Coleção pessoal de celsonadilo

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Está entre as luzes do abandono...
sinta se morta,
todos te olham com afeição...
num estado que tudo esteve numa ilusão...

seus erros são seis...
acorde de madrugada
esta sem sono...
cante e grite
tantos absurdos...
momentos ao vivo
erros de edição
tudo esta sendo carregado,
seu post foi denunciado....
uh uh quem faz questão...
tudo é tão bonito
que apodrece quando acorda,
meus lábios secos,
contradições, que se calam no eterno
momento que esta num estado inerte...

Mergulhe na escuridão
tendo a certeza que a dor
foi apenas uma espectadora
mesmo com contradições dessa vida,
vultos são penas desejos
súbitos na madrugada...
compreenda meus sentimentos.
são procurados mais num mundo vazio...
na voz do silencio, tens uma recuperação
entre olhos mergulhados em divergências...

Correndo atrás...
sei o que está sentindo...
só as vezes queria sentir,
machuca profundamente,
o que importa?
está triste?
não venha me roubar...!
sinta a alegria deste dia...
mas ignore...
no silencio por favor,
tem troco ou apenas sigo...
tantos desatinos,
seremos infelizes
até a que as luzes se apaguem...
o som das correntes
vibram no estante que declarei,
vinde sua morte...
o amor queima...
nas asas da noite,
esqueço a sublime cumplicidade,
que compadece entre arestas
refletindo a dor,
sonhos entre espinhos,
ate a esperança
é uma maquina de escrever...
num mundo perdido,
boletins são expressões de abandono.
nada corresponde,
são apenas composições
nas pedras que foram trazidas da lua,
quando seu verbo esteve em evidencia
alucinações era dadas de amostra grátis...
diga me caixa de diálogos esta cheia...
com propagandas do teu amor...

Na insanidade deste mundo
sou abrupto teu respeito
seu resplandecer meu algoz desaparece,
em formas que a distancia floresce...
no meio da escuridão te abraço,
só tenho confirmações...
quando tento acordar...
tenho apenas o sussurro
bem como a intensão no absurdo termo...
em uma ilusão que se derrete
tão de repente quando começou,
sobre as linhas da vida
se cortou mero abraço me beijou,
sendo referencias na despedida,
o dia amanheceu bem qual seus olhos morreram...

A visão sobre arte...

não importa a arte ou artista
o que condiz é que está contido
o conteúdo em si mais indo mais profundo...
sentindo senso real, e assim tendo sensibilidade
de transpor a polifonia,
o senso comum sempre nutri outras realidades
mais queremos realmente perceber
no então o fato de ser e existir
são conceitos diferentes,
senso da verdade é a lei ou á um meio termo,
das discrepâncias o preço é sua verdade.
a diferença que expõem a cada um dispõem
no resto da vida por um caminho tomado...
pode se compreende a tristeza e abafar a alegria.
no entanto os conceitos diferem em divergências,
como trans lados da realidade a uma parede invisível,
para cada diferente como na tua mente depois pode ser
em qualquer lugar, como condições financeiras e morais
essa difusão restringe na empatia.
uma da mais comuns esta quando percebe essa matrix
a disfunção de realidade num calidoscópio.
tudo escrevemos é simples e complicado...
ou oculto palavras tem vários sentidos,
arte que se pinta que se respira num ato de sentimento,
para o qual se desvenda outros sentidos para se senti,
a percepção do olhar se desdem nas singularidades,
sendo fato obscuro evoluir momento a estante,
compreendendo que vivemos é apenas uma ligação da logica,
o controle absoluto da transição gera algo absoluto
e fiel as convicções do sentido, e a intuição supera os desejos,
num espelho transformista da voz to ato ego,
então tudo pode ser relevante quando se é diferente,
não se encaixa tudo parece não ter um sentido,
sendo abrangente no que é para ser,
diferenciando dia a dia os fatos se afogam...
nas decisões mais profundas...
poucas coisa são denotadas nas singularidades,
fatos são ocultos sua vida prossegui,
sendo igual aos animais que consome são apenas produtos
indo mais fundo cada evento nutre mais uma ocultação.
o desaparecimento de si mesmo ocorre dia a dia,
involuntariamente sua mente realiza atos comuns,
o conceito diferencia opiniões...

pulsos,
apenas são atônitos sentimentos...
quando espero anoitecer,
move se em minha direção...
e o vento parece ser real,
quando ninguém compreende,
para todos momentos são feitos de dias felizes,
cinquenta anos se passam esta sem rumo,
diga me por favor, amor...
e a tristeza relaxa num momento de felicidade.
num sonho tudo pode ser real ate acordar,
um toque mais uma mensagem,
a respondo pois estou em status de bloqueado,
trágico, que tantas lamentações sejam três dias,
quando a liberdade é um opção de expressão
do que gosta não pode ser dito pela inquisição...
daquele são á elite não bonito ou apropriado...
são termos que te julgam e te fazem serem excluídos...

A perda da inocência...
morda me
me beija,
sinta se morta
diante seus sentimentos.
nada mais tem um sentido,
gravo com sangue seu nome...
na minha alma perdida
pelo amor o desespero
torna se algo simples de aceitar...
moralmente somos alternativos...
para se ter um pouco de esperança.

Abandonei seus sonhos e não pertencemos há está humanidade.
somos mais cruéis,
sejamos recíprocos diante aqueles que desdem a imortalidade...
veja que já estão mortos, só não se dão conta,
podem esperar a piedade da escuridão...
sem ter ao menos a razão dessa infeliz existência,
abomináveis em sensações sub artificiais
pois são meros fruto do pó,
que sufoca com claridade numa remota ascensão
perdão o perdão morre, nos braços da madruga,
meros exclusos de uma sociedade falha...
queres tudo para um reino que não pertence...
em sua parábolas o desatino atroz cala se...
vertente nos laços do teu corpo nu...
sobre a luz da lua... uiva para todos medos sejam
o fruto do teu ventre, no que foi mármore gelado...
assopra a vida que deixou.
os dias perderam o sentido pois não á um amanhã...
enclausurados pela natureza do sangue.

celso roberto nadilo

morte em tantas madrugadas,
sonso afio em tuas mortalhas,
morre quando dia parece ser único,
balelas sono profundo que decompõem...
musica chorosa que ilude e magoa,
o frio do teu corpo, deixa me viajar
tão zonzo em beira de mar,
morte estivadores de livros queimados,
sórdidos sejam por pernoitar,
lábios roxos embora morta
respira o sonhos dos deuses,
noite a fora sendo forasteiro,
bem com gargalho de corvos
que revoam teu corpo inerte...
ao mel que escorre sobre sua sombras
dando ao mármore um novo tom,
os cinquenta tons de cinza devastaram sua vida,
lhe deram motivos para amar...
embora seja cruel a realiza sempre te amei.

cadáver
soneto profundo
que mergulha
no profundo
do seu ser
necrofilia
te amei ate morrer
coloque seu corpo
numa estante que queimou
quando lhe disse meu amor.
estava bêbado
lendo destino tortuoso
e deu boas vindas
a teu fim quando se deu
num abraço,
e ouviu o catar da cotovia
se deu conta que musica que tocava
terminou quebrando o disco,
de tantas vaidades
o refresco foi deixado ate moscas morrerem...
sob luz de velas morre um pouco cada dia,
tantas parcelas de culpas,
que noite tem tantos sentidos.

sois a noite e o dia...
entre o vento que sopra
angustia desesperada...
a fome que mata,
desses a mais que ressoam
na tristeza amarga,
se vende o amor,
em tantas madrugas
o desespero e angustia
que reluta no frio tardio
muitas vezes tente acordar,
mais era tarde em um breve estante,
tudo aconteceu,
mesmo ar de solidão se quebrou,
no raiar dado o sentimento vespertino
foi a fragrância da sua essência
que remanesceu diante a tempestade de intrigas,
foi acida tanto quando o beijo que transformou,
numa bela espectadora de ato impensado.
sendo levado brando da escurido
ouvi tão bela quando musica de seu coração,
perpetuo momento que se dissipou...
ao ar da sombras devendo um mundo...
reciproco nas centelhas do fogo que a consome,
passos curtos que se tornam pó entre margens do caminho,
são memorias que se arrastam mera certeza que esvoaça
entre as linhas da vida se esparrama no teu coração.

Sagas confinamento,



desdenho o atroz sentimento...



esconderijo que tão bem aconchegante...



no teu colo tens teu carinho e amor...



parador aos céus se desprende...



no ato maior de benevolência,



clamor tão de repente voa entre pensamentos,



o dia se passa a tua esperança...



da tua graça desejos que são interpretados por sonhos,



ao longe teus olhos que choram...



sendo sutil ate distorção do horizonte foge a mente.

Prologo da alma,

rebento da perdição,

dores que se aprofundam

para unica sombras de um sonho,

folgaz as opera da vida que debate...

de tantas formalidades,

magoas que o ar benéfica.

até mais simples dadiva do teu amor.

Coração que inspira o ar que respiro.
diante momentos que me delicio...
no profundo do teu ser,
abdico a me abster do mundo...
para obter teu olhar sob a imensidão
dessa vida teu amor perfeito.

Posso te amar um pouco mais...
mesmo que morte deseje tanto,
vejo a noite chegar num sonho,
nunca sonhei... e de repente
paira pela minha vida...
estou curtindo suas aparições...
até quando chove perde a importância...
o frio queima como fogo do seu corpo,
em chamas, devora minha alma.

noite de desejo...
sentimentos que desvenda alma
em tantas imagens que diluem no coração,
sob a ilusão teus olhos,
sobre o teto as estrelas
sob mar seu espirito
que paira por cada luz.
do infinitos ao teus lábios.

sois encantadora...
toda noite quero te ver...
tudo desmorona quando outra noite termina.
tantos sentimentos guardados...
que assim tudo passa o coração ainda sangra...
sendo singular a lua chora... por amor...
seus olhos azuis se contrastam com a noite.
na sedução de seus lábios esqueço a vida.
entre esses dogmas da vida...
muitas vezes o amor não basta...

amas como amo
error é amar até morrer...
amar por amar e esquecer a vida,
amei enquanto pode amar...
ame e tenha certeza de ser amado.

tua permanência diante o espelho,
demonstra teu encanto, diante o algoz feroz implacável,
nessa que é distancia do amor que desvenda sua nudez,
clara e clássica, reata dores e prazeres,
ao vinho que delicia derramado sobre teu corpo,
vaidades sobre a noite de desejos,
severos coitos que devastam alma.
derretendo seus lábios mordidos.
suores entre as cavas que reluz o ador em gemidos,
cruel repente vaga sinuosamente...
pela escuridão seus desmandos parecem parador
ausente submerso nas tuas entranhas...
virtuosamente para integro da imensidão.
em retalhos murmúrios ao vai e vem
tudo em temperes que dão ao desatino...
sem mais um beijo profundo,
puramente um vulto mais acido...
em lamentos ao luar... sendo singular
deveras a supremacia do encanto,
dama da noite expressa a gloria em curvas deliciosa,
maliciosamente deslisa nos lugares inesperados...
siliciosamente a tormenta torna se seu corpo.
para unica a ausência da luz viaja diante o espaço...
momento que vento sopra tantos suspiros.