Coleção pessoal de celsonadilo

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palavras baixas
falta de criatividade
sem expressões
quem ?
somos o alem,
falta de senso comum,
critica moral,
quem?
percepção da ideologia,
senso de beleza,
moralismo,
a que?
verbal mistico,
logica real
mistica de ideológica,
quem?
idealismo físico e ideológico,
transição democrática,
ditadores políticos.
a quem?
consumismo,
capitalismo
ditadura.

Doces sonhos nos meus sentimentos depravados...
por celso roberto nadilo

somos incompletos ate quando anoitece,
ainda sonhamos por tantas magouas.
dias se vão em frases perfeitas,
no profundo tudo é uma bobagem qualquer,
sinto que tudo caminha numa partitura...
que se perdeu no exato momento...
desapareceu de tão perfeito...
nada tomou mesma forma deixada na suposta,
assim morreu...
como uma madona apos o delírio que bate se,
abrangente dor afio,
olho as paredes mortas e nada compreendo,
doe tanto que flagelos maldizem
nessa escuridão, mortalhas;
tudo que já senti se foi,
por que doe tanto;
nessa partículas de solidão;
magoo a musica tocada ao fundo,
nem sei com posso ainda senti essa musica
dentro do meu profundo...
não tente traduzir o que sinto...
nunca seria tão perfeito,
meus desejos são desencontrados...
nessa superfície de sentimentos aparentes...
todo ato são coniventes...
no desejo dessa carne
profanos sentimentos, ditos tão populares,
pura moralidade...
me desfaço da racionalidade,
quando tudo sinto...
são apenas parte das minha lagrimas...
de tudo que distinto no meu ser.
por celso roberto nadilo

A musica é profundo no meu ser.
by celso roberto nadilo

O gado
Reunidos bem assim então;
muitas línguas numa então,
uma reunião, ninguém dá atenção,
por assim então;
dominados, encarcerados,
amotinados contidos para o abate,
nem lagrimas nem dor,
por assim então,
somente o sangue pelo chão,
teria alguns lamentos, mas;
nada por assim então,
com copa um jogo
por sim ou não;
quem somos algo fenomenal,
cuidar viver o que?
mugimos ate latimos,
banana obrigado!
não alimente os animais,
quem somos alem de animais,
protelar as palavras,
enquanto morremos os milhões,
para que estudar se musica,
é bem clara a cultura banalizada,
quem disse que o país era nosso,
quem manda são eles,
ditam tudo ainda dizem
bela imagem é filme de terror,
por assim é pura realidade,
somos abatidos,
então aplausos sorrisos;
por assim se ganha mais dinheiro,
num país era nosso,
só famintos mau pagos,
na miséria somos fonte de riqueza,
em milhares outros lugares
somos conhecidos como macacos,
entre os mesmos ate então somos
igual perante a Deus.

O futuro é desconhecido ate se torne parte do passado.

vivemos em uma prisão sem grades.

a cumplicidade é fato ardo sem vestigos do que somos.

Ate compreenderia quem sois mais nada mudaria.

Luar numa bela noite carente,
solitude frágil demente,
estreita ocasional,
cálida tua alma,
sórdida dementes,
cálida atroz,
que tanta o seja
o fato de obter,
tal patamar.
gelo translucido
tão perdido,
obscuro atroz sentimento,
tanto opera
austera em pobre sofrimento.
por celso roberto nadilo

As almas profundas perdidas no abismo sem infinito,
deflagado lapsos de memorias entre os passos da eterna alma,
proteladas amarrar sonsas são tão familiares,
por ter los na pura solitude amarga em temores abandonados.
nada pode embrear na fonte perdida nossos sonho...
atribulados em nossos destinos.
por celso roberto nadilo

tiras da minha terra
pedaços de sonhos
sedentos desejos
brotam em poucos...
lugares ate então
dormia em meus...
pensamentos,
em que se consome,
em frases passadas
de momentos,
desfruto desde...
sonho partindo...
tais florida do...
meu coração...
vulgo sensatez,
semeados na terra,
que outros pisaram,
riram se foram por assim,
naquela fronteira...
tudo terra sois...
do apenas terra,
ou herança de amores,
suas dores,
ate caos de nossos...
interiores ultrapassam...
um buque de perfume,
demandado dessa terras,
na profundidade do nosso ser,
sendo algo profundo,
de cada um de nos...
assumindo os ditos...
de um pensamento,
que vento levou...
sobre essa terra...
que tantos foram se foram
em tudo sentimos
embora não somente,
e somente o gosto dessa vida.
por celso roberto nadio

únicos nessa vida ate desaparece como começou,
ou nada em tudo por passar as sentenças,
temorosas ate que morremos.
do que eu falo não pode compreender,
pois não sois que esta dentro de meus pensamentos.
por celso roberto nadilo

Todos eventos levam mesma consciência dos fatos.

inóspitos dessa realidade
que se foi meramente,
pois solitude adiria
o que mais admira,
mesmo assim traço
do passado,
pelo por foi ainda
passou num momento
um dito,
apenas um fragmento,
de um partido,
partindo a alma,
sem mil dilemas.
por celso roberto nadilo

Sensatos atos impensados do ardi-o templo de adoração.




por celso roberto nadilo

Sangue contem laços de dor transferidos pelos quais somos e pensamos ate que morte nos separe.

bem ficamos deferir tua estrofe,
bem pelos quais deveria ser então morreria,
bem seria do jeito que deveria,
trans unica em si veria,
ferveria em tudo calaria,
bem ate quando estaria,
triste bela voltaria,
nas sombra atroz seria,
vasto, meridiano em proposito calaria,
deixados num deserto tão exposto,
amargo sentimento tanto só que morreu,
velado em pouco semearia,
como testemunha de uma ultima voz
que tocou alma tão distante,
que tudo assombraria,
todos desejos ate deslumbre
no atroz da solitude
em teu perfume cálida,
inflamaria a alma,
nas sobras do que foi a solidão.
em profundas trevas.
relatando trágicas...
estáticas nessa beleza...
desfradada bem tal como foi em uma época,
tão feliz que para perdeu significado,
assim estaria teus prazeres,
pensamentos assim são flores ao vento,
lagrimas peculiares ate fazem sentido,
ate seria bem para o coração.
tão maltratado assim digo...
tudo pode acontecer...
tão bonito viver;
senis aos pros que se passaram...
bem qual se foi bem tudo...
nos montes da minha alma...
beberam tais formidáveis...
em todas expectativas...
tudo pode ser e acontecer...
diante promessas as tem...
flagelos de tal fantasma,
arrogância feita desfeita...
marcadas na pele...
solitude passada tão marcada...
como esmeraldas passadas,
tal virtude parada no patamar.
perdido valor risório,
estaria tua alma
clamor de amor,
cesária todas atividades,
pasmas ate todas sejam essas virtudes,
da minha alma gravado no teu profundo amor.
por celso roberto nadilo

nossas almas,
contem o puro,
desejo de viver
tudo em pouco tempo,
que vivemos.

nossa duvidas ultrapassam a eternidade.