Coleção pessoal de celsonadilo
meus olhos se perderam na escuridão...
estou cego de paixão,
a vida não me agrada mais...
nenhuma lembrança foi tão viva
quantos meus sentimentos foram deixados
minha alma sangrou todos dias quando me deixou.
todos dias somente sou mais um entre muitos
nunca deixo de sentir tanto,
somente sou mais um no meio de tantos,
mais um a sentir uma dor que não tem fim,
o sol não me da mais o calor da esperança,
a escuridão dos meus pesadelos são tão normais,
mais um dia na eternidade solitária de minha alma.
o céu queima com meu sangue,
o que foi nunca foi tão belo...
tente tocar meu coração...
não mais desejos desta vida
de hipocrisias vejo os mortais...
deixe de acreditar num Deus...
minhas lagrimas escorreram com sangue,
olhei para minha alma e seus flagelos
não tenho mais que esperar cair do céu,
promessas nada mais queimaram meu coração,
nas chamas meu sangue ferve de lembranças...
sonhos eternos como as lagrimas de anjo que caio
por amar o eterno sentido da paixão.
numa pedra deixei minha vida
tantos sonhos
irmã beba meu sangue
deixe me ver a eternidade,
nunca deixarei de tocar teu coração frio...
seja forma tocar uma musica de acorde,
beba minha alma perdida,
abandonei a luz
me abrace na escuridão,
não quero ver céu azul,
sinto minha alma viajar na eternidade,
não faça promessas,
pois ninguém voltará a vida
depois que escuridão chegar,
o sangue alimentará tua alma perdida,
veja escuridão nos meus olhos.
escute essa musica,
que ela tocou os laços da eternidade,
ninguém é um herói,
a vida só tem sentido quando chega ao fim
beba meu sangue seja minha para sempre.
liberte me dessas corrente estou possuído de ódio,
meu irmão veja minha queima no inferno,
nos desejos mais profanos somos condenados,
liberta me dessa correntes verá o final da minha alma,
minhas esperanças estão mortas,
não me abandone acorrentado no meus sentimentos,
olhe para chamas do inferno ali estão seus sonhos.
seja possuído por prazeres do alem
grite suas tristezas pois estamos mortos.
minhas lagrimas caíram sobre teu tumulo
tentei viver mais não possível,
meu desespero nunca acabar
pois te amo tanto que vida não importa mais.
Todas as razões para se refletir
Nada demais...
Dentro do horizonte...
Sentimentos sempre
evaporam-se
Nos últimos fragmentos
Muito bem maldiz que lhe dava
As sombras da maleita...
Ousadia semelhante aos olhos
Semelhante tua alma na abadia
Sendo saudades dos quais se foram...
Meros pelo amor em pura Solitude.
celso roberto nadilo
meus medos são consequências
sempre meus desejos são além...
arrasto meus sonhos dentro do além
olho para seu rosto sinto tudo, mas nada mudou
é mesmo olhar do espelho refletindo minhas decepções,
no clamor pedido somos apenas folhas jogadas ao vento,
comuns nesta vida maldiz meros momentos...
sem mais ou menos se julga em jala de emoções,
desejos pequenos prazeres num riacho bruto
imensa represa de lindos olhos perdido na imensidão...
um cálice de vinho nas borda dos seus lábios...
sinos de prazeres esquecidos em algum lugar...
que não tenho lembrança de tal sentimento.
por Celso Roberto Nadilo
sentimentos
Mentiras são piores momentos
Sempre vem acompanhada da traição...
Na totalidade o caos sempre um marca
De maldades e mágoas se pesares...
Simplesmente são desculpas...
Nas piores do ador sempre mais espinhos...
Decepções são mais importantes...
Nos paradigmas da virtude...
A mais do que se vê nos sentimentos...
O que se da obscuridade de tudo
Que nunca foi ou será diante o amor.
celso roberto nadilo
Anjos caídos todos no esquecimento...
Mesma despedida de suas lamentações...
Os flagelos são incomuns para muitos
Eternos para outros; verbetes com veneno
Sempre um gole de bela dona
Corre entre as veias da alma se dispersa.
Igualmente uma sombra do que somos.
Mais uma vez os anjos olham
Para aqueles que olham
Entrelinhas olhos para eternidade
São as janelas da alma...
Perdidas para sempre entregue a sorte...
Somos o suplício de suas lamentações...
Não tem mais que fazer diante
Tantas maldades.
Nas profundezas sempre a bondade...
No obscuro dentro da alma.
Imensidão de coração... Sentença
Abadia de tantos por tão pouco.
O extremo da escuridão...seja a solidão
Em tangentes de um olhar vazio...
Ate vadio no caos dos pensamentos...
Estão sempre mortos em conflitos...
Nunca foi uma espécie particular
Da onde imponentemente abraçamos
Em uma linha abandonada.
Apenas tempestades que afloram
No destino que lhe foi dado
Ate que o anjo da morte decida.
toque meu coração com tantas palavras
o meus tem notas de uma musica,
me escondo nos meus pesamentos,
olhe no profundo dos meus olhos
sinta morte, me abrace...
para que viver?
sempre a um céu abandonado!
dance no tumulo dos teus antepassados...
sorria a vida é apenas um detalhe na escuridão.
quando som da minha voz tocar
seu coração morto...
vou tentar sorrir diante morte.
Anjos caídos
a luz não controla
as vozes do céus
são apenas ordens
com todo sofrimento
não somos controlados
entre as trevas sentimos
o gostos da morte,
como em uma cena
ainda morremos diante
as ordens que caiem dos céus,
nunca senti tantos desejos
e prazeres negados pelo
simples dom estar entre eles...
somos anjos simplesmente.
somente sorrisos alem do vazio,
tudo soa o apogeu...
em pigmentos de tintas
mero estupor corporativo,
tudo é piada de amor...
no contexto sombrio.
nas portas da alma sempre a imensidão
nos mares infinitos o preludio do tédio
mesmo mansões de riquezas não tem a interpretação
nem mesmo indignação, apenas os sons
do deserto mero sentimento do apogeu da humanidade.
ares ardis nas sombras
dom sobre a morte
sempre tardio
senhoras bastardas
entre trevas absurdas
como vegetais
exclamam as mesmas virtudes
como operas de sonetos
abandonados em algum lugar
esquecido nos maiores sonhos
passados por aquelas belas canções
entre os trechos vertiginosos
no profundo da alma gótica.
meus pensamentos são folhas de outono
que cai como morte de tantos sonhos,
olhando a chuva cair penso nesses dias
que são passados por um tempo,
a água que cai do céu são lagrimas
que secaram diante o diluvio profundo,
tento me esquecer dessa vida, mas,
a vida esta cheia de magoas...
dos quais vento deixo, com fel do destino
retrato cada momento, cada segundo,
para nunca mais seja semelhante,
bem assim diria nas trevas angustiante,
então amanhece como céu cheio de esperança,
desatino no relato pois nada é bom de ser
bom ao mesmo dentro de uma tempestade,
as horas passam diante extremo tempo
a seca de minha entranhas somente
um alivio do titubear de um canto
do trovão que grita na escuridão da minha mente,
não á retalhos de sentimento que cubra
o tremor do sentido cheio de sensações,
bem qual acordo todos dias entre
as librinas são clamor do coração
nas brumas vegetam sobre coisas
que se passaram simplesmente em desejos
se consumaram em gostas de orvalho
assim minhas lagrimas se deram outro nome,
para tenha outra estação com frio e angustias.
por Celso Roberto Nadilo
natureza de minha alma
minhas maiores dores nunca são vistas
das palavras que digo sempre são ignoradas.
meus sentimentos que ardem no peito,
em labaredas que nunca se apaga,
apenas dias são fogueiras,
nas suprema dor do meu coração...
nada pode compreender meus sentimentos
por mais que queria ninguém sabe que sinto.
Grande desejo da minha vida,
Esperança do meu coração...
Minha estrada iluminas minhas trevas
doce que alivia meus lábios...
calmamente tua voz suave
queima a dor que nunca passa
pois o amor é uma ferida que nunca se cura.
testemunhas do desapego,
olho para meu sentimento obscuro,
desato meus maiores sonhos,
em abismos de pesadelos,
grito com uma voz suave,
não ninguém para ouvir
meus maiores lamentos
são arrastados numa dor...
concedente desejo mortal.
sendo estático minha dor,
nas gotas de desespero,
apenas consequências...
do extremo... vazio,
como maiores desejos
tão relativos aos medos
espalhados pelo vento,
cálida venenosa.
