Coleção pessoal de celsonadilo
faça por merecer e morra em paz,
o que? esta acontecendo...
querer o que?
fingir e sorrir faz mal...
desespero único
claro que não,
obsessão meu amor.
dias de fúria...
antro de notações
desfrute do teu amor,
sensações que doem,
tudo tão pesado...
lagrimas de raiva.
Tem dias que tudo parece ser uma fantasia,
como um figurante sumo entre a multidão,
mesmo com coração despedaçado,
tentam ferir mais e mais,
a base da semântica é um ser em declínio,
sendo elemental, suas palavras some num palco,
senti se superior, tenta profanar meu coração,
deferindo sentimentos amargos,
ferronhos da tua impia volúpia
rasteja até os espaço mais ermos...
os sentimentos, tornam se abrupto,
e restringe sua menção involuntária,
barrando a verdade da escuridão que a cerca.
no refugio da tangente até a escoria,
que reata o julgo limiar, de tua magoas,
o regaço de teu algoz infamo,
paira sorrateiramente, nos estados tuas cavas...
reluzem os traços da esperança.
vulgar tal entanto sob dito da promessa,
escoa por pensamentos ao longe.
toma partido na luz que cega a convivência,
meramente crua sendo singular...
expressa o amor entre a terra o pó,
que vaga entre teus templos de devoção
plagia me ego morto, sentimentalmente
sois o vento que passou em lembranças,
em cascatas de borbulho a o espirro,
de sombras doloridas para vertente,
reage em inúmeras vertigens,
teu sopro perde a intensidade,
nos tais prólogos, vegeta se no supremo ador,
dispensa meu ser nas brumas,
torna se a ressaca, bem na noite
todas paixão perduram na imensidão...
o fel que determina e perdura teu julgamento.
e refaz a origem que amarga
impendiosamente reata a ilusão,
confirma meu sentimento perdido,
da luz replica tuas vontades,
sem saber quem foi e quem será...
nas margens da solidão suplico,
o que tenho dentro dessa devastação,
debatendo se em olhares ao vazio,
igual ao vaco do espaço,
guarda seu brilho até sumir
vitimas do tempo, pensa se no que desejo,
no intimo momento sou lapso da insanidade,
sopra o relampejo de intimo glamour,
sonso encontro na barbaria do sussurro,
desembesta e ignora como se não conhece se,
mas, o preludio se dá quando desbarata,
tua fúria entre amigos que busca um premio de consolação.
todo desaparece para todos os momentos,
tentei superar a angustia que deferi...
declarações sois sordas,
seca como fruto que se jogou num abismo,
palha de algumas ofensas, sobras
que resiste num ar que chama o amor.
Tempestade que impera sobre o espirito...
transcende sob formas ousadas,
deram a está ostentação,
bem como se separa o ador mero sonho,
que desaparece entre os sentimentos.
nada é suficiente,
nada basta,
tudo que é feito nada vale,
então o que sentido...
vivo numa fantasia,
bem como qual seja reciproco
num lar de vaidades
sou apse do luar,
na loucura continue assim
seu valor tem tabelamento...
dentro de sonhos
todos quartos estão trancados,
o tempo parece um mar no infinito,
quem te ama quando tudo acabar,
um arrepio irreal parece as estrelas,
num lance posso até chorar,
mas, não tenho tempo...
Um beijo e vá para inferno!
esta livre no sábado....?
estarei no inferno...!
seus olhos queimam
sua língua assa no vinagrete....
tudo maldizente,
na fúria de ser o infinito
balbuciando aos cantos
meros, como fruto te teu ventre,
jogado e podre no terreno baldio...
vegeta nas suposições,
deixando decompor cada sonho,
não venha correndo atrás...
nunca foi verdade,
não merece nem um adeus,
mesmo que faça um pacto,
estará perdida em mundo de ilusões.
sentimentos que florescem num estado de desespero...
tantos sentimentos nascem com lagrimas,
nada pode ter um sentido... só apenas a tristeza.
sentimento se conforma na tangente...
tão clássico tento sorrir... lagrimas escorrem por dentro.
toc... toc...
não é domingo de manhã
pode ser outra vez a morte
estou ocupado...
estou escrevendo um romance
todos te adiciona em um grupo...
todo parece ser bom e convidativo,
então te excluem falam mal de você,
você nem sabe porquê...
assim continua somos amigos...
ela seduz em momento entre tantos...
coisa abstrata...
se diz maldizente em um algoz atroz
perdidos que deferem num esquema ambiente do amor acho estranhamente.
seus olhos estão mortos...
no estante que abandonou a esperança...
entenda que os dias se passam num ar cronico...
Sobre a superfície fria está feliz,
como um dia foi singular...
na tangente de outros sentimentos...
transbordou suas aparentes sensações.
A tristeza olhando para os céus,
anjos morrem por te amar...
o mundo está em chamas...
e suas cinzas ainda tem vida,
em meio a insanidade,
sinto teu amor,
mesmo em chamas vejo teu sorriso.
nem tudo está perdido.
tenha a certeza que estarei ao seu lado,
mesmo se as estrelas caírem...
os céus derramarem suas lagrimas
fará parte do espirito que vaga nesse sonho.
por Celso Roberto Nadilo
Tantas promessas,
numa estrada tão difícil,
tem minha atenção,
diz foi um engano,
entre seres profundos,
a paixão torna se um vidro...
de ilusões que se dissipou;
num a braço deferi,
na mortalhas soa ardi o,
em vertigens a loucura dos teus lábios.
BOM DIA!
minha querida,
salve seus segredos,
sobre minha pele
desculpa-me...
foi a primeira vez
arranquei memórias
tão dolorosas...
quando tentei chorar
não tive essa opção...
num momento te dei meu coração,
sobre minhas mãos...
cortes tão profundos
e esquecido no ápice
das mágoas te deixei morrer.
Alma no desespero
até o sonho despencar...
no profundo 'ser...
o espirito desprende
na sonsa e derradeira...
semântica, sendo respetiva,
sombras, na verdade sofrimento,
brando iluminar, transcendo
o ecoo de um enorme infinito.
paliativo, no que o qual respira se
um amor numa pose o fruto do destino,
até a pureza zombeteira....
são fetiches mas, são reciprocas,
nas interações apenas despedidas...
no amplo sistema que se corrompe....
nas margens... oriundas da vertente,
aonde a verdade se sobre põem,
marco algoz, beijos profundo.
nesse mundo oculto,
tua presença, o espirito desvirtua.
num moisaico de flagelos.
O abraço do infinito
bocejaria o fruto do luar,
despojos para ter o inesperado,
julgo momentâneo,
no parador de tantas vozes
num esplendor seu sorriso,
entre a voz o acrônico...
na sintonia que paira por teu olhar.
prisão,
o amor,
na balela,
segredos,
dentro de paredes,
sofrimento,
em gloria a perdição,
na profunda tristeza,
frágil dor,
destrói e constrói,
fatalidade,
embora se simplesmente
o absurdo da solidão...
tentei voar ate morrer,
sinto muito,
se está feliz,
mergulhei no momento
que deixou claro,
amizade que se perdeu
num tempo que todos
viviam um sacrifício,
até a loucura mais simples
teria consequências,
num tormento diário,
seja sensata quem amou,
nos bastidores foi morta,
apenas por decepções,
todas as tragedias
foram expostas
em aplausos...
espectadores sorriem,
enquanto lagrimas eram
o desejo mais profundo.
como as rosas mortas
que estavam sobre teu corpo.
