Coleção pessoal de celsonadilo
o dia apenas uma floresta
o amor um deserto num belo amanhecer,
solstício um temor de amor abandonado...
vadio coração mera expressão de um luar,
devasto lugares ate tempestades,
embora ser vulgar contaria senso natural,
bem como a chuva se torna despedida,
se torna bem vinda, por vida...
nas padarias das almas silvestres
e do jugo que tanto abrange o amor,
espalhados pela terra enfatizado pelo homem,
embora folhas caia como desejos da alma,
o amor floreste se desgasta num circulo,
que passa durante toda vida.
nascemos e envelhecemos com o ar;
de que quem nunca viveu.
nos espaços que deixamos a saudade é marco,
um dogma deixado pela natureza,
que nos encantam com tua beleza...
reata a profundidade de cada um como um alvorecer.
por Celso Roberto Nadilo
No caos da minha mente...
Teima em sua maioria absoluta
Doentio sentimento veneno...
Tangentes horizonte obscuros....
Tragédia...sempre atrozmente...
Dor que deseja fazer diante dos olhos
Ninguém conhece ou coração...
Padece entre paródias...dor,
Nada existe em diversos abismos...
Estrela na imensidão da dor
Momento desde destino...
Destilado veneno de minha alma...
Horizonte separado da luz...
Obtuso sentido ao mesmo...
Virtudes que nunca foi tão profundo...
No lapso descompensado...
Dos meus espaços entre nunca...
Entre os momentos depressivos....
Abandonou o sentido num abismo...
De tantas sensações,
Nas proximidades foram para eternidade...
Compreender tudo que definha o desatino.
Vozes da solidão vicia...
Restringe entrelinhas da morte
Dos pensamentos irreais....
Distante dos meus gritos...
Que me calo por mais
Seja atroz emocional...frio tão gostoso...
Abismo que amo respirar...
Nada servi de desculpas...
Dentro das fronteiras... Desprezo
Austero olhar mero capricho... Simbolismo
De todos fragmentos de lembranças...
Absolutamente a dor da alma....sentimentos
Tão profundamente agonizante...
Sendo uma grande depressão...veneno.
Imensidão intocada para uma eventual
Suplício dos outros dias, esperança
De tantas coisas muitas magoas... Tremendo
Horizonte vazio que nunca teve sentido.
olho para musica sem sentido
que cobre meu coração
minhas lagrimas não tem sentido
a dor são espinhos na alma.
meus pensamentos obscuros
são trevas do qual sinto,
não me diga que o amor não dói,
nada que diga vai ter o valor
que sentir é uma flor que brota
no infinito,
sempre num desejo de deserto,
nos quais o diluvio de sangue
cobre meus sentimentos.
olho para o passado não me lembro mais,
minha vida está voando por sonhos
nunca pedi nada ninguém
mas tudo está leve que nem sei mais,
a vida um dia apos outro
tantas marcas que passam num sonho.
minhas correntes são parte dos meus flagelos,
todas minha lagrimas escorrem num rio
que sangra no meu coração,
na onde esta felicidade?
me diga meu irmão onde vive tal felicidade,
minha lagrima são cicatrizes no qual o amor
semeou tantas tragedias perdidas na minha mente,
nem um anjo que conheci me fez feliz
somente deram vida ao panico,
tantos dias que se passaram minha magoas sangraram,
no fundo de rio que corre minha solidão
me faz refletir minha angustias,
nunca compreendi o porquê?
mais sempre senti tanta dor,
que ninguém pode entender o porquê da imensidão...
num espaço de sensações inexplicáveis,
olhando para o vazio sem razão,
sentindo o mundo em lastro do qual
não arrependimentos no qual uma lagrima caie.
todos anjos caíram por amor,
não espero perdão nunca esperei,
olhe para seus pecados
tenha pena depois nada vale o tributo,
de tantos anos passados somos vitimas
sem clemencia de almas perdidas.
minha tristeza é um espelho da minha solidão
não posso deixar profundo da minha alma
tudo muito obscuro nessas trevas que deixou.
Cada um cava sua cova,
Mediante as escolhas
E a vida que leva.
Seja boa ou má
O destino floresce
Em tristezas e alegrias.
Na verdade ou na mentira
Sempre a uma continuação
Determinante para que se tenha um final.
Claro ou escuro esta uma condição
Do quais qualquer um se arremeti
Na beleza na tristeza.
Vivo ou morto por engano
Não a coincidências
Porque sempre tem um culpado.
Um mar de solidão
Que seja a tempestade
Sombria e sanguinária
Entres diferentes sentimentos
Banidos definitivamente
Para, ousadia semelhante...
Nos contrastes sob pele,
Trevor clássico que és a supremacia...
Ardil, repente sútil ao mesmo período,
O clamor de tardio se encontra envolvido...
Por brumas dispendiosas, do para sempre.
vida
se minha alma se perdeu no seu coração
tempo parou meu coração nas lagrimas que caíram
em templos de vaidade deixei meu espirito deixe ir
na madrugada servia ate o diabo se tivesse seu amor
embora não viva entre eles caminhei ate morte em uma noite
morto no dia caminharia entre os vivos
para te amar mais uma vez minha pele queima
meu coração parou no momento que me deixou
num mar de morte se cobriu diante meus olhos
ensanguentados deixei esse mundo ate inferno
me sinto escravizado pelo seu amor infernal
nesse momento descobri que minha mente ri de mim
pois os pedaços da minha alma se espalhou pelo
tempo traído imploro para sobreviver porque
meu coração parou entre os desejos que deixei
a raiva mudou meus fantasmas em outra vida
tentei ficar vivo mais meu coração parou
diante momento que vi o ar da morte
por um momento senti sua presença
meu coração bateu parou de novo
para nunca mais voltar a vida que passou,
no estantes que tento pensar em dia que vida acabou,
me vendo que amar foi tempo que passou
pois não vivo mais meu coração parou.
por celso roberto nadilo
como uma arma me sinto um deus
minhas lagrimas correm quando você morreu,
um tiro sou assassino,
tempo parou no momento que morreu,
olhei para seus olhos trêmulos,
como assassino voraz deixei morrer,
tudo que quis foi te amar,
quantas histórias são contadas
nos dias que se passaram senti o peso do mundo,
nada mudou apenas meus olhos morreram
um tiro na escuridão todas lamentações do mundo,
olhei para seus olhos e mundo parou por momento,
todos estão no cemitério olhando para teu corpo sem vida,
meu espírito esta em algum lugar com minhas perversões,
um sorriso iluminou por um tempo meus desejos voltaram,
como luz que entra sem pedir, o contraste é apenas a morte.
bem vindo ao inferno
suas boas lembranças foram jogadas em riu de fogo,
tuas lamentações são prazeres esquecidos num mar decepção,
o mal do meu espírito é fogo que queima teus pecados,
não sinta culpa pois somos cruéis,
todos deuses estão mortos,
somente os demônios estão vivos querendo tua carne,
sua apelações aos céus foram marcas com destruição...
as estrelas caíram na tua cabeça por sua fé morta...
não tenha esperanças que maldade consome tuas vontades,
tente gritar ninguém vai te salvar dos teus pecados...
olhe para as horas pois a morte tocará teu coração
ninguém vira te salvar pode levantar e chorar...
todos fazem boas ações ate o diabo tem boas intenções.
minhas vontades caíram do céu
profanado meu coração
minhas perdições são apenas meus prazeres,
tentei sorrir nunca mais olhei para os céus,
senti tantas promessas morrem,
testemunhas de um crime sem perdão,
meus olhos queimam, como sentinelas
de uma escuridão sem nenhuma esperança,
todo queimam num desejo de prazer,
os céus manda anjos que morrem
ao tocar meu coração...
me lembro que inferno esta cheiro de ironias,
em momentos sinto a luz tocar minha vida
mais nada consome as verdades imposta
mais todo destino sofre mudanças ao decorrer
do momento que toquei tua alma.
não me diga que me ama
sem querer sofrer
meus sentimentos estão mortos
meus olhos sangram
a cada momento que sinto
minha vida se foi num rio de decepções,
que nunca para de cair sobre este coração
no sacrifico dessa vida amarga,
meus monstros são os piores frutos da escuridão...
minha vida foi feita com sangue da minha alma perdida,
não me venha com pequenas palavras perdidas num tempo.
tudo tudo poder ser escuro,
a morte sempre é desejo profundo,
não sei mais viver entre eles,
minha está morta para todos,
nunca pedi para viver,
mesmo assim estou vivo,
meu coração negro sangra,
nos maiores momento tento chorar
mais coisa consigo fazer é gritar,
ninguém sabe da dor que carrego,
mesmo assim os olhares sempre
me penalizam em sentido destrutivo,
então me sinto numa escuridão sem fim,
tudo muito escuro deixei tudo para trás,
nada me anima meus sentimentos tão mortos,
para eternidade guardo meus sentimentos,
mas, já encontrei que tanto desejo,
mesmo que seja ultima coisa que deseje,
meus sonhos estão mortos no momento
que deixei ir para eternidade dos teus desejos
minhas magoas se refletem numa mar de solidão,
paro olho o horizonte sinto não perdi nada,
pois todos momentos foram vividos,
agora não quero mais viver tantas coisas,
que me deixaram ferido magoado, sentido.
dizem sempre haverá um amanhã
morri no ontem não sinto mais vontade de viver.
por que? amar ?
sois o amor?
porque não sei amar!
para que amar?
simplesmente não sei viver!
por demais nunca amei!
nem sei que sois amor,
por que tanta dor se sois o amor?
para que feri tanto se amas tanto?
nunca se revela num vazio, porquê?
amor sois uma palavra um sentimento!
nesta vastidão que está no meu peito,
nada se compara a ti devastador amor!
sois o vazio dentro do meu peito!
das lagrimas tanto perdi...
sombra da minha vida
despedida do meu coração.
por que te amo tanto?
se não sei que é o amor!
seja está ferida aberta desatino
de repente sois o amor!
fora desta vida que sois?
para onde foi?
por que se escondeu?
porque não sei amar!
sobre a voz da razão não sinto que és...
benfica na solidão com uma dor,
sempre continua que mata todos dias
pouco a pouco isso é amor!
vaidade mais ainda luxuria sob argumentos,
sois destinado um do outro é o amor.
relato desbravador, pois meu peito vazio,
tento lhe dizer que não o conheço...
mesmo assim o sinto dentro do meu coração.
por Celso Roberto Nadilo
na mais existe para um abismo sem fim...
tudo tão simples quanto morte dos sentimentos,
um desejo mais profundo todos morreram...
em dose de uma droga vazia vou abster,
a beleza é apenas um mundo sem fim...
cada palavra soa com ferida aberta,
tanta drogas me deixa fora desse mundo,
não quero mais voltar para ver que está
no braços de outro simplesmente por amar,
todas horas do dia vou estar longe de tudo,
não diga que me ama pois o abismo muito profundo,
a beleza não é tudo em um profundo olhar de tristeza.
