Coleção pessoal de celsonadilo

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Ecologia,
Grito, no senso apenas o tenso sistema,
Para, VIDA, que critica a extinção,
A, meramente a expressão que absorve a existência.
Vida, de longe te amo tudo é lindo
Que, aparenta o lixo se acumula em trechos
Morre, expressão vista na mídia, flores...
Em Silencio, vos o digo para sempre vou lembra que existi-o no espaço e no tempo.

tenha o partido mesmo no coração partido,
homem vive no lixo, vivendo do lixo,
viver apenas por viver,
diante do caos a reciclagem um dia se acaba,
pois mais um dia se tem uma floresta que se queima transforma em dinheiro.
pois a fome não espera,
muitos vivem comendo e muitos vivem para comer.s
de longe todas a criticas são bonita,
na pratica tudo visto de longe,
para tenham piedade alguém lhe da bom dia.

...Ontem pensei tanto em escrever mas
tempo passou nada saiu no papel...
A caneta ficou na mesa e desejo ficou no ar...

Sino silvestre.
Para a paixão.
Por compaixão.
Se relata a razão.
Bem viver na parodia.
Espaço mata a dentro,
Escasso meios de viver
Melancolia se resiste ao teus atos
Sou a natureza perpétuo por querer viver,
Sendo sensações tão belas e ausente.
Puro como o amor... Atrozmente
Profundezas e numerosas espécies.
Para um obra relatar e também para encontros no Brasil sejam sonhos.
Que a vida denote esse sonho.
Homem bravio o espante para longe.
De repente selva amazônica está em apenas
Em expressões do passado.
Até ao julgo do pássaro que habitam os céus.
Te lembrar o amor que se encontra em algum lugar.
Ou momento que a vida lhe desejo mas que tudo.
Os ventos que seduzem, o florescer de outra vez
As estações do ano estão bagunçadas
Pelo calor e tempo que chora,
De quem dera por vencido o espaço que se doma no coração.
Desejo vertente como os cheio veneno pura,
Sendo com ador expelido de campos de dragas de ouro
Se lhe dá a angustia do mercúrio em outros viver,
Angustia boemia que se sonha com melhor viver...
Bem vindos sejam com há chuva repentino do acido
Que devora todavia a quem respira,
Mero esbouço, em pé o sono que se expira...
Na madrugada se espera venha a vida.
Se dera mais ou menos, paira sombras e aparições...
Figurantes da vida e da fome que se refugia
Em eternos sínteses das arvores mortas...
Por queimadas neste que mundo desigual..
Feroz muitas vezes a dor sem fim...
Momentaneamente o sopro da beleza,
Boceja no sentimento perdido no horizonte,
O por sol se alimenta do destino,
Nos braços da terra vem o perfume do movimento
Que se deu num deslumbre da humanidade.

Anjos que adormece ao vento da primavera.
Na verdade até através do luar.
Repentinamente tua voz vaga por minha vida.
Transpassando o éden da essência.
Que desvenda a ascensão imaculada.
Do teu ser para sempre na eternidade.
O espírito que busca salvar o teu ser
Espalhado pela imensidão o fruto de seu ventre.
Brando na tristeza do amor.

momentaneamente sois a noite que cobre meu coração
no deslumbre que se abate na solidão,
desconexa da nuvens o prazer de tela mais uma noite.

Paradigma

outras auroras
luas que desvenda alma,
trevor absoluto nos mares
do infinito o desejo de vive,
os céus desdem marcas da alma,
o tanta o sopro do vento,
ilumina o profundo sentido...
que se aprofunda no teu olhar.

a musica é criada na solidão dos pensamentos,
e quando idealizamos o sentimento alguém deduz
a grandeza de um sonho na imensidão.

meu coração ininterrupto
nas certezas da morte te amo.
vendo assim as varezas da humanidade,
depostas pelo meu ser sonhador,
tenho mais estante velado por voz,
espalho meus sentimentos...
pela galaxias declaro te amar ate morrer,
mentigo pequenos detalhes,
bom dia, boa noite,
são sutis até que tudo desaparece
na imensidão. implacável,
denoto ar irônico de um beijo ao vento.

tenho recordações
sou uma maquina
que se perdeu quando morreu,
seus sentimentos,
suas trevas correspondem...
laços que demorei a compreender
grite a cada lagrima...

suas mentiras
são a febre e a dor
quando vou dormir
suas mentiras parecem reais...
sinto parte do coração desmanchar,
quando sua mascara cair vou chorar..
não vou querer ver...
apenas mais momento na escuridão.

agonia puro desespero...
unido da paz do silencio,
minhas lagrimas escorrem
no escuro ouço minhas lamentações
atravessarem o tempos,
na mórbida sentença do silencio
o fel da melancolia atroz,
bem como sinto a musica
que acalma o coração.
diga que não a compreendo...

anjo sedução perdida em tua inocência,
que se diz além do seu ser amargurado,
angustia em teus lábios frios...

minhas certezas se foram no momento que desejei te amar.

Odisseia da solidão em alto mar
Ódio bravio, mar derradeiro.
Dor no peito, saudades solidão
Em tempos a tempos meu amor
Imaculado, sonhador,
Artificio dessa existência,
No Ártico tão frio esperanças a fio.
Mar cruel... Noite é dia e dia é decepção...
Peixe, a riqueza esquecida no frio,
Exato momento o breu no peito,
A beleza revoa num céu brilhante,
Desviando voa pelo infinito...
Abraçando o destino, Que é o amor?
Diante da adversidade o esplendor...
Que paira ao sol da meia noite,
Em claro desvirtuo a insanidade,
Pelo qual a derradeira verdade espero o amanhã.
No qual desejo rever o amor, anos se passaram a vida
Passou como tempo as lagrimas se tornam o mar
Na solidão, Mera flor num deserto que espreita a vontade de viver.
Docemente o sonho se drena num horizonte o beijo é lembrança,
Em tantos resquícios a luz que ilumina na escuridão...
O expresso da meia noite quebra o silencio...
As lembranças o teus revoam sobre a madrugada sinto teus lábios.

ola, não tenho dinheiro
não tenho um amor,
tentei mentir aprendi a chorar,
quando disse que tinha mais um dia,
a musica tocou de fundo,
e ninguém te disse que não ia sofrer,
diga podemos nos diverti,
nas escuras noites quem quer saber,
mais uns beijos e morremos para o mundo.
dedico a Nina Simone...

celso roberto nadilo

Oh, Amor,
Seduz com ilusão...
Devora na emoção...
Sempre são sonhos...
Que queimam no coração...
Não me diga que só um momento.
Do que passamos foi mais uma tarde de verão...
Refletir tuas sonsas palavras soam tinhosas
Ao refrão a poeira que paira entre as piores...
Noites que nunca se calaram...
Nesses para o qual deixo meu amor...
Dentro do distante por do sol...
Vento leva a esperança.

magoas que nunca se calam no silencio dos teus olhos,
se morrer num amanhã que esteja longe,
vou imaginar segurar sua mão depois,
vou deixar meus pensamentos serem levados no vento.

poeira sobre teu ador, sobriedade
terror, silencio, no mar de desilusão...
tentar fingir, sorrir poço sem fim, ser tão feliz,
tudo está escondido no profundo da alma,
os espaços, se tornam maiores,
covardia...sendo forte sem ter forças para viver.

ostentar desejo morto,
passagens no desatino,
aperto coração morto...
bem, viver por viver,
já meus lamentos vastos
nos sentimentos tantos desejos...