Coleção pessoal de celsonadilo

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A lua desatina no horizonte... Marcando
O desejo profundo e espelhado em lembranças definitivas.

Tua voz estremece meu coração,
Tantas palavras sem nenhum sentido,
Até a noite chega te jogo na camas,
Palavras são gemidos,
Palavrões se debatem na madrugada...
No silencio mordo seus lábios...
Podemos recomeçar,
Os lenços estão rasgados...
Tudo é impossível até quando fechar os olhos...

todos dias mesmo tédio...mais
tudo se repete...
quero dormir um pouco,
acordo reclamações ainda nem tomei café,
logo estou em um escritório,
o aperto e deliquescia
parece ser o ponto alto do dia...
o respeito e moralidade são frias como seus lábios,
nada corresponde as vozes na mente,
a gravidade parece ter novas formas enquanto a dor
parece ter mais um momento...
me desculpe por não continuar,
sei tudo uma questão de ponto de vista,
dentro da minha tristeza ouvi o som da liberdade.

a musica desvenda minha tristeza,
tentei gritar nas noites que tentei sonhar,
tudo parece parte do espelho...
quando sinto seus olhos sangrarem...

dores do silencio é o efeito do amor,
disperso pela decepção
nos desejos suspensos em nuvens de paixão.

Bizarros atos de terror são tão simples como um ato de amor,
Deixas meramente pairar sob a tendencia da dura realidade.

Seus ideais não corresponde aos fatos...
O tempo não pode parar
Mesmo...
Nos últimos dias foram detalhes sobre mortos...
Repentinamente se tornou lapso do que foi...
Seus heróis são os assassinos e estripadores...
Unicamente.
Ícones pops de uma paixão particular.
E derradeira entre as entrelinhas da primeira página...
A manchete é poeira num mundo ausente.
Entre as lagrimas perdidas...

Usei ouro e compartilhe
A verdade dos céus,
Por onde andou sinta a luz,
E quando sonhar se depare
As sombras que se alimentam da noite,
O frio é deixado no silencio,
Algoz, sinto me em paz,
Até que tudo que deprime
Passa se no brusco atrito do livre arbítrio.
Tal como tudo seja singular,
Bocejo da madrugada voz branda,
Volúpia a imparcialidade do qual a vejo.

Sobriedade
sob a morte o desejo
tudo revela um momento translucido,
voz se cala na solidão,
num ecoo desperta sensações...
para o qual involuntariamente
prejulgo o tal sentido que desdem ao profundo
sentimento de balelas se dão no desfrute...

chove e quero chorar,
sol solidão, em dias memoráveis
num abraço sentido um momento
do que se passou para sempre vou sonhar.

Fome todos tem...
a tristeza muitos a tem,
fome se desdem arrogante se a tem
no teor passa se fome
no interior se passa o dia com fome,
de tudo que se tem um desejo de comer,
mas engorda ou não tenho tempo pois não tenho dinheiro,
sendo singular a quem tenho um sentimento,
bem visto na foto, minha fome,
o que digo palavras repetidas
a fome lhe digo,
não pedi para nascer apenas quero viver,
diante a noite o dia se chove tenho sede,
a noite tenho sono mais fome aperta...
como com os olhos que estão fundos,
mais um dia, por favor tenha piedade de um semelhante,
por favor alguns trocados pois fome não tem inicio ou fim...

Boa noite seja breve, Teu coração, Teu amor,
Bem querer quem sois?...O amor ou um privilegio da paixão...
Soa até sorrateira, Noite a dentro, Benfica o sentimento frio...

deleite sono profundo...
decepções sendo deserto do agreste.
nem sinos da igreja rompe a solidão...
a perfeição atravessa teus olhos,
na tenra sensatez...
o algoz de tais... memoráveis, ser desejo fúnebre,
no julgo eterno, balbucia centelhas,
angustia sofrida entre esses o luar,
desvendo o soneto de seus lábios inferiores,
degusto o horizonte, volúpias vozes,
ou barulhos que vem de cavas secretas...
sinuosas tensões, no paradoxo,
flui segredos sobre a pele,
virtude complexa, profanas emoções.
sensações fulgor que se dilui
nas emacias curvas e suplicas para o qual,
desejo para único momento...

...NUM MOTEL BARATO TOQUEI SEUS LÁBIOS,
NUMA FOTO SOU UMA MAQUINA QUE TE DESEJOU...
POR MAIS SEJA O QUERER O VENTO DEIXOU
TANTAS MARCAS QUE MESMO SONHO
QUE O TEMPO TENTOU SUPERAR...

Musica que gosto como alma que se liberta no deserto dos meus sentimentos...

Suas mãos se queimaram no estante que mundo estava silencioso...ansiedade...
Os mortos foram que deram suas vidas,
Para que o crime fosse descoberto.
As noites foram deixadas...
Nas lembranças de Mortícia...
O sentimento gelado perdeu se na imensidão,
Seus olhos velados pelo amor imaculado,
O veneno se destilou uma suprema taça de vinho,
Contei os minutos senti seu coração parar em minhas mãos,
Seu olhar fatídico se espalhou pelas sombras.

...Em eras as mentiras e intrigas são opositoras...
...Na imensa intensão que soa seus desejos sórdidos...
...Nunca fui cumplicie... caminho entre mortos...
...Nos dias que se passam sento teu coração apodrecer...
...Falsos sonhos vendidos... no fogo de uma paixão...
...São apenas um momento de liberdade,
... A tristeza da perfeição... tanto faz, voando...
...Sobre a superfície, clássica assombração...
...Tem atenção e um desejo suspenso...
...Neste momento que a vejo sangrar....
...Seus lábios pálidos desdem a pura intensão...
...Estou sentindo sua vida em minhas mãos...
...Seus gritos são abafados... pelo desejo louco...
...A escuridão te cobre e os vestígios do amor,
...São meros atos profundos e complexos,
...Para o diluvio o calor queima no coração.

Tenho tantos sonhos entre os céus,
vejo as surpresas que se consome,
para sempre vou desejar meus sentimentos...
já ouvi seu chamado na heresia do teu coração,
seus olhos te consome numa virtude infinita...
no seu rastro caminhei pela escuridão,
bebi tantas saudades que adormeci em silencio,
foi ai que descobri uma força que desejo...
entre seu corpo nu na escuridão de meus pensamentos,
logo vi que se decompõem nos traços do tempo...
minha fome se torna o desejo por amor.

Sua casa, seu lixo,
seu rio, sua casa, sua vida...
seu ar, seu teto, suas janelas,
seus bichos, nossas vidas,
bem além para o além.
Sendo assim, tudo o que temos não será o que terão.

Num momento sou solidão...
Em outro estante só busco,
Ser o que sou diante o mundo,
Que desaba na tristeza da realidade,
Somos esquecidos pelo poder publico,
A quem importa se alguém caiu do decimo andar ou vigésimo.
O que importa e o que falam o que fazem um dilema.
Pois o que passou foi como o passado se esquece.
A noticia fica sempre uma evidencia que vento nos leva em um momento.