Coleção pessoal de celsonadilo
obra de arte
denota se o ar que dá
puramente até o fim da inocência...
resoluta sob o carma
que desvenda o doce prazer.
aonde esteja o vento que a carrega,
num sentimento algoz
até altruísta,
bem querer que seja.
tristeza evidente
nessa evidência te compreendo
quando vejo meu vazio expresso que te amo
meramente a solidão que clama arder
pois bem então absoluto.
Tudo que o que carrega sem sentimentos ou arrependimentos.
conversar torna se um algo de troca e consumo,
ricos e pobres desculpa me mais alguns trocados,
tenho fome,
tem um preço,
para onde vamos também tem um preço.
como parasitas humanoides, de um mundo decadente,
os dias se passam num sacrifico para sobreviver,
muitos tem um horizonte de consumo irreal...
e quando a existência torna se um pano de fundo ignora se
simplesmente por se um excluído,
senhores de terras distantes absorvem o destino,
são paranormais dissolvem o sentimental,
pois sua existência está em outro patamar da classe social,
tendo para si o ideal que muitos perecem para o bem comum,
a felicidade é termo comercial...
para tanto se houver um circunstância a benevolência é um ato heroico na tangente humana.
quando se violência social é um erro governamental.
viver por viver é estado imaginário e necessário,
culpados sejam citados numa carta alforria,
entre a declaração de liberdade e igualdade o somos?
errantes dentro de uma utopia divulgada pela mídia,
a cultura se difunde aos status de bem feiturias,
ingenuidade, mais templo de eleições todos te conhece
mesmo mero ser excluído ganha direito legal de existir...
para quem quer o poder depois só são elementos numéricos,
tenha a certeza que depois serão apenas mais um numa suplência da felicidade.
um café expresso...
o sangue ferve...
o sono desperta...
tentei juro...
mais um expresso...
com doce da teus lábios...
e trago de cigarro...
cai a madrugada mais uma dose
de seus lábios...
até as estrelas caem e morrem...
sua luz chega atravessar o universo...
metáfora, sem união do teor o sonho é o amor...
quando se acorda morremos um pouco.
respirei sua pele no ador do amor,
almeje um sonho...
acorrentado por sentir...
a noite se embriaga...
em diluvio desdem se
desastre no intimo do ser.
concertos atroz
em desatino...
som peculiar...
sonhos entre sombras,
sobras de um amor,
vago terror,
lagrimas secas...
desejos em rios de sangue...
confesso o sofrimento...
mais uma facada no peito...
o fel se transfere para o vazio.
alucinações...
num corpo violado
a face estraçalhada,
pedaços espalhados,
no abandono a lhe cerca,
desculpas flamejam...
a vergonha de continuar...
nesta primavera é o inverno...
tantas angustias que primeira vez
que tudo encontra se num precipício...
compreenda minha dor...
ninguém sabe quando deixei de viver,
ainda que o tempo passe será mesmo inferno,
frio que atravessa a alma,
sacrifícios num mar de solidão...
por querer algo do além...
mais que flor da morte tenha doce perfume,
estranhamente mais uma decepção entre tantas,
lamentações apenas o frio e o escuro,
nada terá um sentido para imensidão...
sonhos desmoronam, o que mais esperar...
Um ritual me trouxe a vida
entre os mortos caminhei
seu amor era única lembrança,
tudo era magico, agora é uma sombra
em agonia sem memorias...
apenas a chuva que cai no meu peito
um intenso vazio me desperta todos dias.
Poesia que deflora alma,
como a musica demonstra seu calento,
virtuosa sua alma que desabrocha
fenomenal sendo igual
ao mundo que nunca vivenciei,
em termos que o senti
vulgar deliciosamente,
a imagem refleti a ternura suave,
e tão macia que se da entre âmbar dos deuses...
resistir num mundo que se inunda em perfeições.
por Celso Roberto Nadilo
Atrações
Luz infindável
lamentos
bem vinda
doces desejos
mortos bem querer,
sonhos que morreram
em amores que transcenderam...
mesmo paradigma esdrúxulo
tem tantos atrativos num ambiente
frio coloca se sobre o destino de escolhas
sinuosamente suas corvas denotam cada estrofe,
entre o dia e o anoitecer... sendo vagante
num dilema atroz sois milhares de sentimentos.
O som atinge fendas da mente...
ate primórdios do ser inconsciente,
pois segui o ritmo do teu coração,
lembrando coisas que nem imagina,
apenas o bem estar que deseja ter,
cada vez relembrar sensações que trazem prazer.
mesmo nos dias mais tristes tem gosto de ter
um bom sentido de algo profundo e sentimental.
dando assim a clareza do teu ser.
quando se deferi e contra maldiz lhe deferi
antro de fel e angustia que logo termine...
o espaço vazio lhe traz alivio e prazer.
sendo assim conotação de uma crise quando se diz amor.
Rosas queimam com paixão,
anoitecendo até fogo deixar,
sob ar do luar te amo,
com a perfeição que os deuses te deram,
compreenda a satisfação,
amei esses espinhos...
estamos mortos por amar...
Seja bem vinda a escuridão...
tenhas a morte o desfrute...
para o terror do amanhecer,
que amor é este...?
na escuridão do seu quarto
te amor até o ultimo suspiro...
Ler e beber,
sonhar ainda mais é liberdade,
desdem entre dias e noites,
seu abraço e teu coração quente...
que esmorece em sonho
bem habitam os demais resquícios,
tendo leves pensamentos.
tributo a submissão...
dores que dissipa se
diferente seus lábios frios,
sob a mascara sentimentos...
em projeções astrais...
seus mitos abrangem
os artifícios mais pragmáticos.
seus medos são prazeres.
Massacre...
Penúria...
luz que apagou se no estante que descobriu a ilusão...
definindo o profanações do espirito que roubou...
nessas que são maquinações,
distúrbios lhe destinam a imensidão.
aparentemente desvirtua,
sinuosamente, lambe o sangue que escorre...
entre as abreviações são meros
no fato consumado, disfarça...
num olhar de desejo,
devora cada limite que sentiu até terminou...
em vagantes sendo tremulante...
teria coragem de ir nos cantos mais ardis...
descendo e pairando sob tantas intensões,
vamos entre as balelas difusas da sua língua.
por Celso Roberto Nadilo
Desatinos
Momentos que quero esquecer está vida.
e a linha da vida é profunda até mesmo na morte...
tudo vive se em interrupta virtude...
em orgias que perturbam a solitude...
Crenças e credos
remetentes de cor e raças ,
definições...somos ato da coisificação,
até autodestruição seja lida nos créditos,
lamentos era tão jovem...
eles te perseguem até no teu interior...
mesmo quando estamos no fundo do poço,
está voz dentro de você te faz sangrar...
até que esperança termine e sinta que rasteje suas lagrimas não receberam o perdão por querer ser o que é...
todos te criticam por ter ideias... e viver...
acham que me derrubar será o fim...
apenas será mais um tombo levantar nem olhar para trás... para ser um santo num pedestal morto vazio.
