Coleção pessoal de LaylaPeres

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Tenho que aprender, a vida não é algo que você pode controlar a qualquer momento, tudo há uma grande diferença de interesses, e mais uma vez, a vida deu uma grande volta mas acabei me sentindo como antes, um lixo em pessoa, uma tristeza que não se acaba e eu consigo acabar com isso.

Não adianta comparar as dores, porque dor em si é uma grande dor, isso pode até parecer confuso, mas não tem outra maneira de explicar. Claro, existem dores piores, grandes, pequenas, dores que não importam os meses, anos, dias de chuva, sol, praia, novo namorado, mas ela vai está lá, te fazendo a compania até você enjoar dela e parar de tanta estupidez.

Eu com dezessete anos, tenho uns amores platônicos pra lá, uns amores estanhos pra cá, mas não é culpa do mundo, é a minha grande culpa de imaginar coisas que nunca vão ser, de querer coisas tão impossíveis a mim. Mesmo que eu ouça histórias de amores grandes, a vida precisa continuar.

Eu culpei o mundo, quis sumir, quis evaporar, pegar um avião para Bagdá ou algum país distante da minha realidade e ir, mas fugir também não é a melhor coisa a se fazer, os problemas não são adiados só porque você sente medo ou sente dor, isso foi o mais importante que eu entendi. Claro, que hoje, com dezessete anos bem vividos, digamos de passagem, eu queria ele do meu lado, para me fazer rir ou pra me deixar mais mimada, mas não é assim.

Tenho coração, tenho uma mente fértil até demais e um jeito de menina-arrogante-depressiva-mimada, mas foi só o meu jeito. Não aceito quem me diga "não", não quero nada por cima, quero algo intenso que me faça rir olhando para os pés do meu professor de biologia, que me faça sentir que tudo pode valer a pena (mesmo quando a alma é pequena, como a minha).

Eu sofri demais, ri demais do que passou e a angústia ainda continua demais e culpei mo mundo pela tamanha desilusão que eu havia sofrido um dia, quis jogar todo mundo medo de amar que eu senti um dia, um medo e a ilusão que um dia eu tive. Mas culpar o mundo e derramar a ele todas as minhas dores não foi a solução, acabei me iludindo mais e mais sendo tão superficial e me fazendo pouco a pouco de insensível.

E acabo de descobrir que por mais que eu tente evitar, o amor real, chega e aquele, aquele meu amor platônico que respiro a falta da existência dele comigo é impossível negar que eu não consigo esquecer. Porque não será o fim de algo intenso e tão bonito para mim. Seria o fim da negação, o fim da minha teimosia de evitar a vida.

Desculpa se eu me atrevi e refiz um texto sobre você, comecei um texto de menina com dezessete e me sinto aos quatorze anos, como se eu tivesse descobrindo o valor que o amor platônico tem para minha vida.

Com dezessete, preciso me preparar a aceitar que você é imaginário, que na minha cabeça você ainda é tudo para mim, mas fora disso, você continua bem com a sua vida tão perfeita como você sempre quis.

Amores platônicos não vão ter mais graça depois que ele se foi, amores reais são tão incompletos para mim, amores passados ficam por lá. Só quero esquecer e respirar com o coração limpo, não quero mais cobranças de quem eu deveria amar e nem planejar de quem um dia eu vou amar realmente, porque se eu planejar eu o amarei para sempre, como eu fiz com você uma vez. Mas no fim das contas, eu queria mesmo é deitar na minha cama e me cobrir com o meu edredon de estampa de zebra, mesmo com o calor, mas assim, estaria fugindo de um mundo que eu não quero mais participar. Não quero mais me apaixonar só para poder escrever um texto qualquer, não quero mais isso para me sentir viva, sou quase uma maior de idade e amores platônicos são para adolescentes de quatorze anos. Mas vou te confessar uma coisa, ainda sinto nostalgia, uma saudade, um vazio ao lembrar de tudo que eu já passei.

E na noite, tem festa, respiro fundo e vou. Subo no salto, vejo as pessoas por cima, sorrio, aceno, faço a simpática e deito nas costas do meu amigo, e a gente ri de coisas que não há mais sentido, a bebida já faz o efeito, como se a gente fosse um casal. Mas não tem nada de casal, eu resolvo ligar e dizer meias palavras idiotas, mas o que eu consigo é apenas desligar o celular e fingir que está tudo bem, que eu nem sinto mais minhas pernas doerem. Porque não sei mais se dói o coração, a angústia ou as minhas pernas. E chegando em casa, depois da festa, das meias-palavras, das bebidas. Eu durmo e consigo realmente sonhar, que é o único lugar fixo a você. Que ninguém atrapalha, ninguém interrompe, ninguém some, que lá, talvez sim, talvez seja para sempre.

Não! Não tem fim de história para isso, é reticências totalmente. Deixei assim, assim ficará. Daqui uns anos, eu ainda vou saber que isso não passou. Porque querendo ou não, ficou pra sempre comigo. Principalmente a minha falta de capacidade de tentar realmente parar de me enganar e ser feliz. Erguer a cabeça e ir. Seja lá como for. Mas eu não quero fazer isso. E por que sempre isso acontece quando eu acho que finalmente houve um ponto final para tudo? Por que eu acho finalmente que me vi livre disso tudo? Por que? Por que eu não posso me apaixonar por aquele futuro dentista? ou então, por que eu não posso respirar livre sem ter a impressão que nada está bem? Seja feita a tua vontade.Seja feita a tua vontade tosca e inútil. Seja isso.

Nem mais uma lágrima por esse amor, e assim foi feito. Claro, que quando eu lembro ou vejo, o coração amolece, meu corpo treme, os olhos enchem d'água mas não caí uma lágrima, vai ver porque ainda tenho tudo tão sonhado. Eu e a minha chata mania de planejar o futuro, eu e a minha péssima mania de sofrer por uma morte a séculos, junto com ele está meu lamento de toda uma vida. Porque eu sei que é puro drama e no final desse texto eu vou me arrepender. E de novo isso? Hoje eu fiquei tão feliz, me falaram hoje que eu não comento mais sobre você mas isso ao mesmo tempo me deixou tão triste. Poxa, o grande amor ir embora e eu não me despedi. Não disse um Adeus, muito menos um Até Logo. Mas parece que eu disse em silêncio um Até Nunca Mais. Sem tristeza no final, sorri e fui. Fui, procurei sol, luz. Já não tinha mais forças e insisti até quando eu pude.Mas aí, eu não vou ter mais 16 anos e muito menos, 15. Então, o amor foi se perdendo, mas eu ainda queria dividir cada dor sua comigo. Queria te ajudar nos momentos tão chatos, mas você ignorou esse tempo todo. Ainda não quero me vingar, muito menos, me achar foda demais para te esnobar. E eu não quero esquecer, eu ainda acredito em um segundo tempo ou algo assim. Eu não quero dar a volta por cima nessa história. Só quero fingir que ainda sou anônima. Que sou a Layla de antes e acabou. Fim de história.

Mas sabe, eu sei que não faço por querer. Porque é só o meu jeito, mas eu amo você. Sendo torto, diferente, estranho de todos os tipos, eu amo. E naquela tarde, quando você foi embora, eu não olhei para trás, porque o medo de você ir e nunca mais voltar foi maior. O medo de você partir para sempre e me deixar.
Mesmo que apartir de hoje eu tenha que aprender a viver sem teu jeito seco quando faço alguma coisa que não te agrada. Mesmo que eu tenha que aprender a viver sem você, por favor, não aprenda a viver sem mim.

Mas se pudesse ler a minha mente em um segundo, você iria continuar com esses teus pensamentos tão sem sentidos, tão sombrios? Prefiro esquecer, respirar fundo e continuar. Mas na verdade é que agora, hoje, eu não penso em continuar. Penso em continuar com essa ideia que tudo é perfeito até chegar alguém que estrague. Porque por mais que eu seja superficial, por mais que eu seja essa capa toda, eu sinto, eu choro, eu reclamo, eu tenho ciúmes. Eu sou humana como você.Por mais que eu sou uma corda bamba que a qualquer momento pode se arrebentar e te derrubar, de uma maneira inocente.
E uma vez eu te disse que senti que tudo havia se perdendo. A última frase que falei que mais doeu. Doeu porque eu tento te segurar mas aí vem algo e te deixa escapar entre meus dedos. Doeu porque o meu planejado foi estragado por mim. Eu que planejei tudo tão lindo e eu que estraguei. E a gente se perde, culpo horóscopo por sermos do mesmo signo, culpo minha personalidade ou até mesmo culpo o destino. Mas não há nada para se culpar.

Porque queria escrever um texto claro, sem meias verdades e nem falsos personagens. Mas aí eu tava lembrando quando te perguntei se minhas bochechas estavam vermelhas, e você concordou, logo disse que era charme, só para tirar um clima tenso e você concordou com isso. E eu vi que finalmente tudo tinha dado certo, que eu não havia brigado em vão, que tudo não seria como era. E por mais que você queria que eu vá atrás de outros, eu quero tanto insistir na gente. Pode ser maluquice, mas é a verdade. . Como se eu quisesse para sempre que esse momento não acabasse nunca. Por mais que eu falei, por mais que eu escreva, coloque mil coisas na internet, não vai te fazer acreditar em mim. É uma pena. É uma pena ver o amor tão puro morrendo aos poucos, é uma pena de novo ter a vontade que não se acaba de dormir, como se amanhã, tudo ficasse bom novamente. Você pensa coisa medonhas sobre mim, sobre o que eu sinto, sobre o que eu penso, sobre o que a gente é.

Por mais que eu fosse escrever textos e mais frases e coisas que não nasceram para ser descritas. É o que eu sinto, por mais que eu venha errar, esquecer, apelar. Mesmo que o nosso passador for melhor que o nosso futuro. Mesmo que a gente se perca no meio do caminho e seguimos caminhos diferentes. Mesmo que se outra chegar e te levar pra longe de mim. Estou sendo sincera com isso.
Não quero exagerar, nem te destruir com as minhas frases.E desculpa, se eu não consegui me controlar e te fiz essse texto. Mas são apenas sinceridades escritas em poucas linhas.

Sua vida está boa? Como é não saber o que eu sinto realmente? Como é viver comigo sempre no meu pensamento? Me conte um pouco sobre isso. Mas não deixa eu saber de outras meninas, nem de sua ex namorada, muito menos dessas menininhas que ficam em cima de qualquer homem. Não faça eu brigar com elas por sua culpa, para defender e te ter mais perto de mim.

Porque no começo tudo não passou de uma verdadeira amizade, gargalhadas para lá, abraços para cá, até que a gente não sabia que algo acontecia dentro de mim. Eu não sei explicar, muito menos, o que eu poderia falar. E se eu falar e você sumir para sempre de mim? E se você levasse a mal tudo que eu sentisse naquele momento? E se... Eu não aguento mais usar esses SE no começo das frases, eu tenho é a certeza. Eu amo você. Por todos aqueles meninos que passaram na minha vida, nenhum fez o bem que você faz. Nenhum, jamais.E eu também não quero saber de outros e mais outros. Eu quero saber apenas de você.

Porque eu fiz meus planos de não me apaixonar por você, principalmente porque sempre me falavam tão mal de você. Mas você me tomou. Tomou e nunca mais veio me devolver. Como conseguiu para que eu respirasse sua existência em cada hora que eu encolhesse e fosse me lembrar de cada palavra tua que me fez tremer. E agora se sente orgulhoso ao saber que eu deixei todos meus amores platônicos doloridos e escolhi um amor verdadeiro que não dói?
Depois de amores de ruas erradas, de mensagens de celular totalente fora do comum com nome de garotas em paralelo na manhã, nem ligações que me fizessem perder o sono. Mas aí eu vejo que eu quero você. E foda-se os outros amores, foda-se os antigos, foda-se os futuros. Agora só é eu e você. Mas amor, o amor em si tem a suas drogas, e dessa vez, eu não evitei e nem poderia. Algo assim seria extremamente impossível controlar...