Coleção pessoal de celsonadilo
as cruzes que carregamos é fardo mórbido nossas almas tão perdidas,
em sonhos que são desejos em todos fatos dessa vida.
vasculho meus sentimentos,
a busca incessante
ate mesmo debaixo as pedras que deixo,
nos extremo perdido,
na decepção do que se foi pelo passado...
flor da tua alma bela viva
ador bela cor doce desejo,
amar bela flor de varias faces
mores no néctar belo feitiço,
meu belo amor flora viva...
quando acordei tive receio...
que tempo ali parou por momento,
então percebi que acordei...
em qualquer lugar pensei,
então percebi algo bom,
tão estranho que se foi
nunca amanhecer... sem perceber,
infinito nunca estive tal tempo para te madruga,
desabei em uma realidade que não compreendi,
de repente olhei não vi o amanhecer,
dentro da minha tristeza auto apogeu,
morreu no que lagrimas caírem do céu.
saudações nobre alma,
sombrios temores através do insano,
desejo cálida de um momento,
distúrbio ser atormentado,
no patamar selado do espírito...
ao fel difuso ao centro do coração.
expansivo tangente orbitante...
desejo atroz quando mais profundo,
extenso mórbido de tuas mortalhas,
dispersa na difusão inteira da sombria...
moda de viver na solidão pura...
vitiliginosa ate que tudo seja...
o profundo da alma, doce sentido...
prolifera sentimento tais esperança,
vulgar horizonte arte do amor...
predileto ser dourada afirmações...
diante qual seria florescer,
mero caos dolente vergam vespertina,
tais como esperança que paira,
longes do centro do espírito,
senis aurora dessa alma,
espasma de longe para sempre,
o fato mais fundo do tem a consciência,
transferida na assustadora fonte,
tão vagante no horizonte da alma.
doce amor erva doce
amor perfeito,
sol sombreado
fonte puro horizonte,
mármore gelado,
patamar feroz,
desejo imaculado,
passado protelado,
tão feito gravidade,
em desejo sem fim,
absurdo momento dessa aparição
momentaneamente pela intercalação,
de tua face em minha alma,
espontaneamente a deriva,
no profundo interferido,
dormente tão desejado,
fervente tal emoção.
nunca sei que senti apenas amarguei,
desejando o que era mais belo,
em teu olhos mortos
engana seu doce destino,
nos vasos mortos sem sangue,
nessa pele tão pálida...
meros desejos mortos pelo amor,
sinto tudo fora submissão,
faminta na flor da tua alma,
desejo de profanar teu espirito,
sendo com a magia encarnada,
da tua carne exposta...
minha alma faminta,
em flagelos de sonhos
penetro dentro do teu corpo.
todos esses sentido mortos,
pela tua alma cravarei tuas magouas
derramando meu sangue sobre tua
mortalhas deixadas pelos tempo...
apodrecem como se estivesse viva...
...marcando tua face em doce mel...
...velado em volta do que resta...
...da tua pálida carne,
...desejos nessa cripta a vida foi deixada...
...por mais que queira flores estão mortas,
...ainda são duma beleza semi igual...
...teus calor morreu com meu amor.
por celso roberto nadilo
me vejo na minha escuridão
sinto meu profanos desejos,
penso na obscuridade da minha vida,
sinto todos desejos mortos por vaidade,
nada tem valor dessa realidade,
meus desejo matam somente pelo...
fato existir dentro da minha escuridão...
meus desejo atos insensatos,
por esterem minha mente,
pobre valores de pessoas podres,
em profanos estariam mortos
somente pelo ato de existir,
seria obscuro sentir,
que nada vale a pena...
desejar que tudo seja apenas,
meu destino na escuridão...
em branco da minha mente,
olho no fundo do seus olhos,
sinto tudo foi mentiras,
nem foi que fosse ouro,
seria tão mentiroso,
apenas em minha mente teu valores...
são tão perdidos em teus atos insensatos.
marco meus sentimentos com veneno na minha pele,
para erros estejam sempre marcados em intervalo,
que dor que senti seja mais uma coisa deixou dentro de mim,
somente olho deixei situação ser tão dramática...
pelo meus valores, o escuro dos meus olhos,
mesmo texto da minha alma obscura,
não lamentos pelas escolhas que fiz
lamento pelas escolhas que fizeram a chegar esse
momento olhar para gosto do veneno minhas entranhas,
a alguém diz que assim que se aprende ,
em poucos sentimentos desejei que morre se
num breve estante obscuro da minha mente,
está é apenas uma batida do meu coração...
nessa distancia de sentimentos insanos.
posso lhe dizer ainda estou vivo entre suas mentiras,
não sei como viver mais o veneno me ensino...
que a realidade pode ser melhor que sua crueldade,
por mais cego seja sempre estarei marcado em um intervalo,
por que está sorrindo olhe para dentro si a um vazio,
pelo males um estante obscuro da minha mente...
há quanto tempo desejei beber esse veneno...
nunca deixei atraiçoar os detalhes insanos,
então compreendi que obscuros dos meus pensamentos,
olho nos olhos de monstro que morreu minhas entranhas,
todas virtudes são meras escolhas dentro da mentiras
que ocultamos de nos mesmos artifícios em desejos deprimidos...
minha raiva esta nas minhas entranhas,
olho tento os valores que te levaram para esta dentro de mim
o veneno são desejos no intervalo da minha mente,
então tento pensar não tem ninguém para olhar meus olhos,
tanto pouco desejo sentir detalhes de outra mentira,
de frases sinceras de cartas marcadas,
vivendo em um mundo de bandidos enveneno minha mente,
naquela dose da obscuridade amarga seus desejos,
dentro das minha entranhas seus desejos são veneno,
no profundo da minha mente.
por celso roberto nadilo
As flores do deserto da minha alma,
exclui porções dolorosas,
entre outras passageiras,
seria outros formatos de horrores,
passado dentro do profundo olhar,
sendo a fatalidade suprema da tua voz,
em uma aurora perdida em um parada
de ônibus sem os piores dons desse
ador frondoso a ser parte tinhoso,
esperança seja apenas desejo mais profundo...
em lago morno desesperado na virtude...
o menos do se pode essa vida...
sem dize que se amou mais uma vez,
em poucas aventuras que aventurei,
teus sonhos tiveram uma fonte de rara,
água que bebi com doces prazeres,
nessa foi uma ventania que soprou,
limites na flor do teu pecado,
sempre dando o máximo ao prazer,
da minha eterna existência,
a vanguarda de meus sonhos,
aos prantos desejos meu amor,
florestas glamorosas sobre os quais devastei,
sendo ar da boa paixão paranoica,
nessa madrugada de espinhos,
no profundo dos teus lábios
da escarpas da tua alma,
o brilho intenso do calor da paixão,
ate o aurora de nossos sonhos,
se perderem pela realidade,
seca sombrosa barbaras...
o ar que respira eu amo...
como a esperança derretida
no doce banho de amor.
por celso roberto nadilo
Tenho razões e amarguras complicadas de entender,
caminha pela obscuridade dos meus pensamentos,
tento imaginar que acontece contigo assim tentar,
ser o melhor para tua vida, relevo meus paradigmas,
tão intenso dizendo tudo que tem no teu coração,
importante sempre que esteja sempre feliz,
não importando que tenha para viver nessa vida,
tudo que tenho lhe oferecer meu amor carinho compreensão,
é pouco por causa da distância dessa vida,
sou apenas uma alma atormentada por sonhos e desejo,
tudo pode ser tirado devorado tudo que tenha,
mais nunca o tenho no coração,
que carrego nessa vida é o amor com toda suas...
complexidades dos quais sou apenas uma alma viajante...
que deseja viver intensamente o que a bom de se viver,
sei estou na tua vida as vezes sinto o longe dessa vida,
meu amor viajaria pela eternidade,
este corpo é carne que tempo glorifica,
com ador de sentimento e o desgaste,
é superficial diante meu amor que será para sempre teu.
nada pode ter tal beleza pois tudo que existe no meu coração.
por celso roberto nadilo
bela luna belo e eterno minha alma,
contraste do belo no meus coração,
belo senso desejado ate amada alem,
desde belo eterno tardio para sempre,
em minha alma desejada tal luna te amar,
será sempre minha alma minha vida tão bela,
quanto tudo já tive o sabor de ter e sentir,
meu amor tão belo quanto meus olhos vem
sobre teus contrastes a singularidade de meus sonhos,
tão belos me cegou diante tal amor alcancei a eternidade,
sem saber profundo teu amor estaria dentro do meu coração
para sempre nem tive procurar a vida inteira pois sempre esteve,
dentro da minha alma meu doce amor minha luna.
por celso roberto nadilo
pairamos a procurar tanto,
o monstro na verdade,
não damos conta da virtude,
do tal monstro seria...
o conteúdo da alma,
entre flanges dos quais mostramos,
nossos ideias de forma,
obtemos uma forma de um monstro irreal,
devido o extremo profundo que temos,
nos profundos da alma do ser humano.
Nas ramas do apocalipse somos que resta,
em termos de pavor são atenuantes simples,
mortos no constaste que possivelmente é eterno,
mesmo que todos valores dessa vida de maldades,
nada pode ser mais desejado no extremo, da sensação,
revendo deveres dos profundos desejos,
sendo a forma mais adio embora sensível da paixão,
corrompida pelas devações dando a alma perdida,
em poucos sentimentos seria tudo ao mesmo nada,
passado poréns daqueles que amor pode ser,
gotas da perdição se torna assim aniquilação,
tendo a ponte de prazer inúmeras sentinelas,
devorando todos os desejos por um sentimento,
alento ao mesmo voraz tão breve suspiro,
em prantos estasia a fonte glamorosa,
como musica de corpo toca em belo soneto,
bela toda demente sede e fome tão perdido no tempo,
sem parar a sintonia do compreender foram ditos...
feitos no obscuro temor do cruel destino...
entre as trevas de um dia alegre...
infâmias que defloram por ermo,
anjos ou somente desejo clamando,
suas vanguardas sendo vagas em tuas cavas,
passivas diante o extremo da dor...
quanto mais apreciada essas delicias...
entre as gravuras da tua alma...
passagens são algarismos sentido na pele,
deixa o sabor sutil no deleite atroz,
suor pela paixão tão leviana...
passa num vicio temoroso ate prazeroso...
em toda plenitude virtuosa seu corpo
é pura representação do amor...
bem como vadias dessa vida,
todo espasmo de prazer são de longe
sentidos no doce das tuas cava
inocente alma de valores apreciados,
puro brilho em profundo olhar,
tão belo sorriso lhe dão um novo...
sentido em busca de prazer,
todos anjo senti dor, por amar,
ate amor maltrate teus amores,
sendo a profanação da tua alma.
por celso roberto nadilo
inocente alma
