não Ter;
pra erradicar de nós, tanta maldade!...
Que pena, em ELE haver; tanta preguiça.
(Obs. Ver tais dizeres [do Rui] na minha página do Facebook)
Com uma profunda mágoa, por NELE ser crente;
Jamais ABANDONES teu /tua Companheiro/a
Por sermos totalmente dependentes;
de apoio enquanto somos pequeninhos;
tal como a em doentes ou a em já velhinhos;
tenhamos estes factos, bem presentes!
Por tal, jamais roubemos companhia;
a quem um dia uma pra si escolheu;
quando um gostar em tais aconteceu;
tão forte, que em tais mais ninguém havia.
Porque quem nesta vida a alguém roubar;
com tanta gente livre e tão sozinha;
a companhia a quem de novo/a tinha;
muito por tal, um dia irá penar.
Penar, porque quem se deixar roubar;
é ser que pouco presta em esta vida;
logo não será nessa em outro/a havida;
que um dia o/a tal terá preocupar.
Jamais ABANDONES teu /tua Companheiro/a…
Jamais abandones quem te acompanha;
na vida e em tudo tão te acompanhou;
tal como juventude a ti entregou;
por te AMAR, sem ter qualquer artimanha!
Pois sabes bem que somos dependentes;
de apoio do nascer até morrer;
daí, esse AMOR na gente nascer;
pra em velhos, vencermos forças ausentes.
Ausentes, por nosso morrer certeiro;
a nenhum de nós cá, pois, ir poupar;
desde o/a novo/a a quem a velho/a chegar!
Daí retiremos de nós roubar;
a quem a alguém iria acompanhar;
por sempre ter sido seu companheiro.
Nós, o nosso futuro e a em nós POESIA…
Se esta forma de escrita foi criada;
pra melhor entrar em nossas memórias;
nela então, vou citar certas estórias;
que em nós, tal deixarão mais incrustada:
I
Por não passarmos por cá de animais;
do nascer até morrer dependentes;
jamais fiquemos em nós, descontentes;
pois o havido em cada um, voltará mais!
II
Apuremos em nós o Lindo AMAR;
como o havido no AMOR que os PAIS nos deram;
desde o momento em que cá nos fizeram;
até ao em nós dos tais sepultar.
III
Estimemos, pois, cá a toda a gente;
pois todos somos filhos desses PAIS;
que pra nós existirmos deram mais;
que o havido em seu corpo tão em nós presente.
IV
Caso FILHINHOS não possamos ter;
por opção, ou por em nós tal não o podermos;
será bom desses sem PAIS, pois, fazermos;
tão nossos, como o havido em nós querer.
V
Quanto a nossos de cá progenitores;
vamos bem UNIDOS estimá-LOS;
como a nós estimaram, e AMÁ-LOS;
como a nós AMARAM, Tais CRIADORES.
VI
Vamos também cuidar da natureza;
tal como dos seres, em ela havidos;
pois nela, somos por igual queridos;
do pequeno ao com maior grandeza.
VII
Por nela todo o nascido ir morrer;
deixemos, pois, de a vida destruir;
neste em todos passageiro existir;
por vida eterna alguma em ela haver.
VIII
Ponhamos também de lado a traição;
por tanta amargura em nós tal causar;
a troco de um ilusório gozar;
havido em tal, tão efémera ilusão.
IX
Tal como a todo o em nós abandonar;
seja a gente ou ao mais simples bichinho;
trocando esse abandono, por CARINHO;
pra a TODA a humanidade, a GENTE honrar.
X
Pois caso haja UM Supremo CRIADOR;
de toda: a existência deste universo;
a todos garanto aqui neste verso;
que a todo o BOM fazer, DARÁ valor.
A nossa SUPREMA inteligência ou (…)
Por Tal ser A inteligência fluida;
Ou seja, A que em nós jamais foi treinada;
Logo ao não nos ter sido ensinada;
Tem em tal, de nós o melhor sentir!
Que sorte em nós tivemos de a Tal ter;
Por diferente da cristalizada;
Essa tal, por a Mesma dominada;
Quando ainda Havida cá em nosso ser.
Vamos, pois, estimar A havida em nós;
Tão vista, em PURO Ser das criancinhas;
Por tão gostosos serem, Seus sabores!...
Pois perdendo-a perdemos os valores;
Havidos nessa delas por novinhas;
Indo após, cá sem tal; morrermos sós.
Nossas falhas assumirmos…
Pouco há de mais honroso que o assumirmos;
Nossas falhas, quando por cá errarmos;
Devido a com tal, a ninguém culparmos;
Por assumir tais erros, conseguirmos!
Que bonito é termos a humildade;
De em nós, reconhecermos o falhar;
Por sermos incapazes de ir culpar;
A outrem num faltar por nós, à verdade.
Pois não há falha maior, cá tida em nós;
Que a havida em a inocente irmos culpar;
Por ditas, por tão só, tais cometidas!...
Daí dando ou não pra ser revertidas;
Ser bom começarmo-nos a julgar;
E a assumirmos, pois, tais em nossa voz.
O que em ti por não vagar podes perder…
Para ti que tens pra tudo, o poder;
De adquirir: o que possa ser comprado;
Nunca olvides que o havido em ti encontrado;
É que fará, triste ou feliz; teu Ser!
Não te esqueças, pois, de em Ti guardar vaga;
Pra tudo o que em nós, não esteja à venda;
Criando o espaço e o tempo em tua Tenda;
Pra o TANTO que o dinheiro em nós não paga.
Por isso atenta bem, do em Ti faltar;
Tal como: o desse em ti, já pouco tempo;
Restante pra com tal, te recheares!...
Em outrem por não tido, em dedicares;
Ou vagar pra em ti entrar bom alimento;
No havido, em encontrado; em só teu dar.
Pandemias e nós humanos…
Por já muitas por nós terem passado;
mas tantos de nós cá continuarmos;
é bom com esta não nos assustarmos;
mas somente, com tal; termos cuidado!
Cuidado em protegermos vulneráveis;
que por nosso saber, bem conhecemos;
daí querendo-o, tais, bem protegemos;
tornando-os desta praga, resguardáveis.
Protejamos DOENTES e VELHINHOS;
que estão em tantos lares abandonados;
devido: a às centenas se encontrarem!...
Juntos, daí tanto se alimentarem;
deles, os vírus pra lá transportados;
indo apanhar tais pobres, COITADINHOS.
Civilizações foram dizimadas;
por não termos ciência evoluída;
por tão a termos deixado enfraquecida;
a troco de potências mais armadas.
Tal como, por o nosso evoluir;
se ir dando, de acordo com o aprender;
às vezes aprendido no morrer;
quando em nós lamentamos, tal partir.
O nosso agir…
Por estarmos sempre a ser vigiados;
Mesmo sequer, que a tal, imaginemos;
É bom, que a todo o nosso agir juntemos;
Prudência, pra não sermos mal julgados!
É bom que cuidemos nossas acções;
Tidas na rede, ou na vida real;
Devido ao espreitar tão natural;
Havido em todas as, cá ocasiões.
Por tal espreitar, ser que nós: mais forte;
Havido em tal vontade psicológica;
Vamos, pois, é sem medo, desfrutar!...
De um viver, em que virmos, respeitar;
Dado o medo em nós, não ter qualquer lógica;
Mas tanto, em nós impedir; vermos norte.
Contratos de trabalho de curta duração [4 meses] para profissionais de saúde em Portugal…
É brincar com a saúde, de um POVO ;
Os seus PROFISSIONAIS, contratar;
Com esse vergonhoso maltratar;
De quatro em quatro meses, outro novo!
Assim deviam, pois, ser contratados;
Os bons políticos, desse fazer;
Num mandá-los: com um éFe, poder;
Para esse fazer em que tão são achados.
Não andeis, pois, políticos a brincar;
Com quem por nós jurou, até, VIDA dar;
Por um terço desse vosso ordenado!...
Inda irem limpar, todo o em vós borrado;
Quando não vos conseguirdes vedar;
Por em fraldas, terdes; que defecar.
Sem mais comentários;
A uma FAMÍLIA, jamais DESTRUIRMOS!... XV
Por ser infinito o dela universo;
Pra abordarmos pra nós, tema que for;
Que a poesia, nada há de melhor;
Quer seja escrita em prosa, ou mesmo em verso!
Vamos todos tentar algo escrever;
Com intuito de À FAMÍLIA honrarmos;
Dado a quão nela havidos, nos tornarmos;
Na nossa melhor razão de viver.
Bem-haja em nós a linda Poesia;
Tal como a de todos maior riqueza;
Tida na FAMÍLIA a quem pertencemos!
Pois se a estimarmos, jamais morreremos;
Por não haver morrer que tire a beleza;
Havida em tal cheirinho a maresia.
