Coleção pessoal de celsonadilo
solitude branda amarga
tuas faces são flores
no desdenho desta vida
sombra do doce mel
jogados ao vento
sentimento de fel
tão longe da abismo
mesmo profundo
do que viver?
entre esses achados
tudo passa meramente
o vazio que expresso
é um tudo em passado
distante seja qual for
a virtude é parte do amor.
por celso roberto nadilo
dor dessa vida nunca é o bastante,
nunca se da por vencida,
mesmo no valores diários desse ador,
destino sem afio,
tudo não é nada a partir do nada,
entretanto tudo pode acontecer diante...
que aparece ser,
desde tudo seja um pequeno ar,
parado no mesmo lugar desde seja aquele
que se passou em bom momento,
amadurecendo a cada momento que se passou
nada mudou ate mesmo no mesmo lugar,
seria então incompreendido no fato de existir
numa lacuna de tempo,
perto da perfeição demonstrada por loucos,
num momento momentâneo pairo por essa visão,
nada já tenha feito nessa mero espelho de ilusão,
assim descobro nada pode ser eterno nas locações...
arbitrarias da insanidade,
mesmo tratativas nada pode obter tal perfeição,
entretanto o item não existe nessa vida,
e o proposito é parte de uma teorema,
perdida no tempo sem colocações do exato ponto...
da aparição mapiando o ador descendência...
argumentar algo pelo que então?
que não seja um pouco de ar...
nessa compreensão de desatinos,
uma janela me pareça um lugar,
em mundo de vaidades tão pouco apreciado...
no entanto a vertigem de um louco...
talvez seja uma questão tão profunda;
dolorido momento selado na amplitude;
de um pensamento passado e talvez seja um futuro.
ate então não sou nada nesse fato que atravessa o tempo.
por celso roberto nadilo
toda as tragedias tem o amor como tema,
todo coração tem amor mais é um bomba,
relógio só esperando o momento de explodir,
entre toda as tragedia o amor é desculpa,
que não se cala numa fronteira de desejos,
tudo tem o amor tua boa sem mais ou menos,
amor sobre tudo que acontece o amor é puro,
intocado ate adversidade sejo o momento da...
separação num puro glamour sem fim desta vida,
sempre um separação ou briga o amor tão puro,
toda as forma dessa vida tão passada nessa vida.
por celso roberto nadilo
esperança nobre meu coração,
triste afirmação,
selado em tumulo sem nome,
que a nessa virtude,
abandonada meus sonhos,
enclausurado em meus pesadelos,
esqueço ate que vida pode ser bela,
porem nada me agrada,
nada alem desse destino frio.
por celso roberto nadilo
seria minha
então perdi
acordei não dormi.
então percebi,
a grandeza que temos
ainda assim vivemos,
nossa traições
estão perdidas,
nos traços do maiores pensadores,
por mais que vivemos ainda seremos pequenos,
então tudo não passa de ador em um parador,
num profundo estado do veril pelo qual vivemos,
mesmo quando temos a solitude aparente,
temos inúmeras ilusões,
deixados em tudo nessa vida,
toda origem é um conceito do que se passou,
nos sentido e atos perdidos,
é fato da consciência e sua ilusões.
a um proposito em todo ato,
feito ou acontecido,
deixado em um momento,
feito por um desejo,
deixado por um defeito,
desse fato tudo pode ser mudado,
porem toda mudança trás alguns efeitos...
ou defeitos de qualidade ou de fabricação,
senso terminal seja a sentença do valor material.
na madruga sem afio de sentimento caminho,
ainda nas profundezas da minha alma perdida,
nessa solitude afio assassino minha vida
em desejos de futilidade chegando ser profano,
em breve despedida a dor caminha ao meu lado,
carregado pelas noites a fora sem sentido,
em outras formas de flagelos ainda amamos.
por celso roberto nadilo
nossos sentimentos são moscas numa sopa,
meus segredos são abracadabra na minha mente,
entre meus sentimentos tudo será magia,
então sinta essa que essa vida é tudo pura estupidez,
todos fatos são estupor de nossos sentimentos
por celso roberto nadilo
A saudade é anjo caído num mar de solidão,
somos bem aceitos bela morte,
ainda vivemos nossos sonhos mortos,
temos nosso próprio tempo ainda reclamamos,
nem tudo temos é o bastante,
olho o mar imenso na solidão,
então sinto minha alma partir,
saudosa solidão em meu coração,
mesmo tudo tem partido,
ainda tenho um anjo no coração,
imensa solidão sem propósitos...
ainda magoa tanto que implanto teus preceitos,
amargos na saudade que tenho,
sem mais partiu ate meus sonhos passaram,
em algumas lagrimas percebi que tudo foi sonho,
bom em tempo que passou,
situado em um mar de vaidades,
titubei no qual cálida desejei,
em tudo partiu nobre anjo que morreu,
intenso e profundo esse mar,
de águas claras te deixei,
me carregar teus braços ate confins desse mundo.
por celso roberto nadilo
Vivemos cada dia uma vez nunca mais,
ainda somos frios sem qualquer sentimento,
depois ainda se diz somos humanos,
isso doe na alma...
Dó ou pena não dignos de ti,
a verdade brota nossos sentimentos do qual
abstêm da tua vida isso que chama de vida.
olhe para o espelho veja que isso tudo que é
mais nada do que pó
ainda se diz ser gente,
veja vida aprenda a viver pois nada vive teu redor,
tenha tudo em equilíbrio pois não sois nada.
alem do nada pode ser,
o dinheiro e carros nada representa,
pelo que é nada mais é do que será.
por celso roberto nadilo
Morte aos idiotas
morte aos fonemas
morte aos pensamentos levianos
morte todos imbecis,
de fato e foto sentir é proeza do qual tua alma...
é morta como nada tem para compartilhar,
amizade algo verdadeiro,
morte a todos,
sentimentalista involuntários,
morte desrespeito,
pobreza de espírito,
morte tudo que belo e barato,
a morte sentimento bruto ate bárbaro,
mais eterno e puro,
cave tuas covas pois esta morta
em tuas palavras frias nada dizem
apenas coisas mortas
então morra nessa questão,
não venha com meias verdades
suas mentiras coisas idiotas.
por celso roberto nadilo
sentenças tão amargas,
nada realmente real,
a solitude de nossos pensamentos,
tudo espreme o irreal,
obscuro sentimento morto,
em sonhos paralelos a realidade,
virtudes espalhadas num fonema,
vaga na solitude pobre atitude,
selando a solitude para sempre,
morte doce veneno dessa vida,
sem resposta ou perguntas,
quando se dita algo morremos
somente por ouvir tal fonema.
obscuro da tua alma,
não compreendo seus desejos,
minha carne está morta,
em teus sentimento podre de virtudes,
minha carne exposta aos teus desejos,
nada tem uma explicação,
nada meramente um desejo,
uma sintonia bastarda,
deixada num sombrio desejo,
perdido numa palavra,
o vazio toma conta dessa vida,
perdido nos traços de solidão,
amplo na vareza do que chama de amor.
por celso roberto nadilo
sinto a escuridão da minha alma repleta e farta
meus sentimentos mortos na escuridão,
tudo e todos estão mortos,
vermes da própria carne,
sentimentos são puro prazer na solitude,
afogo tudo em copo de bebida,
a madrugada nunca acaba,
em desejos mortos,
abalados numa fronteira infinita,
sentimentos mortos passados,
embora nada seja mais cruel,
que sentir a vida.
Em um parador bendito no florescer
bem digno ao bem ser,
celebres com fato de ser,
embora não seja existir,
real bem deferir ao status,
sente o sentir o real,
o proposito é claro,
no deslumbre o único paradigma.
vertigem de uma ilusão
por causas naturais,
relevantes a ilusão...
os sentimentos podem ser confusos,
mais conhecidas por formas diferentes,
artificiais em cada percepção da realidade.
provocando a distorção do sentido,
a confusão do sentimentos,
em mar decepção.
mesmo assim vagamos em um ilusão.
por celso roberto nadilo
