Coleção pessoal de celsonadilo

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rio de sangue
fluxo vertente
alma fria
coração quente,
com correnteza
esmorece...
corte profundo,
esquenta a corredeira
quando não há dor fria,
expressa se até o fim dos sentidos,
brava sinuosa tuas lapides
são cavas de luxurias
para o qual se perde
nos traço da insanidade
gritos na solidão
o espaço perfeito...
emana a poeira
volumosa da as lagrimas do nevoeiro
que dita o ritmo de arde
devorando seus últimos momentos
no breu a dor ganha um teor de amor,
e o silencio tem a certeza do dia seguinte...

hoje é novembro
lembro de você...
estou cansado.
hoje dia esta frio,
triste...
nas areias suas lagrimas,
cai a noite ninguém sabe como me sinto,
acha que tudo é um jogo...
sou um anjo negro,
tentei sorrir quando morreu...
ainda sinto a dor de estar vivo,
o frio na alma ao travessar o portal dos mortos,
minha face mergulha em sombras,
me ergui na madruga em meio as brumas,
achei era um sonho mas me enganei,
senti as gostas de um sereno
então me juguei... porquê?
acordei em meio seus braços, noite está fria
senti que ninguém pode dizer...
pode ser um começo que conheci no final...
figuras sobre postas nas sombras,
transfiguram um beijo,
murmurei palavras de amor...
a noite esta fria e lembranças some no fogo.

apogeu definitivo,
amor sem destino,
prisioneiro infinito,
magoas solúveis,
bem como o veneno,
distilado por um estante
de lucidez até sentimento reluto
no caos do dia a dia...
pois bem tudo passa ou não...
a vertente abraça tuas virtudes,
no máximo do querer,
seja uma ilusão
na soma de tantos desejos.
sombras que questionam
a vida que retrocedeu no exato
estante que a beijou.

voz do meu algoz,
sempre para sempre,
se definha moralmente.
destino até eterna agonia,
se contra diz nas sombras,
lhe perdi nas ondas da mentira,
esqueço me de tudo até que desapareça...
mas nada pode reluzir neste horizonte...
folgaz momento em que a jornada lhe trouxe.

Pedras de solidão...
correntes amargas
no sangue apenas...
a dor e saudade...
lembras fragmentadas...
por sentimento passados,
por aonde esteve,
as portas estão abertas
quedas de águas...
inundações,
créditos de uma noite
apenas o desespero...
a luz definha em revolta.
até quando vou relaxar,
nessa morte súbita...
compromissos desdem falsos pretextos,
a depressão tem muitas desculpas...
mais um gole apaguem por um estante...
sonhos feitos de farpas...
uma foto diz quem é...
mais profunda tristeza.

Sombras, sobras
omoplata...numa cova rasa
espíritos cantam...
mais uma novela...
nas esquinas tantos intervalos...
luzes artificiais...
quem pode ser,
fantasmas de um passado
que te amou...
mais uma dose um trago de cigarro,
uma noite barata,
mais uma crise de existência,
a lua parece cheia,
o frio padece de criticas,
entre bandeiras frustrações,
contradições e separações,
vulgo da sombria solidão...

Mitos,
perfeitos sorrisos,
simples trabalho,
arte de um monstro...
clássicos, pensados...
sensações,
tentei chorar,
histórias de emoções,
amores que são perdidos,
visões,
alucinações diante a solicidão
por favor...
deixe me entrar,
apenas que existe é o para sempre...

muitas decepções
tantas dilacerações.
diversas frações de mim mesmo.
milhares de vezes tentei compreender...
apenas que tive foi dor a tristeza,
dizem enganos, ou nunca quis,
vai entender, um status tudo pode ser explicado,
mesmo assim o vazio permanece...
vejo mutilação como hábito de sentimentos que nunca se calam,
atroz algoz, bem querer, riso um bom dia...
as vezes visualizado, mas nunca respondido,
e quando se tem uma resposta. não tenho tempo de responder...

seu silencio é uma obra de arte...
num amanhecer sem fronteiras...
sonhos são abertos por medos...
aprecie o amor...

tantas correntes te dizem que tem trilhar um caminho...
mas ninguém conhece a escuridão depois que morre,
suas forças desaparecem seu espirito paira pelo infinito,
tantos desejos e lembranças somem pois é tão profunda
nada importa realmente que esteja se passando naquele momento...
quando penso que está tudo perdido á uma oportunidade...
no silencio deixado por eras vai estar no eterno...

seu rosto desapareceu...
estou num mundo ausente...
a luz se foi no momento...
acredite em mim...
pois ninguém mais existe...
percebeu quando olhou meus olhos,
o que queremos...
busquei tanto que te encontrei...

Trágico luar...
segredos sob a pele...
mentiras que sobre poem...
feridas que sangram em momentos de amor...

Grite na solidão,
ninguém vai nota...
mesmo quando desespero,
está tão vivo quanto sua morte...
metodicamente tudo passa de uma ilusão...

laços oponentes
sentimentos que doem
abração a pele em carne viva,
dispõem no intenso pulsar do peito,
desdem os lábios rachados e
mordidos brevemente pois ador faz bem
mesmo quando se tem mais segundo
desejo ardente muito esquecido
lamentos que se dissolvem na madrugada.
até silencio escoa entre cortes profundos,
nessas que são as vozes do teu coração...

porque? você não é boa...
não posso esconder...
o que senti...!
quando estava voando
ninguém perguntou se te amou...
apenas a submissão....
destrelada entre meio fio
estremece, vulgarmente...
expressa um desejo incontrolável,
não se o que não é impossível,
diante as sombras do teu corpo suspenso...
linhas transparentes focam abstinência,
das tuas cavas úmidas escorrem prazeres
numa imensidão seus gemidos são contidos
com um amordaça tem delírios que adquiridos
na sonsa forma de alucinações pois as drogas
mais comuns estão num processo que se desfaz sua nudez...

caminho entre os mortos...
encontrei caminho do paraíso
mesmos assim voltei a vida
esqueça que sonhou,
ainda chove...
sinto a dor por viver...

Meus sonhos são experiencias de delírios,
num mundo de fanáticos estou insano,
na musica me liberto do teu fanatismo,
num céu cheio de estrelas tenho meu espaço
para pensar tais momentos quero apenas ser mais um...
esqueça o mundo está cheio de tristezas...
por favor... sinta a vida, por um estante estou bêbado...
a alegria é está insolado ou liquido...
estou sóbrio até as sombras ganham novas formas...

silencio,
sou contradições...
estou ouvindo o mundo gritar,
estou triste... cala se,
por que vai embora?
se ainda o mundo ainda não terminou...
sou culpado por cometer um crime,
saiba que tudo o quis acabou quando acordei...
esta noite está partindo... ninguém quer saber,
e dai o quero apenas um momento que posa ter,
particularmente sinto que ainda quero...
tudo que tenha sentido passe neste instante...
ainda estou aqui, toda a magia quando sorri...

Quero um café expresso...
é um romance infinito,
muito prazer...
está noite tudo que quero mais um gole,
tudo esteve tão bem que agora esteja quente,
em cada momento desejo...
mas tudo pode ser melhor...
refleti pairando o ar dos teus lábios...
suavemente deixou o toque tomar formas
e sentimentos na luz da madrugada...
seres que deslumbram com gole do teu sabor.

Rituais te fazem amar
em loucura teus lábios inferiores
transpassam o momento tão úmido
que intercala olhando para as estrelas,
no vasto espaço de tuas cavas,
exalta intimas sensações,
obsessões que se transpõe em gotas
que escorrem nas dimensões que se arrepiam...
revira os olhos por um estante,
então um sabor infinto tenta sentir amor.