Coleção pessoal de celsonadilo
de longe tão perto glamorizante...
via bonde a bom dia...
fanáticos lunáticos meus amores...
vigentes embora seja apenas o prologo do céu.
amor depressão...
ador sensação...
calor em um temor,
senhor só a dor.
tão boa quanto absinto,
descendo entre as entranhas,
dando para si bom desejo.
Por um beijo fui traído pela paixão,
fugas na solidão paralisada seus feitios,
como o horizonte mero desfeito
ate desfigurado no sentimento.
flores ou dores,
transes em dores,
palmeiras doce amores,
no ar sempre amores,
em pastos desconhecidos,
repetitivo ate tudo esteja...
nessas cores mero florescer,
mesmo tensa está virtuosa,
ate tempestade frondosa,
clara alma repente de amor...
glorioso entanto inafundável,
teor de amor, bem querer da minha vida,
brando calor, sem dor sem temor,
doce minha vida em adores,
por amor em toda minha plenitude...
em poucos relatos diria,
tudo tão lindo, nada pode tocar,
o ponto mais profundo dos nos corações...
repentes de amor, eternos para sempre,
meu amor.
por celso roberto nadilo
A loucura é rio sem rumos,
tangentes envolutarias,
em tanto que sigam vistas...
todos valores desprezados...
no extremo da plenitude...
bela deferida no profundo caos...
tanto que estaria nas bordas...
de um cava vento, imaginário...
sutil ate que real seja simples,
o mau da enganação,
pregnada nas sobras da solidão...
frondosa nas aspes da sanidade,
num copo de vinho,
a pura redenção senil do desespero...
puro feitiou revelando os laços eternos,
repletem o desejos mais sombrios,
desatino repente em todos doloridos,
oprimido em valores tão perdidos...
sentidos no mar de vaidades...
longes dessa realidade,
a bestial trombeta no diluvio...
insano pensamento.
por celso roberto nadilo
razões
os monólitos de cada sentimento
sedento mórbido desejo,
sofrimento deleite morto,
senis aurora desprezada,
profundo querer,
de tudo que tenho,
flores em desertos mortos,
pelo sentimento de querer,
sem obter doce cálida,
pura morte tais gosto,
lhe bebi no resto dos teus...
lábios numa sedenta...
fonte de desejos...
que caminharam por essa vida,
ate tudo morreu,
nas sobras do desejo que se passou,
meramente em gestos que se foram,
a partir de sentimento
como eterno querer,
bebi dos meus sonho,
desabei quando acordei,
sem querer senti o profundo
dos teus sonhos,
não consegui dormi,
olhei acho acordei,
mesmo assim acho que um sonho.
por celso roberto nadilo
belos olhos em teus profundos olhares,
sempre tão fundos como meu destino,
algo mais de ser tão bonito,
deixei tudo ser belo infinito,
nem sei como começou,
meu destino se foi no ato mais lindo,
sem saber do teu destino,
tentei olhar mais profundo, sentindo,
a mais doces dos sentimentos...
que esperei sentir nessa vida,
de momentos o belo infinito,
tão claro e desejado,
sempre olhar e desejar o infinito
tudo lhe diria todos desejos
do meu amor no teu profundo,
desejo de amar,
o profundo sentido de amar,
seria do deus desejos
em minha vida,
tudo é infinito apenas pelo ato de amar
tanto sinta teu amor no infinito do meu coração.
por celso roberto nadilo
Chorei os belos momentos,
quanto o mais queria seria viver,
diluvio anseie por mais belos...
nestes sonhos que estendi,
momentos então tente sorrir,
com o mais belo sonho descrevi,
quando poderia ser belos encantos...
mesmo assim em prantos sonharia em chorar,
pelos mais belos sonhos tentei sorrir,
seria belos momentos que tentei sorrir,
então no direito de amar anseie,
viver assim tão belo quando acordei,
nesse momento refleti teus belos encantos,
ressenti sem tentar desistir que sonhei era sorrir,
era verdade então sorri tais momentos que vivi,
portanto querer mesmo em prantos escolhi,
declarar tudo que senti saber direito chorei,
tudo anseie o direito de amar
por mais belos momentos assim chorei
por demais mereci te amar e te ver sorrir...
quando acordei desejei deixar de viver,
então tanta lagrima senti...
de novo sorri com tudo que sonhei.
por celso roberto nadilo
mortos pelo olhar frio
mortos por estar vivo
mortos tanto sentimentos tristes
mortos pelo a causo
mortos não ter nada a diz
mortos por ter nada para viver
mortos pelo desejo de sonhar
mortos por sentir prazer
mortos pelos direito de viver
mortos pelo caos da insanidade,
mortos simplesmente por ser brasileiros,
mortos pelo desemprego
mortos por ser sem teto
mortos por mendigar seus direitos
mortos por cantar hino nacional,
mortos por declarar independência ou morte,
mortos por cantar sonho de liberdade e igualdade,
mortos por não ficamos calados diante tanta corrupção,
mortos pelos dilemas de boa estrutura de coliseu de milhões,
mortos por mentiras e glorias impostas outros que nem conhecemos...
mesmo assim salve o governo tantos desdenho ainda somos mortos.
por celso roberto nadilo
vou ler para um poema que me esqueci,
deixando o vento tocar teu ouvidos,
na beleza de ser tão jovem,
amar todos os dias da tua vida,
numa fonte de luz a seria a luz da lua,
bem diária o ar do teus sonhos,
tão belos situados no fundo da tua alma,
belos sussurros nas lagrimas deixadas ao vento,
aonde procuro palavras do teu coração,
sinto que estão no profundo eterno desejo
declarado no mais belo amor,
sempre lhe darei todas rosas de minha alma...
minha vida será dedicada tudo que tenho...
meu amor tão doce amor,
todos dias que se passam lhe desejo mais...
de todas maneiras sonhadas lhe tenho.
As oliveiras da latinhas de cerveja
Um bom pensamento ate florido 65 latinhas amassadas 2,25
o dia se passa não muito pois muitos cantando recolhendo os restos,
da palha da sociedade, que toda hora demonstra dignação,
nem um olhar na tua cara pois os rejeitos da sociedade é o fruto...
da incompetência pessoal ou ate mesmo um fato da ironia,
ter um pouco poder dividir não ter nada é uma obra do acaso,
ter um prato de comida todos dias seria bom!
em todos casos a sociedade tem suas opiniões tudo abafado,
os programas do governo dão suas faces a mentira.
as pessoas não dejetos fragmentos de um jogo ou parte de uma...
soma orbitante que colocado numa conta fiscal,
colocar as pessoas em amontoados verdadeiros campos de concentração, as pessoas são rotuladas vacinadas, estetizadas,
marcadas, desinfectadas, dado comida banho, roupas são dadas,
algum dinheiro que resultado mesmo, tudo para se sobreviver,
qual valor do ser humano?
a pergunta sempre a mesma a resposta mesma,
então a base de tudo esta quem nos governa,
tudo equivalência do valor e do lucro obtido,
o pouco é muito para não tem nada...
olhar para os lados não é o bastante...
sempre a mais que pensamos ter...
não imaginamos que é viver pelo tempo,
e vontade do que pode nos dar,
todos tempos de desespero que da vontade de fazer?
sendo mesmo, puro intrigo ao pretejo de ser
continuar a vivendo, será muito pedir um pouco de felicidade?
poder sorrir sem sofrimento, sem desejar o mal a qualquer um,
vivendo deixando viver pelo livre direito de ir e vir.
tento para si mesmo um pouco de dignidade,
será pedir muito para quem governa?
sendo que voto algo tão fervoroso para aqueles depois
somos esquecido jogados num monte de entulho
aonde comemos e chamamos de lar,
mesmo todas adversidades temos direto de sorrir,
de ter uma vida glorificar nossos sentimentos,
ainda sim somos brasileiros!
aonde custo de vida é mais alto do mundo e mesmo assim
ainda comemos lixo!
aonde os pagamos mais impostos ainda um salario minimo
abrangem o minimo relatado pelos direitos humanos...
ate miséria seja um atestado do governo em programas
de combate a fome dando trocados...
sendo face da mentira no roubo de milhões.
ser o pensar ser ou não ter o que pensar são dogmas...
da mídia obtendo o opção do poder demográfico...
a falha de opiniões do tido popular é façanha...
claro desperdiço do dinheiro publico,
nos traços obscuros de intrigas se ganha tempo,
vem os aumentos e desigualdade supera
tudo que seja dito o poder clara a virtude,
buscar ou ter mera ocasião do protelado,
as tendencias são claro amor esbornia será desejado,
tão curto breve sentimento passado,
a divergência seria algo pequeno se torno a vergonha nacional,
nossos atos serão visto pela história,
um país de riquezas jogados ao alento...
pouco dito bendito por Deus.
por celso roberto nadilo
minha vida é jogo profundo
que percorre o fundo do destino,
prospero sentimento enterrado numa montanha,
sensatos desejos emboras sejam calados,
por assim dizer,
ate final dessa vida em qualquer proposito
tenha sido como deveria ser...
sem muitos pores detalhes,
alem do direito de ser que se foi...
um espetáculo para poucos telespectadores...
tanto deixei der ser por ser que sou,
diante eles tudo pode ser dito meramente pensado,
nunca será dito ou desejado...
apenas se foi o dito passado...
tento diz ou extremo do pensar...
tantas borbulhas...tudo por fim nada fora dito,
tudo tomou suas próprias formas...
não dou mar de palavras mais,
não sou mesmo tens mesmos dons,
não devoro teus desejos ou pensamentos...
apenas os deixei serem levados pelo vento,
que passou me levou a lugares que nunca imaginei,
mesmo assim compreendi que foi o certo,
como pensei destino esta certo não deve ser mudado,
nem mesmo a continuidade deve ser mudada...
somos donos do direito ou torto ou do errado,
sempre tenho olhado para onde vou aonde passei,
nunca quem deixei pois vento leva ate essas lembranças,
pois fanático termo orbitante no qual se foi,
passado tido pro dito assim como se diz,
deixei a matriz do silencio ser condizente...
ao caos da minha mente no extremo tem suas
conclusões deixei ir sem dizer adeus,
aos males da alma compreender é fato perdido,
bem pouco digo apenas vejo e sinto...
lentamente os sentido tomaram forma,
trancados nos degraus de palavras,
orbitas tremulas ate passiveis de entender,
não que dizer em lamentar apenas deixar,
próxima tendencia talvez seja real face
diria todas formas se tornam reais quando
apenas olhamos de longe toma outra forma,
como um espelho sem face no expurgo da alma,
tudo bonito brilhante desejado mais apenas...
o expurgo abandonado aos pés do triste amargo,
remanescente vem complacente por apenas argumentos,
espalhados por desejos então olho tudo bem de longe,
caminho com meus pesares no profundo dos pensamentos,
de tudo lhe digo obscuro das pessoas é absurdo...
obtido pelo desdenho aflorado mais claro,
em vão de obsceno da mente são paralelas obscuras,
do certo a relatividade selada em atos...
o estranho estar no meio de tudo ainda assim...
pelejo o tramite da mente obtenho o relativo,
bem para todo mal abster tentar compreender,
que se passou nunca importou mesmo...
dai vi ver não bastante falar nunca foi ideal...
compartilhar é forma de estar próximo de outra,
curtir termo de calar boca encher o ego,
por fim comentar o fato é paradigma no ato,
ate diga algo em pros meramente não será,
suficiente para tenha provas mesmo assim será,
a verdade que não se cala em poucas palavras,
o sentido toma formas dos mais refinados,
pesares sendo como única devoção seja a maldade,
sem razão claramente seus sentimentos.
então me calei no isolamento dos meus pensamentos,
fui julgado por pensar calado de tentar sonhar acordado.
que vale tudo tens se nada poderás carregar,
tão menos terá parte da minha alma teus pensamentos,
julgar depois executar tão simples não doe...
pura maldade dai de tão longe recinto...
em falares tão perdido da realidade,
que fui transformado tua boca, to deixado de lado,
abandonando mesmo, pois que vale apena,
ter no coração tudo digas por tão pouco,
nunca será despedida, tudo se bata em copo...
desvendado no obscuro da mente,
enfim declarei tal sentido, extremamente,
simplório por não ser que queres em poucas palavras,
a rara decepção é poço do qual não bebo mais,
de todas virtudes que vi nada disse ou comentei...
nada relatei apenas deixei de navegar em mares,
tão hostis e bravejantes, tolos sentimentos.
por assim dizeres tão ativos, nobres ate fim.
por celso roberto nadilo
