Coleção pessoal de celsonadilo
a luz perdida nos meus sonhos,
envolutaria perdidos,
pousados no sentimental,
verídicos no passados,
selados no proposito,
mortos no passado,
deixado num momento,
do qual se foi o presagio,
mero na virtude,
oriundo na breve bruma,
tenra no amanhecer do sentido,
passado na madrugada,
do desejo passado,
quase imperdoável,
amado pelas juras de amor,
passado pelo que quebrou muitas vezes,
medo vagante na horizonte,
nada como tempo...
numa forma real sincera,
passada no desejo que tirado,
claramente meu desejo,
partido existente numa princesa,
amor transparente,
bem doce amor,
exato mero ato,
espelhado no ser,
nas minhas loucuras sendo o amor,
virtude projetada um ato,
prologo ceniz em tudo senti,
seja sempre o para sempre,
a borda deixada pela amor,
o tempo que passou,
desta importância tudo se tornou...
singular em frases,
em seculos de amor...
atroz amarguras, tristes, nas consequências
tampouco compreenderá,
o feitiço que está no profundo da tua alma,
a falta teus encantos puros na solitude,
muito claro que está encravado,
na pura convivência da eternidade,
amor sincero eterno na convivência,
concreta da paixão...
dentro do teu coração,
imperfeito encontrar alguém...
naqueles sonhos ate perfeito...
não deveríamos morrer...
pelo ato conclusivo de amar...
em ciclo belo e eterno.
absoluto por to conjunção carnal...
nobre encanto,
transcendente na evolução....
apenas realizar a plenitude,
que atormenta o momento,
eterno nessa alma atormentada,
pelo desejo amar todo tempo.
em todas circunstâncias...
tudo moldado no amadurecimento...
valoroso puro no sentimento,
singularidade da eternidade.
por celso roberto nadilo
pelo que buscar o sentimento florescer
na tua vida passada no coração perdido
entalhado nessa vida chamaria de amor.
apenas compreenda a felicidade,
tente sentir a verdade,
seja o mar tua vida,
desejo seja breve amar,
sempre com felicidade,
na dor esta o prazer...
belo partido de tua vida
que esta felicidade,
para todas as horas do dia,
transmigrada por sentenças
numa pura estrutura de amor.
por celso roberto nadilo
sórdida aparição,
traições,
vertiginosas,
separações,
glamorizadas,
vertiginosas,
juraria,
ainda amaria?
a dor
clara
escura
extensa,
propulsora
da infinita agonia,
saudades meramente perdida,
relato deixado na minha escuridão,
desejo abandonado pelas flores dessa...
frieza deixada no coração,
sendo partida definitiva,
pela solitude morena...
transpassada nas minhas lembranças,
vejo tempo passar em um veludo...
de sentimentos tão perdidos,
na minha alma...
inóspitas na solidão.
tal como uma sentença de abandono...
cruel sentinela deixada no vazio,
embora o poço sem fundo,
amargura sentimental...
solitude tal virtude...
seria desolada,
seria morta,
seria clara,
seria abandonada,
destinada na exorbitante virtude,
silenciosa.
somos a semente da perdição e do caos
pesados sentimentos aparentemente mortos,
pela decisão de existir,
mesmo assim caminhamos belos braços da morte,
sem imaginar pelo quando sofrer passara,
entre deleites do ador cálida estranha vida,
perdidos num caminho entrelaçados em sentimentos,
calados meramente pelo qual existimos,
num espaço do coração vazio de amor,
entalhado nas profundeza da alma,
tão perdida na solidez de um dia ainda viver,
nessa envolutarias, confusas, são parte das farpas,
deixadas da paixão consumida pela escuridão,
do qual ainda vivemos.
por celso roberto nadilo
amor por toda vida
odeio te amar tanto
odeio te amar
odeio o amor
odeio por te amar
não viver sem amar
vou morrer por tanto amar,
viver para que se te amo tanto...
deixei que o amor toma se conta de mim,
odeio tanto deixei tua vida a muito tempo,
o amor feriu profundamente...
muitas vez não me conheço...
por mais tentei amar ainda te amo...
em todas as certezas que tenho,
não existem meias verdades,
ou mentiras em se amar
pelo sou eu amo,
bem tanto não consigo mais,
ser ou viver diante o amor lhe tenho,
tudo que sinto é verdadeiro,
sinto muito por deixar meu amor...
ser tudo tenho.
por celso roberto nadilo
tributo a um ator
Sonhei alguns sonhos que foram roubados
pelo sentimento de sonhar em viver,
enlouqueci como palavras sonhei
assim sonhei esquecer de viver,
mesmo ainda vivi o gosto de esquecer,
o gosto amargo de sentir,mas, viver
e tudo foi causo nessa sentimento da vida,
pelo de esquecer do que senti,
amadureci pensando em tudo que vivi,
e sonhei ver que vivi bem como que esqueci,
no desejo de viver assim senti,
mesmo assim sem direitos para esquecer,
então resolvi sentir amor que vivi,
de repente senti tudo que foi um sonho;
que passou no momento que acordei...
distante no alvorecer que passou
abandonado pelo esquecimento...
no qual senti a pureza da ilusão...
seja como for o destino me esqueci...
belo sonho no caos desse mundo,
tão confuso e despertinho bem pelo qual...
seja a veracidade de sentir o direito de viver,
dessa vida que se foi no momento acordei...
no meio de um sonho então descobri...
o sentimento que não me esqueci,
depois de tantas desilusões,
tudo se foi tão belo e sinuoso,
brilhante como luz de velas,
bem como arte que criou,
ainda somos então pó estrelar...
tumultuado em sonhos que passou,
esquecidos em tuas ilusões,
belo no sentimento de viver,
expressivo na arte,
de ser como ao universo,
que assim criou,
um belo sonho que foi tua vida.
por celso roberto nadilo
Saudosos sentimentos por aqueles estiveram
num breve momento na vida,
transformando tudo em um perfeito coração,
mesmo nas horas mais difíceis dessa vida,
estavas como mesmo intuito bondoso,
o calor da tua vida transferiu a verdade,
mais clara como água cristalina,
como a um tesouro de tributos lhe dou minha palavras,
sensatez de um sentimento nobre,
nas tristes horas dessa vida a honra,
de ser e torna o puro e verdadeiro,
em um termo popular ser pobre,
atravessar o tempo com tuas colocações,
é primordial ao teus feitos,
então compreendo que a riqueza que foi deixada,
não pode ser comprada,
que somos ou vamos fica bendito a natureza de existir,
na clareza das realizações o sentimento...
deve ter mesmo teor dos teu antepassados.
sendo virtude da verdade explorada na tua vida,
para sempre como amor e sinceridade.
por celso roberto nadilo
na madruga da dentro sinto gosto
da solidão sem limites
os desejos são apenas doces
passado numa doença;
incomum sentimento,
ate a sombra daqueles já se foram...
trasportam alucinações
de uma realidade desconhecida...
tangente pálida fornica...
as tais sensações,
demarcada como terra roubada,
pois quem dono de algo assim,
se somos poeira de estrelas,
que somos alem de pó,
a solitude dos nossos desejos,
é um partido falido,
pelo amor da eternidade.
por celso roberto nadilo
santo sentimento
sinto sua falta,
sinto a dor na alma...
vazia sem nada,
abandonada na solidão,
verdade um pingo na solidão,
nada floresce,
a dor é profunda,
a distancia não nada
diante da eternidade
do amor deixando,
no profundo da alma.
destilado a mensagens sem resposta,
destino sempre prega peças,
amar tanto tudo tão vazio,
palavras no vento,
seria glorificada somente,
com uma palavra de amor.
por celso roberto nadilo
o glamour da solitude é parte da sombra da minha alma,
nas sombras da virtude tento sonhar,
mesmo ato mais extremo da plenitude da minha vida,
não compreendo mesma viajem das mesmas palavras,
a revelação dos meus sentimentos,
são classificados com atos da minha solidão,
bem como ador do deleite de viver,
nada tem comparação ao patamar orbitante...
em um pensamento de solidão,
quando então ela aparece no fundo da minha mente...
na tangente, ela vive no ar da minha alma,
pelo clamor do destino,
assim seria no entretanto ainda viveria,
na orbita do desejo de compartilhar,
o tempo passa lentamente,
no qual seria prologo?
em uma longitude dos meus pensamentos,
bem qual tudo nessa vida é busca por sentido,
mesmo assim a dor está ali...
no profundo do espírito,
busco na solitude;
um sentido real nessa estrada vazia de sentimentos,
depois tudo que tenho ar do tempo;
o ar que não representa o vaco,
seria singular as emoções,
engraçado, não tem graça;
pois ainda doe sentir;
ser parte das lembranças.
no entanto é tudo que sinto,
pelo qual diria que felicidade;
é sinônimo da solidão;
ela está nos pensamentos,
bem como o sentimento da falta estaria...
da tua companhia assim bem ficaria,
no entanto tudo parte de esquema,
maior de plano mais elaborado,
então o amor eterno...
assim seria perfeito, mas,
nada pode ser como tem ser,
mesmo assim tento ser,
do meu sentido assim seria...
meu ser inafundável...
no limite que meu ser floresceu,
na solitude bem como pode ser?
algo tão frio!
observo minha alma,
o profundo tão pequeno diante do teu ser.
meu amor eterno no calor teu coração,
bendito na tua alma,
para sempre te amarei,
mesmo sepultado,
meu amor será eterno,
com toda clareza do nosso destino,
assim seria tudo para sempre,
visto num glamour a felicidade,
a semente da eternidade,
que assim seja para sempre nosso amor.
ser da dor,
perdido meu ser,
selado no amanhecer,
dor do meu ser,
então seria frio,
do meu ser abadio,
sombrio meu ser,
assim então seria...
a dor sem fim...
no meu ser seria fim...
sombrio do meu ser,
seria frio tardio,
a dor sem fim,
assim seria meu ser,
sem fim doloroso,
no meu ser,
bem qual sou tenho ser,
mau sei quem sou,
mesmo assim sinto a dor,
infinita num desejo,
puritano do meu ser,
glorificado na escuridão,
meramente um trecho...
de um caminho inafundável,
a escuridão do meu ser,
assim sou não crio,
nem transformo,
apenas desejo ser,
em manto perdido na escuridão,
de palavras ao vento,
criadas pelas sementes do meu ser,
assustado nessa escuridão,
passada no fundo do ser,
bem qual nada compreendo,
somente sinto medo de ser,
do bem qual foi no escurecer,
seria a palavra assim ainda seria o ser,
palhado espalhado no fruto da imaginação,
esse é o ser deixado na escuridão,
sem fronteiras do destino o medo pode ser,
o medo ainda pode ser pelo qual escureceu,
ainda sou que nunca fui diante da escuridão,
quem sou apenas pedaço do fundo,
ainda mais escuro perdido no próprio ser,
bem assim seria passado no templo,
do qual assim deixei a solitude.
nos braços eternos da virtude amarga do ser,
e veria que espaço ainda seria o mesmo,
nada seria mesmo passado que ainda foi teu ser,
teria o frio selado no amanhecer,
sentiria o ador do parador,
pairado no ser,
então seria o escurecer,
velado num caminho passado em um virtude,
então seria o ser,
visto no amanhecer o mesmo escurecer,
parado no ser,
sensato um parecer assim o ser,
selado no escurecer,
bendito nesse caminho como deve ser
assustado no profundo do ser.
destino tão tardio ao ser,
situado moralmente no próprio ser,
sepultado no escurecer então um bom parecer,
traído pelo qual deve ser,
a grandeza do qual se perdeu,
sentindo o profundo do ser,
bem qual poderia ser,
assim velado nas profundezas da escuridão...
dita simultaneamente o pranto do ser.
por celso roberto nadilo
dor amarga,
como fel,
desliza,
sobre amor,
varia pelos sonhos,
seduz pelo desejo,
calma pela fé,
sobre mar delicioso da paixão,
seria fonte longina,
ate mesmo entre face da solidão,
desiguais fonemas do amor,
transmitem desejos estremos,
nessa carne de puro prazer,
convertido num sonho de beleza,
florido nos atos de paixão,
gosto ardi-o como ato insensato,
da paixão desnuda da luxuria,
no extremo do coração perdido pela paixão.
por celso roberto nadilo
